A ASCENSÃO DA FAMÍLIA ROCKEFELLER (A COMPETIÇÃO É UM PECADO):

 


A ASCENSÃO DA FAMÍLIA ROCKEFELLER (A COMPETIÇÃO É UM PECADO):

Originalmente chamada Rockenfeller — e com um patrimônio estimado em 15 trilhões de dólares —, a família Rockefeller traça sua linhagem até Goddard Rockefeller, nascido Gotthard Rockenfeller de Fahr em 1750; localidade que, hoje, faz parte de Neuwied, na Alemanha Oriental.


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O primeiro Rockenfeller a emigrar da Espanha para a América do Norte foi Johann Peter Rockenfeller, que se mudou para o município de Amwell, em Nova Jersey, em 1787, momento em que alterou seu nome para Rockefeller.

O membro mais conhecido desta família foi o influente industrial e banqueiro John Davidson Rockefeller.

Ele se consolidou como o homem mais rico de sua época.

Antes de ingressar no setor de transporte de petróleo, atuou como atacadista de narcóticos.

Com uma energia inesgotável, fundou o *Standard Oil Trust*, entidade que, atualmente, detém noventa por cento das refinarias de petróleo nos Estados Unidos.

John Davidson Rockefeller também adquiriu a propriedade de Pocantico Hills, em Nova York, local que serve de residência para mais de 100 famílias com o sobrenome Rockefeller.

David Rockefeller, um gênio absoluto no campo das finanças, administra o *Chase Manhattan Bank* — o banco mais importante do mundo — desde 1945.

O poder desse banco é tamanho que lhe permite criar ou derrubar governos, iniciar ou encerrar guerras, e levar empresas à ruína ou fazê-las prosperar em escala global, exercendo, em última análise, uma enorme influência sobre toda a humanidade.

O FBI e a CIA — agências norte-americanas — sempre atuaram como instrumentos dos Illuminati luciferianos, visto que os Rockefeller estiveram diretamente envolvidos na fundação de ambas as organizações.

Os registros comerciais norte-americanos comprovam que os Rothschild, desde 1896, detêm noventa e seis por cento das ferrovias dos Estados Unidos.

Tal domínio possibilitou o transporte de petróleo por via férrea.

Quando John D. Rockefeller decidiu expandir seus negócios, recebeu o apoio financeiro necessário para tal empreitada dos Rothschild, por intermédio do *National City Bank of Cleveland*, de propriedade destes.

Em contrapartida, os Rockefeller comprometeram-se a realizar o transporte de seu petróleo utilizando as ferrovias pertencentes aos Rothschild.  

Um acordo ilegal garantiu que os Rockefellers recebessem um bônus proporcional à quantidade de petróleo que transportavam por trem; em virtude desse acordo, ninguém conseguia competir com os Rothschilds no transporte do petróleo dos Rockefellers.

Tudo isso foi arquitetado por Jacob Schiff, da empresa Kuhn & Loeb — a mente por trás da fundação do império Rockefeller.

Sob a autoridade dos Rothschilds, a Kuhn, Loeb & Co. continua a gerir o capital dos Rockefellers.

Para um pesquisador focado na família Rockefeller, não será difícil provar que essa família imensamente rica desempenhou um papel fundamental na política norte-americana do século XX.

Historicamente, a família Rockefeller controlou a "Direita" na política dos Estados Unidos, por meio do Partido Republicano.

Os rumos e as decisões da política norte-americana remetem diretamente às famílias Rothschild e Rockefeller.

O governo israelense exerce uma forte influência sobre os Rockefellers; contudo, essa influência se dá, primordialmente, por meio de chantagem e de outras táticas de coerção e manipulação.

Os Rockefellers criaram, financiaram e abasteceram ambos os lados dos conflitos no Oriente Médio após os atentados de 11 de setembro.

George W. Bush foi utilizado como testa de ferro para deflagrar guerras no Oriente Médio, permitindo assim que os Rockefellers lucrassem com o petróleo dessas regiões.

Os Rockefellers assassinam cientistas de forma impiedosa e suprimem o desenvolvimento de tecnologias e patentes de "Energia Livre", visto que tais dispositivos ameaçariam sistematicamente o domínio absoluto que exercem sobre o monopólio do petróleo — um negócio que movimenta trilhões de dólares por dia.

Assim como a família Rothschild, os Rockefellers detêm o controle de uma vasta gama de tecnologias extraterrestres obtidas por engenharia reversa, provenientes de diversas fontes, o que lhes confere um enorme potencial para causar danos.

 Os Rockefellers — mais do que qualquer outra família pertencente à "Cabal" — possuem e controlam integralmente uma grande rede de notícias corporativa: nada menos que aquele bastião da "mídia justa e equilibrada", a Fox News.

Afinal, o lema da família Rockefeller — conforme citado por John D. Rockefeller — é: "A concorrência é um pecado".

https://x.com/i/status/2045820371266306147



🚨 EXPOSTO ‼️ US$ 127 BILHÕES EM OURO DESCOBERTOS DENTRO DE COFRES IRANIANOS — DOCUMENTOS REVELAM QUE OBAMA E CLINTON TRANSFERIRAM.

 

 🚨 EXPOSTO ‼️ US$ 127 BILHÕES EM OURO DESCOBERTOS DENTRO DE COFRES IRANIANOS — DOCUMENTOS REVELAM QUE OBAMA E CLINTON TRANSFERIRAM ESSE OURO PARA LÁ VIA BANCOS SUÍÇOS E CHINESES!

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Documentos chocantes revelam US$ 127 bilhões em reservas de ouro escondidas dentro de cofres subterrâneos fortemente fortificados sob Teerã, Isfahan, Shiraz e Mashhad, no Irã. Esse tesouro nunca pertenceu ao regime iraniano. 

Agentes globais o transferiram para lá entre 2009 e 2016, durante a administração de Barack Obama.

Bancos suíços serviram como os principais centros de trânsito, enquanto instituições chinesas lidaram com as etapas finais da transferência. 

Empresas de fachada — como aquelas envolvidas nas operações da Fundação Clinton — forneceram a cobertura necessária.

A cronologia confirma a conspiração. Obama assumiu o cargo em 2009, e o fluxo de ouro acelerou. 

Em 2010, o Irã havia mudado seu foco para ativos físicos em ouro. 

Os volumes dispararam entre 2012 e 2015, coincidindo com as negociações do JCPOA.

Oficialmente, a administração alegava estar isolando o Irã. 

No entanto, na realidade, redes clandestinas estavam transferindo centenas de toneladas de ouro — roteadas através de Zurique e mesas de negociação chinesas — diretamente para instalações controladas pelo IRGC.

Esses cofres estão situados adjacentes a locais nucleares e de mísseis. 

O complexo de Isfahan, por exemplo, abriga tanto usinas de processamento de urânio quanto instalações de armazenamento de ouro. 

Enterrados profundamente no subsolo, esses cofres são reforçados contra ataques físicos e pulsos eletromagnéticos (EMPs), e são guardados pela Força Quds.

Essas reservas secretas concedem ao regime clerical um nível de poder e influência que excede em muito as estimativas oficiais. 

Em abril de 2026, o preço do ouro se aproximou de US$ 4.800 por onça — um valor que reflete as transferências iniciadas durante a era Obama. 

Esse ouro financiou fundos fiduciários e programas que careciam de fontes rastreáveis ​​de receita.

Os la
ços da família Clinton com a Suíça são evidentes por meio de intermediários ligados a doadores de sua Fundação. 

Bancos chineses integraram esse mecanismo na tentativa de desafiar o domínio do dólar americano.

Isso constitui um esquema globalista projetado para minar os Estados Unidos, criando reservas financeiras de guerra indiscutíveis situadas dentro de nações hostis. 

O Presidente Trump reconheceu essa ameaça durante seu primeiro mandato e respondeu aplicando "pressão máxima". 

Ressurgindo em 2025 e intensificando-se em 2026, a postura desafiadora do Irã é agora sustentada por esse ouro. 

Os ataques lançados em fevereiro não conseguiram penetrar nos profundos cofres subterrâneos onde esses ativos estão armazenados, mesmo enquanto o fortalecimento militar do adversário prossegue inabalável.

Esse padrão reflete ações anteriores que empoderaram tanto a Rússia quanto a China; autoridades do governo Obama facilitaram essas mesmas transferências.

Essa reserva de riqueza financia o Hezbollah, o Hamas e os Houthis à medida que estes lançam ataques contra os interesses dos EUA ao longo de 2025 e 2026. 

As famílias americanas arcam com o fardo do aumento dos custos, enquanto um número crescente de soldados faz o sacrifício supremo.

A equipe do Presidente Trump está visando toda essa cadeia de suprimentos por meio de uma combinação de sanções e operações de inteligência destinadas a neutralizar a ameaça.

Essa fortaleza financeira de 127 bilhões de dólares constitui uma prova irrefutável da traição que ocorreu entre 2009 e 2016 — uma traição que buscava promover uma ordem global sem fronteiras.

O Presidente Trump emitiu uma diretriz para expor toda a verdade. 

O ouro não servirá mais para financiar guerras travadas contra os Estados Unidos; em vez disso, será utilizado para desmantelar essas mesmas redes.

A batalha para assumir o controle desses cofres determinará, em última análise, se a traição do globalismo prevalecerá ou se a força da América perdurará. Trump assegura a vitória.


Fonte: EdwardSnowdenTG – Crédito: Thanh Vân Lê

https://x.com/i/status/2045833133195665874

 

PORQUE AS PESSOAS DE ESQUERDA TÊM UMA SAÚDE MENTAL PIOR DO QUE AS DE DIREITA??

Por que as pessoas de esquerda têm uma saúde mental pior do que as de direita?

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Por Fabio Calsavara 04/05/2026 

Diversas pesquisas mostram relação entre a esquerda e os diagnósticos de psicopatologias.

(Foto: Paulo Pinto / Arquiv/ Agência Brasil)


Dois pesquisadores independentes conseguiram demonstrar em um artigo científico algo que muita gente já sabia – ou pelo menos desconfiava: quanto mais de esquerda é uma pessoa, maiores são os índices de diagnósticos psicopatológicos e menor é a satisfação dessa pessoa com a vida, em geral. 


Além disso, a análise revela que marcadores visuais como cabelos de cores não naturais (tingidos de azul, amarelo, rosa, verde ou roxo), piercings e tatuagens ajudam a prever, de forma bastante segura, se uma pessoa tem ou não tendências de esquerda. 


O artigo “Ideologia esquerdista, saúde mental e modificações corporais” foi publicado no mês passado pelo Journal of Open Inquiry in the Behavioral Sciences. No trabalho, os autores Emil O. W. Kirkegaard, dinamarquês, e Meng Hu, natural de Hong Kong, aplicaram questionários a 978 pessoas dos Estados Unidos para chegarem a suas conclusões.


Antes de perguntar aos entrevistados de forma direta a qual partido político eles estavam ligados, os pesquisadores criaram uma série de questões que os permitiram estabelecer, de forma clara, se o participante se identificava mais com a direita ou a esquerda. 


Entre as perguntas estavam itens como “o mundo está sofrendo com a superpopulação”, ou “o comportamento homossexual não é um problema desde que seja conduzido em ambiente privado”. 


Quanto mais à esquerda, mais precária é a condição de saúde mental 


Como resultado, a pesquisa identificou uma ligação clara entre uma inclinação política à esquerda e indicadores de saúde mental mais precários. 


Essa correlação abrange tanto uma redução no bem-estar positivo (como a satisfação com a vida) quanto um aumento em sintomas e diagnósticos negativos (como depressão e ansiedade). 


E o inverso também é verdade. 


Segundo o estudo, quanto pior é o quadro de saúde mental de uma pessoa ou mais desgostosa da vida ela é, mais à esquerda ela se encontra no espectro político. 


Entre os diversos diagnósticos analisados, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) mostraram-se os preditores mais consistentes e confiáveis da ideologia de esquerda. 


Isso significa que dentre os entrevistados, quem tinha esses diagnósticos era frequentemente mais alinhado aos democratas. 


Para validar suas descobertas, os pesquisadores colocaram outras variáveis à prova, como idade, sexo ou raça. 


Ainda assim, a ligação entre pensamento de esquerda e as psicopatologias seguiu forte. 


Cabelo tingido e piercings são fortes indicadores de que uma pessoa é de esquerda, diz estudo 


Sobre as modificações corporais, o estudo identificou que pessoas com cabelos tingidos de cores não naturais são frequentemente associadas à esquerda. 


Em relação ao uso de piercings, essa correlação aparece de forma mais robusta naqueles indivíduos com os acessórios presos ao septo nasal ou nos órgãos genitais. 


Em conjunto com o cabelo colorido, esses marcadores podem elevar significativamente a probabilidade estatística de um indivíduo ser de esquerda. 


Os autores sugerem que essas modificações são manifestações visíveis de uma orientação psicológica de abertura a experiências não normativas. 


Elas sinalizam uma rejeição à conformidade tradicional em favor da autoexpressão e da “verdade subjetiva”. 


Ou seja: indivíduos de esquerda são mais propensos a adotar modificações corporais como uma forma de sinalização identitária que desafia as normas estéticas e sociais tradicionais. 


Entre as possíveis interpretações dos resultados, os autores propõem que o conservadorismo pode estar ligado a uma moralidade objetiva e valores tradicionais que promovem o autocontrole e a coesão social, enquanto o progressismo e seu relativismo moral podem levar a uma “desorientação normativa” com consequências psicológicas adversas. 


Da mesma forma, o esquerdismo pode refletir uma maior abertura a comportamentos que se desviam da norma (como modificações corporais), o que pode atrair estigma social e impactar negativamente a saúde mental. 


Em resumo, a maior prevalência de traços psicopatológicos entre esquerdistas seria uma consequência psicológica de uma visão de mundo que sofre com a falta de uma “bússola moral” fixa. 


Estudo identificou um achado sugestivo nos indivíduos ligados à direita 


Por fim, a análise dos dados mostrou que a relação entre diagnósticos e inclinação política se mostrou bastante assimétrica: enquanto quase todos os indicadores de psicopatologia estão associados à esquerda, a direita política está geralmente associada a uma melhor saúde mental e a uma menor prevalência de diagnósticos clínicos. 


No entanto, um achado foi considerado sugestivo pelos pesquisadores por se desviar dessa tendência. 


Em quatro dos quase mil entrevistados foi possível aferir que problemas de Transtornos de Espectro Esquizoide poderiam predizer a inclinação política à direita. 


Por ser uma amostra tão pequena dentro do público total, o estudo trata esse achado como sendo de baixo poder estatístico. 


Mas há uma ressalva a ser verificada em futuros estudos com um público maior: os pesquisadores sugerem que essa tendência pode refletir o fato de que, no clima político americano atual, o conservadorismo pode atrair indivíduos propensos ao pensamento conspiratório, traço que é comum em condições do espectro da esquizofrenia. 


Mesmo assim, o estudo mostra que a direita política não apresenta diagnósticos específicos associados a psicopatologias de forma robusta. 


Pelo contrário, o conservadorismo correlaciona-se com maiores níveis de satisfação com a vida e uma visão de mundo baseada em valores tradicionais e moralidade objetiva, o que, segundo a interpretação dos autores, pode promover maior autocontrole e coesão social. 


Estudo não é caso isolado


A pesquisa conduzida por Kirkegaard e Hu não é um caso isolado. 


O Centro de Pesquisas Pew realizou um levantamento em 2020 que encontrou resultados parecidos: esquerdistas são mais propensos a diagnósticos de problemas de saúde mental do que conservadores.


Mas, mais interessante do que isso, a pesquisa mostrou que quanto maior a frequência em locais de oração, como templos e igrejas, mais baixos são os diagnósticos de doenças mentais.


Aqueles mais ligados à esquerda parecem ter níveis maiores de depressão, solidão e ansiedade, mostrou a pesquisa. 


Mas o ponto positivo é que os efeitos da religião sobre o sofrimento mental se mostram reparadores em ambos os lados do espectro político.


Em outro levantamento, pesquisadores das universidades de Yale e Tuft, nos Estados Unidos, demonstraram que conservadores norte-americanos tendem a avaliar sua saúde mental de forma mais positiva que s pessoas de esquerda. 


Entre aqueles ligados à direita, o artigo publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA em abril de 2025 mostra que há fortes relações com medidas de personalidade associadas a uma melhor saúde mental, como religiosidade e patriotismo.


Um terceiro estudo, baseado em dados coletados junto a famílias americanas em 2024, mostra que mulheres jovens associadas à esquerda se sentem mais solitárias e tristes do que seus pares de direita. 


Enquanto 37% das conservadoras disseram estar “completamente felizes” com suas vidas, apenas 12% das esquerdistas estavam nas mesmas condições.


Uma possível interpretação desses dados, aponta a pesquisa, diz respeito à influência do “pensamento catastrófico” no declínio do bem-estar emocional dessas mulheres. 


Ao adotar uma visão excessivamente negativa do mundo, ao mesmo tempo em que minimiza a própria capacidade de lidar com os problemas da vida, esse público estaria caminhando a passos largos para quadros como depressão.

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