SEMPRE QUE VOSSA MAJESTADE CRIA UM CARGO, DEUS CRIA UM TOLO PARA COMPRÁ-LO.

 

O ano é 1693 e a França está à beira do colapso.

O rei Luís XIV levou o país à falência com guerras intermináveis
​​pela Europa.

Os cofres do reino est
ão completamente vazios.

Eis que surge o c
ínico Controlador-Geral das Finanças, Luís Phélypeaux de Pontchartrain.
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Em vez de conter o estilo de vida extravagante da monarquia, ele orquestra um brilhante golpe institucional: a venda em massa de cargos públicos.


O conceito é genial. 

O Estado inventa um cargo

 administrativo do zero e o leiloa.

Um burguês rico emite um cheque vultoso para o Tesouro Real para comprar o cargo.

Em troca, ele ganha prestígio social, torna-se funcionário público vitalício e — o mais importante — recebe um salário fixo pago pelos impostos dos cidadãos.

Uma vez nomeado, esse funcionário é completamente intocável; não pode ser demitido.

Inicialmente, Pontchartrain vende cargos úteis, como os de juiz, tabelião ou vereador.

Mas a obsessão por dinheiro fácil leva a administração real à loucura.

Assim que os cargos importantes são preenchidos, o ministro inventa funções grotescas para continuar arrecadando dinheiro.

Em 1706, um decreto real estabelece o cargo oficial de "Inspetor e Controlador de Perucas".

Logo depois, o Rei coloca à venda cargos como Inspetor de Porcos Assados, Medidor de Barris e até mesmo Provador de Manteiga Fresca.

A curto prazo, o esquema funciona perfeitamente.

Luís XIV arrecada milhões em dinheiro vivo para financiar seus exércitos e palácios.

Mas o desastre econômico a longo prazo é colossal.

Para cobrir dívidas imediatas, o Estado condenou o povo a sustentar para sempre milhares de burocratas que não produzem absolutamente nada. 

Esse exército de parasitas administrativos, protegido por lei, vai drenar a economia francesa e paralisar o país até que o sistema exploda em 1789.

A lição da história é atemporal.

Diante da falência, um Estado sempre se recusa a enxugar.

Prefere inventar cargos absurdos, arrecadar o dinheiro imediatamente e deixar que as gerações futuras paguem a conta de sua incompetência.


https://x.com/i/status/2073275891556266260
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@forcaehonra1


A TERRA ESTÁ SENDO CARREGADA COMO UMA BATERIA GIGANTE.

 

"O geofísico e pesquisador Stefan Burns traz uma visão fascinante e urgente: nosso planeta está entrando em uma nova era geológica ultra-eletrificada.

A Terra está sendo carregada nesse momento como uma bateria gigante. 


Aliás, ela já está carregada e essa energia tem que ir para algum lugar, ela não pode ficar contida para sempre.

Com níveis de energia subindo rapidamente. 


Isso não é ficção, é um fato! 


É um processo real impulsionado principalmente pela intensa atividade solar. 


Onda de plasma solar!

O Sol é a grande fonte de energia do nosso planeta, todo mundo sabe disso, explosões solares recentes de classe X e M, que são as mais poderosas de todas, estão bombardeando a Terra com radiação ultravioleta e raios X extremamente fortes e poderosos. 


Essa radiação ioniza a atmosfera, quebra moléculas de ar, criando mais plasma, o quarto estado da matéria, produzindo plasma na atmosfera.

Lembrando que o plasma é um portal natural para transitar dimensões e densidades de vários reinos diferentes. 


Aliás, a teia cósmica é feita de plasma e isto foi confirmado cientificamente.

Então, existe uma teia, uma rede cósmica de plasma que unifica, como se fosse um terminal, todas as estrelas do Universo e por conseguinte todos os planetas.

A ionosfera fica carregada como um terminal de alta voltagem (até 400 mil volts) enquanto a superfície da Terra fica em zero voltagem. Isso gera um fluxo poderoso de energia que desce para o solo e os oceanos, criando correntes telúricas (eletricidade natural na crosta terrestre).

Consequência que estamos vendo agora desse processo que é irreversível, não tem mais volta, começaram as mudanças geofísicas. 


Se adapte! 


É a única alternativa que vc tem, se adaptar, pq não se adaptar vc vai pagar um preço muito alto e não vai ser nada agradável. 


Já não está sendo.

Pq que tem tantas pessoas descompensadas, "fora da casinha" surtando por aí? 


Por causa disso... 


Essa super-eletrificação está mudando o comportamento do planeta completamente.

O planeta está sendo transmutado e ninguém está falando nada...fenômenos luminosos, sprites vermelhos, jatos elétricos acima das nuvens e "luzes de terremoto" ( descargas de plasma saindo do chão antes ou durante abalos sísmicos). 


Aumento de terremotos, vulcões e ventos extremos (rajadas de furacão mesmo sem ciclones).

Nós não estamos falando de algo que vai acontecer, é algo que já está acontecendo, que já se iniciou. 


O jogo começou, não é que ele vai começar. 


Não estamos anunciando algo que vai acontecer. 


Já começou e é irreversível, não tem mais volta!"
Demis Viana


HITLER ERA UM ROTHSCHILD.

 

by John F. Kennedy Jr.

E se eu te dissesse que...

Hitler era um Rothschild, e no final da Segunda Guerra Mundial, Hitler não morreu num bunker com Eva Braun, como a história oficial e os relatórios da mídia dominante afirmam.

Em vez disso, Hitler e Eva estabeleceram-se na Argentina, com a ajuda do governo dos EUA, e Hitler morreu velho lá em... 1962.

Durante os seus últimos dias, Hitler estabeleceu o Quarto Reich nos Estados Unidos, através da Operação Paperclip de 1946-1959, que permitiu aos nazis infiltrarem-se no seu governo e agências de inteligência ao mais alto nível.

Hitler teve 5 filhos, rapazes e raparigas, indistinguíveis uns dos outros, porque eram todos... ANDROGINOS.

1.
Angela Merkel: A chanceler mais longeva da Alemanha.

2.
Theresa May: Primeira-ministra do Reino Unido.

3.
Dalia Grybauskaite: Presidente da Lituânia.

4.
Nancy Pelosi: Democrata dos EUA e Presidente da Câmara dos Deputados.

5.
Klara Hitler, mãe de Adolf, era uma prostituta, agente secreta da CIA e a mãe ilegítima do Presidente dos EUA, Barack Obama.

A HISTÓRIA É UMA MENTIRA...

👇JFK JR REGRESSA — ELE ESTÁ A PUBLICAR AQUI AGORA
https://t.me/JFK_Q17
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MIDSUMMER, A CELEBRAÇÃO INTEMPORAL DA MORGAN E DA PININFARINA.


A Morgan Motor Company e a Pininfarina acabam de apresentar o Midsummer, criado em celebração da época dourada das barchetta europeias, e limitado a apenas 50 exemplares.



O Midsummer – projecto especial da Morgan – demonstra a flexibilidade do design da marca ao mesmo tempo que exibe a rara habilidade dos artesãos que moldam manualmente cada elemento da distinta carroçaria, baseado na mais recente plataforma da Morgan, e apresentando um motor turbo de seis cilindros com uma transmissão automática de oito velocidades.


Massimo Fumarola, Director Executivo da Morgan Motor Company, afirmou: “Estamos incrivelmente orgulhosos de apresentar o Midsummer, um projecto especial de edição limitada que celebra dois séculos de fabrico de carroçarias e representa a personificação dos valores centrais da Morgan e o auge das habilidades artesanais da sua talentosa equipa. 



O Midsummer é dedicado a indivíduos entusiastas que desfrutarão de uma experiência de condução pouco convencional, sensorial e analógica. Ao identificar e reinterpretar os ideais admirados da Morgan, o Midsummer transforma o nosso legado numa estética encantadora, sofisticada e intemporal.”


Já Giuseppe Bonollo, Vice-Presidente Sénior de Vendas e Marketing da Pininfarina, expressou: “Juntamente com a Morgan, temos um grande orgulho em liderar o movimento de construção de carroçarias. 


Esta colaboração combina a filosofia de 115 anos da Morgan no fabrico de carroçarias com a tradição de quase 95 anos da Pininfarina no design e construção de veículos personalizados. 


O já único legado dos dois fabricantes de automóveis, uma vez combinado, produz um resultado inigualável na nossa indústria. 


Através da sinergia perfeita entre as nossas equipas e a paixão partilhada de ambas as marcas, emerge uma nova obra-prima, que combina a herança britânica com o design intemporal da Pininfarina. 


O próximo Midsummer, adornado com o emblema ‘Pininfarina Fuoriserie’, um absoluto inédito num automóvel de produção, está destinado a alcançar o estatuto de culto.”


O design impressionante do Midsummer é o resultado de uma intensa colaboração, na qual incontáveis horas foram dedicadas à exploração de cada marca, de forma a compreender a filosofia e a história subjacente a cada empresa. 


Esta exploração incluiu a compreensão do património, das capacidades e das intenções futuras de cada empresa durante numerosas visitas recíprocas. 


O resultado é um modelo que permanece fiel aos princípios da Morgan, mas que antecipa elementos-chave da futura linguagem de design da marca, impregnados com o estilo e a pureza do design da Pininfarina.


Elegância Excêntrica


A presença do Midsummer é mais evidente no ângulo traseiro de três quartos: a partir deste ângulo, as proporções, novas superfícies e linha de ombro tornam-se mais aparentes. 


As proporções delicadas, mas exageradas, do Midsummer conferem-lhe uma elegância excêntrica, reminiscente dos designs icónicos da Pininfarina e evocativa de uma era de design automóvel dos finais dos anos 30 e início dos anos 40. 


As novas superfícies, particularmente visíveis nas asas dianteiras e traseiras, dão uma antevisão subtil da evolução da linguagem de design da Morgan. 


O Midsummer também introduz uma linha de ombro ao perfil lateral instantaneamente reconhecível de um Morgan, possibilitada pela introdução de estruturas de madeira expostas e necessária como um dos elementos definidores de um estilo barchetta.

Passando para o perfil lateral, a forma da asa existente da Morgan é aparente, mas introduz linhas subtilmente manipuladas. 


As alterações às asas foram projectadas por requisitos aerodinâmicos, mais notáveis no ‘levantamento’ à frente das rodas dianteiras e traseiras, cujas linhas mais íngremes ajudam a manter o ar turbulento longe do painel. 


A optimização aerodinâmica aproveitou as competências únicas da Pininfarina neste campo, sendo que no painel acima mencionado está posicionado o emblema Pininfarina Fuoriserie.


Um dos elementos mais impactantes do Midsummer é a utilização de madeira no exterior da carroçaria. Embora a madeira seja comum nos desportivos da Morgan, o seu papel tem permanecido exclusivamente dentro da estrutura do corpo de cada veículo, actuando como um suporte para os painéis de alumínio serem moldados à mão. 


Esta utilização significa que sempre esteve oculta da vista.


Porém, o estilo barchetta do Midsummer proporcionou uma oportunidade para utilizar madeira de forma a criar uma linha de ombro, acentuando o perímetro do cockpit e mostrando visivelmente a habilidade dos artesãos da Morgan. 


Esta aplicação presta homenagem à longa relação estabelecida pela Morgan com a madeira, um desejo expresso pela Pininfarina nas fases iniciais do projeto.

O Midsummer eleva ainda a mistura única da Morgan de artesanato tradicional e tecnologia moderna para patamares ainda maiores, não apenas dentro do próprio veículo, mas também na maneira como este foi projectado e nos métodos que produzirão cada um dos 50 exemplares. 


Para perseguir um design tão impressionante, foi necessária uma profunda inovação em engenharia para superar desafios e criar soluções, muitas das quais são invisíveis, mas vitais. 


Embora a Morgan e a Pininfarina tenham trabalhado juntas no design do Midsummer, a Morgan liderou a engenharia devido aos seus métodos de produção particulares.

Serão produzidos apenas 50 Midsummer, todos já vendidos a clientes durante uma série de sessões de apresentação exclusivas. 


Mantendo-se próximo ao projecto, cada cliente beneficiará de uma consulta individual com os designers da Morgan para o ajudar a personalizar o seu Midsummer. 


Estas discussões criativas ajudarão a transformar a visão de cada cliente em realidade, garantindo que cada Midsummer seja verdadeiramente único.

A produção começa em 2024, o 115º ano da Morgan, e será concluída durante o próximo ano. 


A primeira apresentação pública do Midsummer está prevista para o Goodwood Festival of Speed de 2024, a ser realizado em Julho.

https://www.jornaldosclassicos.com/2024/05/21/midsummer-a-celebracao-intemporal-da-morgan-e-da-pininfarina/


MORGAN MIDSUMMER COUPÊ | O PEDIDO ESPECIAL QUE FEZ NASCER UMA SÉRIE LIMITADA.

 

Morgan Midsummer foi apresentado em 2024, produzido em colaboração com a Pininfarina e limitado a 50 exemplares, de modo a celebrar a época dourada das barchettas europeias dos anos 30 e 40, conjugando o desenho italiano com a produção clássica do construtor britânico.


Durante a produção das unidades do Midsummer, existiu um cliente que quis que o seu exemplar fosse diferente, ao incorporar uma carroçaria fechada, mais prática que a original totalmente aberta. 


A Morgan viu aqui a oportunidade de produzir uma série ainda mais limitada do Midsummer Coupé, a qual é apresentada agora.

Apenas dez unidades serão produzidas e o automóvel de apresentação é o protótipo pedido especialmente por esse mesmo cliente; os restantes nove serão também construídos por encomenda e cada um ao gosto do seu novo proprietário.

A carroçaria continua a ter base em madeira, mas com muito mais alumínio incorporado. 

A nível mecânico não é conhecido o motor que está equipado, mas certamente será de origem BMW com caixa automática de oito relações. 

O preço, também não é conhecido-mas, suspeitamos, estará ao nível da sua exclusividade.


https://www.jornaldosclassicos.com/2026/07/02/morgan-midsummer-coupe-o-pedido-especial-que-fez-nascer-uma-serie-limitada/






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