CIENTISTAS DESCOBREM POSSÍVEL FOMA DE DESATIVAR MECANISMO DE PROGRESSÃO DO CÂNCER.

 


Agência FAPESP* –Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – Pesquisa conduzida na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) indica que uma proteína encontrada na superfície das células – denominada sindecam-4 (SDC4) – é um potencial alvo a ser explorado no combate ao câncer.

 

Experimentos em laboratório mostraram que o bloqueio dessa molécula funciona como uma espécie de freio biológico: além de paralisar a divisão celular, ele elimina a proteção que as células tumorais usam para sobreviver soltas no organismo, neutralizando o principal mecanismo que facilita as metástases. 


Os resultados foram publicados em março na revista Cytotechnology.

 

“Nosso estudo mostra que a SDC4 pode se tornar um alvo terapêutico promissor e servir como marcador diagnóstico para acompanhar a progressão de tumores. 


A estratégia de silenciar essa molécula tem potencial para impedir a proliferação de células cancerosas, mas ainda estamos em fases iniciais da pesquisa e seria necessário validar os resultados em cada caso específico da doença”, afirma Carla Cristina Lopes, professora do Departamento de Ciências Biológicas da Unifesp e autora correspondente do artigo.

 

Como explica a pesquisadora, para formar os tecidos do organismo, as células precisam estar ancoradas umas às outras e à matriz extracelular, que funciona como uma espécie de preenchimento entre elas. 


Quando uma célula normal se desprende desse ambiente, ela ativa um mecanismo natural de autodestruição chamado anoikis – termo de origem grega que pode ser traduzido como "morte por falta de casa".

 

No câncer, porém, esse processo de proteção é subvertido. 


Células tumorais mais agressivas adquirem a capacidade de resistir à anoikis, o que lhes permite sobreviver soltas, migrar pela corrente sanguínea e colonizar outros órgãos, fenômeno conhecido como metástase.

 

É nesse contexto que a proteína SDC4 ganha destaque. 


Em condições normais, as células produzem a SDC4 para desempenhar funções essenciais, como a própria adesão aos tecidos. 


O problema surge quando ocorre uma produção excessiva (superexpressão) dessa molécula, o que está diretamente associado ao desenvolvimento e à progressão da doença.

 

“A sindecam-4 protege as células tumorais desse tipo específico de morte celular que ocorre quando a célula se desprende do tecido”, destaca Lopes.

 

Mecanismo desvendado

 

Para entender esse mecanismo, os pesquisadores realizaram testes em laboratório utilizando células de vasos sanguíneos (endoteliais) de coelhos. 


Inicialmente, a equipe forçou essas células a ficarem soltas no meio de cultura, impedindo que se fixassem em qualquer superfície. 


Como era esperado, a grande maioria não resistiu, mas um pequeno grupo – menos de 5% – conseguiu sobreviver a essa "falta de casa". 


Essas células sobreviventes se tornaram altamente agressivas e passaram a produzir a proteína SDC4 em quantidades exageradas.

 

Para comprovar se essa molécula era a responsável por garantir a sobrevivência em suspensão, os cientistas usaram técnicas de engenharia genética para "silenciar", ou desligar, a SDC4 nessas células. 


O resultado confirmou a suspeita: sem a presença da proteína, as células perderam suas características malignas e voltaram ao estado normal, dependendo novamente da adesão física a uma superfície para continuarem vivas.

 

“Essa reversão aumentou significativamente a morte programada e reduziu a capacidade invasiva das células, indicando a SDC4 como um alvo terapêutico promissor para conter a metástase antes que ela se estabeleça”, comenta Lopes. 


Os resultados ainda precisam ser replicados em células humanas – incluindo células tumorais – para que a pesquisa possa avançar na direção de uma aplicabilidade clínica.

 

As análises revelaram também como a SDC4 age no interior das células: a proteína interfere diretamente nas etapas iniciais do ciclo de multiplicação celular. 


Ao silenciar o gene da SDC4, a equipe observou um aumento na produção de uma molécula chamada p27, que funciona como um inibidor natural da divisão celular, conseguindo paralisar a proliferação desordenada que caracteriza os tumores. 


Além de acionar esse mecanismo de frenagem, o bloqueio da SDC4 ajudou a reequilibrar a produção de ciclinas e CDKs, que são as principais proteínas responsáveis por ditar o ritmo e autorizar o avanço da multiplicação das células.

 

A investigação foi realizada com apoio da FAPESP durante o mestrado de Bianca Zaia F. Ferreira. 


A equipe também contou com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

 

Atualmente, o grupo investiga se o canabidiol (CBD) – composto não psicoativo derivado da Cannabis sativa – pode atuar sobre as moléculas de SDC4. 


“A descoberta do papel da SDC4 na metástase abre caminho para uma série de novos estudos. 


Uma das nossas linhas de pesquisa busca verificar se o canabidiol consegue reverter o comportamento maligno de células resistentes ao anoikis, modulando a expressão da SDC4 ou interferindo nas vias de sinalização que sustentam o crescimento desordenado. 


Seria uma abordagem interessante, mas ainda estamos nas etapas iniciais de investigação”, conta.

 

O artigo SDC4 silencing promotes cell cycle arrest at the restriction point (R point) in anoikis-resistant endothelial cells pode ser lido em: link.springer.com/article/10.1007/s10616-026-00931-x.

https://agencia.fapesp.br/cientistas-descobrem-possivel-forma-de-desativar-mecanismo-de-progressao-do-cancer/58636


SÃO PAULO DESENVOLVE O PRIMEIRO LIMÃO CAVIAR NACIONAL POR ATÉ 1,2 MIL O QUILO.

 

Por Priscila Gorzoni

De SÃO PAULO, especial para a Gazeta do Povo 17/07/2026

O Instituto Agronômico (IAC), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, desenvolveu o Faustrime, primeira variedade brasileira de limão caviar registrada no Registro Nacional de Cultivares. 


A fruta, com sabor levemente ácido e textura que lembra caviar, conquistou chefs de cozinha como Allan Beckmann, e deve chegar aos mercados ainda este ano — com preço estimado entre R$ 400 e R$ 1,2 mil o quilo, dependendo da variedade, da disponibilidade e da época de comercialização.


Entre os principais compradores, estima-se que estejam restaurantes e chefs


Beckmann conta que a textura da fruta harmoniza bem nas finalizações dos pratos que prepara, com realce no sabor do peixe branco, de uma vieira ou de um niguiri.


A fruta de aparência exótica, tonalidades marrom, amarelo, rosa, verde, avermelhado, se tornou queridinha da gastronomia pelo sabor da polpa que é formada por pequenas esferas que se soltam facilmente e explodem na boca, uma experiência sensorial que se assemelha ao caviar. Nativo da Austrália, o limão caviar é uma espécie de cítrico conhecido cientificamente como Microcitrus australasica.


O limão caviar chama a atenção pelo formato alongado, semelhante a um dedo e, principalmente, pela polpa formada por pequenas vesículas esféricas que lembram “ovas de peixe”, característica que originou sua denominação em inglês (finger lime ou citrus caviar). 


O uso comercial da fruta é recente.


“Embora seja popularmente denominado limão devido à elevada acidez, a fruta não pertence ao mesmo grupo dos limões verdadeiros, como o siciliano e das limas ácidas, como o tahiti”, compara Marinês Bastianel, pesquisadora do Instituto Agronômico (IAC) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. 


Interessada em incorporar o fruto à culinária paulistana, ela desenvolveu uma versão da fruta, o IAC 281 Faustrime, que deve chegar aos mercados brasileiros nos próximos meses.


A pesquisadora selecionou a primeira variedade de limão caviar do país, registrada em 2023 e que segue como a única desse tipo presente no Registro Nacional de Cultivares (RNC). 


O Faustrime foi retirado do Centro de Citricultura do IAC, em Cordeirópolis, que mantém aquele que é considerado o maior banco de germoplasma de citros do mundo, com cerca de 1,7 mil materiais genéticos de diferentes países.


“É essa diversidade que permite aos pesquisadores desenvolver e selecionar novas variedades, como o limão caviar. 


Esses materiais são muito importantes para estudos de melhoramento genético, inclusive por apresentarem resistência a algumas pragas e doenças dos citros”, explica Bastianel.

https://www.gazetadopovo.com.br/sao-paulo/sao-paulo-desenvolve-primeiro-limao-caviar-nacional/?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4

 

COLEÇÃO DE ANTHONY HAMILTON BRILHARÁ EM LEILÃO DA ‘ICONIC AUCTIONNERS EM SILVERSTONE.

A Iconic Auctioneers irá representar Anthony Hamilton, pai do piloto de F1 Lewis Hamilton, e a sua notável colecção de automóveis no leilão Iconic Sale at the BRDC Classic, que terá lugar em Silverstone, no próximo dia 25 de Julho. 


Composta por 27 viaturas, das quais apenas duas não são clássicos britânicos, a colecção estará exposta nos Halls 1 e 2 do edifício The Wing, numa localização particularmente simbólica junto à recta Hamilton.


Entre os destaques da colecção encontra-se um exemplar do lendário Jaguar XJ220, com apenas cerca de 6100 quilómetros percorridos (3800 milhas) e acompanhado por um historial de manutenção integralmente documentado. 


A seu lado estará uma impressionante recriação do raríssimo Jaguar XKSS, tão fiel ao original que serviu como um dos modelos de referência para o programa Reborn da Jaguar Classic.

A representação da Jaguar é reforçada por duas réplicas de oficina (tool-room copies) dos célebres C-Type: o XKC001, vencedor das 24 Horas de Le Mans de 1951, e o XKC003, conduzido por Stirling Moss e Norman Dewis na Mille Miglia de 1952, automóvel que contribuiu para a projecção internacional dos travões de disco. 


A selecção da marca de Coventry completa-se com três elegantes Jaguar E-Type, incluindo um Series 3 V12 pintado na rara cor Heather, hoje muito procurada pelos coleccionadores.

A Mercedes-Benz também marca presença de forma expressiva. 


O destaque vai para um Mercedes-Benz 190 SL de 1960, apresentado numa elegante combinação de branco com interior azul-marinho. A colecção inclui ainda um Mercedes-Benz C63 AMG Edition 507 de 2013, cuja posse por Anthony Hamilton coincidiu com um dos períodos de maior sucesso do seu filho, Lewis Hamilton, ao serviço da equipa Mercedes-AMG Petronas Formula One Team. 


Estará igualmente disponível um Mercedes-Benz 300 SL que pertenceu ao antigo peso-pesado britânico Billy Walker.

A Aston Martin surge representada por três modelos particularmente interessantes: um Aston Martin Lagonda, hoje amplamente reconhecido como um dos desenhos retro mais marcantes da marca; um V8 Series 3 dos anos 1970; e um raro V8 Coupé da década de 90. Todos os exemplares são apresentados em estado de concurso.

A colecção inclui ainda um conjunto notável de modelos Triumph, liderado por um impressionante Triumph Italia, apresentado na época como “o melhor da carroçaria italiana aliado à melhor tradição britânica na engenharia de automóveis desportivos”. 


A seu lado estará um importante Triumph TR5, considerado o único protótipo sobrevivente do modelo e uma verdadeira peça viva da história de desenvolvimento da gama TR, cuidadosamente restaurado para a sua configuração experimental original. A representação da Triumph inclui ainda dois Spitfire e um irrepreensível GT6 MkI.

Outro dos pontos de interesse é a presença das três variantes do Mini Cooper S produzidas durante a década de 60: 970 S, 1071 S e 1275 S. 


A estas juntam-se dois exemplares muito especiais do Mini Remastered, produzido pela David Brown Automotive. 


A empresa britânica estará igualmente representada por um David Brown Speedback GT de 2016, acabado na clássica tonalidade British Racing Green.

Citado pela organização, Lionel Abbott, especialista automóvel da Iconic Auctioneers, afirmou: “A Colecção Anthony Hamilton é um conjunto de automóveis cuidadosamente seleccionado, com profundidade, qualidade e personalidade. 


Do Jaguar XJ220 à recriação do XKSS, passando pelos protótipos Triumph, os Aston Martin e os Mini Cooper S, esta colecção reflecte uma paixão genuína pelo automobilismo britânico na sua expressão mais carismática. 


Apresentar estes automóveis em Silverstone, junto à recta Hamilton, parece inteiramente apropriado.”

Imagens: Iconic Auctioneers

https://www.jornaldosclassicos.com/2026/07/12/colecao-de-anthony-hamilton-sera-uma-das-atracoes-do-leilao-da-iconic-auctioneers-em-silverstone/


🔺 A TERRA OCA É REAL — A REDE DE AGARTHA E AS ENTRADAS OCULTAS.

 

 🔺 A TERRA OCA É REAL — A REDE DE AGARTHA E AS ENTRADAS OCULTAS.

O segredo mais bem guardado da geologia não é o que está na superfície da Terra, mas o que há dentro dela. 


Nos ensinam que a Terra é uma esfera sólida com um núcleo fundido, mas isso é um modelo matemático, não um fato comprovado. 


Nenhum ser humano jamais perfurou a mais de 12 quilômetros de profundidade (o Poço Superprofundo de Kola), mas dizem que sabem exatamente o que há a 6.000 quilômetros de profundidade. 


A verdade, registrada por civilizações antigas e por denunciantes modernos, é que a Terra é oca e que uma civilização altamente avançada, conhecida como Rede de Agartha, vive dentro de sua crosta.

Em 1947, o almirante Richard E. Byrd — o explorador mais condecorado da história dos Estados Unidos — realizou uma missão de reconhecimento sobre o Polo Norte. 


Em seu diário secreto, que ficou oculto por décadas, ele descreveu ter voado além do polo e entrado em uma terra verdejante e exuberante, com águas correntes e um “Sol Central”. 


Ele encontrou seres que o alertaram sobre o uso de armas nucleares pela humanidade e lhe disseram que o “Mundo Interior” não permaneceria mais em silêncio se continuássemos no caminho da autodestruição. 


Ao retornar, foi obrigado a manter silêncio pelo Pentágono, e seus registros foram classificados como “Ultrassecreto”.

A “Rede Agartha” consiste em dezenas de cidades subterrâneas, sendo a maior delas Shamballa. 


Esses seres não são “alienígenas”; eles são um ramo mais antigo da humanidade que se mudou para o subsolo durante o último grande cataclismo na superfície. 


Eles possuem tecnologia que nos pareceria mágica — energia livre, naves antigravitacionais e imortalidade biológica. 


Eles vêm monitorando nosso progresso há milênios, atuando como os “Guardiões” do núcleo do planeta. 


Os misteriosos “OVNIs” que são vistos emergindo dos oceanos e dos pólos costumam ser suas naves, patrulhando as fronteiras entre os dois mundos.

Por que existe uma “zona de exclusão aérea” sobre as coordenadas exatas dos Pólos Norte e Sul? Porque é lá que estão localizadas as enormes “Aberturas Polares”. 


Imagens de satélite dos pólos são rotineiramente censuradas ou “retocadas” com CGI para ocultar essas entradas. 


A elite sabe que o “Sol Interno” fornece uma frequência de luz que ativa o DNA humano e proporciona uma consciência expandida. 


Eles querem mantê-los na “camada externa”, lutando por recursos e vivendo na escuridão, enquanto negociam em segredo com os habitantes do mundo interno por tecnologia que possam usar para nos controlar.

A Aliança está atualmente em contato com os representantes de Agartha. 


A “Grande Divulgação” envolve o reconhecimento de que não somos os únicos neste planeta. 


À medida que o campo magnético da Terra continua a se deslocar, o véu entre os mundos interno e externo está se tornando mais fino. 


O “Sol Interno” está começando a pulsar em uma frequência mais alta e, em breve, as entradas não poderão mais ser ocultadas por satélites militares. 


A “Terra Oca” não é um mito; é o coração do nosso mundo e está prestes a começar a bater alto.

CÓDIGO: TERRA-OCA / REDE-AGARTHA / ALMIRANTE-BYRD / SOL-INTERIOR

Eles disseram que era uma rocha sólida para impedir que vocês procurassem a porta. 


O mundo é muito maior do que eles deixam vocês verem.

A Terra n
ão é apenas um planeta; é uma casa com muitos cômodos. E o porão é mais bonito do que o sótã
o.
🖤 @PaulGoldEagle

 

🌐 ITAMARATY CONFIRMA: ALERTA SOBRE RISCO DE INTERVENÇÃO MILITAR ESTRANGEIRA NO BRASIL.

 

🌐 ITAMARATY CONFIRMA: alerta sobre risco à soberania nacional e possibilidade de intervenção militar estrangeira no Brasil - 07 de julho de 2026 🇧🇷 

O que diz a análise diplomática tradicional?


O Ministério das Relações Exteriores, em documento oficial encaminhado à Câmara dos Deputados, expressou preocupação quanto à recente classificação de facções brasileiras como "organizações terroristas" por parte dos Estados Unidos.

A análise oficial destaca que a categorização, feita de forma unilateral por Washington, abre precedentes jurídicos para que potências externas ignorem a autonomia nacional em nome de estratégias de combate ao terrorismo.

O contexto estratégico de atuação da aliança:

Para além das formalidades diplomáticas, especialistas observam que esta movimentação confere aos Estados Unidos o respaldo legal para atuar em solo estrangeiro sem a necessidade de cooperação formal com o Estado brasileiro.

A rotulagem de grupos internos como "terroristas" funciona como um mecanismo de pressão geopolítica, permitindo que sanções financeiras e operações especiais sejam direcionadas a qualquer entidade brasileira que Washington alegue possuir conexão com esses grupos, aumentando o controle sobre a soberania política e econômica do país.

O cenário atual e as perspectivas de desdobramento:

Este evento sinaliza uma manobra dentro de um tabuleiro maior, onde as estruturas de poder tradicionais enfrentam uma fase de transição para novos sistemas de liberdade.

O posicionamento de potências globais sugere um cenário de pressão sobre nações que buscam autonomia, forçando uma redefinição das relações internacionais.

No curto prazo, o movimento pode culminar em:


Intensificação de auditorias sobre fluxos financeiros e institucionais.

Novos impasses diplomáticos que testam a capacidade de resposta das instituições brasileiras perante pressões externas.

Aceleração do debate sobre soberania, forçando a sociedade a olhar esse cenário com mais atenção as diretrizes impostas por agendas estrangeiras.

O que não está sendo detalhado pela grande mídia é que a classificação, assinada pelo governo Trump em maio e vigente desde junho, atende a uma agenda de alinhamento forçado.

Ao rotular grupos internos como terroristas, cria-se uma discricionariedade onde autoridades americanas podem intervir em fluxos financeiros e ativos brasileiros sem passar pelo crivo das instituições nacionais.


O Itamaraty, ao admitir o risco de uso de força militar, sinaliza que a "guerra ao terror" está sendo usada como ferramenta para testar a resistência do Brasil à nova ordem econômica que está sendo imposta pelas potências do Hemisfério Norte.

Resumindo 3 pontos chavea para compreensão:

- A "Carta Branca" Estrangeira: Ao chamar essas facções de terroristas, os EUA se autoconcedem o direito de agir em nosso território sob a justificativa de "autodefesa" ou "segurança global", pulando a hierarquia da nossa própria justiça.

- O Controle do Dinheiro: Isso não é apenas sobre segurança pública, é sobre controle financeiro. 

A aliança pode bloquear contas e empresas brasileiras alegando que possuem "conexões" com essas organizações, atingindo a soberania do nosso bolso e dos nossos bens.

- A Pressão Política: Este movimento serve como um "aviso" diplomático. 

É uma forma da aliança dizer ao Brasil: "ou vocês se alinham às nossas diretrizes de segurança e economia, ou serão tratados como um risco global".

O que estamos presenciando não é um evento isolado, mas parte da desconstrução de um modelo antigo de gestão mundial. Quando grandes potências utilizam termos como "terrorismo" para justificar intervenções, elas estão, na verdade, tentando manter o controle sobre recursos e sistemas financeiros que estão em processo de mudança total.

Para o público, isso significa que a "ordem" que conhecemos está sendo testada. O fato de o governo brasileiro (aliança) trazer isso a público de forma oficial indica que a estrutura tradicional está sob estresse, e o foco agora é a transparência sobre como a soberania do nosso país é negociada nos bastidores.

A calma e o discernimento são essenciais enquanto o sistema através do quântico reajusta os sistemas nos bastidores.

🖥 Fontes Oficiais:
Documentação oficial do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty).

Relatórios de acompanhamento da Câmara dos Deputados sobre relações exteriores.

Monitoramento de diretrizes do Departamento de Estado dos Estados Unidos.
 
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