Eu já
sentia isso há semanas.
Não foi só pressentimento.
Foi aviso.
Foi download.
E
agora está acontecendo.
Há mais de uma semana eu venho falando — inclusive em live — sobre os acordos.
Sobre o famoso Tratado de Greada.
Porque acordo existiu. Encontro existiu.
O
que não vingou foi o primeiro entendimento com Eisenhower, em 1954.
Existe testemunho ocular.
Existe a carta de Gerald Light.
Se quiserem, eu posto
ela inteira.
Ele descreve uma comitiva extraterrestre: cinco naves diferentes,
vários tipos de seres — e também entidades interdimensionais que ele mesmo
chamou de etéreos, os etereanos.
O pedido foi claro: encerrar os programas
nucleares e começar a revelar, de forma progressiva, as tecnologias e iniciar o
intercâmbio galáctico.
Não vingou.
Eisenhower queria anunciar o encontro publicamente.
Foi impedido pelo Majestic
12.
Na sequência, plantaram desinformação.
O próprio Dr. Greer já previa que
isso poderia suceder.
E está sucedendo.
O chamado “segundo acordo”, o da Base de Holloman, é um emaranhado
contraditório.
Primeiro: eles não acertam nem o ano.
Foi 1955? 1956? 1957?
1964?
Uma discrepância absurda.
Se não acertam a data, imagine o conteúdo.
O encontro que de fato se encaixa no histórico é o de 1964.
O cineasta Dan
Farah já revelou o que muitos fingem não ouvir: o filme foi encomendado pela
Marinha dos Estados Unidos, pelos militares. Na última hora, cancelaram.
Sobrou
um pontinho de oito segundos no céu — material que qualquer um explica com a
desculpa prosaica que quiser — dentro de um vídeo de quinze minutos.
O restante
foi retirado, suspenso, arquivado.
Não chegou ao documentário dos anos 70.
O encontro foi em 1964.
O teor, quase certamente, foi o mesmo de sempre: a
mesma reivindicação, em sequência.
Encontros benevolentes.
Do outro lado, testemunhas de segunda mão.
Relatos que depois se desfazem.
Gente que admitiu mentir a serviço da inteligência.
John Lear, ex-CIA,
empurrando a tese de que todos os extraterrestres são hostis, malvados,
terríveis.
Conveniente.
Anos depois, Phil Schneider — credibilidade zero,
narrativa plantada — para empurrar a história da falsa invasão.
E agora Ross Coulthart.
Ele pegou a declaração de David Grusch e subverteu.
Grusch foi claro: o acordo
girava em torno de armas nucleares.
Isso confirma o histórico que já
conhecemos.
Coulthart omitiu.
Descartou o fato empírico e empurrou especulação:
pacto de abduções em troca de tecnologia, sem fundamento.
Jornalista não pode
fazer isso.
Isso é sensacionalismo. Isso vende.
Satélites, rostos, pacto
sombrio.
Enquanto o testemunho de primeira mão — Gerald Light — nem é citado.
Qual é o pulo do gato?
É simples.
A inteligência vai aparecer e dizer: “Fomos intimidados por
extraterrestres maus.
Para evitar um mal maior, aceitamos o contrato.
Somos os
bonzinhos. Deixamos abduzir para impedir uma invasão.
Mas agora saiu do
controle.
Eles vão invadir.”
Jogar o maduro para colher o verde.
Essa semente foi plantada décadas atrás.
É
armadilha.
É arapuca.
E dói ver canais inteiros repetindo essa mentira.
Eu mesmo, no passado, acreditei.
Por isso estudei.
Por isso fiquei indignado.
Tenho compromisso com a verdade.
Não posso deixar as pessoas caírem nesse
engodo.
Por isso Trump tem duas missões — e uma só não basta. Robert Bigelow já chegou
nele em fevereiro com o recado: não entregue a narrativa das entidades não
humanas para os outros.
Além de anunciar, é preciso controlar a narrativa e
refutar os mentirosos.
Só anunciar não adianta nada.
Estão compreendendo, meus queridos?
Esse é o tempo que estamos vivendo.
Vigilância.
Discernimento.
Vibração alta.
Frequência.
Coerência cardíaca.
Coração aberto e mente lúcida ao mesmo tempo.
Gratitude infinita.
Demis-Viana
.https://borderlandsciences.org/project/etheria/corr/1954-04-16_-_Gerald_Light_to_Meade_Layne.html