O MUNDO É GRANDE NOVAMENTE – LIBERTAÇÃO GLOBAL COMPLETA!

A corrupção foi ERRADA. 

O antigo sistema fiduciário está em colapso, substituído pelo inquebrável Sistema Financeiro Quântico (SFQ), agora TOTALMENTE ATIVADO e ONLINE em 209 nações. 


A prosperidade lastreada em ouro flui livremente e a escravidão da dívida termina hoje. 


NESARA/GESARA está ATIVO.

 

Leitos médicos estão ATIVADOS. 


Tecnologia avançada de cura quântica já está disponível em todo o mundo. 


A restauração gratuita da humanidade começou – doenças erradicadas, corpos rejuvenescidos e uma nova era de vitalidade desbloqueada. 


Veteranos, crianças e enfermos em estado crítico são priorizados. 


A Era de Ouro começou oficialmente.

 

Essa transformação é liderada por visionários e patriotas que jamais se renderam. 


Donald J. Trump se destaca como o Comandante que restaura a liberdade. 


John F. Kennedy permanece um símbolo eterno da verdade. 


Ao lado deles, aliados globais se levantam em defesa da soberania e da justiça.

 

Sob a proteção da Unidade Especial Z, o escudo se ergue e a espada da justiça abate a cabala. CORRUPÇÃO ZERO. 


TOLERÂNCIA ZERO. 


O sistema foi purificado.

 

AVISO IMPORTANTE PARA TODOS:

 

O SISTEMA ANTIGO ACABOU. 


A corrupção foi erradicada. 


O QFS está ativo, seguro e totalmente operacional. 


A transição é GRATUITA e protegida. 


Prepare-se para a Nova Era Dourada. 


Mantenha-se vigilante, confie no plano e abrace a luz. 


A tempestade passou – o amanhecer chegou.



A humanidade se ergue. 


A liberdade reina. 


O mundo é GRANDE NOVAMENTE! 

(https://t.me/REDEMPTION_NEWS)


◘ IVERMECTINA, VACINAS E OUTROS

1 – A Ivermectina evita os danos provocados pelas Vacinas RNA. 

2 – A Ivermectina bloqueia a entrada da Proteína Spike para dentro das células. 

Então, se a pessoa foi vacinada, tem uma esperança, tem uma forma de se tratar através da Ivermectina.

3 – A Ivermectina faz tratamento pós Covid e pós vacinal, é um medicamento eficaz em todas as fases da Covid 19, antes mesmo de entrar na célula a Ivermectina já destrói o vírus no sangue.  

Ela só tem efeitos benéficos e nenhum maléfico no tratamento do coronavírus.

4 – A Ivermectina tem ação anti-inflamatória muito potente no Coronavírus.

5 – A Ivermectina tem ação potente para lesões traumáticas e ortopédicas, e sem os efeitos colaterais dos corticoides.

6 – A Ivermectina trata doenças autoimunes como: artrite reumatoide, espondilite anquilosante, fibromialgia, psoríase, doença de Crohn, rinite alérgica.

7 – A Ivermectina reduz a frequência de gripes e resfriados.

8 – A Ivermectina melhora a imunidade de pacientes cancerosos.

9 – A Ivermectina trata Herpes Simplex e Herpes Zoster.

10 – A Ivermectina reduz frequência de sinusites e diverticulites.

11 – A Ivermectina protege o coração numa sobrecarga cardíaca, numa embolia por exemplo ela evita a hipóxia cardíaca porque ela estimula a produção de energia básica para que o tecido não seja destruído e melhora assim a função cardíaca.

12 – A Ivermectina é antiparasitária.

13 – A Ivermectina é antineoplásica (anticancerígena), suprime a proliferação e metástase das células cancerosas matando apenas as células cancerosas e preservando as células sadias, melhorando a eficácia do tratamento quimioterápico, pois mata as células cancerosas resistentes à quimioterapia, vencendo a resistência a múltiplos quimioterápicos que os tumores desenvolvem, e combinada com a quimioterapia e/ou anticancerígenos, ela proporciona o aumento da eficácia desses tratamentos.

14 – A Ivermectina é antimicrobiana (bactérias e vírus), e aumenta a imunidade.

15 – A Ivermectina tem capacidade fantástica de regeneração dos nervos.

16 – A Ivermectina regula o metabolismo da glicose e da insulina.

17 – A Ivermectina regula o metabolismo do colesterol.

18 – A Ivermectina reduz gordura hepática na esteatose.

19 – A Ivermectina protege o fígado exposto à inseticidas.

20 – A Ivermectina ataca o vírus em todos os lugares em que ele estiver, independente das mutações.

21 – A Ivermectina serve para a prevenção e para o tratamento do coronavírus, de forma surpreendente. Eficácia não comprovada não é da Ivermectina, e sim das vacinas.

22 – A Ivermectina, usada como agente profilático, foi associada à redução significativa das taxas de infecção, hospitalização e mortalidade por COVID-19.

23 - A Ivermectina não agride o fígado, pois não é metabolizada nele, e sim no intestino, pelo contrário, ela protege o fígado.

 

O estudo foi publicado no Cureus Journal of Medical Science.

https://www.cureus.com/articles/82162-ivermectin-prophylaxis-used-for-covid-19-a-citywide-prospective-observational-study-of-223128-subjects-using-propensity-score-matching 

Como tomar a Ivermectina:

1 comprimido de 6mg para cada 30 kg de peso por 2 dias e repetir esta dose 15 dias depois. 

*Tomar a Ivermectina após ingerir alimentos, pois aumenta em 2,5 vezes a sua absorção.*

DIVULGUEM. VAMOS SALVAR VIDAS! 

 

O XEQUE-MATE DE ANDRÉ MENDONÇA EM DAVI ALCOLUMBRE.

 

Marcos Brandão/Senado Federal



Foto do autor

Por Claudio Dantas

Ministro do Supremo enquadra presidente do Congresso com CPMI do INSS, CPMI do Master e veto de Lula à dosimetria

Publicado em 23 de março de 2026 às 20h16


André Mendonça desenhou sua liminar no mandado de segurança da CPMI do INSS com maestria, colocando Davi Alcolumbre numa verdadeira sinuca de bico. 


O ministro deu ao senador 48 horas para fazer a leitura do requerimento de prorrogação, em sessão do Congresso Nacional. 


Só que, uma vez convocada, Alcolumbre terá de seguir o regimento e proceder a leitura de itens que estão na fila, como: 

1- O requerimento de instalação da CPMI do Master e a 

2- Votação do veto de Lula à Dosimetria.


Alcolumbre só tem duas jogadas alternativas. 

1- Ficar parado e esperar as 48 horas, garantindo a prorrogação automática determinada por Mendonça; 

2- Ou driblar o Congresso e fazer a leitura em sessão do Senado. 


Se o fizer, porém, os deputados podem correr lá e exigir a aplicação da ordem da pauta do Congresso. 


Caso nada faça e a prorrogação se dê automaticamente, a minoria poderá fazer valer seu direito e deliberar sobre o prazo na própria CPMI.


Neste caso, em vez de 120 dias, a CPMI do INSS poderá ser prorrogada até 31 de dezembro de 2026, conforme requerimento já apresentado anteriormente no colegiado – e isso sem precisar de levar o pedido à votação. 


Por fim, a oposição pode até tentar recorrer da liminar de Mendonça no plenário da Segunda Turma, mas a próxima sessão é só na semana que vem, tarde demais para reverter a decisão que será sacramentada, de qualquer maneira, até a próxima quarta-feira.


Mendonça, que esperou 4 meses para ser sabatinado ao Supremo por birra de Alcolumbre, esperou agora mais de 4 anos para se vingar e o fez magistralmente — tecnicamente –, enquadrando o senador. 


Alcolumbre, ressalta-se, vem usando o cargo para impedir que investigações explorem suas relações pouco (ou nada) republicanas, tanto com o careca do INSS como com o dono do Master. 


O terrivelmente evangélico ainda impôs ao governo Lula sua terceira derrota na CPMI.

https://claudiodantas.com.br/o-xeque-mate-de-mendonca-em-alcolumbre/?utm_source_platform=mailpoet


 

🏎️ CATERHAM APRESENTA SÉRIE LIMITADA “SEVEN HWM” EM TRIBUTO AO CONSTRUTOR DE FÓRMULA 1🚗

 



Fundada em 1973 com um propósito único — preservar o legado do Lotus 7 —, a Caterham Cars adquiriu os direitos do seu desenho, que mantém vivo até hoje. 

Partindo da terceira série concebida por Colin Chapman, os seus modelos continuam a ser referência para quem procura uma experiência de condução na sua forma mais pura.

Desta feita, para comemorar os 75 anos do HWM Alta, um monolugar de Fórmula 1 que competiu em 1951, a Caterham lançou uma série limitada a apenas 19 unidades, designada de Seven HWM Edition.


A HWM, acrónimo de Hersham and Walton Motors (actualmente um concessionário Aston Martin e da Caterham em Surrey, no Reino Unido), foi, durante as décadas de 40 e 50, uma construtora de automóveis de competição, incluindo de monolugares para a Fórmula 1. 

Foi, inclusivamente, a primeira equipa britânica a vencer um Grande Prémio na era pós-guerra.

Em 1951, o Alta conseguiu sete vitórias, sete segundos e dez terceiros lugares e, de entre os vários pilotos que passaram pela equipa, podemos destacar Sir Stirling Moss. 


A HWM ainda detém na sua posse um dos cinco Alta produzidos em 1951.


Os Seven HWM Edition serão vendidos apenas no Reino Unido e têm como base o Seven 420, equipado com o motor de quatro cilindros em linha Ford Duratec de 2,0L de cilindrada e uma potência de 210cv.


No interior, conta com um tablier produzido em alumínio com mostradores Smiths, volante Moto-Lita, enquanto que existem duas possibilidades de bancos, uns mais confortáveis e de estilo retro, e umas baquets puras, estas complementadas por dois pequenos deflectores de vento no lugar do para-brisas.


Todas as 19 unidades do Seven HWM Edition são construídas à mão e têm um preço a começar nas 57.900 libras (cerca de 67 mil euros).

 https://www.jornaldosclassicos.com/2026/03/19/caterham-apresenta-serie-limitada-seven-hwm-em-tributo-ao-construtor-de-formula-1/



A BUGATTI E A MINHA PAIXÃO.

 


A Bugatti é para mim uma lenda. 


Porque, se lerem a história de Ettore Bugatti, um homem que vai fazer a sua preparação escolar como artista e que acaba por se tornar, aos 18 anos, o fabricante de um automóvel que é apresentado no Salão de Turin onde ganha o primeiro prémio entre todos os modelos ali expostos, mostra-se um génio autodidata que sem preparação, fabrica um modelo que leva a empresa De Dietrich o contrate como desenhador, num contrato fabuloso para a época e que, por ser ainda menor, Ettore não pode assinar, assinando o seu pai em seu lugar. 


Isto mostra sem dúvida, que os seus automóveis nunca poderiam ser banais. 


Não poderiam ser como por exemplo os Ford, com todo o respeito que tenho por esta marca, e sim modelos como que saídos da pena e da criação de um Leonardo Da Vinci.


Só assim se pode compreender que um homem que durante 30 anos fabricou automóveis num espaço temporal que lhe daria para os fabricar em centenas de milhar muito largas, apenas tenha produzido 7800 unidades. 


Logo, as Bugatti tinham de possuir algo de muito fora de comum para entusiasmarem 7800 pessoas ao longo de 30 anos um número de exemplares que uma boa cadeia de montagem e de fabrico em série seria capaz de produzirem semanas e algumas horas. 


Provas mais que suficientes de que Ettore Bugatti punha a sua marca de génio dentro e fora de todos os modelos da marca, fossem modelos de Turismo de Sport ou de Corrida. 


Mas, genialmente, não apenas no automóvel. 


Os barcos e aviões, o mobiliário e relojoaria, o vestuário por si criado, desenhado e produzido eram verdadeiras obras de excepção, pares das que Leonardo Da Vinci criara na sua época. 



Daí que, esta paixão que me move pela Bugatti reside no facto de saber que esta marca é diferente de todas as outras. 


É, breve, um automóvel conceito de arte. Todas as peças que formam uma Bugatti são exemplo de arte pura e simples. 


Por exemplo, as porcas de aperto são, na Bugatti, diferentes de todas as outras. O seu passo é distinto e isso nota-se. 


Mesmo se comparadas com as restantes peças usadas pelas grandes marcas de sempre como na Rolls-Royce, se notam diferenças, como que a dizer que só a Bugatti as usa, ali onde Ettore as concebeu em mais lugar algum. Tudo numa Bugatti é diferente. 


Claro que os modelos da marca têm outras concepções que os demarcam e características muito apaixonantes. 


São máquinas que se distinguem pela sonoridade ímpar, o superior rendimento dos seus motores, o intenso prazer da condução desportiva mas, no global do que é uma Bugatti, estamos diante, sempre, de uma obra-prima, muito para além de boas características e altas performances. 


Naturalmente, os outros fabricantes e outras marcas dirão o mesmo dos seus automóveis mas, para mim, não conseguem convencer. 


Certos modelos de outros fabricantes muito famosos, atingem valores de mercado elevados mas, nos Bugatti, esse valor é muitas vezes inimitável. 


Eu não gosto particularmente de Picasso mas, todos confessam, a sua cotação no mercado de arte é elevadíssima face a outros artistas que produziram obras similares, de onde, Picasso deve ter tido uma qualquer característica genial que o demarcou do comum dos restantes. Assim se processa com a Bugatti. 


A marca tem qualquer coisa a mais que os restantes fabricantes automóveis. 


Todas as Bugatti, desde as fabricadas em 1910 até ás últimas, as famosas 57 já da pena do filho de Ettore Jean Bugatti, são, sem sombra de dúvida, obras geniais. Todas. 


Quanto a Portugal, a paixão que subsiste pelas Bugatti 35, sejam do tipo A, B ou C é sinónimo do peso que estes modelos alcançaram e granjearam no país em termos de desporto e competição automóvel, fosse em modelos de Corrida, fosse em Sport, onde estes soberbos modelos imperavam no período anterior `à Segunda Guerra Mundial.


Nomes de pilotos aos comandos das suas Bugatti 35, que ficaram famosos para a história, os de Lehrfeld, possuidor confirmado de dois modelos 35 um dos quais, o segundo, é hoje de minha propriedade e detentor de um impressionante curriculum desportivo, o 35C de 2,0 litros de cilindrada do José Marinho, do Porto, automóvel onde depois correu o Conde de Monte Real, o 35A de outro nome grande no período, Abílio Nunes dos Santos e que pertence hoje ao meu grande amigo Jacques Touzet, dos mais precisos investigadores Bugatti no país, conhecedor profundo da identidade dos modelos da grande marca. 


Este Bugatti é precisamente o automóvel que vos surge em imagem. Finalmente, citando alguns exemplos de Bugatti que correram em Portugal, o famoso modelo de Ribeiro Ferreira, do tipo 51, o mais avançado da linha, com motor igual ao que equipa o meu 35B mas com duas árvores de cames à cabeça. 

Sobre este automóvel que participou, por exemplo, no Circuito do Estoril de 1937, uma história deliciosa, daquelas tão deliciosas como só as Bugatti nos sabem dar.


Jacques Touzet, sempre atento e super rigoroso nas investigações e histórias Bugatti, consegue ter acesso a um documento impressionante, original e comprovativo da história final de uma Bugatti que foi portuguesa: a acta descritiva do desmantelamento da Bugatti 51 ex-Ribeiro Ferreira depois ex-Casimiro de Oliveira, numa sucata do Norte no ano de 1943. 


Não há engano. O automóvel foi pura e simplesmente destruído e ponto final. Esta Bugatti deixou de existir nos anos 40…Década de 70, grande espanto! 


Uma Bugatti 51A é posta à venda nos Estados Unidos com o mesmíssimo número de série da Bugatti que foi de Ribeiro Ferreira. Pela notícia, estava à venda a Bugatti que correra em Portugal. Os números assim o diziam. 


O automóvel é vendido ao maior coleccionador Bugatti da Europa, residente perto do Mónaco, de nome Uwe Hucke. Alertados por este facto, eu e Jacques Touzet entramos em contacto com este grande bugattista comprovando-lhe através do documento original de 1943 que os números da Bugatti que adquirira não podiam ser os mesmos do automóvel de Ribeiro Ferreira. 


O homem ia tendo uma síncope! 


Tempos mais tarde, depois de se envolver no assunto o maior conhecedor Bugatti de sempre, Hugh Conway, que dá também o seu parecer sobre este caso, recebo em casa um dos bonitos catálogos da célebre leiloeira londrina Coys onde se divulgava que para breve iria ser leiloada a tal Bugatti, com os números tal e qual os mesmos como se fosse a Bugatti ex-Ribeiro Ferreira. 


Evidentemente de boa fé, sem o saber, a Coys punha à venda um modelo forjado. 


Avisamos a conceituada casa de leilões com a comprovante folha de acta original, uma vez mais alvo de estudo por Conway que lhe confere toda a credibilidade. 


A Coys altera o estatuto da Bugatti, alertando num seu catálogo posterior que “não podemos garantir a autenticidade deste modelo”. 


Comprado posteriormente por Ivon Dutton, a Bugatti passa a marcar presença nas corridas para veículos históricos, forjada tal qual viera dos Estados Unidos… 


Prova esta pequena e pitoresca história Bugatti que estes automóveis são de tal forma extraordinários que até se deixam falsificar em altas doses e talvez como nenhuns outros de marcas mundiais. 

A belíssima 51 A de Ribeiro Ferreira tal como veio para Portugal.


Confirmadamente, hoje é sabido que os modelos iguais ao meu 35B saíram de fábrica em número de 40, entre 1927 e 1930, numerados como Bugatti verdadeiros. 


Nem mais um. Sabemos hoje, comprovadamente que existem 48! O que só pode garantir que oito terão sido “inventados” e que, dos originais 40 decerto que volvidos estes anos todos alguns desapareceram. 


Portanto, em que ficamos? Que foram forjados muitos. Destes 48, quais os verdadeiros? 


Isto é o fascinante da Bugatti e de se investigar sobre ela. É que, o que é mais useiro e natural é que uma peça Bugatti dê para fazer seis. Eu explico. 


Como numa boa e rara cómoda de estilo em mobiliário, que tenha quatro pernas e três gavetas, se ela for dissecada para forjar cómodas iguais, uma perna dá para fazer pernas iguais mas falsas, gavetas também. 


Portanto, quantas cómodas podem ser feitas, forjadas, a partir dos “cacos” de uma original? Não sabemos…Mas, esperamos vir a descobrir! 


É a paixão destas coisas. Das coisas raras. Como quem de um Picasso, de um Dali, multiplica milagrosamente dezenas de novos Picasso, novos Dali, a partir de fragmentos originais de quadros famosos destes artistas. 


Falsos ou forjados para valerem um dinheirão, vendidos como a coisa real. 


Fascinante…como só as Bugatti sabem ser. 

Museu do Caramulo 12 de Janeiro de 1996.

https://www.jornaldosclassicos.com/1996/03/02/a-bugatti-e-a-minha-paixao/

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A corrupção foi ERRADA.   O antigo sistema fiduciário está em colapso, substituído pelo inquebrável Sistema Financeiro Quântico (SFQ), agora...

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