"SE ELES FOSSEM HOSTIS, JÁ TERIAM NOS DESTRUÍDO HÁ MUITO TEMPO."

 

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"SE ELES FOSSEM HOSTIS, JÁ TERIAM NOS DESTRUÍDO HÁ MUITO TEMPO."
Dr. Steven Greer

"No programa The Sean Spicer Show, o deputado Tim Burchett fez uma declaração forte sobre o tema UAP/OVNIs: 


"Alguns dos membros do Congresso que hoje são os maiores entusiastas de OVNIs eram pessoas extremamente céticas, mas quando entraram na sala comigo, foram informados, viram as imagens e conversaram com os pilotos, mudaram completamente de idéia."

Se o Tim Burchett conseguiu convencer congressistas céticos, eu acho que essas imagens vindo através da desclassificação (sair da classificação de top secret) com certeza irão convencer também os céticos que não são congressistas, a população comum, com certeza teremos o mesmo efeito.

Então, é algo quente! que denota que as informações e os 47 vídeos que já vazaram, que seria o escopo da informação da desclassificação pelo Jeremy Corbell (artista, cineasta e ufólogo) assim como pela Ana Paulina Luna (congressista EUA) é algo o quente de verdade!


Algo que pode convencer qualquer pessoa, qualquer cético de plantão.


Burchett enfatiza que as reuniões em SCIF (salas seguras classificadas) são uma prévia do que virá na grande desclassificação, imagens reais, depoimentos de pilotos e dados concretos estão convencendo até os mais resistentes.

Ele descarta a narrativa de ameaça alienígena: 


"Se eles fossem hostis, já teriam nos destruído há muito tempo." 


O interessante é que essa frase é do Dr Steven Greer e que na verdade eles estão aqui nos monitorando a décadas, na verdade há séculos, há milhares de anos. 


Mostra que não há intenção hostil."
▪️ Demis Viana ▪️


LULA SURTA NOS BASTIDORES E ENFRENTA ALCOLUMBRE EM DISCUSSÃO EXPLOSIVA QUE PAROU BRASÍLIA.

 


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Na noite que prometia ser apenas mais uma reunião estratégica entre líderes políticos em Brasília, um episódio explosivo transformou completamente os bastidores do poder em um verdadeiro campo de guerra. 

O que começou como um encontro reservado para discutir acordos importantes terminou em gritos, tensão extrema e um confronto inesperado envolvendo Lula e Alcolumbre — uma cena que, segundo testemunhas, deixou ministros, assessores e seguranças completamente em choque.

Tudo aconteceu em uma área restrita do Congresso Nacional, longe das câmeras oficiais. 

O ambiente já estava carregado desde o início. 

Fontes próximas afirmam que Lula chegou irritado após receber relatórios sobre movimentações políticas que poderiam ameaçar diretamente projetos importantes do governo. 

Do outro lado, Alcolumbre teria demonstrado resistência e endurecido o tom durante as negociações.

Os primeiros minutos da conversa aconteceram de maneira aparentemente controlada. 

Porém, segundo relatos vazados por pessoas que estavam próximas da sala, a tensão aumentou rapidamente quando determinados assuntos considerados “sensíveis” entraram em pauta. 

Nomes importantes começaram a ser mencionados, alianças foram questionadas e acusações veladas começaram a surgir.

Um assessor presente no local afirmou que o clima mudou completamente quando Lula interrompeu a conversa de forma abrupta, batendo na mesa e elevando o tom de voz. 

A reação teria surpreendido até mesmo integrantes veteranos da política brasileira.

“Parecia que tudo iria explodir a qualquer momento”, revelou uma testemunha que pediu anonimato.

Alcolumbre, conhecido por manter uma postura mais fria diante de crises, não teria recuado. 

Pelo contrário. 

Segundo pessoas ligadas aos bastidores, ele respondeu de maneira firme, o que fez o ambiente ficar ainda mais pesado.

Nesse momento, os seguranças começaram discretamente a se aproximar da entrada da sala. 

Alguns assessores tentaram amenizar o clima, mas já era tarde demais. 

O confronto verbal havia saído do controle.

Uma fonte ligada ao Senado afirmou que Lula teria se levantado de maneira brusca após ouvir determinadas declarações que considerou “uma afronta direta”. 

O presidente estaria visivelmente irritado, gesticulando intensamente enquanto apontava para Alcolumbre durante a discussão.

Os gritos puderam ser ouvidos do corredor.

Funcionários que estavam em salas próximas começaram a sair para entender o que estava acontecendo. 

Um servidor relatou que nunca tinha visto uma situação tão tensa envolvendo figuras tão importantes da política nacional.

Enquanto isso, assessores corriam pelos corredores tentando impedir que celulares gravassem o momento. 

A preocupação era clara: se imagens daquela discussão vazassem, o impacto político poderia ser devastador.

Mas o caos já estava instalado.

Segundo relatos, Lula teria acusado integrantes do Congresso de estarem criando obstáculos deliberados para enfraquecer o governo em um momento extremamente delicado. 

Alcolumbre rebateu imediatamente, afirmando que determinadas decisões estavam sendo tomadas sem diálogo suficiente.

A troca de acusações ficou cada vez mais pesada.

Em determinado momento, uma frase dita durante a discussão teria causado silêncio absoluto na sala. 

Testemunhas afirmam que até os seguranças ficaram imóveis após ouvir o comentário. 

O conteúdo exato não foi revelado oficialmente, mas pessoas próximas descrevem a fala como “um ponto sem retorno”.

Ministros que aguardavam do lado de fora começaram a trocar olhares de preocupação. 

Alguns tentaram entrar na sala, mas foram impedidos temporariamente por assessores que queriam evitar mais confusão.

O episódio rapidamente virou o principal assunto nos bastidores políticos de Brasília.

Mesmo sem gravações oficiais divulgadas, rumores começaram a circular de forma intensa dentro do Congresso. 

Parlamentares comentavam em voz baixa sobre o ocorrido enquanto jornalistas corriam atrás de informações.

Pouco tempo depois, começaram as primeiras tentativas de controle de danos.

Aliados próximos ao governo minimizaram a situação, afirmando que discussões acaloradas fazem parte do ambiente político. 

Porém, fontes internas afirmam que o clima ficou muito pior do que foi divulgado publicamente.

Um senador revelou reservadamente que jamais viu Lula tão irritado em uma reunião fechada nos últimos anos.

“Era como se tudo estivesse acumulado há semanas”, afirmou.

Enquanto isso, opositores começaram a explorar politicamente o episódio. 

Nas redes sociais, hashtags relacionadas ao confronto começaram a subir rapidamente entre os assuntos mais comentados do país.

Vídeos de bastidores começaram a circular de maneira misteriosa em grupos privados de jornalistas e assessores políticos. 

Embora nenhuma imagem mostrasse claramente o momento principal da discussão, áudios vazados indicavam vozes alteradas e pessoas tentando acalmar os envolvidos.

A repercussão foi imediata.

Analistas políticos passaram a discutir o impacto que esse confronto poderia gerar nas relações entre o governo e o Congresso. 

Alguns especialistas afirmaram que o episódio pode marcar uma ruptura importante nos bastidores do poder.

Outros acreditam que o caso expôs um nível de desgaste muito maior do que o público imaginava.

Nos corredores de Brasília, uma pergunta dominava as conversas: o que realmente foi dito naquela sala?

Essa dúvida aumentou ainda mais quando surgiram informações de que pessoas próximas aos envolvidos estariam tentando impedir novos vazamentos.

Assessores passaram a negar qualquer exagero na situação, mas fontes internas garantem que houve momentos de tensão extrema.

Um funcionário relatou que copos chegaram a ser derrubados durante a discussão e que o silêncio após o confronto foi “assustador”.

“Parecia cena de filme”, afirmou.

Enquanto isso, aliados tentavam reconstruir pontes rapidamente para evitar consequências maiores. 

Reuniões emergenciais aconteceram ainda durante a madrugada para conter os impactos políticos.

Mas o estrago já estava feito.

A imprensa começou a pressionar por respostas oficiais. 

Perguntas sobre o episódio foram feitas em entrevistas, coletivas e corredores do Congresso. 

As respostas, porém, permaneceram vagas.

Lula evitou comentar diretamente o caso.

Alcolumbre também manteve silêncio público inicialmente.

Esse silêncio apenas aumentou as especulações.

Nos bastidores, parlamentares afirmavam que o episódio poderia influenciar votações importantes nas próximas semanas. 

O temor era de que a crise gerasse um efeito dominó nas negociações políticas já consideradas frágeis.

Ao mesmo tempo, integrantes da oposição aproveitaram a situação para criticar duramente a condução política do governo.

Discursos inflamados começaram a surgir no plenário.

Deputados e senadores trocavam acusações enquanto jornalistas tentavam confirmar os detalhes do confronto.

A situação ficou ainda mais intensa quando uma nova informação vazou no dia seguinte.

Segundo fontes próximas ao Congresso, um participante da reunião teria gravado discretamente parte da discussão. 

A existência desse possível áudio gerou pânico imediato entre aliados políticos.

Assessores passaram o dia tentando descobrir quem estaria por trás do vazamento.

A tensão cresceu novamente.

Nos corredores do poder, comentava-se que o conteúdo poderia causar uma crise ainda maior caso fosse divulgado integralmente.

Enquanto isso, nas redes sociais, teorias começaram a se espalhar rapidamente. 

Usuários afirmavam ter informações exclusivas, supostos bastidores e versões alternativas do que realmente aconteceu.

O episódio ganhou proporções gigantescas.

Programas políticos passaram a dedicar horas discutindo o caso. 

Especialistas analisavam expressões corporais, mudanças de comportamento e até detalhes das agendas oficiais dos envolvidos.

Tudo era interpretado como sinal de crise.

Um comentarista político chegou a afirmar que aquele poderia ser “o momento mais delicado das relações internas do governo desde o início do mandato”.

A declaração repercutiu fortemente.

Mesmo aliados históricos demonstravam preocupação reservadamente.

Ministros passaram a agir com cautela, evitando comentários públicos. 

A ordem nos bastidores era clara: reduzir o incêndio antes que ele saísse completamente do controle.

Mas controlar a repercussão parecia impossível.

A cada hora surgiam novos rumores.

Alguns afirmavam que Lula estaria profundamente decepcionado com movimentações recentes dentro do Congresso. 

Outros diziam que Alcolumbre teria decidido endurecer definitivamente sua postura nas negociações políticas.

Nada era confirmado oficialmente.

E exatamente essa falta de respostas aumentava ainda mais a curiosidade pública.

Brasília amanheceu tomada por especulações.

Nos cafés próximos ao Congresso, servidores comentavam o episódio em voz baixa. 

Nos gabinetes, reuniões estratégicas aconteciam sem parar.

Até parlamentares experientes afirmavam que raramente viam um clima tão pesado nos bastidores.

O episódio se transformou em símbolo de uma crise maior.

Muito além de uma simples discussão, o confronto passou a representar um choque de forças dentro do cenário político nacional.

E quanto mais informações apareciam, mais explosiva a situação parecia ficar.

No final daquela semana, aliados dos dois lados começaram discretamente a trabalhar por uma reconciliação pública. 

A preocupação era evitar que a crise contaminasse pautas consideradas essenciais para o governo e para o Congresso.

Porém, pessoas próximas garantem que o clima entre Lula e Alcolumbre jamais voltou a ser o mesmo após aquela noite.

O episódio deixou marcas profundas.

Até hoje, muitos detalhes continuam cercados de mistério.

Quem estava realmente certo?

O que foi dito longe das câmeras?

E principalmente: existe um vídeo completo escondido que ainda pode vir à tona?

Enquanto Brasília tenta seguir normalmente, uma certeza permanece entre os bastidores do poder: aquela discussão mudou completamente a relação entre importantes figuras políticas do país — e seus efeitos podem continuar repercutindo por muito tempo.

https://novanews247hz.com/anhtuan8386/lula-surta-nos-bastidores-e-enfrenta-alcolumbre-em-discussao-explosiva-que-parou-brasilia-2/

“ACHAVAM QUE ERA O FIM DE FLÁVIO BOLSONARO, MAS O QUE ELE DESCOBRIU ACABA DE ENTERRAR LULA VIVO NO ESCÂNDALO DO SÉCULO”

 

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“ACHAVAM QUE ERA O FIM DE FLÁVIO BOLSONARO, MAS O QUE ELE DESCOBRIU ACABA DE ENTERRAR LULA VIVO NO ESCÂNDALO DO SÉCULO”

Achavam que era o fim de Flávio. Nas redes petistas, nos jornais de sempre e até em alguns setores do Judiciário, o tom era de festa: o senador Flávio Bolsonaro estava encurralado, processos se multiplicavam, imagem desgastada, futuro político destruído. 

“É o começo do fim da família”, diziam os comentaristas com sorrisos no rosto. Mas o que ninguém esperava era que, no meio do caos, Flávio tivesse acesso a um dossiê que muda completamente o jogo da política brasileira.

Fontes próximas ao senador revelaram com exclusividade que, há três semanas, durante uma investigação paralela sobre supostas irregularidades em seu gabinete, Flávio recebeu de um informante anônimo – um ex-funcionário de alto escalão de um banco suíço – uma pasta digital com mais de 12 mil documentos. 

E-mails, extratos bancários, transferências via offshore, gravações de áudio e até vídeos. 

O material não aponta apenas irregularidades. 

Ele aponta o dedo diretamente para o coração do poder petista.

O cerne da descoberta é um esquema batizado internamente de “Operação Velho Amigo”. 

Segundo os documentos, desde o segundo mandato de Lula, uma rede envolvendo ministros, empresários amigos do PT e intermediários internacionais desviou mais de R$ 4,7 bilhões em contratos da Petrobras, BNDES e obras de infraestrutura na América Latina e África. 

Parte desse dinheiro, ao invés de voltar para campanhas ou contas no Brasil, era direcionada para fundos de investimento em nome de “laranjas” ligados diretamente à família de Lula e a aliados históricos.

Flávio, ao analisar os arquivos com advogados de confiança, encontrou transferências de US$ 38 milhões feitas em 2010 e 2011 para uma conta em Genebra registrada em nome de uma empresa fantasma chamada “Luz do Amanhã Participações”. 

A empresa, segundo cruzamento de dados, tinha como beneficiário final um sobrinho-neto de Lula que atuava como “consultor internacional”

Mais grave: há registros de que parte desses recursos foram usados para comprar imóveis de luxo em Portugal e Dubai em nome de pessoas próximas ao ex-presidente.

“Eles achavam que eu ia cair quieto. 

Mas quando vi o nome do Lula aparecendo em todas essas transações, percebi que não era mais sobre mim. 

Era sobre o Brasil”, declarou Flávio em conversa reservada obtida pela nossa reportagem.

O escândalo ganha contornos ainda mais explosivos quando se analisa o áudio de uma reunião de 2019, gravada clandestinamente. 

Nele, um operador financeiro ligado ao PT conversa com um ex-ministro sobre a necessidade de “limpar o rastro” de pagamentos feitos durante o governo Dilma e o primeiro mandato de Lula. 

A voz menciona explicitamente “o chefe” e “a necessidade de proteger o legado”. 

Especialistas em análise de voz consultados confirmam em 94% de probabilidade que se trata de um dos principais operadores do partido.

Mas não para por aí. 

Os documentos revelam ainda que Flávio não foi o único alvo. 


O mesmo esquema teria sido usado para monitorar e, quando necessário, neutralizar opositores. 

Há indícios de que informações privilegiadas da Receita Federal e do Coaf foram usadas contra parlamentares bolsonaristas entre 2022 e 2025. 

Um dos alvos principais era exatamente o clã Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro decidiu não vazar tudo de uma vez. 

Em vez disso, entregou parte do material ao Supremo Tribunal Federal através de um habeas corpus com documentos anexos. 

A estratégia foi inteligente: ao invés de transformar em mero espetáculo midiático, ele forçou o sistema a se posicionar. 

Agora, ministros do STF estão diante de um dilema: ignorar o material e serem acusados de parcialidade, ou investigar e correr o risco de desmoronar o governo Lula.

Nos bastidores, o Planalto vive momentos de pânico. 

Reuniões emergenciais acontecem diariamente. 

Um ministro da Casa Civil teria dito textualmente: “Se isso vazar completo, não tem eleição em 2026”. 

Assessores de Lula tentam minimizar, chamando o dossiê de “fake news reciclada”, mas fontes internas admitem que a autenticidade de boa parte dos documentos é difícil de refutar.

O que mais impressiona na história é o contraste. 

Enquanto Lula posava de estadista no exterior, discursando sobre democracia e combate à corrupção, o dinheiro continuava fluindo por canais ocultos. 

Empresas que receberam bilhões em contratos superfaturados devolviam percentuais via consultorias fantasmas. 

Um dos casos mais emblemáticos é o da construção de uma usina na África, onde o valor final foi 280% superior ao orçamento inicial. 

Parte da diferença teria sido rateada entre operadores brasileiros e africanos, com “comissão presidencial” explícita nos planilhas.

Flávio Bolsonaro, que há poucos meses enfrentava desgaste por causa de antigos funcionários de gabinete, agora se vê como o homem que pode derrubar o gigante. 

Aliados próximos dizem que ele repetiu a frase várias vezes: “Eles cavaram a cova para mim. Agora vão cair todos juntos”.

A reação da esquerda não demorou. 

Deputados do PT já pedem investigação contra Flávio por “posse de documentos roubados”, ignorando que o material foi entregue espontaneamente e protocolado. 

Jornalistas alinhados ao governo tentam desqualificar o conteúdo antes mesmo de analisá-lo. 

Mas o povo, nas redes, já começa a questionar: e se for verdade?

Especialistas em direito constitucional ouvidos pela reportagem afirmam que, se comprovada a autenticidade, o caso pode configurar não apenas corrupção, mas crime contra a soberania nacional e organização criminosa. 

O volume de recursos é tão grande que supera, em valores atualizados, os escândalos da Petrobras revelados na Lava Jato.

Enquanto isso, Flávio mantém silêncio público estratégico. 

Ele sabe que cada palavra conta. 

Em conversas reservadas, porém, demonstra tranquilidade. 

“O que eu tenho nas mãos não é contra o PT. 

É contra quem roubou o Brasil por décadas. 

E o povo merece saber”.

O Brasil assiste agora a um dos capítulos mais tensos da sua história recente. 

De um lado, um senador que parecia liquidado. 

Do outro, o ex-presidente que muitos consideravam intocável. 

No meio, a verdade que pode, finalmente, colocar as coisas nos seus devidos lugares.

O que virá nas próximas semanas pode definir o futuro político do país. 

Se os documentos forem validados por perícia independente, Lula enfrentará não apenas desgaste – enfrentará risco real de inelegibilidade e até prisão. 

Flávio, por sua vez, sai do papel de acusado para o de protagonista de uma reviravolta histórica.

O buraco que cavaram para o filho do Bolsonaro pode se tornar o túmulo político do maior ícone da esquerda brasileira. 

E o povo brasileiro, cansado de tanta corrupção, assiste atento. 

O jogo virou. 

E dessa vez parece que não tem volta.

 https://novanews247hz.com/thuylinh8386/achavam-que-era-o-fim-de-flavio-bolsonaro-mas-o-que-ele-descobriu-acaba-de-enterrar-lula-vivo-no-escandalo-do-seculo/



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