SAIBA O QUE O PORTA-AVIÕES NUCLEAR NORTE-AMERICANO USS "NIMITZ" FARÁ NO BRASIL.



Transferência de 15 toneladas de doações entre o Porta-Aviões Nuclear “George Washington” e o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico” apoia vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul durante operação conjunta entre Brasil e Estados Unidos, em 2024 – Imagem: Marinha do Brasil

Como funciona a cooperação entre as Marinhas brasileira e norte-americana no contexto da Operação “Southern Seas 2026”, que traz ao Brasil o porta-aviões nuclear mais antigo em operação


Fonte: Agência Marinha de Notícias
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A chegada do porta-aviões norte-americano USS “Nimitz” ao litoral brasileiro, prevista para o dia 7 de maio, ocorre no contexto da Operação “Southern Seas 2026”, conduzida pela 4ª Frota da Marinha dos Estados Unidos. 


Os exercícios no mar, com meios das duas Marinhas, serão realizados no período de 11 a 14 de maio, no Rio de Janeiro.


Realizada desde 2007, a Operação “Southern Seas” chega à sua 11ª edição como um dos principais instrumentos de cooperação marítima no hemisfério ocidental. 


A iniciativa reúne forças navais de cerca de dez países da América Latina, incluindo o Brasil, e tem como foco o fortalecimento de parcerias, a interoperabilidade entre as Marinhas e a resposta coordenada a ameaças comuns no ambiente marítimo.


Por que o Brasil está na rota


A participação brasileira se deve à posição estratégica do País no Atlântico Sul, área relevante para a segurança das rotas marítimas e a proteção de recursos da chamada “Amazônia Azul”. 


A passagem do grupo naval liderado pelo “Nimitz” pela região segue uma lógica geográfica e operacional, uma vez que a missão prevê a circunavegação do continente sul-americano, com escalas em diferentes países parceiros.


Durante a comissão, são realizados exercícios conjuntos no mar (PASSEX), intercâmbio técnico entre militares e visitas institucionais, atividades que permitem elevar o nível de adestramento e a capacidade de atuação combinada entre as Forças. 


No Brasil, a passagem ocorrerá exclusivamente no Rio de Janeiro.


Operar com outras Marinhas é sempre uma oportunidade de desenvolver a interoperabilidade e aperfeiçoar capacidades, além de estreitar os laços de amizade, tradicionais das Forças Navais”, destaca o Comandante da Segunda Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Carlos Marcelo Fernandes Considera.


A presença de meios estrangeiros em águas próximas ao território nacional é realizada com pleno conhecimento e coordenação das autoridades brasileiras. 


Trata-se de uma prática comum no âmbito da Diplomacia Naval, baseada em acordos de cooperação e no respeito à soberania dos países envolvidos.


As atividades são planejadas de forma conjunta, e a MB participa ativamente dos exercícios, empregando seus próprios meios navais e aeronavais. 


Este ano, participarão do exercício a Fragata “Independência”, a Fragata “Defensora” e o Submarino “Tikuna”, além de dois helicópteros AH-11B Super Lynx.


Experiências anteriores reforçam cooperação histórica


A participação da MB em edições anteriores da Operação “Southern Seas” evidencia um histórico consistente de cooperação com forças navais norte-americanas. 


Em 2024, por exemplo, meios navais e aeronavais brasileiros operaram de forma integrada com um grupo-tarefa liderado pelo porta-aviões USS “George Washington”, em exercícios realizados no litoral do Sudeste. 


A iniciativa reuniu diferentes capacidades, permitindo a troca de conhecimentos e o aprimoramento técnico das tripulações.


Durante essas atividades, destacaram-se operações aéreas complexas, como o “cross deck”, em que aeronaves brasileiras pousaram e decolaram de convoos estrangeiros. 


Caças AF-1 Skyhawk e helicópteros da MB atuaram lado a lado com aeronaves de alta tecnologia, como os F/A-18 Super Hornet, ampliando a interoperabilidade entre as forças e consolidando procedimentos conjuntos.


Além do aspecto operacional, os exercícios anteriores também tiveram forte componente diplomático e institucional. 


A interação entre militares, por meio de visitas técnicas, workshops e intercâmbios profissionais, contribuiu para o fortalecimento da confiança mútua e para o alinhamento de protocolos em áreas sensíveis, como segurança nuclear e monitoramento ambiental.


No mesmo contexto de cooperação, a MB e a Marinha dos Estados Unidos realizaram, em 2024, uma operação típica de guerra em apoio à população do Rio Grande do Sul (RS). 


Coordenada pela Marinha brasileira, a ação envolveu a transferência de 15 toneladas de doações entre o Porta-Aviões Nuclear “George Washington” e o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, na costa do estado. 


A operação, cujo objetivo foi imprimir agilidade na transferência de donativos para as vítimas das enchentes, também marcou os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países.


Esse conjunto de experiências demonstra que a presença de meios estrangeiros no Brasil ocorre dentro de um ambiente estruturado, previsível e baseado em décadas de cooperação. 


Mais do que eventos isolados, essas operações refletem um processo contínuo de aperfeiçoamento, que prepara a Marinha para atuar em cenários cada vez mais complexos no Atlântico Sul.


O porta-aviões e a aviação naval brasileira


O USS “Nimitz” é considerado o porta-aviões nuclear mais antigo ainda em operação no mundo. 


Comissionado em 1975, o navio dá nome a uma classe inteira de porta-aviões e permanece como um dos principais vetores de poder naval dos Estados Unidos, capaz de operar dezenas de aeronaves simultaneamente em missões de defesa, ataque e vigilância.


Com cerca de 330 metros de comprimento e deslocamento superior a 100 mil toneladas, o “Nimitz” possui propulsão nuclear, o que lhe garante autonomia praticamente ilimitada em termos de combustível. 


Seu grupo aéreo embarcado inclui caças, aeronaves de alerta antecipado e helicópteros, formando um complexo sistema de projeção de poder no mar.


No contexto brasileiro, a presença desse tipo de navio dialoga diretamente com a experiência da MB em relação ao “NAM Atlântico”. Incorporado em 2018, o navio é o maior meio da Esquadra e atua como plataforma de comando e controle, além de possibilitar operações aéreas com helicópteros em missões que vão desde ações anfíbias até apoio humanitário.


Há risco nuclear ou ambiental?


De acordo com a Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade (SecNSNQ), o monitoramento realizado durante a permanência do navio segue protocolos rigorosos, com foco na prevenção e no controle ambiental.


“O monitoramento radioecológico no entorno do USS ‘Nimitz’ será realizado diariamente, desde a véspera do fundeio até o dia seguinte à sua saída, por meio de medições de taxa de dose no ar e da coleta de amostras ambientais. 


Para as medições, são estabelecidos, no mínimo, dez pontos no entorno do navio, e as amostras coletadas incluem água do mar e sedimentos do leito marinho”, afirmou o Secretário Naval de Segurança Nuclear e Qualidade, Almirante de Esquadra (Reserva) Petronio Augusto Siqueira de Aguiar.


Segundo o Almirante, também é realizado o controle diário de taxa de dose (no ar) no ponto de embarque e desembarque de tripulantes, além do controle do material que sai do navio, com equipamentos de monitoramento radiológico, em tempo integral, durante todo o período da visita, do primeiro ao último dia.

Fonte da capa: Warfareblog


Fonte: Agência Marinha de Notícias
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🚨 STARGATES NO IRÃ: A VERDADEIRA RAZÃO DA TENSÃO GEOPOLITICA NO GOLFO? 🌌

 

https://www.youtube.com/watch?v=oGQ5A6o3CiU&t=1s

  

A discussão sobre portais estelares (Stargates) no Irã sugere que o interesse militar e geopolítico dos Estados Unidos na região, que se intensificou desde o início dos anos 2000, vai muito além do petróleo ou do controle do Estreito de Ormuz. 


Segundo o Dr. Michael Salla, o verdadeiro objetivo seria o acesso a tecnologias antigas e anomalias de espaço-tempo enterradas em cavernas profundas no território iraniano.

 

### Principais Elementos da Teoria

 

1. Descoberta por Radar de Penetração no Solo 

Satélites de nova geração com GPR (Ground Penetrating Radar) teriam identificado anomalias de espaço-tempo e estruturas artificiais maciças subterrâneas já no início dos anos 2000.

 

2. Câmaras de Êxtase (Stasis Chambers) e Gigantes 

Uma das revelações mais impressionantes são as câmaras de estase — tecnologias que distorcem o espaço-tempo e preservam corpos por milênios.

 

- Marco Polo, no século XIII, descreveu ter encontrado três câmaras de êxtase no Irã contendo os corpos perfeitamente preservados dos Três Reis Magos, com cabelos e barbas intactos, como se estivessem dormindo.

- A mesma tecnologia teria sido usada para preservar gigantes de até 4 metros que entraram em estase após a queda de Atlântida (há mais de 12 mil anos).

- Relatos do informante militar JP descrevem um gigante ruivo de mais de 4 metros despertando de um sarcófago durante uma missão.

 

Conexão com Gilgamesh e o papel do arqueólogo alemão .


Em 2003, o arqueólogo alemão Jörg Fassbinder, do Departamento de Monumentos Históricos da Baviera (Munique), anunciou a possível descoberta da tumba de Gilgamesh na antiga cidade de Uruk, no atual Iraque. 


Fassbinder liderava uma equipe que realizava expedições na região usando tecnologias avançadas de geofísica. Pouco tempo depois desse anúncio, eclodiu a guerra no Iraque. 


Segundo Salla, uma base dos fuzileiros navais dos EUA teria sido estrategicamente estabelecida exatamente sobre o local do túmulo de Gilgamesh, com o objetivo de proteger uma câmara de êxtase e um portal estelar similar aos encontrados no Irã.

 

Essa sequência de eventos reforça a tese de que o interesse ocidental pela região não se limita a recursos naturais, mas envolve a corrida por tecnologias ancestrais de distorção do espaço-tempo.

 

3. Portais Estelares e Rede Global 

Os Stargates seriam portais que permitem viagem instantânea entre pontos do planeta (e possivelmente para outros mundos). 

Haveria uma rede conectando Irã, Iraque (túmulo de Gilgamesh), Egito, Romênia e Tibete. 

O acesso a esses portais exigiria não apenas tecnologia, mas frequência de consciência específica.

 

4. A Corrida Clandestina 

Existe uma disputa intensa entre facções internas (chapeus brancos vs. chapeus pretos) e potências internacionais pelo controle dessas tecnologias. 

O regime iraniano estaria destruindo ou negociando parte desses artefatos com a China — sem saber que a facção chinesa faz parte da mesma organização criminosa transnacional que atua nos EUA, uma espécie de “ONU clandestina” que ignora fronteiras nacionais, como bem alertou Steven Greer.

 

5. Estratégia de Trump 

Segundo Salla, a menção de Trump a “poeira radioativa” pode ser um código para operações de recuperação desses artefatos. 

O objetivo seria negociar com o Irã: benefícios econômicos em troca de acesso americano às câmaras e portais, afastando o país da influência chinesa.

 

### Tecnologias Avançadas e Consciência

- Cadeira de Montauk: Tecnologia recuperada que amplifica a mente humana ao ponto de permitir manifestação física e criação de portais através do pensamento.


- Chakras Planetários: A Terra possui 12 chakras principais que funcionam como portais. 

A consciência humana está diretamente conectada a essa grade energética.

Conclusão 

O conflito no Irã pode ser parte de uma guerra exopolítica silenciosa pelo controle de tecnologias ancestrais capazes de alterar linhas do tempo, viajar pelo espaço e transformar a humanidade. 

 

Enquanto o mundo vê petróleo e geopolítica tradicional, forças ocultas disputam o domínio de portais estelares, câmaras de estase e conhecimento que poderia libertar — ou escravizar — a espécie humana.

 

O véu está se rasgando em múltiplas frentes. 

2026 não está sendo apenas um ano de transformações políticas… está se revelando como o ano em que o jogo multidimensional vem à tona. 

Demis Viana.


CAMAS MÉDICAS ATUALIZAÇÕES.

 


Na sexta-feira, 24 de abril de 2026, as tecnologias de leitos médicos, há muito suprimidas pela Cabala maligna, avançam sob o controle dos Chapéus Brancos. Esses sistemas de cura quântica coincidem com a Regressão Global de Câncer (RGC) e o NESARA/GESARA para restaurar a saúde e a prosperidade, pondo fim ao reinado tóxico das grandes farmacêuticas. O Estado profundo entra em colapso total, pois suas ferramentas de controle populacional por meio de doenças fabricadas são destruídas para sempre.

Na segunda-feira, 27 de abril de 2026: a Med Beds se integra ao QFS para agendamento seguro por telefone quântico, direcionando fundos para projetos humanitários e acabando com o controle das grandes farmacêuticas.

Na terça-feira, 28 de abril de 2026: As instalações são ativadas. Crianças feridas pela vacina e resgatadas dos DUMBs recebem cura completa. Reinicializações de DNA restauram o projeto divino, dissolvendo o controle mental da Cabala.

No sábado, 2 de maio de 2026: o acesso global ao QFS será gratuito para todos. A longevidade e a regeneração serão ativadas à medida que mais cápsulas forem implantadas, trazendo esperança para as massas que despertam.

Na segunda-feira, 4 de maio de 2026: Trump discursa para a nação sobre a vitória da liberdade de saúde, sinalizando o colapso da tirania médica do Estado profundo.

Na quarta-feira, 6 de maio de 2026: protocolos antienvelhecimento e de regeneração entram em vigor, revitalizando os patriotas para o Grande Despertar.

Na segunda-feira, 11 de maio de 2026: o reparo do DNA e a desprogramação do controle mental libertam os sobreviventes dos horrores do Estado profundo.

Na sexta-feira, 15 de maio de 2026: Trump visita uma unidade de internação hospitalar, celebrando a vitória sobre a escuridão.

Na terça-feira, 19 de maio de 2026: A capacidade de atendimento aumentará para tratar milhões de pessoas com a expansão das instalações.

No sábado, 4 de julho de 2026: Leitos médicos disponíveis gratuitamente em todos os lugares, coincidindo com o Dia da Independência de Trump e o renascimento da República.

As camas médicas Advanced Redum ZX17 utilizam ondas de plasma e ressonância quântica para regeneração celular rápida, reparo de órgãos, reparo de DNA e reversão do envelhecimento em sessões breves. 

Milhares delas estão localizadas nos EUA e milhões em todo o mundo, priorizando veteranos, pessoas em situação de vulnerabilidade humanitária, vítimas de vacinas e crianças resgatadas. 

Suas histórias irão desencadear o Grande Despertar final e expor toda a extensão dos crimes da Cabala contra a humanidade.

A Cabala entra em pânico enquanto seu império de doenças com fins lucrativos se desintegra. Os Chapéus Brancos protegem todos os locais. 

As transmissões da EBS exporão as curas suprimidas e as atrocidades que agora estão sendo curadas.

QAnons, sua paciência será recompensada. A Tempestade chega com justiça, prosperidade e saúde. Confiem no Plano. 

O controle da Cabala termina quando a era dourada da liberdade e da vitalidade começa. Deus abençoe o Presidente Trump e todos que se mantiveram firmes. Preparem-se para o maior despertar da história. WWG1WGA!

 https://www.redemption.news/2026/04/camas-medicas-atualizacao.html


GILMAR MENDES ESCANCARA PERSEQUIÇÃO POLITICA NO BRASIL.

 



 destaques de Quinta-Feira | 23.04.26

Esse trecho é mais uma prova CABAL, entre centenas, de que o Brasil vive em pleno ESTADO DE EXCEÇÃO, além da confissão pública de um ministro sobre o uso de poderes extraordinários para perseguir críticos do tribunal.


Quando perguntado sobre o uso do Inquérito das “Fake News” para “investigar” um pré-candidato a presidente por uma sátira postada por ele, Gilmar Mendes afirma com todas as letras que não há prazo para o “inquérito” acabar, afirmando que ele deve permanecer aberto até pelo menos as próximas eleições.


Mais grave, ele dá como exemplo o “vilipêndio” do tribunal o fato de um senador da República ter ousado indiciar ministros pelo seu envolvimento no caso Master, ou por ter buscado impedir as investigações de uma CPMI.


Ou seja, fica escancarada a situação do tribunal se colocar acima de qualquer suspeita e de qualquer outro poder, exatamente como denuncia o governador Zema.


A verdade é que o Inquérito das “Fake News” jamais será fechado por iniciativa dos ministros porque ele não é um inquérito, mas sim um Ato Institucional, que basicamente jogou a Constituição no lixo e abriu um novo modelo político, que pode ser definido como o regime dos imperadores supremos, que decidem, ao seu bel-prazer, sobre qualquer assunto, em especial, atuando para sua autoproteção.


Diante desse quadro, como podemos esperar por um processo eleitoral minimamente justo?

 

O CLÁSSICO MG TA de 1937


A tradição dos clássicos na Madeira encontra no MG TA de 1937 um dos seus exemplares mais carismáticos, marcando o início da seminal série T da marca. 


Este modelo foi pioneiro na engenharia da época, sendo o primeiro MG equipado com travões hidráulicos. 


Curiosamente, o seu número de chassis não começa pelo dígito 1, mas replica o número telefónico da histórica fábrica de Abingdon, onde foi produzido.


A paixão de João Noronha despertou através de um Mercedes-Benz 180 familiar que o irmão salvou do abate. 


Esse projecto uniu-os no coleccionismo e levou-o à compra deste MG em 1999, após um anúncio na revista Classic Cars. 


Seguiu-se uma negociação complexa e um restauro meticuloso de 25 meses, onde foram superadas várias surpresas mecânicas típicas de um pré-guerra.


Hoje, este MG TA é o testemunho de uma manutenção rigorosa e de um restauro bem-sucedido. 


Apesar das quase nove décadas, o automóvel mantém uma fiabilidade impressionante, estando preparado para circular pelas estradas madeirenses por muitos mais anos. 


Mais do que um clássico, é a preservação de um legado familiar e de um símbolo da indústria britânica.

https://www.jornaldosclassicos.com/2026/04/16/best-of-madeira-mg-ta/



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