Explosões são sentidas em Caracas, na madrugada deste sábado, em meio
ao ataque americano. (Foto: EFE)
EUA capturam ditador Maduro em ataque surpresa na Venezuela
- Por
Gazeta do Povo, com informações da agência EFE
- 03/01/2026
às 07:44
- Atualizado
em 03/01/2026 às 09:52
Explosões são sentidas em
Caracas, na madrugada deste sábado, em meio ao ataque
americano. (Foto: EFE)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na madrugada
deste sábado (03) que as forças norte-americanas realizaram um ataque em larga
escala contra a Venezuela e que o ditador Nicolás Maduro, junto com sua esposa,
foi capturado.
O anúncio foi feito após uma madrugada em que explosões foram ouvidas em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira.
Os relatos dão conta de que infraestruturas estratégicas foram atingidas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.
Um vídeo divulgado pela Reuters mostrou
fumaça próxima ao Aeroporto La Carlota, em Caracas, em meio a explosões.
A captura de Maduro ocorreu após um período de intensa pressão militar.
O governo venezuelano confirmou a ação, mas não divulgou informações sobre
possíveis mortos ou feridos.
VEJA TAMBÉM:
Em postagem na rede social Truth Social, Trump afirmou que detalhes
serão anunciados em entrevista coletiva marcada para as 11h, no horário local e
13h, de Brasília, em sua residência na Flórida.
"Gravíssima agressão"
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que é desconhecido o paradeiro do ditador e da primeira-dama Cilia Flores.
Em entrevista por telefone à emissora estatal VTV, Rodríguez exigiu que os EUA apresentem uma prova de vida de Maduro e de sua mulher.
A vice-presidente
relatou ainda que morreram militares e civis atingidos “nos diferentes pontos
dos ataques”, sem dar números.
Diante da escalada do conflito, a Venezuela solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para discutir o que classificou como “atos de agressão” dos Estados Unidos.
O pedido foi formalizado por meio
de uma carta enviada ao presidente do Conselho de Segurança, o embaixador da
Somália, Abukar Dahir Osman, com cópia encaminhada ao secretário-geral da ONU,
António Guterres.
Fontes consultadas pela rede de televisão Fox News dizem que a operação
militar noturna americana envolveu um "grande destacamento de helicópteros
Chinook e outros ativos das forças especiais" para capturar Maduro, que
teria sido retirado do país em uma dessas aeronaves.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
anunciou na madrugada deste sábado (03) que as forças norte-americanas
realizaram um ataque em larga escala contra a Venezuela e que o ditador Nicolás
Maduro, junto com sua esposa, foi capturado.
O anúncio foi feito após uma madrugada em que explosões foram ouvidas em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira.
Os relatos dão conta de que infraestruturas estratégicas foram atingidas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.
Um vídeo
divulgado pela Reuters mostrou fumaça próxima ao Aeroporto La
Carlota, em Caracas, em meio a explosões.
A captura de Maduro ocorreu após um período de intensa pressão militar.
O governo venezuelano confirmou a
ação, mas não divulgou informações sobre possíveis mortos ou feridos.
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coletiva marcada para as 11h, no horário local e 13h, de Brasília, em sua
residência na Flórida.
"Gravíssima
agressão"
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que é desconhecido o paradeiro do ditador e da primeira-dama Cilia Flores.
Em entrevista por telefone à emissora estatal VTV, Rodríguez exigiu que os EUA apresentem uma prova de vida de Maduro e de sua mulher.
A vice-presidente relatou ainda que morreram militares e civis
atingidos “nos diferentes pontos dos ataques”, sem dar números.
Diante da escalada do conflito, a Venezuela solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para discutir os que classificou como “atos de agressão” dos Estados Unidos.
O pedido foi formalizado por meio de uma carta enviada ao
presidente do Conselho de Segurança, o embaixador da Somália, Abukar Dahir
Osman, com cópia encaminhada ao secretário-geral da ONU, António Guterres.
Fontes consultadas pela
rede de televisão Fox News dizem que a operação militar noturna americana
envolveu um "grande destacamento de helicópteros Chinook e outros ativos
das forças especiais" para capturar Maduro, que teria sido retirado do país
em uma dessas aeronaves.
Fontes da Casa Branca
informaram que Trump deu sinal verde aos ataques há alguns dias, depois de
vários meses de aumento da presença militar americana diante do litoral
venezuelano e pedidos da Casa Branca para que Maduro deixasse o poder.
Em uma breve entrevista ao jornal The New York Times, direto de sua residência Mar-a-Lago, no estado da Flórida, onde passou Natal e Ano Novo, Trump afirmou que foi realizada "uma operação brilhante".
"Houve muito planejamento e muita gente
e militares muito bons", declarou.
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/trump-anuncia-captura-de-maduro-e-ataque-em-larga-escala-contra-a-venezuela/

