SEIS DAS MAIS SIMPÁTICAS CELEBRIDADES FANÁTICAS POR AUTOMÓVEIS.

 

Não é surpresa nenhuma que os famosos adoram potentes máquinas. Para a grande maioria deles, todavia, os automóveis são apenas acessórios de moda. 

Saliente-se que, ao longo dos anos, no seio das estrelas, não são muitas aquelas que deram mostras de ter uma forte e intensa paixão por automóveis e desportos motorizados a ponto de poderem ser chamadas de entusiastas. 

Ainda assim, há seis famosos que consideramos serem verdadeiros “gearheads”:


1. Jay Leno: Jay Leno é, possivelmente, a nível de celebridades, um dos mais notáveis entusiastas de automóveis. 

O seu sítio “Jay Leno’s Garage” tem muito tráfego, sendo que os vídeos acumulam milhares de visualizações no YouTube. Leno tem uma filosofia de coleccionador muito independente. 

O famoso apresentador americano compra o que gosta e o que acha tecnicamente interessante.

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2. Steve McQueen: O “rei do cool” Steve McQueen possuía alguns dos melhores automóveis coleccionáveis de todos os tempos, desde um Jaguar XKSS a um Ferrari 250 GT Lusso. 


Sempre que algum dos seus automóveis antigos vai a leilão, os mesmos são vendidos por valores que um automóvel não-McQueen muito dificilmente atingiria. 


Até mesmo os óculos de sol do “rei do cool” uma vez foram arrematados por 70 mil dólares.

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3. James Garner: A maioria das pessoas lembra-se de James Garner como o descontraído detective particular Jim Rockford que guiava um extraordinário Pontiac Firebird. 


Dono de vários automóveis clássicos ao longo dos anos, Garner protagonizou, em 1965, “Grand Prix”, onde os verdadeiros pilotos, servindo como conselheiros técnicos, disseram ao nativo de Oklahoma que este tinha um sério talento. 


Como proprietário de uma equipa na década de 1960, os seus automóveis tiveram frequentes sucessos, incluindo cinco dos sete primeiros lugares na brutal prova Baja 500.

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4. Jerry Seinfeld: Ao longo dos anos, Seinfeld tornou-se um dos principais coleccionadores Porsche no mundo. 


A extensão exacta da sua colecção não é amplamente conhecida, mas diz-se que inclui alguns dos primeiros Porsches do final dos anos 1940, bem como alguns dos automóveis de corrida mais famosos da marca de Estugarda.

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5. Patrick Dempsey: O actor Patrick Dempsey, de “Anatomia de Grey”, é atracção em muitos dos maiores leilões de automóveis de coleccionador, nomeadamente no Barrett-Jackson Scottsdale, no Arizona. 


Dempsey possui uma notável colecção de automóveis antigos. 


Mas a sua maior pegada está no mundo do automobilismo: já competiu em importantes locais como Le Mans e Daytona, bem como na Baja 1000.

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6. Paul Newman: Adorámo-lo em “Slapshot” num Pontiac GTO de 1970 e no Porsche Speedster de “Harper”. 


Fora do grande ecrã, tendia a ser mais low-profile, embora não fosse nada discreto nas ruas de Westport, Connecticut, no interior de uma Volvo de aparência inócua, que escondia um excitante V8. 


Mas foi nas pistas de corrida que Newman ganhou crédito – grandes exibições nas 24 Horas de Le Mans, Daytona e numerosas corridas nas Trans AM Series estão entre as suas maiores realizações. 


O norte-americano foi postumamente introduzido no Hall da Fama do Sports Car Club of America em 2009.

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https://www.jornaldosclassicos.com/2023/11/26/seis-das-mais-simpaticas-celebridades-fanaticas-por-automoveis/


HONDA 5800, A PÉROLA JAPONESA.

 


Ao contrário do que muitos pensam, os modelos N600 ou N360 não foram os primeiros Honda a serem exportados. 

Em vez de lançar um pequeno automóvel económico, o que seria comercialmente mais correcto, a firma de Soïchiro Honda lançou uma pequena bomba no mercado internacional. 

Apelidado de “Pérola Amarela”, foi lançado em 1962 sob o nome de S360, por fazer uso do motor da carrinha T360.

O S360 evoluiu para S500 e S600 e, finalmente, surge em 1966 o famoso S800. 

Os desenhos originais foram da autoria de uma equipa de engenheiros, onde o elemento mais velho tinha 28 anos, escolhida a dedo pelo Sr. Honda, e que tinha por missão desenhar um carro com características desportivas, que pagasse o imposto mínimo, que realçasse o gosto da condução e acima de tudo, que os próprios nipónicos cobiçassem.

Para conseguir desenhar o motor, a Honda aproveitou, em 1960, a nova regulamentação da F1, em que a cilindrada máxima era de 1500 cc, para introduzir a sua fábrica de motociclos nas lides automobilísticas. 

Esta interessante oportunidade oferecida aos novos e aventureiros Japoneses, não seria desperdiçada.

Eles sabiam extrair potência de pequenos cilindros, e aplicando 12 cilindros de 125 cc cada, teriam um motor de 1500 cc mais potente que qualquer outro produzido na época. Collin Chapmam, então patrão da Lotus, manifestou imediato interesse no motor, comprando os direitos à Honda. 

Apesar de ter chegado a ser produzido um chassis para ser utilizado na época de 1964 com esta motorização, não chegou a ser utilizado, pois fora preterido a favor do novo Ford Cosworth V8.

Impedida de vender os direitos a Jack Brabham, que também desejava o motor, devido a possíveis problemas legais, a Honda teve que produzir o seu próprio carro. 

Em 1964, apesar de atrasada, a Honda não deixava de ser extremamente rápida com o seu RA271, desenhado por engenheiros aeronáuticos Japoneses. 

Era um automóvel com chassis semi-monobloco e com um motor V12 de aspecto complicado montado transversalmente atrás do condutor. Na sua apresentação ao público, na Alemanha, todos ficaram surpreendidos com o ruído monstruoso do motor, e com a sua potência, 225 cv às 12.500 rpm…

A primeira vitória desta equipa na F1 aconteceu em 1965, no GP do México, onde classificou também um carro no quinto lugar. 

De salientar também que em Setembro do ano seguinte a Honda ganhou os Campeonatos de Motociclismo nas classes de 50 cc, 125 cc, 350 cc e 500 cc, algo inédito até à data.

Foi em 1966 que surgiu o Honda S800, fruto dos conhecimentos da alta tecnologia adquirida na F1 nos anos anteriores. 

A grande diferença não era ao nível da carroçaria, que continuava a ser muito semelhante com os modelos anteriores, mas sim ao nível do motor. 

Do ponto de vista técnico tinha anos-luz de avanço relativamente aos seus mais directos concorrentes, designadamente o Mini Cooper, o Triumph Spitfire, ou o MG Midget, entre outros.

O Mundo não estava preparado para tanta tecnologia. 

O preço a que foi lançado em França era equivalente ao de um Renault Caravell ou Fiat 850 Sport e a garantia era de dois anos ou 50.000 km, o que prova a confiança que o importador tinha no seu produto apesar das marcas concorrentes espalharem rumores de falta de fiabilidade do produto Japonês.

Em 1967, a revista Autocar testou o S800 e descreveu-o como o automóvel de produção de 1 litro mais rápido do Mundo. 

Um 791 cc conseguia oferecer mais performance que os seus concorrentes 1,3 litros Europeus. Esse mesmo relatório dizia: 

A aceleração do Honda é irrepreensível e deixa para trás tanto o Midget como o Spitfire e as suas performances só são igualadas pelo MGB, que tem mais do dobro da cilindrada.

Tratava-se de um motor de 791 cc, de quatro cilindros a 45º, duas árvores de cames à cabeça, e bloco completamente fundido em liga de alumínio. 

Este motor é alimentado por quatro carburadores Keihim e os gases de escape são conduzidos por um colector de rendimento de desenho inspirado na F1 que se estende com quatro ramos até aproximadamente meio do carro! 

Esse ramos formam dois pares que entram numa primeira panela central e depois em duas panelas finais. Conta-se que a Honda utilizou um Ferrari 250 GTO para afinar a nota sonora deste magnífico escape.

A cambota tem três apoios, mas tanto estes como os pés das bielas são munidos de rolamentos, o que dispensa uma pressão de lubrificação elevada, mas mesmo assim obtida por duas bombas, uma convencional e outra centrífuga. 

Estas características aliadas a uma rotação de máxima potência de 8 500 rpm resultam em cerca de 100 cv por litro, 78 cv a partir de 791 cc em 1966, época em que o regime máximo que a maior parte dos motores suportava era aproximadamente metade das rotações!

A carroçaria, coupé ou cabriolet – disponível em quatro cores: branco, vermelho, prateado ou amarelo – assentava num chassis tubular, tinha suspensão independente à frente e eixo rígido atrás. 

Na dianteira são utilizadas barras de torção com amortecedores telescópicos e barra estabilizadora. 

Na traseira, o diferencial é fixo por quatro braços e conjuntos de molas helicoidais com amortecedores telescópicos auxiliados por uma barra Panhard.

A travagem era assegurada por um circuito hidráulico sem servo assistência, esta a ser oferecida como opção. 

Esta decisão destina-se a facilitar ao condutor uma melhor noção do bloqueamento de uma das rodas, se for esse o caso, durante uma condução mais agressiva.

No lugar do condutor a sensação é a de surpresa, relativamente espaço interior, apesar das dimensões tão reduzidas do carro. 

Fica também a noção que todos os comandos foram desenhados para dar ao condutor o máximo de prazer na condução. 

Por exemplo, a manete da caixa de velocidades é tão pequena que pode ser totalmente envolvida pelo punho fechado de um adulto! No painel de instrumentos salientam-se o velocímetro graduado até 200 km/h e o conta-rotações até às 11.000 rpm.

A condução deste pequeno desportivo era uma delícia. 

A direcção é extremamente directa e a sofreguidão com que o motor sobe de rotação até às 8.500 rpm é contagiante. 

A uma velocidade de 100 km/h, o motor gira a uma rotação de 5.500 invadindo o habitáculo com um som fenomenal. 

As sensações obtidas neste “brinquedo para adultos”, a velocidades moderadas, foi comparada pela “L’Automobile Magazin” da época com as de um Ferrari perto dos 300 km/h.

Para as competições, a Honda produziu uma pequena série de automóveis com características ligeiramente diferentes. 

O motor tinha uma potência que rondava os 120 cv, a caixa tinha cinco velocidades e a carroçaria, cabriolet com hard-top, tinha alguns painéis em fibra e não incluía os pára-choques. 

O resultado final eram 650 Kg e uma velocidade de ponta de cerca de 200 km/h. 

Infelizmente o seu preço, quase o dobro do modelo normal, limitou a aceitação entre o público. 

Julga-se que foram vendidos perto de uma dezena em toda a Europa.

Estamos perante um verdadeiro clássico que, mesmo não sendo um “Puro-Sangue” britânico ou uma “Jóia” italiana, não deixa de ser uma “Pérola” japonesa e igualmente coleccionável.


https://www.jornaldosclassicos.com/2026/01/25/honda-s800-a-perola-japonesa/



O COBRE ESTÁ PRESTES A SE TORNAR UM GRANDE DESAFIO GLOBAL.

 

O cobre está prestes a se tornar um grande desafio global, com projeções alertando para uma grave escassez do metal nos próximos 15 anos. 


O mundo enfrenta um déficit de 10 milhões de toneladas, o que representa 33% a mais do que nossa capacidade de fornecimento atual.

 

 Qual é o problema? É uma batalha entre a demanda crescente e a oferta que simplesmente não consegue acompanhar.

 

A demanda por cobre deve aumentar 50%, passando de 28 milhões de toneladas em 2025 para 42 milhões de toneladas em 2040. 


Por quê? Carros elétricos, data centers com inteligência artificial e o movimento global para eletrificar tudo estão impulsionando a febre do cobre.

 

🔽 Mas aqui está o ponto crucial: a produção atingirá seu pico por volta de 2030 e, a partir daí, começará a declinar. 


Isso resulta em um déficit projetado de 10 milhões de toneladas até 2040, equivalente a 25% da demanda futura. 


Mesmo com um crescimento significativo na reciclagem de cobre, a lacuna persiste.

 

Os preços elevados refletem fatores temporários, como as tarifas americanas e o entusiasmo em torno da inteligência artificial, que levam as pessoas a estocar cobre. 


Analistas, incluindo o Goldman Sachs, preveem que esse pico de preços será passageiro, com correções ocorrendo assim que as decisões sobre tarifas forem finalizadas e um excedente global surgir em 2025.

 

No entanto, esse excedente de curto prazo mascara um sério problema de longo prazo:

 

A mineração de cobre está ficando mais cara devido ao aumento dos custos de energia, mão de obra e matéria-prima.

 

Minérios de menor qualidade, métodos de mineração mais complexos e obstáculos ambientais e políticos estão dificultando a extração desse metal básico.

 

Essa escassez de cobre não é apenas um inconveniente, é um risco real. 


Como afirma a S&P Global, o cobre é a "peça fundamental da eletrificação, digitalização e segurança". 


Deixando de lado as oscilações de preço de curto prazo, a realidade é clara: o mundo simplesmente não conseguirá suprir a demanda, tornando o cobre a próxima grande commodity a ser observada.


Kassandra M

©️KMB

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MASTER PAGOU 5 MILHÕES A BANCA DE LEWANDOWSKI JÁ COMO MINISTRO, DIZ SITE.

 

A consultoria jurídica previa pagamento mensal de R$ 250 mil. Foto: Nelson Jr/SCO/STF.

Consultoria de R$ 250 mil mensais seguiu por 21 meses depois de o ex-ministro assumir a Justiça no governo Lula.

O contrato entre o escritório de advocacia do ex-ministro Ricardo Lewandowski e o Banco Master continuou por quase dois anos após ele assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Lula (PT).


A consultoria jurídica previa pagamento mensal de R$ 250 mil e atendeu a um pedido do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), que também indicou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega para a instituição financeira. As informações são do Portal Metrópoles.


O acordo foi firmado em 28 de agosto de 2023 e os repasses seguiram até setembro de 2025. 


Nesse período, Lewandowski já estava há 21 meses à frente do Ministério da Justiça, cargo que assumiu em janeiro de 2024. 


Ao todo, o contrato rendeu cerca de R$ 6,5 milhões brutos ao escritório, sendo R$ 5,25 milhões após a entrada do ex-ministro no governo federal.


Ao assumir o ministério, Lewandowski deixou formalmente a sociedade de advogados em 17 de janeiro de 2024. 


O escritório passou a ser comandado por seus filhos, Enrique de Abreu Lewandowski e Yara de Abreu Lewandowski.


O objeto do contrato era a “prestação de serviços de consultoria jurídica e institucional de caráter estratégico” ao Banco Master.


Entre as atribuições previstas estava a participação de Lewandowski em reuniões do Comitê Estratégico do banco. 


Segundo apuração, ele participou de apenas dois encontros durante todo o período do contrato.


Com a ida do ex-ministro para o governo, a representação do escritório junto ao banco ficou a cargo de Enrique de Abreu Lewandowski. 


Ainda assim, os pagamentos continuaram, embora não tenha havido entregas consideradas relevantes ao Master.


Procurado, Lewandowski afirmou, por meio de sua assessoria, que se desligou do escritório após aceitar o convite para o ministério.


“O ministro Ricardo Lewandowski, depois de deixar o Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2023, retornou às atividades de advocacia. Além de vários outros clientes, prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco Master”, diz a nota.


“Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), deixando de atuar em todos os casos”, completa o texto.

https://claudiodantas.com.br/escritorio-de-lewandowski-manteve-contrato-milionario-com-master-apos-ida-ao-mjsp/?utm_source_platform=mailpoet


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