COLEÇÃO DE ANTHONY HAMILTON BRILHARÁ EM LEILÃO DA ‘ICONIC AUCTIONNERS EM SILVERSTONE.

A Iconic Auctioneers irá representar Anthony Hamilton, pai do piloto de F1 Lewis Hamilton, e a sua notável colecção de automóveis no leilão Iconic Sale at the BRDC Classic, que terá lugar em Silverstone, no próximo dia 25 de Julho. 


Composta por 27 viaturas, das quais apenas duas não são clássicos britânicos, a colecção estará exposta nos Halls 1 e 2 do edifício The Wing, numa localização particularmente simbólica junto à recta Hamilton.


Entre os destaques da colecção encontra-se um exemplar do lendário Jaguar XJ220, com apenas cerca de 6100 quilómetros percorridos (3800 milhas) e acompanhado por um historial de manutenção integralmente documentado. 


A seu lado estará uma impressionante recriação do raríssimo Jaguar XKSS, tão fiel ao original que serviu como um dos modelos de referência para o programa Reborn da Jaguar Classic.

A representação da Jaguar é reforçada por duas réplicas de oficina (tool-room copies) dos célebres C-Type: o XKC001, vencedor das 24 Horas de Le Mans de 1951, e o XKC003, conduzido por Stirling Moss e Norman Dewis na Mille Miglia de 1952, automóvel que contribuiu para a projecção internacional dos travões de disco. 


A selecção da marca de Coventry completa-se com três elegantes Jaguar E-Type, incluindo um Series 3 V12 pintado na rara cor Heather, hoje muito procurada pelos coleccionadores.

A Mercedes-Benz também marca presença de forma expressiva. 


O destaque vai para um Mercedes-Benz 190 SL de 1960, apresentado numa elegante combinação de branco com interior azul-marinho. A colecção inclui ainda um Mercedes-Benz C63 AMG Edition 507 de 2013, cuja posse por Anthony Hamilton coincidiu com um dos períodos de maior sucesso do seu filho, Lewis Hamilton, ao serviço da equipa Mercedes-AMG Petronas Formula One Team. 


Estará igualmente disponível um Mercedes-Benz 300 SL que pertenceu ao antigo peso-pesado britânico Billy Walker.

A Aston Martin surge representada por três modelos particularmente interessantes: um Aston Martin Lagonda, hoje amplamente reconhecido como um dos desenhos retro mais marcantes da marca; um V8 Series 3 dos anos 1970; e um raro V8 Coupé da década de 90. Todos os exemplares são apresentados em estado de concurso.

A colecção inclui ainda um conjunto notável de modelos Triumph, liderado por um impressionante Triumph Italia, apresentado na época como “o melhor da carroçaria italiana aliado à melhor tradição britânica na engenharia de automóveis desportivos”. 


A seu lado estará um importante Triumph TR5, considerado o único protótipo sobrevivente do modelo e uma verdadeira peça viva da história de desenvolvimento da gama TR, cuidadosamente restaurado para a sua configuração experimental original. A representação da Triumph inclui ainda dois Spitfire e um irrepreensível GT6 MkI.

Outro dos pontos de interesse é a presença das três variantes do Mini Cooper S produzidas durante a década de 60: 970 S, 1071 S e 1275 S. 


A estas juntam-se dois exemplares muito especiais do Mini Remastered, produzido pela David Brown Automotive. 


A empresa britânica estará igualmente representada por um David Brown Speedback GT de 2016, acabado na clássica tonalidade British Racing Green.

Citado pela organização, Lionel Abbott, especialista automóvel da Iconic Auctioneers, afirmou: “A Colecção Anthony Hamilton é um conjunto de automóveis cuidadosamente seleccionado, com profundidade, qualidade e personalidade. 


Do Jaguar XJ220 à recriação do XKSS, passando pelos protótipos Triumph, os Aston Martin e os Mini Cooper S, esta colecção reflecte uma paixão genuína pelo automobilismo britânico na sua expressão mais carismática. 


Apresentar estes automóveis em Silverstone, junto à recta Hamilton, parece inteiramente apropriado.”

Imagens: Iconic Auctioneers

https://www.jornaldosclassicos.com/2026/07/12/colecao-de-anthony-hamilton-sera-uma-das-atracoes-do-leilao-da-iconic-auctioneers-em-silverstone/


🔺 A TERRA OCA É REAL — A REDE DE AGARTHA E AS ENTRADAS OCULTAS.

 

 🔺 A TERRA OCA É REAL — A REDE DE AGARTHA E AS ENTRADAS OCULTAS.

O segredo mais bem guardado da geologia não é o que está na superfície da Terra, mas o que há dentro dela. 


Nos ensinam que a Terra é uma esfera sólida com um núcleo fundido, mas isso é um modelo matemático, não um fato comprovado. 


Nenhum ser humano jamais perfurou a mais de 12 quilômetros de profundidade (o Poço Superprofundo de Kola), mas dizem que sabem exatamente o que há a 6.000 quilômetros de profundidade. 


A verdade, registrada por civilizações antigas e por denunciantes modernos, é que a Terra é oca e que uma civilização altamente avançada, conhecida como Rede de Agartha, vive dentro de sua crosta.

Em 1947, o almirante Richard E. Byrd — o explorador mais condecorado da história dos Estados Unidos — realizou uma missão de reconhecimento sobre o Polo Norte. 


Em seu diário secreto, que ficou oculto por décadas, ele descreveu ter voado além do polo e entrado em uma terra verdejante e exuberante, com águas correntes e um “Sol Central”. 


Ele encontrou seres que o alertaram sobre o uso de armas nucleares pela humanidade e lhe disseram que o “Mundo Interior” não permaneceria mais em silêncio se continuássemos no caminho da autodestruição. 


Ao retornar, foi obrigado a manter silêncio pelo Pentágono, e seus registros foram classificados como “Ultrassecreto”.

A “Rede Agartha” consiste em dezenas de cidades subterrâneas, sendo a maior delas Shamballa. 


Esses seres não são “alienígenas”; eles são um ramo mais antigo da humanidade que se mudou para o subsolo durante o último grande cataclismo na superfície. 


Eles possuem tecnologia que nos pareceria mágica — energia livre, naves antigravitacionais e imortalidade biológica. 


Eles vêm monitorando nosso progresso há milênios, atuando como os “Guardiões” do núcleo do planeta. 


Os misteriosos “OVNIs” que são vistos emergindo dos oceanos e dos pólos costumam ser suas naves, patrulhando as fronteiras entre os dois mundos.

Por que existe uma “zona de exclusão aérea” sobre as coordenadas exatas dos Pólos Norte e Sul? Porque é lá que estão localizadas as enormes “Aberturas Polares”. 


Imagens de satélite dos pólos são rotineiramente censuradas ou “retocadas” com CGI para ocultar essas entradas. 


A elite sabe que o “Sol Interno” fornece uma frequência de luz que ativa o DNA humano e proporciona uma consciência expandida. 


Eles querem mantê-los na “camada externa”, lutando por recursos e vivendo na escuridão, enquanto negociam em segredo com os habitantes do mundo interno por tecnologia que possam usar para nos controlar.

A Aliança está atualmente em contato com os representantes de Agartha. 


A “Grande Divulgação” envolve o reconhecimento de que não somos os únicos neste planeta. 


À medida que o campo magnético da Terra continua a se deslocar, o véu entre os mundos interno e externo está se tornando mais fino. 


O “Sol Interno” está começando a pulsar em uma frequência mais alta e, em breve, as entradas não poderão mais ser ocultadas por satélites militares. 


A “Terra Oca” não é um mito; é o coração do nosso mundo e está prestes a começar a bater alto.

CÓDIGO: TERRA-OCA / REDE-AGARTHA / ALMIRANTE-BYRD / SOL-INTERIOR

Eles disseram que era uma rocha sólida para impedir que vocês procurassem a porta. 


O mundo é muito maior do que eles deixam vocês verem.

A Terra n
ão é apenas um planeta; é uma casa com muitos cômodos. E o porão é mais bonito do que o sótã
o.
🖤 @PaulGoldEagle

 

🌐 ITAMARATY CONFIRMA: ALERTA SOBRE RISCO DE INTERVENÇÃO MILITAR ESTRANGEIRA NO BRASIL.

 

🌐 ITAMARATY CONFIRMA: alerta sobre risco à soberania nacional e possibilidade de intervenção militar estrangeira no Brasil - 07 de julho de 2026 🇧🇷 

O que diz a análise diplomática tradicional?


O Ministério das Relações Exteriores, em documento oficial encaminhado à Câmara dos Deputados, expressou preocupação quanto à recente classificação de facções brasileiras como "organizações terroristas" por parte dos Estados Unidos.

A análise oficial destaca que a categorização, feita de forma unilateral por Washington, abre precedentes jurídicos para que potências externas ignorem a autonomia nacional em nome de estratégias de combate ao terrorismo.

O contexto estratégico de atuação da aliança:

Para além das formalidades diplomáticas, especialistas observam que esta movimentação confere aos Estados Unidos o respaldo legal para atuar em solo estrangeiro sem a necessidade de cooperação formal com o Estado brasileiro.

A rotulagem de grupos internos como "terroristas" funciona como um mecanismo de pressão geopolítica, permitindo que sanções financeiras e operações especiais sejam direcionadas a qualquer entidade brasileira que Washington alegue possuir conexão com esses grupos, aumentando o controle sobre a soberania política e econômica do país.

O cenário atual e as perspectivas de desdobramento:

Este evento sinaliza uma manobra dentro de um tabuleiro maior, onde as estruturas de poder tradicionais enfrentam uma fase de transição para novos sistemas de liberdade.

O posicionamento de potências globais sugere um cenário de pressão sobre nações que buscam autonomia, forçando uma redefinição das relações internacionais.

No curto prazo, o movimento pode culminar em:


Intensificação de auditorias sobre fluxos financeiros e institucionais.

Novos impasses diplomáticos que testam a capacidade de resposta das instituições brasileiras perante pressões externas.

Aceleração do debate sobre soberania, forçando a sociedade a olhar esse cenário com mais atenção as diretrizes impostas por agendas estrangeiras.

O que não está sendo detalhado pela grande mídia é que a classificação, assinada pelo governo Trump em maio e vigente desde junho, atende a uma agenda de alinhamento forçado.

Ao rotular grupos internos como terroristas, cria-se uma discricionariedade onde autoridades americanas podem intervir em fluxos financeiros e ativos brasileiros sem passar pelo crivo das instituições nacionais.


O Itamaraty, ao admitir o risco de uso de força militar, sinaliza que a "guerra ao terror" está sendo usada como ferramenta para testar a resistência do Brasil à nova ordem econômica que está sendo imposta pelas potências do Hemisfério Norte.

Resumindo 3 pontos chavea para compreensão:

- A "Carta Branca" Estrangeira: Ao chamar essas facções de terroristas, os EUA se autoconcedem o direito de agir em nosso território sob a justificativa de "autodefesa" ou "segurança global", pulando a hierarquia da nossa própria justiça.

- O Controle do Dinheiro: Isso não é apenas sobre segurança pública, é sobre controle financeiro. 

A aliança pode bloquear contas e empresas brasileiras alegando que possuem "conexões" com essas organizações, atingindo a soberania do nosso bolso e dos nossos bens.

- A Pressão Política: Este movimento serve como um "aviso" diplomático. 

É uma forma da aliança dizer ao Brasil: "ou vocês se alinham às nossas diretrizes de segurança e economia, ou serão tratados como um risco global".

O que estamos presenciando não é um evento isolado, mas parte da desconstrução de um modelo antigo de gestão mundial. Quando grandes potências utilizam termos como "terrorismo" para justificar intervenções, elas estão, na verdade, tentando manter o controle sobre recursos e sistemas financeiros que estão em processo de mudança total.

Para o público, isso significa que a "ordem" que conhecemos está sendo testada. O fato de o governo brasileiro (aliança) trazer isso a público de forma oficial indica que a estrutura tradicional está sob estresse, e o foco agora é a transparência sobre como a soberania do nosso país é negociada nos bastidores.

A calma e o discernimento são essenciais enquanto o sistema através do quântico reajusta os sistemas nos bastidores.

🖥 Fontes Oficiais:
Documentação oficial do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty).

Relatórios de acompanhamento da Câmara dos Deputados sobre relações exteriores.

Monitoramento de diretrizes do Departamento de Estado dos Estados Unidos.
 
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SEMPRE QUE VOSSA MAJESTADE CRIA UM CARGO, DEUS CRIA UM TOLO PARA COMPRÁ-LO.

 

O ano é 1693 e a França está à beira do colapso.

O rei Luís XIV levou o país à falência com guerras intermináveis
​​pela Europa.

Os cofres do reino est
ão completamente vazios.

Eis que surge o c
ínico Controlador-Geral das Finanças, Luís Phélypeaux de Pontchartrain.
👇👇👇

Em vez de conter o estilo de vida extravagante da monarquia, ele orquestra um brilhante golpe institucional: a venda em massa de cargos públicos.


O conceito é genial. 

O Estado inventa um cargo

 administrativo do zero e o leiloa.

Um burguês rico emite um cheque vultoso para o Tesouro Real para comprar o cargo.

Em troca, ele ganha prestígio social, torna-se funcionário público vitalício e — o mais importante — recebe um salário fixo pago pelos impostos dos cidadãos.

Uma vez nomeado, esse funcionário é completamente intocável; não pode ser demitido.

Inicialmente, Pontchartrain vende cargos úteis, como os de juiz, tabelião ou vereador.

Mas a obsessão por dinheiro fácil leva a administração real à loucura.

Assim que os cargos importantes são preenchidos, o ministro inventa funções grotescas para continuar arrecadando dinheiro.

Em 1706, um decreto real estabelece o cargo oficial de "Inspetor e Controlador de Perucas".

Logo depois, o Rei coloca à venda cargos como Inspetor de Porcos Assados, Medidor de Barris e até mesmo Provador de Manteiga Fresca.

A curto prazo, o esquema funciona perfeitamente.

Luís XIV arrecada milhões em dinheiro vivo para financiar seus exércitos e palácios.

Mas o desastre econômico a longo prazo é colossal.

Para cobrir dívidas imediatas, o Estado condenou o povo a sustentar para sempre milhares de burocratas que não produzem absolutamente nada. 

Esse exército de parasitas administrativos, protegido por lei, vai drenar a economia francesa e paralisar o país até que o sistema exploda em 1789.

A lição da história é atemporal.

Diante da falência, um Estado sempre se recusa a enxugar.

Prefere inventar cargos absurdos, arrecadar o dinheiro imediatamente e deixar que as gerações futuras paguem a conta de sua incompetência.


https://x.com/i/status/2073275891556266260
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@qrmKuCwkBmNDU5 
👾
@forcaehonra1


A TERRA ESTÁ SENDO CARREGADA COMO UMA BATERIA GIGANTE.

 

"O geofísico e pesquisador Stefan Burns traz uma visão fascinante e urgente: nosso planeta está entrando em uma nova era geológica ultra-eletrificada.

A Terra está sendo carregada nesse momento como uma bateria gigante. 


Aliás, ela já está carregada e essa energia tem que ir para algum lugar, ela não pode ficar contida para sempre.

Com níveis de energia subindo rapidamente. 


Isso não é ficção, é um fato! 


É um processo real impulsionado principalmente pela intensa atividade solar. 


Onda de plasma solar!

O Sol é a grande fonte de energia do nosso planeta, todo mundo sabe disso, explosões solares recentes de classe X e M, que são as mais poderosas de todas, estão bombardeando a Terra com radiação ultravioleta e raios X extremamente fortes e poderosos. 


Essa radiação ioniza a atmosfera, quebra moléculas de ar, criando mais plasma, o quarto estado da matéria, produzindo plasma na atmosfera.

Lembrando que o plasma é um portal natural para transitar dimensões e densidades de vários reinos diferentes. 


Aliás, a teia cósmica é feita de plasma e isto foi confirmado cientificamente.

Então, existe uma teia, uma rede cósmica de plasma que unifica, como se fosse um terminal, todas as estrelas do Universo e por conseguinte todos os planetas.

A ionosfera fica carregada como um terminal de alta voltagem (até 400 mil volts) enquanto a superfície da Terra fica em zero voltagem. Isso gera um fluxo poderoso de energia que desce para o solo e os oceanos, criando correntes telúricas (eletricidade natural na crosta terrestre).

Consequência que estamos vendo agora desse processo que é irreversível, não tem mais volta, começaram as mudanças geofísicas. 


Se adapte! 


É a única alternativa que vc tem, se adaptar, pq não se adaptar vc vai pagar um preço muito alto e não vai ser nada agradável. 


Já não está sendo.

Pq que tem tantas pessoas descompensadas, "fora da casinha" surtando por aí? 


Por causa disso... 


Essa super-eletrificação está mudando o comportamento do planeta completamente.

O planeta está sendo transmutado e ninguém está falando nada...fenômenos luminosos, sprites vermelhos, jatos elétricos acima das nuvens e "luzes de terremoto" ( descargas de plasma saindo do chão antes ou durante abalos sísmicos). 


Aumento de terremotos, vulcões e ventos extremos (rajadas de furacão mesmo sem ciclones).

Nós não estamos falando de algo que vai acontecer, é algo que já está acontecendo, que já se iniciou. 


O jogo começou, não é que ele vai começar. 


Não estamos anunciando algo que vai acontecer. 


Já começou e é irreversível, não tem mais volta!"
Demis Viana


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