QUANDO SAI DE CENA UM SALVADOR (QUE HAVIA NA MENTE DAS PESSOAS)

 

Quando sai de cena um Salvador (que havia na mente das pessoas) você ainda aguarda o próximo ???

Ou percebe que precisa se reencontrar, buscar dentro de si, saber quem você é para não continuar agarrado a um ídolo (sistema
🇮🇱) que virá te salvar qd na verdade sempre fomos escravos desse mesmo sistema que o militar 🪖 Bolsonaro/ Flávio estão tentando revelar ao público ...

Eles saem da cena bem na hora da expectativa popular por um novo Salvador (tudo programado pela aliança militar
🪖🪖) para ver quem está entendendo que ambos os lados nunca defendeu povo algum senão a eles mesmos🇮🇱 ...o povo defendia um sistema ALGOZ contra eles próprios! 🔴⭐🇮🇱🐍🐍

Se não fosse assim você nunca enxergaria que esse braço político eleitoral
🗳 💀da cabala era apenas um disfarce para continuar manipulando o povo inconsciente de quem você realmente é: deuses - D "EU" S ✨

ELES DESTRUÍRAM AS ANTENAS. DEPOIS, ENVIARAM UMA CONTA.

 

Observe as cúpulas das antigas catedrais. 

Elas não foram construídas para a "estética religiosa". 

Elas eram o coração pulsante de uma rede de energia global.

Dentro de cada grande cúpula tartária, havia um enorme recipiente cheio de mercúrio líquido.

Quando os pináculos de cobre no telhado coletavam o éter atmosférico, o mercúrio dentro da cúpula começava a girar, criando um vórtice eletromagnético autossustentável. 

Ele gerava eletricidade sem fio e gratuita para cidades inteiras.

Então, o que eles fizeram? 

Logo após a "redefinição" no século XIX, eles enviaram equipes de "restauração". 

Eles drenaram o mercúrio, cortaram os pináculos de energia e os chamaram de "cruzes" e "ornamentos".

Em seguida, passaram fios de cobre feios e tóxicos pelas belas ruas de pedra, conectaram-os a medidores e forçaram você a pagar para viver em sua própria terra.



PORQUE FLAVIO BOLSONARO SE RECUSA A RECONHECER A VITÓRIA DE LULA.

 

Por que Flávio Bolsonaro se recusa a reconhecer a vitória de Lula nas eleições brasileiras: a prorrogação de duas horas do horário de votação.

A prorrogação excepcional devido a problemas de transporte causou bloqueios técnicos na contagem, embora o tribunal garanta a confiabilidade da análise.

A situação lembra a de 2022. 

O candidato de extrema-direita à presidência do Brasil , Flávio Bolsonaro, anunciou que não reconhecerá os resultados do segundo turno das eleições realizadas neste domingo, no qual o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva , foi reeleito . 

Ele também afirmou que seu partido pedirá a anulação das eleições devido à polêmica extensão do horário de votação. 

Seu pai, Jair, atualmente preso, também se recusou a reconhecer os resultados da eleição quando perdeu para Lula há quatro anos.

Em uma declaração pública após a confirmação da vitória de Lula com 51,79% dos votos, contra 48,21% de Lula, o representante do Partido Liberal (PL) descreveu os acontecimentos do dia da eleição como "inaceitáveis ". 

Suas críticas se concentraram na decisão do Ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, de estender o horário de votação em todo o país em duas horas devido a interrupções no transporte público .

Bolsonaro acusou Zanin — a quem se referiu como "ex-advogado de Lula" — de mudar "as regras do jogo no meio do jogo" e de "desrespeitar o tribunal eleitoral especializado " ao tomar a decisão às 17h01 (horário local), quando as urnas deveriam fechar. 

"Isso nunca aconteceu antes na história do Brasil ; houve uma quebra total da igualdade entre brasileiros de diferentes cidades e estados", declarou o candidato.

“Há muito a esclarecer antes que o Brasil simplesmente aceite essa fraude que ocorreu nessas eleições”, disse ele durante uma coletiva de imprensa em Brasília, a capital.

Desde o retorno do Brasil à democracia, nenhuma eleição presidencial foi anulada. 

Em 2014, o partido derrotado solicitou uma auditoria, mas esta não encontrou evidências de fraude e os resultados foram mantidos.

Em 2022, o Partido Liberal de Bolsonaro contestou de forma semelhante a derrota eleitoral de seu pai, mas o tribunal acabou multando o partido em mais de US$ 4 milhões por não apresentar provas que sustentassem suas alegações.

A derrota eleitoral de Bolsonaro também representa uma perda para o presidente dos EUA, Donald Trump, que apoiou abertamente a família Bolsonaro nesta disputa. 

Essas eleições apresentam semelhanças com as de 2018, quando Joe Biden venceu a eleição presidencial e Trump se recusou a reconhecer a derrota . 

O magnata republicano também não reconheceu a vitória de Lula neste domingo.

A questão agora é qual será o próximo passo de Flávio Bolsonaro e se ele recorrerá à escalada da tensão nas ruas, como fez seu pai após as eleições de 2022. Naquele ano, milhares de pessoas acamparam por semanas enquanto Jair Bolsonaro planejava um golpe que acabou fracassando devido à falta de apoio militar. O ex-presidente foi condenado a 27 anos de prisão .

Impactos técnicos

O Supremo Tribunal Federal determinou a prorrogação do horário de votação após reclamações sobre a falta de transporte para os eleitores, principalmente a pedido da campanha de Lula da Silva , embora a própria campanha de Bolsonaro também já tivesse solicitado prorrogação anteriormente, ainda que limitada a cinco estados ( São Paulo , Santa Catarina, Paraná , Minas Gerais e Rio Grande do Sul). 

A medida adotada pelo ministro Zanin paralisou a apuração inicial dos votos e foi tomada apesar da oposição explícita do Ministério Público Eleitoral.

A controvérsia foi abordada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques , que afirmou que, embora a Constituição confira ao tribunal autoridade exclusiva para gerir o processo, a medida cautelar emitida pelo Supremo Tribunal após o horário oficial de encerramento " criou dificuldades no processo eleitoral ". Nunes Marques enfatizou que "nunca na história do TSE houve qualquer prorrogação deste tipo " e alertou que a alteração dos horários das eleições é algo que "deve ser cuidadosamente ponderado, calculado e estruturado" devido às potenciais repercussões tecnológicas .

https://www.elconfidencial.com/mundo/2026-10-26/bolsonaro-pide-anular-elecciones-brasil-1tna-1tps_4452763/


DERROTA E INQUÉRITOS PRESSIONAM FUTURO DE FLÁVIO.

 


 

Derrota e inquéritos pressionam futuro de Flávio; irmão sugeriu que ele deixe o país

Por Gustavo Ribeiro 25/10/2026

·A virada sofrida para Lula (PT) no segundo turno das eleições 2026 para presidente da República não é uma derrota qualquer para Flávio Bolsonaro (PL). 

O resultado impõe a ele um futuro político incerto. 

Sem mandato de senador a partir de fevereiro do ano que vem e com investigações em andamento contra ele, entrará de vez no alvo da Justiça.

·Desde que foi eleito pela primeira vez a um cargo público, ele não sabe o que não é ser parlamentar. 

Em 2003 se tornou deputado estadual pelo Rio de Janeiro, onde emendou quatro mandatos consecutivos. 

Em 2018, na esteira da eleição de seu pai, Jair Bolsonaro, elegeu-se senador.

·Os oito anos no Senado Federal, porém, acabam em 31 de janeiro de 2027. 

Como perdeu a eleição para presidente, ficará sem cargo eletivo por pelo menos dois anos, quando haverá eleições municipais. Mas não ter um cargo das urnas não significa que ele cairá no ostracismo. 

Pelo contrário.

·Quando anunciou que disputaria a corrida presidencial, em dezembro do ano passado, a própria direita virou os olhos. 

O preferido e considerado o mais competitivo para derrotar Lula era o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se reelegeu em primeiro turno.

·Apesar disso, Flávio insistiu na candidatura e conseguiu se firmar como o legítimo herdeiro político de Jair Bolsonaro. 

E teve um desempenho melhor que o do pai no primeiro turno, abrindo quase dois pontos percentuais de vantagem para Lula — em 2022, o patriarca ficou mais de cinco pontos percentuais atrás do petista. 

No fim, foi capaz de aglutinar a direita contra o PT. 

E ficou muito perto de evitar um quarto mandato de Lula.

·Flávio Bolsonaro enfrentará inquéritos e investigações

·O fim do mandato de senador tem um peso significativo para o futuro de Flávio Bolsonaro. 

Fora do Senado Federal, ele perde automaticamente o foro por prerrogativa de função e pode ver sua situação jurídica mudar rapidamente. 

E para pior.

·Ele enfrenta dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). O primeiro está relacionado ao financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Flávio pediu R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e a Polícia Federal investiga o caminho do dinheiro. 

O ministro André Mendonça está à frente do caso na Corte.

·Na semana que antecedeu a votação do segundo turno, o senador se tornou alvo de um novo inquérito, dessa vez conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, que foi escolhido relator por sorteio na Suprema Corte.

·As suspeitas são de lavagem de dinheiro envolvendo o amigo dele e advogado, Willer Tomaz. 

A Polícia Federal apura se Tomaz era uma espécie de operador financeiro de Flávio. Na sexta-feira (23), Moraes autorizou a quebra de sigilo da empresa offshore Alcazar Holdings, de Tomaz. 

O ministro também mandou bloquear até R$ 6 bilhões do advogado.

·Eduardo Bolsonaro sugere que irmão se mude para os EUA

·A situação jurídica de Flávio Bolsonaro, que perderá a imunidade parlamentar, fez com que o irmão dele, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, sugerisse que o senador deixe o Brasil e se mude para os Estados Unidos.

·“Eu suponho que, se meu irmão não vencer, sou a favor de que ele deixe o país. 

Sim, com certeza”, falou Eduardo, na última sexta-feira (23), em entrevista ao programa “Louder with Crowder”, do comentarista político Steven Crowder.

·A declaração ocorreu após o debate da Band, em 18 de outubro, quando Lula falou sobre o futuro político de Flávio no caso de derrota. 

O tom de ameaça preocupou Eduardo, que se mudou para os Estados Unidos em 2025, alegando perseguição política. “Você vai perder a imunidade. 

Você tem muitos inquéritos. 

Se prepare. 

Se seus amigos não estão deixando andar. Agora vai andar”, afirmou o petista durante o debate.

https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/derrota-e-inqueritos-pressionam-futuro-de-flavio-irmao-sugeriu-que-ele-deixe-o-pais/


ZANIN ESCLARECE DECISÃO DE PRORROGAR VOTAÇÃO ATÉ AS 19,00 HORAS.

 

 Zanin esclarece decisão e diz que votação até 19h vale para locais onde urnas ainda estão abertas

·        

Por Aline Menezes

·         Por Fernanda Leitoles

·         25/10/2026 às 16:35

·         O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu neste domingo (25) uma liminar que prorroga até as 19h, no horário de Brasília, o encerramento da votação em todas as seções eleitorais do Brasil. 


Após dúvidas sobre a extensão, o ministro esclareceu que a votação seguiria até as 19h nas seções em que as urnas eletrônicas ainda estavam abertas no momento em que ele proferiu a decisão.

·Além disso, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, também decidiu, neste domingo (25), que somente as seções eleitorais que ainda estão abertas deverão ampliar a votação até as 19h, no horário de Brasília.

·Antes dos esclarecimentos de Zanin e Nunes Marques, alguns Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) aguardavam orientações da Justiça Eleitoral sobre como proceder, uma vez que parte das seções eleitorais já havia encerrado a votação. 


O TSE informou que o recebimento dos boletins de urna, a transmissão e a totalização dos votos e a divulgação dos resultados seriam retomados após o encerramento da votação, a partir das 19h.

· A decisão ocorre em meio a pedidos das campanhas presidenciais de Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) para ampliar o horário de votação em locais onde eleitores enfrentaram dificuldades de acesso às seções eleitorais, por motivos diferentes. Ao justificar a medida, Zanin considerou a “gravidade dos fatos narrados” e a urgência da decisão.

·         A campanha de Flávio havia pedido ao TSE a prorrogação do horário de votação do segundo turno até as 19h em 17 municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. A solicitação, encaminhada ao presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, foi motivada por dificuldades de acesso aos locais de votação provocadas por chuvas, alagamentos e interdições, segundo informações do Metrópoles.

·         Além da extensão do prazo, a defesa de Flávio pediu que a divulgação dos resultados da eleição presidencial só comece depois do encerramento da votação nos municípios contemplados pela medida. 


A proposta previa que as demais seções eleitorais pudessem transmitir os votos normalmente, mas que os números permanecessem sem divulgação até o fim do horário adicional.

·Na petição, os advogados argumentaram que a possibilidade de votar após as 17h para quem já estivesse na fila não resolveria a situação de eleitores que enfrentavam obstáculos para chegar às seções eleitorais.

· “Com alertas abertos durante o horário de votação e locais de votação com acesso alterado, o eleitor não pode ser posto diante da escolha entre a própria segurança e o exercício do voto”, afirma a campanha.

Municípios afetados

Em São Paulo, a solicitação inclui a capital paulista, Jundiaí, Itapevi, Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Itapetininga, Botucatu, Apiaí, Ribeira e Iporanga.

No Paraná, o pedido contempla Curitiba e Guaratuba. 


Em Santa Catarina, abrange Tijucas, Videira, Trombudo Central, Joaçaba e Águas de Chapecó.


Para fundamentar a solicitação, a campanha citou ocorrências que teriam comprometido o acesso dos eleitores às urnas, como alterações nos locais de votação, alagamentos em vias públicas e quedas de energia. Conforme a petição, 3.745 eleitores de Curitiba e Guaratuba foram afetados pela transferência de suas seções eleitorais. 


Já em Itapevi, 446 pessoas tiveram de se deslocar para outra escola para votar, após o acesso ao local inicialmente previsto ser prejudicado.


Em relação a Santa Catarina, os advogados reconheceram que a avaliação geral da presidência do Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-SC) era de normalidade durante a manhã. 


A defesa, porém, apontou ocorrências pontuais, como falta de energia e eleitores ilhados, além da possibilidade de novos problemas ao longo da tarde.


Com a concessão da liminar de Zanin, que prorrogou o encerramento da votação até as 19h em todo o país, o pedido de extensão do horário deixou de se restringir aos 17 municípios indicados pela campanha.


Além da prorrogação do prazo, a campanha também havia pedido que a divulgação dos resultados da eleição presidencial só começasse após o encerramento da votação nos municípios contemplados pela medida.

https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/stf-concede-liminar-e-prorroga-votacao-ate-as-19h-em-todo-o-brasil/


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