*ESSA É A HISTÓRIA MAIS ABSURDA DA AMAZÔNIA QUE NINGUÉM TE CONTOU NA ESCOLA.*



🇧🇷🇺🇸https://t.me/freedomnewsforyou

*ESSA É  A HISTÓRIA MAIS ABSURDA DA AMAZÔNIA QUE NINGUÉM TE CONTOU NA ESCOLA.* 


Em 1967, um bilionário americano comprou um pedaço da Amazônia maior que alguns países.

O nome dele era Daniel Ludwig, na época o homem mais rico do mundo.


Num local hoje situado entre o Amapá e o Pará, ele queria transformar a floresta na maior fábrica de celulose do planeta.


Na época, o governo militar  estendeu o tapete vermelho.


E em nome do progresso, um estrangeiro passou a mandar num território brasileiro com cidade própria, porto próprio e regras próprias.


Ele derrubou mata nativa para plantar
gmelina, uma árvore asiática que prometia crescer rápido.

Mas o mais absurdo ainda estava por vir.


Em 1978, uma fábrica inteira foi construída no Japão e REBOCADA pelo oceano por mais de 20 mil km até o meio da Amazônia.


E deu tudo errado.


A árvore asiática não se adaptou ao solo amazônico.


Vieram pragas, custos bilionários, disputas sobre a posse das terras e pressão nacionalista.

 

Em 1982, Ludwig desistiu e vendeu tudo para empresários brasileiros, com bancos públicos ajudando a fechar a conta.

 

Com a sua saída,

 

sobraram floresta derrubada e, do outro lado do rio, o Beiradão, uma enorme favela sobre palafitas erguida por trabalhadores que vieram atrás da promessa.

 

ANA ELISA: QUERIA SENTIR RAIVA, MAS NÃO CONSIGO.

Polzonoff Ana Elisa: queria sentir raiva, mas não consigo Ana Elisa. 

A moça de apenas 21 anos teve mais de 500 mil votos. 

E logo foi convocada para a guerra política, ideológica e eleitoral nas redes sociais. 

18 Vi. 

Tive que ver, mas não acreditei no que vi. 

Vi de novo. 

E de novo. 

Não é possível que mais de 500 mil pessoas tenham votado na moça que, com todo o respeito, tem sérios problemas de formação. 

Mas votaram e não é só isso. 

A moça, incapaz de uma ideia original e soterrada por clichês daqueles bem clichezentos mesmo, é vista como uma promessa da política. 

Estamos ferrados. 

Raiva, porém, não consigo sentir. 

Até queria, porque a raiva é catártica. 

Mas pesquiso um tiquinho, imagino outro tanto, e tenho diante de mim uma Ana Elisa que vai além da personagem caricata desta eleição. 

Descubro uma moça que é produto deste século. 

Ressentida porque a ensinaram a ser ressentida. 

Doutrinada por mestres que a convenceram de que ela é “especial”. 

Não é. 

Tomada por um auto-ódio 19 evidente e evidentemente triste. 

Crédula de que será capaz de consertar o mundo e moldá-lo de acordo com critérios muito pessoais do que é o certo. 

O que é bem perigoso. 

Pena A moça, incapaz de uma ideia original e soterrada por clichês daqueles bem clichezentos mesmo, é vista como uma promessa da política. 

Estamos ferrados Vinte e um anos. 

Aos 21 anos, minha maior preocupação era conquistar o coração das moças. 

E ter minha pretensa (e falsíssima) genialidade precocemente reconhecida. 

Aí gosto de imaginar. 

O que teria acontecido se, em 1998, Fernando 20 Henrique Cardoso tivesse convocado aquele moleque magro, espinhento e orelhudo para ajudar na campanha à reeleição? 

Que bobagens eu teria dito com a mesma arrogância de Ana Elisa? 

Com o mesmo olhar fixo de quem acha que tem todas as respostas para todos os problemas do mundo? 

Daí a pena que expresso com cuidado, muito cuidado, para não soar superior. 

Porque não sou. 

Pena por ver Ana Elisa, de um lado, sendo instrumentalizada pelos macacos-velhos inescrupulosos do PT. 

Seduzida pela mentira da autoimportância. 

E, de outro, sendo trucidada na guerra política. 

Espero, realmente espero, que a moça aprenda e amadureça com isso tudo.  

21 O que me parece até natural. 

Que ela perca o ar exageradamente circunspecto com que fala as coisas mais estúpidas do mundo. 

E, com sorte, que Ana Elisa aprenda a rir. Inclusive de si mesma.




O DESESPERO DE LULA CONTINUA FALINDO O BRASIL.

 

O desespero de Lula continua falindo o Brasil Aparentemente incapaz de convencer a maioria do eleitorado a dar-lhe um quarto mandato, o presidente Lula voltou a abrir a “caixa de 4 bondades” bancadas pelo dinheiro do pagador de impostos brasileiro. 

Em um período de cinco dias, anunciou uma série de medidas eleitoreiras, algumas das quais já entraram em vigor, enquanto outras dependem, logicamente, de sua reeleição para a Presidência da República. 

Entre os alvos está um segmento que os petistas indignados com a derrota para Flávio Bolsonaro no primeiro turno têm ironizado com ferocidade: o dos microempreendedores individuais. 

No dia 9 de outubro, o governo federal zerou os impostos federais sobre a gasolina e aumentou a subvenção aos importadores de óleo diesel e produtores de etanol. 

O objetivo é evidente: impedir que combustíveis mais caros alimentem aquilo que uma comentarista chamou de “sensação de inflação” – o IPCA real, aliás, voltou a superar o limite máximo de tolerância da meta, 5 com um acumulado de 4,58% nos 12 meses terminados em setembro, anulando os efeitos da deflação artificial de agosto, causada pelo chamado “bônus de Itaipu”. 

A medida tem uma validade muito conveniente, de 30 dias, e efeito fiscal de R$ 5,2 bilhões, que se somam aos quase R$ 40 bilhões dos subsídios já em vigor. 

No discurso oficial, trata-se de absorver as oscilações do preço internacional do petróleo, devido ao conflito entre Estados Unidos e Irã. 

Acredita quem quiser.  

Nesta reta final, Lula está querendo conquistar o voto de parte dos brasileiros prometendo-lhes dinheiro na mão. 

E, para isso, vale até a chantagem 6 Na terça-feira, foi a vez de Lula afagar os microempreendedores individuais, os mesmos que a militância tem ironizado com a expressão pejorativa “CEO de MEI”, em um curiosíssimo esforço para virar votos das pessoas exigindo submissão de classe – a mesma dinâmica observada nas críticas ao “pobre de direita”. 

O pacote inclui o perdão de dívidas tributárias de 3,6 milhões de MEIs – a um custo de R$ 12,6 bilhões –, um programa chamado “pix MEI” que daria até R$ 5 mil a mulheres empreendedoras com faturamento baixo, e uma nova versão do Desenrola voltado aos MEIs. 

Ao menos no caso do repasse de R$ 5 mil, o governo já deixou claro que o dinheiro, se vier, virá apenas em 2027 – desde, evidentemente, que o petista seja reeleito. 

Ainda na terça-feira, Lula fez outra promessa: dar R$ 2,5 mil anuais a cada universitário, em uma ampliação do programa Pé-de-Meia – o valor 7 também está condicionado à vitória do presidente em 25 de outubro. 

Tudo isso pode até não configurar a clássica compra de votos, ou algum abuso de poder político e econômico descrito na lei eleitoral, mas não resta a menor dúvida de que, nesta reta final, Lula está querendo conquistar o voto de parte dos brasileiros prometendo-lhes dinheiro na mão, ou fazendo-os gastar um pouco menos ao abastecer seus veículos (mas apenas pelo tempo estritamente necessário). 

E, para isso, vale até a chantagem, acenando com repasses a MEIs e universitários, mas que só se tornarão realidade caso Lula se reeleja. 

É o desespero eleitoral em modo puro. 

E um desespero que custa caro. 

Todas as bondades eleitoreiras que Lula tem oferecido desde a pré-campanha já chegaram à casa das centenas de bilhões de reais em efeito fiscal – 8   seja pelo aumento de gastos, seja por renúncias a valores a que teria direito – e várias delas simplesmente não estavam previstas na proposta de lei orçamentária de 2027.   

Quanto maior o caos fiscal, maior a inflação, e maiores os juros – uma combinação letal para qualquer brasileiro, que vê seu poder de compra reduzido, mas especialmente cruel para com os microempresários, que precisam de crédito simples e barato. 

No fim, todos pagam – inclusive aqueles que Lula corteja em sua tentativa final de se eleger.


*UMA PEQUENA COLINHA DO LULA PARA VOCE COMPARTILHAR MUITO*

 



Lula faz fala pró-aborto durante evento em SP | CNN 360º

 *UMA COLINHA PARA VOCE COMPARTILHAR*
Lula é a favor do Aborto
https://youtu.be/stvviE7eIm8
Lula defende Ladroes de celular
https://youtu.be/QOm91IkIsq0

Lula defende regime político da China

https://youtu.be/5yLh3XQtmEs

Lula é a favor de regular as redes sociais
https://youtu.be/WkmJ6g-eZGc

Lula disse que vai tomar as armas da população

https://youtu.be/eq5z-vTEPEo


Lula diz que quem quiser bater em mulher que vá bater fora de casa

https://youtu.be/qSuR-DjIuSo

Lula diz que quer implantar o comunismo no Brasil

https://youtu.be/9o-zCoSOqp0

Lula quer controlar a classe média no Brasil

https://youtu.be/AadTy-2jQH0

Lula defende Ditaduras como Cuba

https://youtu.be/EaZR6ufywfc

Lula se compara a Jesus Cristo e ao próprio Deus

https://youtu.be/eLJ6HlzzajM

Lula assume que engana o povo

https://youtu.be/kN8zFriAH7Q

Lula agradece Petista por tentativa de homicídio de empresário.

https://youtu.be/xPL-XdzUIe0

Lula disse colocar os pastores no seu devido lugar

https://youtu.be/WlMrwVcwgP8

Lula desrespeita uma das maiores autoridades médicas no Brasil

https://youtu.be/QDNxJNZiV90

Lula admite que mente sobre a miséria no Brasil

https://youtu.be/vgpe6noLf-E

Lula diz que o papel do pobre é esperar ajuda do governo

https://youtu.be/eYFA2sSXRhU

*Lula diz que se der 10 reais para o pobre ele vira consumidor*

https://youtu.be/upuMygW9U30

*Lula diz que pobre pensa com o estômago e não com a cabeça*

https://youtu.be/CTMckO9i53A

*Lula diz que pobre é como papel higiênico*

https://youtube.com/shorts/xjYNitLcmks?feature=share

*O Brasil financiou ditaduras no governo PT*

https://youtu.be/ZQzrCwU8_Jg

*Como o PT multiplicou a pobreza no Brasil*

https://youtu.be/-jcH8bk5CeI


*Provas contra Lula*

https://youtu.be/xiVitlBgNGA

*PT diz que PT vai fazer aliança até com o Diabo*

https://youtu.be/PiWKS8fWIKY

*Lula defende política liberal sobre drogas*

https://youtu.be/dwlFbPkiYU0

*Crise na Petrobras põe fim da era PT no Brasil*

https://youtu.be/cEQHXEtCIzk

*Lula reconhece que nunca foi considerado mito*

https://youtu.be/9PkAFz59hZI
@MandalorianoConspiracy

ESCALA 6X1 DO PEQUENO COMÉRCIO Á FÁBRICA COMO CADA NEGOCIO SERÁ AFETADO.

 

  • Por Cléber Moletta, especial para a Gazeta do Povo 13/10/2026

Fim da escala 6x1 exigirá mudanças em equipes e horários e pode elevar custos (Foto: Dall-E/Gazeta do Povo)

Caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 seja aprovada, empresas de diferentes setores terão de reorganizar equipes, escalas e horários para manter o funcionamento atual.


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) pautou para esta quarta (14) a votação em primeiro turno da proposta, De acordo com o Regimento do Senado, depois do primeiro turno, a proposta precisa ser debatida em outras três sessões de discussão. 


Só então pode ser votada em segundo turno.


Por esse rito, a votação da PEC do fim da 6x1 ainda poderia ser concluída em outubro. 


No entanto, a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), busca assinaturas de 54 senadores para acelerar a análise da PEC por meio de um requerimento de quebra de interstício, de forma que a votação do segundo turno possa ocorrer logo após a do primeiro.


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato mais votado no primeiro turno da eleição presidencial, declarou nesta terça-feira (13) que votará pelo fim da escala 6x1. 


Até então ele vinha se manifestando contra o projeto. 


"Eu estou rodando o Brasil. 


A maioria dos trabalhadores quer o fim da 6x1. Vou votar a favor do fim da 6x1."


Atividades que dependem de operação contínua serão as mais afetadas

As atividades que dependem de operação contínua ou concentram a demanda em determinados dias e horários terão os maiores desafios, podendo exigir novas contratações. 


Uma das consequências diretas seria o repasse de custos ao consumidor, gerando inflação.


A proposta, já aprovada na Câmara e atualmente em análise no Senado, propõe reduzir a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, e acabar com a escala 6x1, obrigando pelo menos dois dias de folga semanal remunerada.


“O que vai acontecer? Fechar a loja um dia da semana não tem como. 


As pessoas precisam do sábado para comprar. 


Seria um dia a menos de faturamento e ainda teria que contratar mais gente, mas já estamos com dificuldades”, afirma Kátia Burko, empresária da loja de moda feminina Scarp, em Guarapuava, no Paraná.


“Temos três vendedoras, então três dias da semana vamos ficar somente com duas. 


Somente metade da semana teremos a equipe completa. 


Isso vai impactar no faturamento. 


Com menos gente trabalhando na loja, vamos vender menos”, completa.


O exemplo da empresa varejista de pequeno porte ilustra a realidade de um segmento que tende a ter maior dificuldade de adaptação, incluindo lojas de shoppings. 


Essas empresas já trabalham com quantidade de funcionários bem ajustada à demanda e têm maior dificuldade de repassar ao consumidor os custos extras com a adaptação forçada à nova escala.


“Ao colocar uma única escala na Constituição, se enrijece e obriga os setores a usar uma escala que não corresponde às necessidades de seus setores. 


A adaptação a isso vai ser a parte mais complicada”, afirma André Portela, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).


Tornar a escala de trabalho uma norma constitucional seria uma inovação brasileira, diferente do que ocorreu em outros países, aponta o especialista. 


Aqueles que reduziram jornadas mantiveram as escalas livres e respeitando as especificidades operacionais de cada segmento.


“Os setores são muito diferentes em suas atividades, seja por razões tecnológicas ou de demanda dos consumidores. 


Por exemplo, um alto-forno de uma siderúrgica funciona 24 horas, não desliga. 


O varejo funciona nos finais de semana, um hospital tem escalas 12x36 em alguns setores, a agricultura tem sua sazonalidade de colheita e plantio... 


Há uma diversidade de escalas”, argumenta Portela, que é favorável a acordos e convenções coletivas para deliberar sobre esse tema.


Fábricas terão de rever escalas para manter a produção em períodos de maior demanda

O estudo “Redução de jornada e negociação coletiva: caminho para soluções equilibradas”, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), reforça justamente essa variabilidade entre setores, apontando que a indústria de transformação enfrenta oscilações de produção provocadas por sazonalidade das vendas, ciclos de pedidos, variações cambiais, logística, estoques e paradas de manutenção.


Atualmente, para se ajustar a essa dinâmica do setor, são utilizados o banco de horas e a compensação flexível de jornada, sem a necessidade de contratar e demitir trabalhadores conforme a demanda.


Conforme o estudo, com a redução para 40 horas, um dos problemas seria que o banco de horas teria de ser administrado dentro de uma janela semanal menor, reduzindo essa flexibilidade. 


Ou seja, as fábricas teriam limitações para utilizar mais horas em períodos de demanda elevada e compensá-las com folgas em períodos de menor atividade.


É por essa variabilidade de necessidades que a entidade apontou a necessidade de separar jornada de escala. 


Uma redução de jornada poderia ser assimilada gradativamente, com ganho de produção compatível, e organizada em escalas a partir de acordos e convenções que atendam às especificidades dos segmentos industriais e ao bem-estar dos trabalhadores.


Essa prática, aponta o estudo, já é comum no setor. 


O levantamento mostra que a indústria de transformação já tratou, em 38,5% das convenções e acordos, do tema horas extras e compensação. 


Além disso, 11,2% tratam de turnos, horário noturno e mudança de horário.


Já no segmento da indústria extrativa, o desafio é diferente. 


A mineração, o petróleo e o gás podem operar 24 horas por dia, 7 dias por semana. 


Nesses casos, o estudo aponta que reduzir a jornada abaixo de determinado ponto técnico exigiria turnos adicionais, com custos de recrutamento, treinamento, equipamentos de segurança e logística.

Hospitais terão que conciliar redução da jornada com necessidade de atendimento ininterrupto

Um hospital funciona com diferentes serviços simultâneos que demandam profissionais distintos.


Da cozinha à UTI, do administrativo ao centro de diagnóstico por imagens, o atendimento funciona em grande parte 24 horas por dia, mas a dinâmica de cada setor é distinta.


O certo, conforme gestores da área, é que a redução de jornada e a mudança de escala afetam diretamente o setor.


“A matemática é simples: se reduzirmos uma jornada de 44 para 40 horas semanais, teremos uma redução de aproximadamente 9% nas horas disponíveis por trabalhador.


Mas essas horas não desaparecem da operação. 


Para manter a cobertura, vamos ter que reorganizar as escalas, horas extras ou novas contratações”, disse à Gazeta do Povo Marlon Malasa, do Grupo Vita Curitiba e sócio da HPRO Soluções em Saúde, que faz a administração e gestão de hospitais.


A mudança não será automática e igual em todos os hospitais e setores, lembra o gestor, pois dentro do próprio hospital existem várias categorias, algumas delas com escalas e jornadas específicas.


“O problema maior está nas áreas assistenciais e de apoio contínuo, como enfermagem, UTI, maternidade, centro cirúrgico, higienização, entre outros, que precisam garantir a cobertura permanentemente”, ressalta, indicando um desafio para a formulação de escalas se a mudança for efetivada.


O gestor também alerta para a redução da capacidade de investimento, principalmente no Sistema Único de Saúde (SUS), que já trabalha com recursos no limite. 


“Se o custo aumentar sem aumento de receita, o hospital precisa retirar dinheiro de algum lugar e isso pode significar menos capacidade para investir em equipamentos, medicamentos, treinamento, tecnologia e expansão dos serviços”, diz.


Agro precisará adaptar jornadas a ciclos de produção e operações contínuas

Assim como os demais segmentos, entidades que representam o agronegócio fizeram várias sugestões ao Congresso em relação ao tema, mas nenhuma prosperou no texto que está em debate.


“Diversas atividades agropecuárias estão condicionadas a ciclos biológicos, fatores climáticos e períodos sazonais de produção, o que exige maior flexibilidade na organização das jornadas e das escalas”, aponta o estudo “Reflexos da redução da jornada 6x1 no agronegócio”, da Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg).


A predominância de pequenas propriedades em diversas atividades que exigem trabalho manual é outro ponto de preocupação do setor. Muitas não teriam condições de contratar mais funcionários para compensar o dia extra de folga e a redução de horas trabalhadas.


A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) estimou o custo adicional em algumas atividades no estado. 


A avicultura e a suinocultura teriam custo extra estimado de R$ 1,72 bilhão por ano, principalmente devido ao manejo biológico contínuo dos animais e às escalas ininterruptas nas plantas frigoríficas, que operam 24 horas por dia.


O setor leiteiro exige manejo contínuo e o processamento imediato nas indústrias pode sofrer um custo extra de R$ 570 milhões. 


Já os grãos, sobretudo pela concentração da demanda nos períodos de plantio e colheita, teriam impactos de R$ 900 milhões anuais.


Empresas de serviços podem repassar custos maiores aos consumidores

De modo geral, o setor de serviços é intensivo em mão de obra e a natureza das atividades pode exigir escalas de trabalho diversas. 


Diferentes segmentos já estimam elevação de custos da hora trabalhada e, consequentemente, do preço final ao consumidor.


A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) estima que o aumento dos custos seja superior a 20%, valor que deve ser repassado.


O serviço de segurança privada também estima esse percentual de aumento do custo, conforme previsão da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist). 


Além do custo, a entidade já se organiza para necessidade de ajustes operacionais na escala amplamente utilizada pelo segmento, a 12x36.


Uma nota técnica elaborada a pedido da entidade apontou que, em muitos casos, serão necessários ajustes no intervalo de descanso para a escala se adequar a nova norma. 


Para um posto que precisa funcionar 24 horas por dia, são necessárias 168 horas de cobertura por semana. 


Com uma jornada de 40 horas, são necessários 4,2 empregados. 


Segundo a nota, se o intervalo for de 30 minutos, a jornada passa a 40,25 horas semanais e o documento aponta a necessidade de 5 empregados para cobrir um posto.


Redução da jornada exigirá que supermercados ajustem equipes ao movimento das lojas

O estudo da Centu, empresa de tecnologia voltada à gestão e montagem de escalas de trabalho, realizado com dados de oito supermercados que têm atualmente entre 15 e 55 funcionários, mostra que a adaptação ao fim da escala 6x1 não será simplesmente uma questão de contratar mais pessoas.


As empresas terão de redesenhar as escalas a partir da demanda efetiva de cada unidade, considerando como o movimento se distribui ao longo dos dias e horários.


Foram 32 simulações realizadas. A migração de 44 horas em 6x1 (atual) para 40 horas em 5x2, que terá que ocorrer em 14 meses se a PEC for aprovada, produziu impactos muito diferentes: o custo de mão de obra variou de 1,7% a 11,6%, mesmo dentro da mesma rede.

 

VEJA TAMBÉM:

·         Professor, enfermeiro, vigilante: como a redução da jornada afeta as diferentes profissões

·         Escala 12×36 e trabalho aos sábados: o que muda com o fim da jornada 6×1

·         Milionários evitam o Brasil: Uruguai, Panamá e Costa Rica lideram atração de riqueza

·         Fim da escala 6×1 no comércio e serviços promete menos trabalho e mais inflação

·         PEC do fim da escala 6×1 entra em debate no Senado; entenda os próximos passos

https://www.gazetadopovo.com.br/economia/efeitos-negocios-comercio-industria-hospitais-fim-escala-6x1/


EM DESTAQUE

*ESSA É A HISTÓRIA MAIS ABSURDA DA AMAZÔNIA QUE NINGUÉM TE CONTOU NA ESCOLA.*

🇧🇷🇺🇸 https://t.me/freedomnewsforyou *ESSA É  A HISTÓRIA MAIS ABSURDA DA AMAZÔNIA QUE NINGUÉM TE CONTOU NA ESCOLA.*   Em 1967, um bilio...

POSTAGENS MAIS ACESSADAS