TERREMOTOS NA VENEZUELA: CERCA DE 45.000 PESSOAS DADAS COMO DESAPARECIDAS.

 



Pessoas procuram vítimas em meio aos escombros de um prédio que desabou, após terremotos em Caracas, Venezuela, em 25 de junho de 2026. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

Venezuela: Antes e depois de um terremoto devastador

Terremotos na Venezuela: cerca de 45.000 pessoas dadas como desaparecidas.

A catástrofe atingiu um país que já enfrentava anos de turbulência económica que tinha deixado grande parte das suas infra-estruturas frágeis, complicando os esforços de resgate e representando um teste crucial para o governo interino do país, que saudou as promessas de ajuda de toda a comunidade internacional. 


Jorge Rodriguez, que lidera a assembleia nacional da Venezuela e é irmão da presidente interina Delcy Rodriguez, disse na tarde de quinta-feira que pelo menos 188 pessoas foram confirmadas mortas e 200 ficaram presas. 


Ele disse que pelo menos 1.520 pessoas foram hospitalizadas e 250 edifícios foram danificados ou destruídos, deixando quase 3.000 famílias desabrigadas.

Fontes: Zero Hedge – Reuters – Rússia Today

As autoridades já confirmaram pelo menos 188 mortes e 1.520 ficaram feridos, mas esse número deverá aumentar significativamente, visto que centenas de edifícios desabaram.

Resumo da catátrofe:

  • 45.000 desaparecidos relatados em plataforma de monitoramento independente

  • Começa a primeira fase da resposta humanitária dos EUA

  • Edifícios desabaram em vários bairros de Caracas

  • Venezuela declarou estado de emergência nacional após terremotos 

  • Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio envia socorristas 

  • Trump diz “EUA está pronto, disposto e capaz de ajudar” 

  • USGS diz que terremotos podem provocar “resposta internacional” 

  • USGS teme número de mortos entre 10 mil e 100 mil 

O meio de comunicação em espanhol  UHN Plus relata: 

Começa a primeira fase da resposta humanitária de ajuda internacional

Anteriormente, o Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio forneceu aos repórteres uma atualização sobre os esforços dos Estados Unidos para ajudar os venezuelanos depois que dois grandes terremotos abalaram a área metropolitana de Caracas e provavelmente deixaram milhares de mortos.


Plataformas de monitoramento independentes e sites dedicados a localizar pessoas desaparecidas estimam, de forma não oficial, entre 39.000 e 40.000 relatos de indivíduos cujo paradeiro é desconhecido após o terremoto devastador na Venezuela”.

“Já estamos enviando equipes de busca e resgate do condado de Fairfax, Virgínia e Los Angeles


Haverá alguns outros que adicionaremos. 


Essa é a necessidade mais imediata deles agora: esforços de busca e resgate. 


Eles têm muitos prédios desabados. E então eles precisarão de muita ajuda para superar isso”, disse Rubio.


Ele acrescentou: Já levantamos nossas equipes de resposta a desastres no Departamento de Estado e nossos esforços humanitários


É algo que fizemos muito bem na Jamaica, depois daquela tempestade, e é algo que estamos realmente preparados para fazer agora.”


Qualquer resposta humanitária liderada pelo governo dos EUA provavelmente incluiria apoio médico naval, potencialmente envolvendo navios-hospitais como o USNS Comfort (TAH-20) e o USNS Mercy (TAH-19). 


No entanto, não há atualização oficial sobre se algum dos navios está atualmente pronto para implantação rápida na Venezuela.


O governo venezuelano declarou estado de emergência em todo o país, mobilizando as forças armadas, unidades de defesa civil e serviços de emergência. 


Escolas, transporte público e alguns aeroportos foram temporariamente fechados, enquanto o fornecimento de energia, água e comunicações foi interrompido em diversas regiões.


O Aeroporto Internacional Simón Bolívar permanecerá fechado até pelo menos sexta-feira devido aos danos causados ​​pelo terremoto, enquanto os serviços de metrô e trem em Caracas foram suspensos.


O presidente russo, Vladimir Putin, expressou condolências à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, e afirmou que Moscou se solidariza com o “povo venezuelano amigo”. 


O Kremlin declarou que a Rússia está pronta para prestar assistência, caso seja solicitada.


A China também expressou condolências e afirmou estar pronta para ajudar. 


O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, manifestou confiança de que o povo venezuelano superará o desastre e reconstruirá o país. 


Outros países e organizações internacionais, incluindo França, Alemanha, Turquia, Irã, Vaticano, ONU e Banco Mundial, também prometeram assistência ou expressaram apoio aos esforços de socorro.


Os dois fortes tremores na Venezuela ocorreram poucas horas antes de um terremoto de magnitude 7,2 atingir as prefeituras de Aomori e Iwate, no norte do Japão, ferindo pelo menos oito pessoas, principalmente devido à queda de objetos, segundo a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres do país.

‘ZONA DE DESASTRE’

A área mais afetada, o estado de La Guaira, perto de Caracas, “tornou-se uma zona de desastre”, disse o presidente em exercício Rodriguez, acrescentando que o seu governo estava trabalhando com empresas para implantar maquinaria pesada para acelerar os esforços de resgate. 


A eletricidade no estado era escassa na quinta-feira.


O principal aeroporto de Caracas, em La Guaira, foi fechado na quinta-feira após sofrer grandes danos. 


Imagens de testemunhas durante os terremotos mostraram cenas de pânico quando o teto do aeroporto caiu. 


Em algumas áreas, equipes de emergência escalaram os escombros dos prédios que desabaram durante a noite e até quinta-feira.


Noutros, os residentes condenaram a falta de ajuda.Yamileth Jimenez, moradora de La Guaira, disse que seu filho de 19 anos ficou preso nos escombros de seu prédio de sete andares.


“Ele está sob as lajes e não há maquinário para tirá-lo de lá”, disse Jimenez, perturbado depois que seu pai morreu apenas três dias antes.

ASSISTA: Imagens aéreas mostram danos extensos em La Guaira, na Venezuela.

Equipes de resgate eram escassas na capital homônima do estado, onde voluntários estavam cavando com as próprias mãos.


“Perdemos tudo. 


Não temos comida nem remédios… Esperamos que a ajuda chegue rapidamente”, disse Pedro Perez, 64 anos, proprietário de uma oficina de estofados. 


Ele disse que perdeu sua casa e seu negócio e foi forçado a sair às ruas com sua esposa e filhos.

https://thoth3126.com.br/terremotos-na-venezuela-cerca-de-45-000-pessoas-dadas-como-desaparecidas/


SOBRE COMO ENRIQUECER...

A história trilionária de Elon Musk ensina muitas coisas, mas talvez a maior lição para a maioria das pessoas seja esta

Leandro Ruschel

jun 25

A história trilionária de Elon Musk ensina muitas coisas, mas talvez a maior lição para a maioria das pessoas seja esta: qualquer que seja a atividade em que você está envolvido, é preciso imaginar qual é o limite de retorno que ela pode te dar.

99% das pessoas passam a vida inteira no “automático”, sem pensar muito no que estão fazendo e com qual propósito.

Você vai para a escola, e é exigido apenas que você passe de ano. 

A maioria não foca em efetivamente aprender algo. 

E, para falar a verdade, a maioria dos professores também não ensina nada, apenas cumpre a função de fazer alunos memorizarem algo para passar numa prova.

Depois vem a universidade, com uma postura bastante parecida com a da escola, com o agravante de servir como centro de formação de militância ideológica, em vez de preparar o aluno para o mercado de trabalho.

Aí começa a carreira, em que o objetivo não é entregar o melhor trabalho possível e evoluir para cargos mais desafiadores que produzem um salário melhor, mas sim ganhar dinheiro suficiente para pagar as contas.

E mesmo aqueles que conseguem imaginar uma evolução de carreira, planejá-la e buscá-la, sempre terão uma limitação em termos de ganhos com salário, apenas.

A criação de valor, tirando raras exceções, como ser um executivo de ponta, um artista de ponta, um esportista de ponta, um cientista de ponta, está em criar uma empresa, ou ser sócio de uma empresa.

Qualquer que seja o projeto em que você esteja envolvido, faça o seguinte exercício de imaginação: se tudo der MUITO CERTO nesse caminho, qual será o resultado?

Como se costuma dizer, a melhor definição de loucura é fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes. Qualquer que seja a situação em que você está agora, há sempre um caminho potencial melhor a ser seguido.

Claro que apenas imaginar um outro caminho e começar a trilhá-lo não garante o resultado. 

Mas sem abrir essa possibilidade, a chance de sucesso é ZERO.

O nível de risco que você toma é proporcional ao nível de resultado que você pode alcançar e à dor que você está disposto a suportar.

Musk é o primeiro trilionário do mundo porque adotou um nível de risco máximo ao longo de toda a sua vida, associado a uma capacidade sobre-humana. 

O que ele alcançou é quase impossível, mas não é impossível para qualquer pessoa utilizar o mesmo algoritmo para melhorar a sua vida em 2x, 5x, 10x...

Qual seria o efeito, na sua vida, de aumentar o seu patrimônio em 10x?

Invejosos e ressentidos olham para Musk com raiva. 

Pessoas inteligentes e com potencial de produzir riqueza fazem o oposto: como eu posso aprender algo a partir dessa história?

Isso está ao alcance de qualquer um.

O vídeo de um rapaz fazendo um desabafo sobre a dificuldade de enriquecer, ou mesmo de sobreviver, no Brasil viralizou porque retrata uma realidade inquestionável

 

 Por que um americano precisa trabalhar em média 22 minutos para comprar um Big Mac, enquanto um brasileiro precisa de quase 3 horas de trabalho?

A esquerda aponta para a “exploração”. 

Os ricos explorariam os pobres, logo, o Estado precisa intervir para tomar recursos dos ricos e dá-los aos pobres, promovendo a “justiça social”.

Ora, se esse fosse o motivo, o pobre do país onde o socialismo avançou menos deveria estar pior. 

Acontece o contrário: onde o Estado protege propriedade, contratos, concorrência e investimento, e onde tributa e regula sem sufocar a produtividade, os trabalhadores tendem a ter salários reais mais altos.

Na prática, o que separa um país rico de um pobre não é o grau de “exploração”, e sim instituições que protegem quem produz, em vez de um Estado socialista que vive de capturar quem trabalha.

Há muitos motivos para o desastre brasileiro, mas o principal deles é justamente o perfil parasitário da elite política, que escraviza o povo sob a desculpa de promover justiça social.

O mais irônico, e trágico, é que o discurso socialista engaja especialmente aqueles que são os mais prejudicados pelas políticas de esquerda.

E o problema tende a aumentar. 

Conforme as dificuldades crescem, a mentalidade interventora segue a sua lógica: é preciso intervir ainda mais. 

“A pobreza não foi vencida porque a intervenção ainda não foi suficiente.” 

Logo, o Estado eleva impostos e regulações, espremendo ainda mais o grupo cada vez menor de empreendedores que produzem quase toda a riqueza.

 

PS:: por que o Big Mac é um bom termômetro?

Porque o produto é praticamente idêntico no mundo todo, mesmo sanduíche, mesma montagem, mesmo padrão de qualidade, o que elimina a distorção de comparar coisas diferentes.

E porque ele embute, num único item, toda a cadeia de uma economia: carne, pão, energia, aluguel, salário do funcionário, impostos e logística.

Medir quanto tempo de trabalho alguém precisa para comprá-lo não revela preço, e sim poder de compra real, ou seja, quanto o salário daquela pessoa de fato rende.

O BRASIL É UM REGIME SOCIALISTA DE AUTORISTARISMO CRESCENTE.

 

   Quarta-Feira | 24.06.26

O teórico comunista estava certo. 


A forma mais eficiente de impor o socialismo não é na ponta do fuzil, como fizeram os bolcheviques, mas pela conquista da cultura, em que as pessoas vão abandonando valores tradicionais e adotando o pensamento esquerdista sem nem perceber.


Esse é o ponto que poucos entenderam. 


O socialismo do século XXI abandonou a estatização das fábricas e adotou a captura das instituições. 


Não precisa mais confiscar a propriedade quando consegue esvaziá-la por dentro. 


Na verdade, o confisco continua existindo, só que de forma implícita. 


Se um empresário não pode mais administrar a própria empresa como julga melhor, ele já não a possui de verdade. 


O título de propriedade permanece no papel. 


O conteúdo do direito é que foi expropriado. 


É o mesmo projeto de sempre, com outra roupagem. 


E é exatamente essa mutação que Gramsci anteviu.


A estratégia foi amplamente adotada pela esquerda brasileira, pela ocupação de espaços no meio artístico, nas universidades, na imprensa, nas religiões organizadas e em outras instituições, dentro e fora do Estado, inclusive os próprios órgãos de Justiça.


O resultado começa a aparecer como uma avalanche. 


Vai muito além da censura e da perseguição à direita dos últimos anos. 


Chega ao ponto de condenações que transformam a vida privada em campo de batalha ideológico.


Algumas decisões judiciais recentes expõem o nível de arbitrariedade alcançado:


1. A Ortobom, fabricante de colchões, foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos porque todas as suas 24 chefias eram ocupadas por homens. 


Em nenhum momento o processo provou um único caso concreto de discriminação contra uma mulher. 


O TST entendeu que a ausência de mulheres, por si só, inverte o ônus da prova: cabia à empresa demonstrar que seus critérios de promoção eram neutros. 


Na prática, a estatística virou acusação. 


Vale lembrar que NÃO existe lei alguma que obrigue uma empresa a contratar mulheres, e que, pela Constituição, ninguém pode ser punido sem que a lei defina o crime. 


Mas, como a ideologia socialista EXIGE igualdade de resultados, e não igualdade de oportunidades, a empresa foi condenada.


2. Um casal do interior de São Paulo foi condenado por educar as filhas em casa, o chamado homeschooling, mesmo demonstrando que as meninas têm nível cultural muito superior à média brasileira. 


Detalhe que diz tudo: o próprio Ministério Público pediu a absolvição, e o juiz condenou assim mesmo, contrariando entendimentos do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo, do STJ e do Supremo. 


O magistrado se incomodou até com o fato de uma das filhas não gostar de funk e sertanejo, o que ele leu como "discriminação e preconceito". 


Numa lógica que trata o Estado como dono das crianças, é primordial que elas sejam educadas pelo time de professores militantes, que transforma os inocentes em soldados da revolução.


3. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi condenada por omissão diante das agressões que mataram o próprio filho. 


Depois de o júri desclassificar o homicídio para a forma culposa, a juíza concedeu o perdão judicial. 


O motivo: a sociedade teria agido de forma "misógina" e "patriarcal" ao cobrar dela, como mãe, a proteção da criança. 


Na prática, o gênero da ré valeu mais do que a vida de um menino de quatro anos.


São três exemplos entre uma série crescente de decisões, todas movidas pelo mesmo princípio. 


A lei deixou de ser igual para todos e passou a depender do grupo a que pertence o réu. 


Empresa privada, pune-se. 


Pais cristãos que educam, pune-se. 


Mãe omissa diante da morte do filho, perdoa-se. 


É a revogação da Constituição e das leis em nome da ideologia.


E nada disso acontece num vácuo. 


Esses casos se somam a um quadro de censura e perseguição política em que a própria oposição ao regime foi criminalizada. 


O principal líder da direita está preso e inelegível, condenado num verdadeiro show trial. 


Milhares de pessoas foram censuradas, e centenas, presas. 


Há brasileiros no exílio por razões políticas. 


Não está satisfeito com a corrupção endêmica, com o crime organizado tomando conta do país? 


Fique quieto, ou seja preso. 


Essa é a realidade desde 2019. 


Onde o adversário do regime perde a liberdade, não há oposição livre. 


E onde não há oposição livre, a eleição vira fachada, assim como a própria "democracia".


A outra ferramenta de tomada do patrimônio é a tributação. 


Aqui o confisco é literal, e ganhou tração inédita no último governo. 


Em pouco mais de três anos, foram dezenas de aumentos de impostos, num ritmo que chegou a quase um novo tributo a cada 27 dias. 


A carga tributária bateu o recorde histórico, superando 32% do PIB, e a arrecadação federal alcançou R$ 2,9 trilhões em 2025, a maior da série. 


A partir de 2026, voltam a ser tributados os dividendos, rompendo uma isenção que vigorava desde 1995. 


E vêm aí os efeitos da reforma tributária, que elevarão sensivelmente a carga sobre o setor de serviços, justamente o grande motor da economia.


E mesmo arrecadando como nunca, o governo gasta ainda mais. 


A conta não fecha pela receita, fecha pela dívida. 


O endividamento público explodiu: a dívida bruta saltou para perto de 79% do PIB, uma alta de quase sete pontos em três anos, e caminha para mais de 83% já em 2026. 


Só de juros, o Estado torrou cerca de R$ 1 trilhão num único ano, quase 8% de tudo o que o país produz. 


É esse rio de gasto público e crédito subsidiado que mantém a economia aparentemente aquecida. 


Na prática, o regime financia a própria popularidade no cartão de crédito, empurrando a fatura para frente. 


E essa fatura tem nome: inflação, que corrói silenciosamente o poder de compra do trabalhador, e juros nas alturas, que sufocam quem quer produzir. 


Sufoca-se a livre iniciativa por dentro, sangrando quem produz, enquanto o Estado se endivida para sustentar a ilusão de prosperidade.


A marca central do socialismo é a negação dos direitos individuais fundamentais. 


A liberdade de expressão, de culto, o direito à propriedade, à livre iniciativa. 


É a guerra contra a livre iniciativa em todas as suas matizes, supostamente em favor do coletivo, mas, na prática, concentrando poder nas mãos daqueles que se apresentam como líderes das massas "oprimidas". 


E o socialismo não confisca apenas a liberdade econômica. 


Confisca também a liberdade política.


Em qualquer sociedade minimamente saudável, cada um desses casos bastaria para provocar uma revolta de grandes proporções. 


Mas numa sociedade em que boa parte da população já foi inoculada com o vírus mental socialista, a oposição não é suficiente para mudar a trajetória rumo à consolidação de um autoritarismo sem precedentes.


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