PF APREENDE BROCHES DE CANDIDATO COM CÂMERAS ESCONDIDAS QUE PODERIAM FILMAR O VOTO NA URNA.

 



Um objeto aparentemente comum de campanha eleitoral virou alvo de uma investigação da Polícia Federal.


Durante o primeiro turno das eleições de 2026, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, policiais encontraram broches que exibiam o número de um candidato.


Mas havia algo escondido atrás deles.


Segundo a PF, os acessórios possuíam pequenas câmeras conectadas a baterias, ocultadas por adesivos na parte traseira.


A suspeita é que os equipamentos pudessem ser utilizados para registrar o momento em que eleitores votavam nas urnas eletrônicas.


O material foi encontrado com um homem e inicialmente apreendido pela Polícia Civil, que o encaminhou à Polícia Federal.


O celular do suspeito também foi recolhido. Ele foi conduzido para prestar esclarecimentos e optou por permanecer em silêncio.


Agora, os broches e o aparelho serão submetidos à perícia para verificar seu funcionamento e esclarecer como poderiam ser utilizados.


Até o momento, não foi confirmado que os dispositivos tenham efetivamente registrado votos.

A investigação busca esclarecer a origem, a distribuição e a possível utilização dos equipamentos.

 

Policia Federal investiga uso de broches com câmera para gravar votos

Publicado em 04/10/2026,

A Polícia Federal (PF) instaurou inquérito para investigar a distribuição e o uso de broches preparados com dispositivo eletrônico no município de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. 


A suspeita da polícia é que os dispositivos seriam usados para gravar o voto dos eleitores na urna eletrônica. 

Segundo a PF, os dispositivos, disfarçados de broches, têm na parte frontal o número do candidato e na parte traseira um adesivo que oculta a câmera com bateria.


Os materiais foram encontrados com um homem que teve o celular apreendido. 

Os equipamentos e o celular do conduzido, que optou por ficar em silêncio, foram apreendidos e serão submetidos à perícia técnica criminal para continuidade das investigações.


Por lei, é proibido entrar na cabine de votação com celulares, óculos inteligentes, câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer outro dispositivo eletrônico capaz de fotografar ou filmar o voto. 

A vedação consta na Lei das Eleições e na Resolução nº 23.759/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que dispõe sobre a participação de cidaddãos no processo eleitoral.


A medida, de acordo com o TSE, é uma forma de resguardar o sigilo do voto.

Balanço
De acordo com o último balanço da PF,  até às 15h10 deste domingo (4), foram instaurados seis inquéritos policiais e lavrados 18 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) para apurar a prática de crimes eleitorais.


As ocorrências foram registradas nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraíba, Pará, Santa Catarina, Piauí e no Distrito Federal.

Até o momento, 129 pessoas foram conduzidas, e foram apreendidos R$ 789,8 mil em bens e valores, sendo R$ 383,6 mil em espécie. 

Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.


MED-BED VIDEO ► O QUE ACONTECE DENTRO DE UM MEDBED

 




O QUE ACONTECE DENTRO DE UM MEDBED


Um MedBed não começa com um tratamento.


Ele começa com uma varredura completa do corpo.

O sistema analisa o corpo em camadas:

• Órgãos.
• Tecidos.
• Nervos.
• Circulação.
• Inflamação.
• Danos.


Em seguida, ele cria um mapa biológico completo e identifica as áreas que precisam de reparo.

Uma vez que as áreas danificadas são localizadas, o tratamento começa:

• Luz direcionada.
• Estimulação focada.
• Correção precisa e não invasiva.
• Monitoramento contínuo em tempo real.


A resposta é medida instantaneamente.


O sistema se ajusta.


Em seguida, ele realiza outra varredura.


É isso que torna um MedBed diferente.

Não é apenas uma máquina simples.


É um sistema completo de cura, projetado para analisar o corpo, detectar danos, aplicar o tratamento e monitorar a regeneração em um ciclo fechado.

  • VARREDURA.
  • ANÁLISE. 
  • TRATAMENTO. 
  • MEDIÇÃO
  • . AJUSTE.

MEDBED WATCH
Siga: @MedBedsOfficial✅️
🔴CENTROS DE RECUPERAÇÃO ESTÃO ATIVOS

Reivindique o que é seu antes que o acesso seja bloqueado. 

 

Entre em contato com seu agente para agendar uma consulta nos Centros de Recuperação.

📩
Envie a mensagem "ATIVAR" para o seu agente designado agora.

➡️AGENDAR SUA CONSULTA
➡️AGENDAR SUA CONSULTA

 

 

 


GOVERNO LULA 3 QUANDO ASSUMIU VS. O QUE ENTREGOU.

 


Situação de rua

✅2022: 198,7 mil pessoas
✅2026: 392,4 mil pessoas

Dívida pública


✅2022: 71,7% do PIB
✅2026: 82,9% do PIB

Contas públicas


✅2022: R$ 126 bi de superávit
✅2025: R$ 55 bi de déficit

Recuperação judicial

✅2022: 833 pedidos
✅2025: 2.466 pedidos


MIRIAM LEITÃO FALA EM "CONTER" FLÁVIO APÓS VITÓRIA NO PRIMEIRO TURNO.

 

Comentário da Globo trata o candidato mais votado como ameaça e expõe a reação da imprensa ao recado das urnas

Leandro Ruschel

out 6

Derrotada nas urnas, a militância de redação agora quer conter o eleitor.

Na segunda-feira de manhã, no Bom Dia Brasil, Míriam Leitão resumiu o grande desafio do país, segundo a imprensa do regime:

“como conter as intenções autoritárias de Flávio Bolsonaro”.

Conter. Preste atenção na palavra.

Conter o candidato que terminou o primeiro turno em primeiro lugar, mais de dois milhões de votos à frente do Descondenado. 

Conter o eleitor que escolheu esse candidato. 

Conter a reação popular contra anos de censura, perseguição política, abusos judiciais e blindagem institucional.

Em quarenta e oito horas, a imprensa do regime, ministros do Supremo e o próprio Lula deram sua resposta às urnas. Muda o tom. 

A mensagem é uma só: eles não aceitam perder.

E a fala de Míriam é importante porque entrega a lógica inteira.

Ela disse que o projeto do grupo de Flávio seria “diminuir” e “enfraquecer as instituições por dentro”. 

E explicou por onde esse projeto começaria: pelo Supremo, tentando o impeachment de ministros.

Agora, pare por um instante: o que exatamente ela acabou de chamar de autoritário?

O impeachment de ministro do Supremo está no artigo 52 da Constituição.

Quem decide são senadores eleitos pelo voto direto. 

É um mecanismo constitucional, republicano, previsto para responsabilizar autoridades que cometem crime de responsabilidade.

Para a comentarista da Globo, usar a Constituição é golpe.

Agora olhe para o que ela não chama de autoritário.

Um tribunal que abre inquérito de ofício, investiga, acusa e julga. 

Perfis censurados sem contraditório. 

Uma cabeleireira condenada a catorze anos por escrever com batom numa estátua. 

Um ex-presidente condenado a 27 anos e 3 meses num show trial, hoje em prisão domiciliar, doente. 

Um tribunal que censura a própria emissora dela na véspera do debate.

Nada disso mereceu a mesma indignação.

O eleitor não votou contra um projeto autoritário imaginário. 

Votou contra um regime de exceção em vigor, promovido pelo Supremo e aparelhado por militantes de esquerda. 

E deu à direita o primeiro lugar na disputa presidencial, 121 deputados ao PL e a maior bancada do Senado desde 1988.

Esse é o fato que a militância de redação não consegue engolir.

E quem dá essa aula de democracia?


Em 1972, Míriam Leitão militava no PCdoB sob o codinome “Amélia”. 

Quem conta é ela mesma. 

O PCdoB da época era o partido maoísta que organizava a guerrilha do Araguaia para implantar no Brasil uma ditadura comunista. 

Amélia não pegou em armas. Fazia propaganda.

Cinquenta e quatro anos depois, o ofício parece o mesmo.

Hoje, ela faz o trabalho de passar pano para o regime petista, com aquele bordão que virou meme: “veja como isso é bom”. 

Em agosto, diante do brasileiro que não consegue mais encher o carrinho do supermercado, ensinou que “os números nem sempre coincidem com a sensação”.

O custo de vida virou sensação.

A ameaça autoritária de Flávio, essa sim, virou fato.

A fala de segunda-feira é vergonhosa porque expõe uma imprensa colaboracionista do regime de exceção, uma das principais responsáveis pela destruição das instituições brasileiras nos últimos anos. Não por ignorância. 

Por escolha.

É por isso que esse pessoal segue empurrando a censura da internet: querem o monopólio da mídia de volta, para enganar e manipular o povo sem ninguém para desmentir.

Outra militante de redação do regime foi além na cobertura do UOL. 

A eleição mostraria desejo “não só de mudança, mas de desforra pelo julgamento do 8 de janeiro”.

 Desforra.

Dezenas de milhões de brasileiros não votaram porque discordam do governo. 

Não votaram porque querem freios institucionais. 

Não votaram porque viram o país ser tomado por censura e perseguição. Não. 

Segundo essa gente, votaram por rancor.

Se pedir justiça para a cabeleireira do batom e para centenas de pessoas condenadas a penas duríssimas por um protesto é desforra, qual é a palavra certa para o que fizeram com essa gente?

Muda o verbo, não muda o método: transformar o eleitorado numa massa golpista e autoritária, enquanto elas seriam as “democráticas”.

Está aí a vossa democracia.

Enquanto uma ala da imprensa xingava o eleitor, outra passou a segunda-feira servindo de correio para ministros do Supremo, repetindo que a corte busca diálogo e acordo com uma ala “moderada” do PL.

E aí entrou em cena Valdemar da Costa Neto.

Perguntado na GloboNews sobre impeachment de ministros, respondeu:



MED-BED 🔻 A PRIMEIRA VISITA DEVE COMEÇAR COM ALGUÉM QUE ESCUTE.

 

Imagine entrar em um centro de MedBed do futuro.

Você chega carregando mais do que apenas uma pasta médica.

As escadas que você tem dificuldade em subir.

O sono que você continua a perder.


Os momentos em família em que você quer estar totalmente presente.

Antes que qualquer máquina comece a funcionar, alguém pergunta:

"Como seria um dia melhor para você?"

Para uma pessoa, isso significa caminhar até a caixa de correio sem parar.

Para outra, significa segurar um neto confortavelmente.

Para outra pessoa, significa voltar a um trabalho que ama.

Neste centro imaginário, essas respostas ajudam a moldar a visita.

Uma equipe clínica qualificada analisa seu histórico. 


Explica a avaliação. Discute as incertezas. 


Dá a você tempo para fazer perguntas.

Você entende o que está sendo proposto antes de decidir se prossegue.

Porque o futuro dos cuidados de saúde deve reservar um espaço para a pessoa que está por trás da pasta médica.

Ser ouvido.
Ser informado.
Ter uma escolha.


Esse é um futuro que vale a pena imaginar.

Canal Pascal Najadi Officia
l.


EM DESTAQUE

PF APREENDE BROCHES DE CANDIDATO COM CÂMERAS ESCONDIDAS QUE PODERIAM FILMAR O VOTO NA URNA.

  Um objeto aparentemente comum de campanha eleitoral virou alvo de uma investigação da Polícia Federal. Durante o primeiro turno das el...

POSTAGENS MAIS ACESSADAS