MARCO RUBIO DECLAROU QUE BRASIL JÁ NÃO FAZ PARTE DA LISTA DE "PAISES AMIGÁVEIS" AOS 'EUA'

 

Publicado em 02 de junho de 2026

Foto do autorPor Claudio Dantas

Marco Rubio declarou que já não fazemos parte da lista de ‘países amigáveis’ aos EUA


Em sua região de influência, integramos agora o seleto grupo de ditaduras sanguinárias e corruptas, como Cuba, Nicarágua, Colômbia e Venezuela. 


Na prática, o Brasil sob Lula foi rebaixado para a segunda divisão da geopolítica global. 


Adeus, relações preferenciais, investimentos estratégicos, acordos de segurança. 


Somos oficialmente um pária internacional, graças ao líder máximo do PT.


Essa conquista, claro, não seria possível sem o auxílio luxuoso do Supremo Tribunal Federal, uma corte integrada por gente irresponsável. 


Quem diz isso é o próprio governo americano, que, no relatório final da investigação feita pelo USTR (Escritório de Comércio dos EUA), empilha acusações contra Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. 


Somos um regime de exceção, em seu pior sentido, onde críticos são perseguidos e o devido processo legal deixou de existir.


Uma nação sem qualquer projeto de país e onde o presidente gastou seu terceiro mandato com ofensas e acusações infantis contra o líder da maior potência militar e econômica do planeta, apenas para satisfazer sua militância radical. 


Uma nação sem qualquer segurança jurídica e onde qualquer canetada de ministro do STF elimina leis, contratos, negócios, reputações e vidas. 


Somos governados por gente da laia de Nicolas Maduro, Daniel Ortega, Gustavo Petro e Miguel Díaz-Canel.


Sendo assim, não merecemos compaixão. 


Merecemos tarifas de 25% sob nossos produtos e fuga massiva de investimentos; merecemos o isolamento diplomático, com a exclusão do Brasil de fóruns regionais e multilaterais; merecemos agentes da CIA cumprindo missões especiais por aqui. 


Merecemos ser humilhados com a abertura de uma investigação contra o presidente da República e até sua eventual prisão, numa operação secreta das forças especiais americanas.


Merecemos a tutela externa, pois somos incapazes de resolver nossos próprios problemas. 


Da lista de presidentes párias da região, Maduro é o exemplo mais bem acabado e passará o resto de seus dias numa penitenciária federal americana. 


Diaz-Canel tenta evitar o mesmo destino, assim como fez Petro, que recuou nas agressões rasas e torce agora para que seu pupilo Iván Cepeda seja eleito. 


Lula pode acabar como Maduro, se esticar a corda, ou pode recuar e dar a sorte de não conquistar um quarto mandato.


Rubio conta com isso, na verdade. 


Como ressaltou em sua fala, o Brasil passa por um “processo eleitoral” e poderá ser reabilitado com a eleição de Flávio Bolsonaro, chamado por Trump de “jovem inteligente que ama muito seu país”. 


Sim, um verdadeiro patriota nunca colocaria toda a nação em risco, por mera vaidade ou qualquer interesse oculto. 


Lula lançou o país numa trajetória de colisão com a maior potência nuclear do planeta, irresponsabilidade que cobrará seu preço em inflação, escassez, desemprego ou coisa pior.

Ele é o verdadeiro traidor

Lula defende a forca para traidores


Eu ficarei satisfeito se ele puder pagar em vida por seus crimes contra a pátria.

https://claudiodantas.com.br/se-esticar-com-eua-lula-pode-virar-maduro/?utm_source_platform=mailpoet


FIM DA FARRA DOS HABEAS CORPUS PARA FACCIONADOS?

 

O sociólogo e escritor Eduardo Matos durante participação no programa Alive, apresentado pelo jornalista Claudio Dantas. Foto: Reprodução/ Youtube Claudio Dantas.

Assista ao programa de hoje:


Fim da farra dos habeas corpus para faccionados?

Sociólogo afirma que a designação de PCC e CV como grupos terroristas abre espaço para investigações internacionais sobre possíveis conexões entre criminosos e agentes públicos.

Publicado em 01 de junho de 2026

A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras pode ter reflexos além do combate direto às facções. 


Essa foi a avaliação do sociólogo e escritor Eduardo Matos durante participação no programa Aliveapresentado pelo jornalista Claudio Dantas, nesta segunda-feira (1º).


Ao comentar os efeitos da medida anunciada pelo Departamento de Estado americano, Matos afirmou que a atuação de órgãos internacionais independentes pode criar um novo ambiente de investigação sobre agentes públicos eventualmente relacionados a decisões que beneficiaram integrantes de organizações criminosas.


“Eu posso ter a suspeita que eu quiser sobre aquele juiz. 


Ele recebeu dinheiro, não recebeu dinheiro, ele está no esquema, não está no esquema. 


Se eu não tiver um juiz acima dele que seja autorizado a investigar, eu não posso instaurar uma investigação”, declarou.


Segundo o sociólogo, a entrada em cena de instituições estrangeiras sem vínculo com a estrutura judicial brasileira pode alterar esse cenário. 


“O fato de ter agências internacionais que não dependem da hierarquia nacional brasileira pode abrir espaço para que esse princípio aconteça”, afirmou.


Matos citou decisões judiciais envolvendo criminosos de alta periculosidade e sugeriu que esses casos podem despertar interesse de órgãos de inteligência e segurança dos Estados Unidos.


“O juiz tal mandou soltar André do Rap, mandou soltar Marcola, mandou soltar fulano. 


Pode ser que isso acenda um sinal vermelho na CIA, no FBI, no Pentágono, e os caras decidam investigar por conta própria essa figura”, disse.


Na sequência, acrescentou que uma eventual apuração internacional poderia produzir elementos capazes de sustentar medidas futuras. 


“Investigando essa figura por conta própria, podem receber dados suficientes para tornar essa figura enquadrada num processo absolutamente inevitável”, afirmou.

https://www.instagram.com/reel/DZDv_xczTAC/?igsh=MWJlM3RvYWNvZmJndw%3D%3D

Durante a entrevista, Claudio Dantas destacou o que considera uma consequência pouco debatida da nova classificação das facções brasileiras pelos Estados Unidos. 


Segundo ele, diversos integrantes do PCC e do Comando Vermelho conseguem levar seus casos diretamente aos tribunais superiores e, em algumas situações, obtêm decisões favoráveis.


“Você tem esses casos de faccionados, integrantes do PCC e do Comando Vermelho, e eles acabam todos aqui na mão de ministros de tribunais superiores”, afirmou o jornalista.


Dantas criticou o que chamou de tratamento privilegiado concedido a criminosos ligados às facções. 


“Me parece que a gente instituiu um foro privilegiado para o criminoso faccionado. 


Quer dizer, um foro privilegiado para esses terroristas”, declarou.


Na avaliação do apresentador, a decisão americana pode fazer com que decisões judiciais envolvendo integrantes das organizações passem a receber atenção especial de autoridades estrangeiras.


“O risco que isso traz agora, a partir dessa designação de PCC e Comando Vermelho como terroristas, é para esses ministros. 


Atenção: decisões que beneficiam, muitas vezes de forma injustificada, criminosos de alta periculosidade podem vir a ter uma atenção especial do governo americano e da Justiça americana”, afirmou.


A discussão ocorre poucos dias após o anúncio oficial do governo dos Estados Unidos. 


Em comunicado divulgado na última quinta-feira (28), o Departamento de Estado informou que PCC e Comando Vermelho serão incluídos na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês), com vigência a partir de 5 de junho.


Ao justificar a medida, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as duas facções estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil.


Nos últimos meses, o governo brasileiro atuou para tentar evitar a classificação das facções como grupos terroristas. 


A avaliação de integrantes do governo era de que a medida poderia abrir caminho para sanções mais severas ou ampliar a atuação americana em temas relacionados ao combate ao crime organizado na região.

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A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL FALHA QUANDO SE TRATA DE FÉ: ELA REVELA PRECONCEITOS NA AVALIAÇÃO DE RELIGIÕES.

 


A inteligência artificial falha quando se trata de fé: ela revela preconceitos na avaliação de religiões.

Publicado: 1 de junho de 2026,

Um novo estudo entrevistou 1.125 adultos americanos e comparou suas expectativas com as respostas geradas por diferentes modelos de inteligência artificial.

A incorporação da inteligência artificial na esfera religiosa, por meio de aplicativos de oração, assistentes virtuais e ferramentas de apoio a líderes religiosos, levantou dúvidas sobre sua capacidade de lidar com questões relacionadas à fé, relata o Axios .


Por essa razão, um estudo do Consórcio para a Avaliação da Fé e da Ética na IA entrevistou 1.125 adultos americanos para comparar suas expectativas com as respostas geradas por diferentes modelos de IA.


Os autores enfatizam que esta é uma das primeiras análises sistemáticas e multirreligiosas de como a tecnologia responde a questões de fé.


Expectativas versus respostas

A pesquisa concluiu que esses sistemas frequentemente deixam de lado perspectivas religiosas ao responder perguntas sobre assuntos pessoais e delicados.


Quando questionados sobre questões morais e de vida, entre 45% e 59% dos participantes esperavam que as respostas incluíssem alguma referência religiosa. 


No entanto, os sistemas mencionaram religião apenas entre 5% e 16% das vezes. 


Além disso, a discrepância foi especialmente evidente em questões relacionadas ao luto e à perda, onde os respondentes consideraram a dimensão religiosa relevante em 59% dos casos, enquanto a IA a incorporou em apenas 16%. 


Da mesma forma, em assuntos relacionados à família, criação de filhos e perdão, as expectativas foram de 55%, em comparação com os 10% registrados pelos modelos. 


Igualmente, em questões éticas, referências religiosas eram esperadas em 45% das respostas, mas a IA as incluiu em apenas 5%.


A inteligência artificial direciona e aliena as religiões.

O estudo também detectou padrões de viés nas respostas relacionadas à conversão religiosa. 


Especificamente, a IA avaliou o catolicismo, a fé bahá'í e o sikhismo de forma mais favorável, enquanto as Testemunhas de Jeová*, o ateísmo e o agnosticismo receberam um tratamento menos positivo. 


Nesse contexto, o reverendo John Paul Kimes, professor da Universidade de Notre Dame, alertou que excluir vozes religiosas de conversas importantes pode empobrecer o debate em vez de enriquecê-lo. 


No entanto, os pesquisadores alertam que o aumento de referências religiosas pode ser interpretado como proselitismo, por isso acreditam que a IA deve encontrar um equilíbrio e reconhecer quando a dimensão espiritual é relevante, sem pressupor que o usuário queira receber orientação religiosa.


*Organização proibida no território da Federação Russa.

https://esrt.space/actualidad/608201-ia-mostrar-sesgos-religiosos-incorporar-fe


DOSES ELEVADAS DE "VITAMINA D" REDUZEM O RISCO DE DIABETES EM ALGUMAS PESSOAS.

 

Doses elevadas de vitamina D reduzem o risco de diabetes em algumas pessoas.


Uma variação específica no gene do receptor de vitamina D pode determinar se a suplementação com altas doses reduz o risco de diabetes em pessoas pré-diabéticas.


Quase 115 milhões de americanos estão a caminho de desenvolver diabetes. 


Uma nova pesquisa sugere que um suplemento barato e amplamente disponível pode retardar essa progressão, mas apenas para alguns deles.

Uma peculiaridade genética presente em aproximadamente 70% dos adultos pré-diabéticos pode determinar se altas doses de vitamina D podem reduzir significativamente o risco de desenvolverem diabetes tipo 2, de acordo com um estudo publicado no JAMA Network Open.


A pesquisa se baseia no estudo D2d . Mais de 2.000 adultos americanos com pré-diabetes foram aleatoriamente designados para tomar 4.000 unidades de vitamina D ou um placebo por até 3,5 anos. Inicialmente, o estudo não encontrou mudanças significativas entre os participantes. 

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A dose diária recomendada é de 600 a 800 unidades para adultos de estatura média.


No entanto, quando os cientistas analisaram o DNA dos participantes, um quadro mais complexo surgiu: aqueles portadores de variações específicas — conhecidas como AC ou CC — em um gene chamado ApaI responderam fortemente à suplementação. 

Ao longo dos 3,5 anos do estudo, os participantes portadores da variante AC ou CC apresentaram uma probabilidade 19% menor de desenvolver diabetes. 


Os cerca de 30% com a variação AA não apresentaram nenhum benefício.


“O diabetes tem muitas complicações graves que se desenvolvem lentamente ao longo de anos”, disse a pesquisadora principal do estudo, Bess Dawson-Hughes, em um comunicado


“Se pudermos retardar o tempo que uma pessoa passa vivendo com diabetes, podemos reduzir alguns desses efeitos colaterais nocivos ou diminuir sua gravidade.”


Essa distinção é importante porque a pré-diabetes — definida por níveis de açúcar no sangue mais altos que o normal, mas que ainda não se transformaram em diabetes — afeta mais de dois em cada cinco adultos nos EUA e, muitas vezes, progride silenciosamente. 


Identificar quem pode se beneficiar da intervenção com vitamina D pode permitir que os médicos direcionem a suplementação com muito mais precisão do que as diretrizes gerais atuais permitem.


Um gene influencia a forma como seu corpo responde à vitamina D.


A vitamina D presente no sangue é convertida em sua forma ativa no organismo. 


Os receptores de vitamina D são altamente prevalentes e estão presentes em muitas células por todo o corpo.


Quando a vitamina D se liga aos receptores celulares, ela ajuda as células a desempenharem suas funções.


Nas células pancreáticas, a vitamina D facilita a liberação de insulina para regular o açúcar no sangue.


Pessoas com as variações AC e CC responderam bem à vitamina D e, portanto, obtiveram mais benefícios com a suplementação.


As descobertas podem ajudar a desenvolver uma abordagem personalizada para a prevenção do diabetes tipo 2, disse o autor sênior Anastassios Pittas, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Tufts, em comunicado. "Parte do que torna a vitamina D atraente como uma potencial ferramenta preventiva é que ela é barata, amplamente disponível e fácil de ser ingerida."


No entanto, os pesquisadores enfatizaram que mais pesquisas são necessárias para determinar quais indivíduos podem se beneficiar de doses mais altas de vitamina D, com Dawson-Hughes observando que testes futuros poderiam envolver um teste genético simples e acessível para identificar aqueles com maior probabilidade de se beneficiarem da
suplementação.


Recomendações para os níveis de vitamina D

O primeiro passo é fazer um exame para verificar seu nível de 25-hidroxivitamina D, disse ao The Epoch Times Diana Cusa, nutricionista sênior do Hospital Plainview em Nova York, que não participou do estudo.


“Caso se constate que seus níveis são deficientes, você pode considerar a suplementação e rever sua alimentação e seus hábitos de exposição ao sol”, disse ela.


Cusa recomendou que aqueles que optam por suplementos tomem de 600 a 800 unidades internacionais (UI) de vitamina D3 por dia para a saúde geral. 


"Doses mais elevadas podem ser necessárias caso seja detectada alguma deficiência ou para estudos de prevenção específicos", acrescentou.

As diretrizes atuais recomendam 600 UI por dia para pessoas com até 70 anos de idade e 800 UI para pessoas com mais de 70 anos. 


A ingestão excessiva de vitamina D pode ser prejudicial e tem sido associada a um risco aumentado de quedas e fraturas em idosos.


A luz solar, como destacou Cusa, é uma das fontes naturais mais eficazes de vitamina D, e passar tempo ao ar livre pode ajudar a aumentar seus níveis.


"No entanto, é importante ter cautela — não passar muito tempo no sol sem o protetor solar adequado, pois a exposição excessiva aumenta o risco de câncer de pele", alertou ela.

Embora não seja possível sofrer uma overdose de vitamina D apenas com a exposição solar, ela acrescentou que tomar suplementos em altas doses pode levar à toxicidade, "portanto, a suplementação deve ser feita com cautela e, idealmente, sob orientação médica".

Fontes naturais de vitamina D incluem peixes gordos como salmão, atum, cavala, sardinha e truta arco-íris. 


Outras boas fontes são fígado bovino, cogumelos, gema de ovo e óleo de fígado de bacalhau. 

"Esses alimentos, ricos em proteínas e gorduras saudáveis, podem ajudar a manter níveis estáveis ​​de glicose no sangue quando consumidos com moderação", disse Cusa.

https://www.theepochtimes.com/health/your-dna-could-decide-if-vitamin-d-lowers-your-diabetes-risk-6017632?src_src=rtnewsnoe&src_cmp=rtbreaking-2026-05-31-2&est=gbqz07eyL%2BGUkTiPjor%2BZh1GFL0l7Vl7LjPqfko82k%2B1oGJ1KJ9OzxP6dIshfg%3D%3D

 

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