🚨ELES
ESCONDERAM ISSO POR UM MOTIVO:
A hidroxicloroquina não apenas bloqueia vírus, mas os reprograma em
"caçadores de câncer" que atacam as células tumorais, deixando as
células saudáveis intactas.
Um dos médicos da linha de frente dos Estados Unidos, o Dr. Richard Urso,
revela a verdade. A verdadeira questão: por que cada vestígio dessa pesquisa
foi suprimido e ridicularizado?
Um medicamento barato, com décadas de existência, que pudesse destruir
seletivamente o câncer, eliminaria da noite para o dia a máquina de bilhões de
dólares da oncologia.
Eles não querem curas.
Eles querem clientes permanentes pagando por
quimioterapias tóxicas, radioterapia e "novos" medicamentos que
custam centenas de milhares.
Essas informações foram deliberadamente ocultadas.
O derretimento da geleira Thwaites, conhecida como a “Geleira do
Juízo Final”, pode ter um impacto bem maior do que se
imaginava na elevação do nível do mar.
Segundo uma pesquisa
publicada na revista científica “Nature Communications” a geleira, localizada
na Antártida Ocidental, pode contribuir em até três centímetros para a elevação
média global do nível do mar até 2100.
Derretimento de ‘Geleira do
Juízo Final’ na Antártida Ocidentalpode ter impacto duas vezes maior do que se imaginava
no aumento do nível do mar, aponta novo estudo.
O volume do derretimento do gelo é aproximadamente o dobro
da média de projeções anteriores consideradas pelos
pesquisadores, mesmo em um cenário sem aquecimento climático adicional.
“Há décadas documentamos e
quantificamos os impactos das mudanças climáticas sobre os mantos de gelo
sensíveis do nosso planeta, mas a percepção crescente, nos últimos anos, do que
está acontecendo na parte inferior de geleiras como a Thwaites está provocando
uma sensação ainda maior de preocupação”,
afirmou Eric Rignot, coautor do estudo e professor de Ciências do Sistema
Terrestre na Universidade da Califórnia, em Irvine.
De acordo com Rignot, o novo modelo desenvolvido pelo grupo traz
uma representação física mais completa da região e foi capaz de mostrar que a entrada
de água do oceano sob o gelo tem um papel importante no recuo da geleira.
Ao incorporar esse processo do degelo a um modelo computacional
e compará-lo com observações de quase três décadas, os cientistas conseguiram
reproduzir melhor as mudanças registradas na velocidade, na espessura e na
posição da geleira.
Como a água do mar circundante acelera o derretimento
A Geleira (Glaciar) Thwaites é conhecida como “Geleira
do Juízo Final” pelo risco que seu derretimento
representa ao planeta. Mas o tamanho da contribuição desse
processo à elevação do nível do mar ainda é muito incerta.
Desde meados da
década de 1990, a parte ocidental do bloco, por onde o gelo escoa mais
rapidamente, recuou cerca de 25 quilômetros.
Esse recuo é impulsionado, em parte,
pela água relativamente quente do oceano, que derrete a parte inferior do gelo.
O processo ocorre especialmente na chamada “zona de aterramento”, região de
transição em que a geleira deixa de estar apoiada no fundo do mar e passa a
flutuar.
Segundo os pesquisadores, muitos
modelos computacionais tratam essa transição como uma fronteira estreita entre
o gelo apoiado no leito marinho e o gelo flutuante, quase como uma linha.
Com
isso, deixam de representar adequadamente a entrada de água do mar por
quilômetros sob a geleira e o derretimento provocado por essa infiltração.
Mattia Poinelli, autor principal do
estudo e também pesquisador da Universidade da Califórnia explica que, para
corrigir essa limitação, a equipe desenvolveu um modelo que considera zonas de
aterramento com entre dois e cinco quilômetros de largura.
“Observações por satélite
demonstram a existência de uma ‘zona de aterramento’, que às vezes tem vários
quilômetros de largura, onde a água quente do oceano alcança regiões profundas
sob os mantos de gelo e provoca um derretimento intenso”, detalha, em comunicado.
Os resultados indicaram que essa
abordagem foi fundamental para reproduzir as mudanças observadas na Thwaites
entre 1996 e 2023.
Geleira pode se desprender de elevação
submarina
O estudo também aponta que a Thwaites
permanece parcialmente estabilizada pela Crista Mouginot, uma elevação do fundo
do mar que funciona como um ponto de apoio para o gelo. Com o avanço do
derretimento, a geleira pode perder esse apoio e recuar em direção a outra
elevação submarina, chamada Crista Sul.
Nas simulações, a probabilidade de a
geleira se desprender da Crista Mouginot até 2100 chegou a aproximadamente 60%
quando o modelo considerou zonas de aterramento de quatro a seis quilômetros,
dimensão compatível com observações recentes por satélite. Nesse conjunto de
simulações, o desprendimento poderia ocorrer já em 2038.
O momento em que isso acontecer
influencia a quantidade de gelo perdida e, consequentemente, a contribuição da
geleira para a elevação do nível do mar.
O que muda nas projeções para a
elevação do nível do mar
Os pesquisadores estimaram diferentes
contribuições da geleira para a elevação média global do nível do mar até o fim
do século, conforme a largura considerada para a zona de aterramento.
A Geleira Thwaites é vigiada de perto por seu potencial para
elevar o nível do mar.
Um filme da década de 1970 foi combinado com dados
modernos para avaliar que a parte da geleira diminuiu em algum lugar na faixa
de 10 e 33% em 1978 e 2009.
O filme mostra que a geleira está sendo
descongelada pelo oceano mais rapidamente do que se pensava anteriormente
As principais conclusões foram:
·Sem
representar a zona de aterramento: contribuição estimada de 8,3 milímetros
·Com uma
zona de aterramento de aproximadamente um quilômetro: 1,43 centímetros
·Com uma
zona de aproximadamente três quilômetros: 1,94 centímetros
·Com uma
zona de aproximadamente cinco quilômetros: 3,01 centímetros, com incerteza de 5,7 milímetros.
A última projeção é aproximadamente o
dobro da contribuição média de 1,52 centímetros estimada pelo conjunto de
modelos internacionais usados como referência no estudo.
Os cálculos foram
feitos considerando condições climáticas médias do período de 1996 a 2023
mantidas ao longo das simulações.
Portanto, o cenário funciona como uma
estimativa de limite inferior, que permite isolar o efeito do derretimento na
zona de aterramento sem incorporar um aquecimento futuro adicional do clima.
Limitações do estudo
Os autores ressaltam que o modelo não
representa todos os processos que podem influenciar a evolução da geleira.
Entre as limitações estão a ausência
de mudanças na posição da frente de gelo provocadas pelo desprendimento de
blocos e o uso de uma representação
simplificada do derretimento causado pelo oceano, em vez de uma
simulação completa da circulação da água sob a plataforma de gelo.
Além disso, a extensão da zona de
aterramento foi mantida fixa nas simulações, embora possa variar conforme as
características do fundo marinho, a inclinação do gelo, as marés e a pressão da
água sob a geleira.
Os pesquisadores defendem que novas
medições diretas de temperatura, salinidade e circulação da água sob o gelo são
necessárias para reduzir essas incertezas e aperfeiçoar as projeções.
Steakholder Foods Ltd.
(Nasdaq: STKH), líder global em tecnologia de impressão 3D para produção de
cortes inteiros de carne vegetal, anunciou hoje o lançamento do Perfecta™
Premium Plant-Based Meat em lojas de varejo no nordeste dos Estados Unidos,
marcando a primeira colocação comercial da marca nas prateleiras das lojas e
supermercados nos EUA. e um marco importante na estratégia de crescimento da
Empresa.
O lançamento está sendo apoiado pela distribuição com a KeHEDistributors, uma das principais distribuidoras de alimentos naturais
e especiais do país.
O Perfecta™ foi desenvolvida
para oferecer um novo padrão de alimentação à base de plantas, abordando
os desafios mais persistentes do consumidor da categoria: sabor, textura e a “experiência
autêntica de saborear um corte inteiro de carne“.
A linha de produtos
combina a tecnologia de produção proprietária da Steakholder Foods com
ingredientes premium para criar uma gama de ofertas à base de plantas
projetadas para replicar de perto a experiência sensorial da carne
convencional.
As embalagens dos produtos NÃO divulga que os produtos da empresa são
fabricados usando tecnologia de impressão 3D.
Em vez disso, os produtos
são comercializados como “carne vegetal premium.”
A Steakholder Foods
está lançando cinco produtos sob sua marca PERFECTA:
“Bife Marmorizado”
“Filé Mignon”
“Peito de Frango”
“Hambúrgueres de salmão”
“Hambúrgueres de peixe
branco”
Sua formulação de bife à
base de plantas contém farinha de soja, óleo de colza, amido modificado,
metilcelulose, goma xantana, goma de alfarroba e corante artificial de carne
projetado para imitar a aparência da carne bovina.
A Perfecta alega estar
posicionada como uma plataforma de proteína vegetal de última geração, capaz de
se expandir em diversas categorias de proteínas.
O portfólio da marca inclui
formatos de corte inteiro e tradicionais, oferecendo aos consumidores alternativas
premium projetadas para replicar melhor o sabor, a textura e a
aparência de produtos convencionais de carne e frutos do mar [produzidos por
uma impressora].
Esses não são ingredientes
que eu colocaria no meu corpo.
Uma coisa é certa: NÃO comprarei essa porcaria
impressa em 3D.
*ESSA
É A HISTÓRIA MAIS ABSURDA DA AMAZÔNIA
QUE NINGUÉM TE CONTOU NA ESCOLA.*
Em 1967, um bilionário americano comprou um pedaço da Amazônia maior que alguns
países.
O nome dele era Daniel Ludwig, na época o homem mais rico do mundo.
Num local hoje situado entre o Amapá e o Pará, ele queria transformar a
floresta na maior fábrica de celulose do planeta.
Na época, o governo militar estendeu o
tapete vermelho.
E em nome
do progresso, um estrangeiro passou a mandar num território brasileiro com
cidade própria, porto próprio e regras próprias.
Ele derrubou mata nativa para plantar gmelina, uma árvore asiática que prometia
crescer rápido.
Mas o mais absurdo ainda estava por vir.
Em 1978,
uma fábrica inteira foi construída no Japão e REBOCADA pelo oceano por mais de
20 mil km até o meio da Amazônia.
E deu tudo errado.
A árvore asiática não se adaptou ao solo amazônico.
Vieram pragas, custos bilionários, disputas sobre a
posse das terras e pressão nacionalista.
Em 1982, Ludwig desistiu e vendeu tudo para
empresários brasileiros, com bancos públicos ajudando a fechar a conta.
Com a sua saída,
sobraram floresta derrubada e, do outro lado do
rio, o Beiradão, uma enorme favela sobre palafitas erguida por trabalhadores
que vieram atrás da promessa.