A história trilionária de Elon Musk ensina muitas coisas, mas talvez a
maior lição para a maioria das pessoas seja esta
A história trilionária de Elon Musk ensina muitas coisas, mas
talvez a maior lição para a maioria das pessoas seja esta: qualquer que seja a
atividade em que você está envolvido, é preciso imaginar qual é o limite de
retorno que ela pode te dar.
99% das pessoas passam a vida inteira
no “automático”, sem pensar muito no que estão fazendo e com qual propósito.
Você vai para a escola, e é exigido
apenas que você passe de ano.
A maioria não foca em efetivamente aprender algo.
E, para falar a verdade, a maioria dos professores também não ensina nada,
apenas cumpre a função de fazer alunos memorizarem algo para passar numa prova.
Depois vem a universidade, com uma
postura bastante parecida com a da escola, com o agravante de servir como
centro de formação de militância ideológica, em vez de preparar o aluno para o
mercado de trabalho.
Aí começa a carreira, em que o objetivo
não é entregar o melhor trabalho possível e evoluir para cargos mais
desafiadores que produzem um salário melhor, mas sim ganhar dinheiro suficiente
para pagar as contas.
E mesmo aqueles que conseguem imaginar
uma evolução de carreira, planejá-la e buscá-la, sempre terão uma limitação em
termos de ganhos com salário, apenas.
A criação de valor, tirando raras
exceções, como ser um executivo de ponta, um artista de ponta, um esportista de
ponta, um cientista de ponta, está em criar uma empresa, ou ser sócio de uma
empresa.
Qualquer que seja o projeto em que você
esteja envolvido, faça o seguinte exercício de imaginação: se tudo der MUITO
CERTO nesse caminho, qual será o resultado?
Como se costuma dizer, a melhor
definição de loucura é fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes.
Qualquer que seja a situação em que você está agora, há sempre um caminho
potencial melhor a ser seguido.
Claro que apenas imaginar um outro
caminho e começar a trilhá-lo não garante o resultado.
Mas sem abrir essa
possibilidade, a chance de sucesso é ZERO.
O nível de risco que você toma é
proporcional ao nível de resultado que você pode alcançar e à dor que você está
disposto a suportar.
Musk é o primeiro trilionário do mundo
porque adotou um nível de risco máximo ao longo de toda a sua vida, associado a
uma capacidade sobre-humana.
O que ele alcançou é quase impossível, mas não é
impossível para qualquer pessoa utilizar o mesmo algoritmo para melhorar a sua
vida em 2x, 5x, 10x...
Qual seria o efeito, na sua vida, de
aumentar o seu patrimônio em 10x?
Invejosos e ressentidos olham para Musk
com raiva.
Pessoas inteligentes e com potencial de produzir riqueza fazem o
oposto: como eu posso aprender algo a partir dessa história?
Isso está ao alcance de qualquer um.
O vídeo de um rapaz fazendo um desabafo sobre a
dificuldade de enriquecer, ou mesmo de sobreviver, no Brasil viralizou porque
retrata uma realidade inquestionável
Por que um americano precisa trabalhar em média
22 minutos para comprar um Big Mac, enquanto um brasileiro precisa de quase 3
horas de trabalho?
A esquerda
aponta para a “exploração”.
Os ricos explorariam os pobres, logo, o Estado
precisa intervir para tomar recursos dos ricos e dá-los aos pobres, promovendo
a “justiça social”.
Ora, se esse
fosse o motivo, o pobre do país onde o socialismo avançou menos deveria estar
pior.
Acontece o contrário: onde o Estado protege propriedade, contratos,
concorrência e investimento, e onde tributa e regula sem sufocar a
produtividade, os trabalhadores tendem a ter salários reais mais altos.
Na prática, o
que separa um país rico de um pobre não é o grau de “exploração”, e sim
instituições que protegem quem produz, em vez de um Estado socialista que vive
de capturar quem trabalha.
Há muitos
motivos para o desastre brasileiro, mas o principal deles é justamente o perfil
parasitário da elite política, que escraviza o povo sob a desculpa de promover
justiça social.
O mais irônico,
e trágico, é que o discurso socialista engaja especialmente aqueles que são os
mais prejudicados pelas políticas de esquerda.
E
o problema tende a aumentar.
Conforme as dificuldades crescem, a mentalidade
interventora segue a sua lógica: é preciso intervir ainda mais.
“A pobreza não
foi vencida porque a intervenção ainda não foi suficiente.”
Logo, o Estado
eleva impostos e regulações, espremendo ainda mais o grupo cada vez menor de
empreendedores que produzem quase toda a riqueza.
PS:: por que o Big Mac é um bom termômetro?
Porque o produto é praticamente idêntico no mundo todo, mesmo sanduíche,
mesma montagem, mesmo padrão de qualidade, o que elimina a distorção de
comparar coisas diferentes.
E porque ele embute, num único item, toda a cadeia de uma economia: carne,
pão, energia, aluguel, salário do funcionário, impostos e logística.
Medir quanto tempo de trabalho alguém precisa para comprá-lo não revela
preço, e sim poder de compra real, ou seja, quanto o salário daquela pessoa de
fato rende.