A PERSEGIÇÃO DE ALEXANDRE DE MORAES CONTINUA CONTRA A DIREITA.

 

Com a abertura de mais uma investigação contra Flávio Bolsonaro, o regime deixa claro que repetirá a censura e perseguição contra a direita de 2022

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Leandro Ruschel

abr 15

Moraes mandou a Polícia Federal abrir inquérito contra Flávio Bolsonaro por calúnia ao Descondenado. 

O motivo? Uma postagem de 3 de janeiro em que o senador associou Lula a Maduro e ao tráfico internacional de drogas. 

Na prática, Flávio Bolsonaro disse o que qualquer brasileiro minimamente informado sabe: que Lula e Maduro são aliados de longa data, e que o ditador venezuelano foi capturado pelos Estados Unidos, acusado de envolvimento com o tráfico internacional de drogas.

Temos que lembrar que a Constituição brasileira dá imunidade a parlamentares por QUAISQUER palavras. 

E que Lula jamais foi questionado por chamar Jair Bolsonaro de “genocida”, “miliciano”, “fascista”, “mentiroso”, “negacionista”, “desumano”, “pessoa do mal” e “covarde”.

O PL entrou com representações no TSE pedindo a remoção dos vídeos com essas difamações, em 2022. 

O TSE negou o pedido por 4 votos a 3, mantendo os vídeos no ar. 

A relatora Cármen Lúcia entendeu que as declarações estavam dentro dos limites da liberdade de expressão. 

Formaram a maioria os ministros Benedito Gonçalves, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes.

A resposta do regime ao post de Flávio Bolsonaro veio à tona hoje: criminalizar a crítica. 

O inquérito foi aberto a pedido da própria Polícia Federal, com requisição do Ministério da Justiça - ou seja, o governo do Descondenado acionou a PF, que acionou o Supremo, que acionou Moraes. 

Tudo dentro da mesma engrenagem. 

O PGR Gonet, como de costume, deu parecer favorável, afirmando haver “indícios concretos” de prática criminosa. 

Indícios de quê? De que um senador da República OUSOU criticar o presidente.

Estamos diante de uma repetição exata do que aconteceu em 2022.

Vale lembrar: naquela eleição, o TSE sob comando de Moraes proibiu menções à ligação Lula-Maduro, bloqueou em massa contas de apoiadores de Bolsonaro e criou um ambiente de DESEQUILÍBRIO eleitoral sem precedentes. 

Eduardo Tagliaferro, então chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do TSE, confessou perante o Congresso: ele operava ativamente para censurar a direita. 

Agora, Tagliaferro é réu no STF - processado não pelas irregularidades que cometeu a mando de Moraes, mas por supostamente ter deixado vazar as provas. 

O próprio Flávio Bolsonaro reconheceu isso em sua nota, ao afirmar que o procedimento “evoca práticas de censura e bloqueios de contas vistos no pleito de 2022”.

A diferença é que agora o alvo é o principal adversário eleitoral de Lula.

As pesquisas explicam a urgência do regime. O Datafolha de 7 a 9 de abril mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no segundo turno: 46% a 45%. 

Em março, Lula ainda liderava por 46% a 43%. 

Ou seja, a tendência é de CRESCIMENTO contínuo de Flávio e QUEDA do Descondenado. 

A Quaest confirmou o cenário. Mesmo pesquisas que historicamente “erram” para a esquerda - e nas últimas eleições “erraram” por dois dígitos no primeiro turno - já mostram o favoritismo da direita.

É nesse contexto que o inquérito contra Flávio precisa ser lido: não como um ato jurídico, mas como um ato POLÍTICO.

Enquanto isso, o que acontece com os ministros que estão literalmente envolvidos com o Banco Master?

A CPI do Crime Organizado, que funcionou por cinco meses no Senado com 18 reuniões e 19 depoimentos, terminou ontem sem aprovar seu relatório final. 

O senador Alessandro Vieira apresentou um documento de 221 páginas pedindo o indiciamento por crimes de responsabilidade de três ministros do STF - Toffoli, Moraes e Gilmar Mendes - e do PGR Gonet. 

O relatório foi rejeitado por 6 votos a 4, numa articulação que envolveu o governo Lula, o presidente do Senado Davi Alcolumbre e os próprios ministros do Supremo.

Na prática, o regime blindou a si mesmo usando o Senado.

Os fatos que motivaram o pedido de indiciamento são gravíssimos. 

Toffoli era o relator do caso Banco Master no Supremo e, ao mesmo tempo, sócio da empresa Maridt Participações, que vendeu cotas de um resort de luxo no Paraná - o Tayayá, em Ribeirão Claro - a um fundo ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro, o banqueiro dono do Master, preso desde março.

Quando a PF deflagrou a Operação Compliance Zero e encontrou citações a Toffoli no celular de Vorcaro, o ministro mandou lacrar o material apreendido em seu gabinete e criou dificuldades para a perícia. 

Só deixou a relatoria após a pressão se tornar insustentável, em fevereiro deste ano.

Moraes, por sua vez, carrega o peso do contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. 

O acordo previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos, a partir de 2024. 

Dados da Receita Federal obtidos pela CPI indicam que o escritório efetivamente recebeu R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025 - cerca de DEZ VEZES mais que a média paga às 60 outras bancas contratadas pelo Master. 

O contrato não especificava causas ou processos: o escritório deveria representar o banco “onde for necessário”. 

E Vorcaro tratava esses pagamentos como prioridade absoluta, orientando sua equipe que os repasses “não podiam deixar de ser feitos em hipótese alguma”.

A explicação apresentada pelo escritório foi risível: 94 reuniões, 36 pareceres e 22 manuais em 22 meses. Especialistas até simpáticos ao ministro consideraram os valores incompatíveis com os serviços descritos.

E Gilmar Mendes? Concedeu um habeas corpus que impediu a CPI de quebrar o sigilo da Maridt Participações - justamente a empresa de Toffoli envolvida com o resort e o fundo ligado ao Master. Na prática, um ministro do Supremo protegeu OUTRO ministro do Supremo de uma investigação parlamentar legítima.

O PGR Gonet, que deveria ser uma força independente, se recusou a abrir investigações contra qualquer um dos ministros, alegando “não ter visto indícios de crime”. 

É o mesmo Gonet que foi sócio de Gilmar Mendes. 

É o mesmo Gonet que deu parecer favorável à abertura de inquérito contra Flávio Bolsonaro por um post no X.

A desproporção é OBSCENA. 

Um senador é investigado por criticar Lula numa rede social. Ministros do Supremo com contratos milionários e vínculos empresariais com um banqueiro preso por fraudes são blindados pelo próprio sistema que deveriam fiscalizar.

A reação dos ministros ao relatório da CPI diz tudo sobre o estado da república brasileira. Toffoli chamou o documento de “excrescência” e ameaçou Alessandro Vieira com INELEGIBILIDADE, afirmando que a Justiça Eleitoral “não faltará em punir” aqueles que ousarem investigar o Supremo. Gilmar Mendes pediu que o PGR, seu ex-sócio, investigasse o senador por abuso de autoridade.

Repita: ministros do Supremo ameaçaram um senador por exercer uma prerrogativa constitucional do Senado - que é investigar e eventualmente julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade.

Alessandro Vieira foi direto na resposta: “As pessoas que estão sentadas na Suprema Corte não são donas do país. 

Eu não me curvo à ameaça. Não me curvava cidadão, não me curvava delegado, não vou me curvar como senador da República.”

O senador Magno Malta também reagiu, dizendo que nunca havia visto ministros do Supremo atacarem publicamente uma CPI antes mesmo da votação: “Esse instituto aqui está desmoralizado. CPI, CPMI, pode acabar com isso, porque não existe.”

É isso que está em jogo em 2026. Não estamos diante de uma eleição normal. 

Estamos diante de um regime que usa o Supremo para perseguir adversários, blindar aliados e ameaçar parlamentares que tentam exercer suas funções constitucionais.

O famigerado Inquérito 4.781, o “inquérito das fake news”, segue aberto - funcionando como um instrumento permanente de intimidação. 

Mesmo com Kassio Nunes no TSE, o controle de Moraes sobre o aparato de censura e perseguição não foi desfeito. 

A qualquer momento, novos inquéritos podem ser abertos, novas investigações podem ser requisitadas, novos bloqueios podem ser determinados.

Flávio Bolsonaro está a uma canetada de ser impedido de concorrer.

Não adianta ter 99% de apoio popular se o regime de exceção continua operando. 

Não adianta vencer nas pesquisas se quem decide o jogo são ministros que enxergam a oposição como ameaça existencial. 

O próprio Gilmar Mendes já admitiu, em momento de rara honestidade, que Lula só foi eleito em 2022 por ação do Supremo.

Ficou mais do que evidente para qualquer brasileiro minimamente honesto: o que temos no Brasil é uma concentração de poder no Supremo que serve para blindar o establishment, impedir a alternância democrática e criminalizar qualquer oposição.

Enquanto isso não for encarado como a prioridade número um da direita e da oposição, estaremos fazendo o jogo do regime - fingindo que existe normalidade onde só existe perseguição.

 

O PAPA DIZ QUE "NÃO É POLITICO", OS FATOS DIZEM O CONTRARIO.

 

O Papa diz que “não é político”. 

Os fatos dizem o contrário

Segunda-Feira | 13.04.26



Papa Leão XIV disse ontem, a bordo do voo papal rumo à Argélia, que não tem medo de Trump e que a posição do Vaticano é “baseada no Evangelho, não em política externa.” 

Disse textualmente que “não somos políticos.”

Na prática, os fatos contam uma história bem diferente.

Em 9 de abril, quatro dias atrás, o Papa recebeu no Vaticano ninguém menos que David Axelrod, o principal estrategista das campanhas presidenciais de Barack Obama em 2008 e 2012, um dos operadores políticos mais influentes do Partido Democrata nas últimas décadas. 

A audiência foi confirmada pela própria Santa Sé. 

A CBS News informou que já existem negociações entre o círculo de Obama e o Vaticano para um possível encontro entre o ex-presidente e o Papa. 

Christopher Hale, que escreve um livro sobre o Papa e a política americana, afirmou que o encontro com Axelrod foi inesperado e que há sinais claros de uma aproximação.

Ou seja: um Papa que diz “não ser político” recebe, a portas fechadas, o MAIOR operador político da esquerda americana, e logo em seguida intensifica os ataques à administração Trump sobre a guerra no Irã.

A sequência é reveladora. 

Na véspera do encontro com Axelrod, o The Free Press publicou que o subsecretário de Defesa dos EUA, Elbridge Colby, havia convocado o diplomata do Vaticano em Washington e pressionado a Santa Sé a apoiar a posição americana. 

Imediatamente após a audiência com Axelrod, o Papa passou a classificar a guerra no Irã como “injusta” e chamou as declarações de Trump sobre destruir “toda uma civilização” de “verdadeiramente inaceitáveis.”

Trump não é diplomata e nunca fingiu ser. 

Respondeu como sempre responde: chamou o Papa de “FRACO contra o crime” e “terrível para política externa” no Truth Social, e disse que Leão XIV deveria “parar de servir à esquerda radical.” 

Creio que Trump errou no tom, mas e no CONTEÚDO?

Porque este Papa, que diz não fazer política, tem um padrão bastante consistente de escolher lados.

Vale lembrar: Leão XIV era braço direito de Francisco como prefeito do Dicastério dos Bispos. 

E durante a pandemia, o Vaticano NUNCA condenou o fechamento compulsório de igrejas por governos ao redor do mundo. Nunca criticou a segregação entre vacinados e não vacinados imposta até dentro de templos católicos. 

Ao contrário: o Papa Francisco chegou a declarar que a vacinação era uma “obrigação moral” e impôs a vacina como mandatória para funcionários do Vaticano e a Guarda Suíça.

Na verdade, bispos que ousaram defender a doutrina da Igreja sobre o direito à objeção de consciência foram PUNIDOS.

O Bispo Daniel Fernández Torres, de Arecibo, Porto Rico, foi removido por Francisco em março de 2022. 

Seu “crime”? Defender o direito dos fiéis à objeção de consciência diante da vacinação obrigatória e assinar isenções religiosas para paroquianos, algo respaldado pelo próprio catecismo católico.

Fernández Torres também se recusou a assinar uma carta dos bispos porto-riquenhos que afirmava existir um “dever moral” de vacinar-se. 

Foi deposto sem processo formal, sem acusação escrita, e classificou sua remoção como “totalmente injusta.”

O Bispo Joseph Strickland, do Texas, sofreu o mesmo destino em novembro de 2023. 

Strickland criticava abertamente o que via como defesa tíbia da doutrina da Igreja diante do avanço da ideologia de gênero e do aborto. 

Acusou o Papa Francisco de “minar o depósito da fé.” E quem conduziu a decisão de removê-lo do lado do Vaticano? 

O então Cardeal Robert Prevost, hoje Papa Leão XIV.

Enquanto isso, durante todo o governo Biden, um presidente que se declarava católico praticante enquanto promovia a agenda mais radicalmente pró-aborto da história americana, o Vaticano nunca emitiu uma ÚNICA crítica pública à sua administração.

O padrão é claro: bispos conservadores que defendem a doutrina são punidos. 

Governos de esquerda que promovem aborto e restrições a liberdades religiosas recebem silêncio diplomático. 

Operadores do Partido Democrata são recebidos em audiência privada. 

Já um presidente republicano, que tem feito muito mais pelo movimento conservador do que a própria Igreja, especialmente no seu segundo mandato, é tratado da forma mais crítica possível.

É esperado e legítimo que um Papa promova a paz e condene a guerra. Essa é uma função histórica do papado. E Trump, por sua vez, errou a mão na resposta. 

A postagem no Truth Social chamando o Papa de “FRACO” e “terrível para política externa” já era agressiva demais. Mas o que veio depois foi pior: uma imagem gerada por inteligência artificial que muita gente interpretou como Trump se apresentando como uma figura de Jesus Cristo. 

Trump negou. 

A imagem foi apagada posteriormente, mas o estrago já estava feito.

Nada disso, porém, invalida o ponto central: há sim uma ação POLÍTICA do Vaticano, e ela tem apresentado um alinhamento consistente à esquerda. 

O atual Papa pode não ser tão abertamente esquerdista quanto Francisco, mas a máquina institucional do Vaticano continua operando na mesma direção.

 


NEGOCIAÇÃO ENTRE IRÃ E ESTADOS UNIDOS PODE DEFINIR NOVA ORDEM GLOBAL NOS PRÓXIMOS DIAS.

 

Negociação entre Irã e Estados Unidos pode definir nova ordem global nos próximos dias

Segunda-Feira | 13.04.26

Leandro Ruschel

abr 13

Os próximos dias devem definir se o confronto com o Irã caminha para uma acomodação temporária ou para uma mudança mais profunda no equilíbrio global. 

O cessar-fogo anunciado reduziu a temperatura do conflito, mas não resolveu o núcleo do problema.

A questão de fundo continua aberta: até onde os Estados Unidos estão dispostos a ir para impedir que o regime iraniano preserve capacidade nuclear, mantenha pressão sobre o Estreito de Ormuz e siga operando como ponta de lança do eixo formado por China, Rússia e Irã.

Há um erro recorrente na leitura desse episódio. 

Muita gente encara o Irã como mais um ator autoritário do Oriente Médio, quando o problema é mais grave. 

Trata-se de uma teocracia radical que, há décadas, combina repressão brutal interna, financiamento de grupos terroristas e ambição estratégica regional.

Não é um regime preocupado apenas em sobreviver e sim um regime que atua para desestabilizar a região, expandir sua influência e confrontar diretamente os interesses americanos e de seus aliados.

Esse ponto importa porque ajuda a entender por que a crise atual não pode ser lida como um conflito isolado. 

O Irã está integrado a uma engrenagem maior. 

A Rússia oferece tecnologia, apoio e coordenação estratégica. 

A China sustenta financeiramente o regime ao comprar seu petróleo em larga escala. 

Sem esse respaldo, a ameaça iraniana teria outro tamanho.

Por isso, o que se discute agora não é apenas Teerã. 

É a capacidade do bloco sino-russo-iraniano de testar os limites da força americana e acelerar a decomposição da ordem construída no pós-Guerra Fria.

A operação militar, pelo que se descreve, atingiu alvos relevantes, enfraqueceu a cadeia de comando e degradou parte da infraestrutura estratégica do regime. 

Mas esse êxito tático não encerra a questão.

O centro da disputa saiu do campo militar e passou para a mesa de negociação. É aí que o assunto ganha peso histórico. 

Se o Irã usar a trégua apenas para reorganizar posições, manter o enriquecimento de urânio e continuar pressionando Ormuz, o cessar-fogo terá servido apenas como intervalo entre duas fases da mesma crise.

Ormuz, aliás, é a peça mais sensível desse tabuleiro. 

Não se trata apenas de uma rota marítima importante, mas de um ponto vital para o fluxo global de energia. 

Quando essa passagem entra em risco, o impacto vai muito além do petróleo. 

Atinge transporte, fertilizantes, combustíveis, cadeias produtivas e inflação em escala internacional.

É por isso que o desfecho desse impasse interessa ao mundo inteiro. Não pelo valor simbólico do conflito, mas pelo efeito material que ele pode provocar sobre a economia global.

Também é nesse ponto que a reação da imprensa e da esquerda internacional revela sua assimetria habitual. 

Há uma disposição constante de denunciar a ação americana como fator de desordem, ao mesmo tempo em que se relativiza a natureza do regime iraniano, seu histórico de terror e sua estratégia de chantagem geopolítica.

O problema é que esse tipo de leitura inverte causa e consequência. 

A desordem não nasce da tentativa de impor limites a um regime agressivo. 

Ela nasce, antes, da percepção de que esses regimes podem avançar sem enfrentar custo real.

Rússia e China observam esse episódio com atenção. 

Não apenas por causa do Irã, mas porque o resultado dessa negociação ajuda a medir a disposição americana de sustentar a própria posição no mundo. 

Um acordo frouxo sinaliza fraqueza. 

Um acordo duro, com limites reais ao regime, sinaliza outra coisa.

É justamente por isso que os próximos dias têm peso maior do que parece. 

Eles podem dizer muito sobre o futuro do Oriente Médio, mas vão dizer ainda mais sobre o tipo de ordem global que começa a se formar diante dos nossos olhos.


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