Joaquim Barbosa►Uma batalha por vez



Barbosa: briga de peso com advogados e a magistratura “no momento adequado”
Joaquim Barbosa vai mexer em vespeiro dos grandes quando tentar proibir via CNJ a atuação nos tribunais superiores de advogados que sejam parentes de juízes. Como sabe da resistência, Barbosa vai abrir a discussão no CNJ “no momento adequado”. Aos mais próximos, ele admite a dificuldade de vencer esta parada: “Não tenho problema em ser derrotado”.
Por Lauro Jardim

Viagens ao espaço podem acelerar Alzheimer, diz estudo

 espaço

Exposição à radiação cósmica pode levar a problemas cognitivos e acelerar mudanças no cérebro associadas à doença neurológica Radiação cósmica: exposição pode levar ao desenvolvimento de doença neurodegenerativa em astronautas (Thinkstock)

Longas viagens ao espaço, como uma missão a Marte, podem expor os astronautas a níveis de radiação cósmica prejudiciais ao cérebro e acelerar o Alzheimer. É o que indica um estudo americano financiado pela Nasa. Na pesquisa, ratos foram submetidos a variadas doses de radiação, incluindo níveis comparáveis aos que os astronautas experimentariam durante uma missão a Marte. Os animais expostos à radiação foram muito mais propensos a não conseguir lembrar objetos ou lugares, o que sugere uma deterioração neurológica precoce.
"A radiação cósmica galáctica representa uma ameaça importante para os futuros astronautas", diz Michael O'Banion, professor da Universidade de Rochester e principal autor do estudo, publicado na revista PLoS ONE. "Nosso estudo demonstra pela primeira vez que a exposição a níveis de radiação equivalentes a uma missão a Marte pode produzir problemas cognitivos e acelerar as mudanças no cérebro que estão associadas à doença de Alzheimer", diz.
A Nasa planeja missões tripuladas a um asteroide longínquo em 2021 e a Marte em 2035. Uma viagem de ida e volta ao planeta vermelho pode levar até três anos.
Radiação — Enquanto o espaço está repleto de radiação, o campo magnético da Terra protege, em geral, o planeta e os seres humanos localizados em uma órbita baixa da Terra destas partículas. Mas, uma vez que os astronautas saem da órbita terrestre, estão expostos a uma chuva de radiações diferentes.
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Nos últimos 25 anos, a Nasa financiou pesquisas para determinar os riscos potenciais das viagens espaciais para a saúde humana. O objetivo era desenvolver contra-medidas e determinar se estes riscos podem colocar em perigo as missões tripuladas prolongadas ao espaço profundo.
Vários estudos anteriores demonstraram o potencial de desenvolver câncer, doenças cardiovasculares e transtornos musculoesqueléticos pelo impacto da radiação cósmica galáctica. Mas o estudo da Universidade de Rochester examinou o potencial impacto da radiação espacial na neurodegeneração e, em particular, nos processos biológicos no cérebro que contribuem para o desenvolvimento do Alzheimer.
Os cérebros dos ratos também mostraram sinais de alterações vasculares e uma maior acumulação da beta-amilóide, a proteína "placa" que se acumula no cérebro e que é uma das características da doença.

Saiba mais:

ALZHEIMER
A demência é causada por uma variedade de doenças no cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a habilidade de realizar atividades cotidianas. O Alzheimer é a causa mais comum de demência e corresponde a cerca de 70% dos casos. Os sintomas mais comuns são: perda de memória, confusão, irritabilidade e agressividade, alterações de humor e falhas de linguagem.


(Com agência France-Presse)

Governadora pede a castração dos agressores de indiana

 Ativista indiana reza após cerimônia de cremação do corpo de vítima de estupro

Morte da jovem vítima de um estupro coletivo, no sábado, revolta a população

Ativista indiana reza após cerimônia de cremação do corpo de vítima de estupro (Dibyangshu Sarkar/AFP)
A governadora do estado indiano de Tamil Nadu, J. Jayalalithaa, pediu nesta terça-feira a castração dos agressores sexuais de uma jovem indiana, após sua morte no sábado. O estupro coletivo de que foi vítima revoltou a população da Índia. "Vamos pedir que a lei tenha emendas e passe a permitir a castração química dos estupradores", disse Jayalalithaa em comunicado.
A chefe do governo regional também propôs o início de um mecanismo de julgamentos rápidos para esse tipo de crime. Ela se mostrou partidária de que "se revisem os casos de assédio sexual que continuam pendentes nos tribunais, para que se acelerem os processos e se faça justiça o mais rápido possível".
A declaração ocorre após a imprensa local publicar na segunda que o Partido do Congresso, de situação, estuda a aprovação de uma lei que permita a castração dos violadores em determinados casos. A Índia permanece comovida pelo caso de estupro, há 15 dias, de uma jovem por seis homens quando voltava para casa em um ônibus do qual os agressores a jogaram em movimento, o que a deixou em estado grave.
Após ser operada várias vezes em Nova Délhi, a jovem, de 23 anos, foi transferida a um hospital de Cingapura, onde morreu. O fato gerou uma onda de indignação sem precedentes na Índia, onde nas últimas duas semanas houve muitas manifestações de protesto contra a falta de ação policial em defesa de mulheres que sofrem assédio sexual.
Nesta terça, a polícia prendeu um homem que tentava colocar uma bomba de fabricação caseira perto da casa de um dos acusados do estupro coletivo contra a jovem. O suspeito de 37 anos foi detido perto do Campo Ravi Dass, uma favela ao sudoeste de Nova Délhi, onde moravam quatro dos seis acusados. Os outros dois moravam nas proximidades da capital indiana.
(Com agência EFE)

Professoras aprendem a usar armas, na contramão da onda desarmamentista

   
Professoras decidem aprender a atirar para defender seus alunos
The Journal News de Nova York publicou um mapa de residentes que têm permissão para portar armas em dois condados de Nova York, incluindo o de Westchester. 
A medida tem o claro intuito de intimidar os portadores de armas. 
O título da matéria já traz o viés desarmamentista "Meu vizinho, o portador de armas"1.
"Sabíamos que essa publicação seria controversa, mas sentimos que era importante compartilhar a maior quantidade de informação possível sobre os donos de armas em nossa área, sobretudo depois do massacre de Newtown", disse CynDee Royle, editora e vice-presidente do Journal News.
Atitude diversa e na antípoda da mentalidade esquerdista foi a matéria veiculada, em 28 de dezembro, pela Reuters: "Professores de Utah são treinados a usar arma após massacre em Newtown"2.
O evento foi organizado pelo Conselho do Tiro Esportivo de Utah, em resposta aos disparos de um atirador em Newtown, no Estado de Connecticut, o qual considera queos educadores armados poderiam ter uma chance de impedir tiroteios fatais e indiscriminados nas escolas.
Difícil foi selecionar os participantes do curso na quinta-feira, pela quantidade de inscritos e limitação do espaço. Os inscritos reuniram-se em uma arena de esportes para receber instrução sobre o manuseio de armas de fogo, ministrada por ativistas pró-armas.
Normalmente durante o ano são 16 professores que fazem o curso, mas com os recentes acontecimentos na escola de Connecticut, o número saltou para centenas e tiveram que limitar a 200.
Mas, o que leva uma professora a manusear uma arma?
Kasey Hansen, professora de educação especial de Salt Lake City, no Estado norte-americano de Utah, disse que levaria um tiro por qualquer um de seus alunos, mas, se estivesse diante de um homem armado ameaçando sua classe, ela preferiria ser capaz de reagir atirando.
Não se pode coibir o sentimento heroico de milhares de educadores e cidadãos de bem, que possuem como todos o direito natural à legítima defesa.

Lei deve proibir ex-presidentes de disputar eleições

 

Extraído de: PB Agora - A Paraíba o tempo todo  -  

Um dos mais longevos políticos brasileiros, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defende uma mudança na lei para regular o comportamento de ex-presidentes da República. "Nós devíamos ter, no Brasil, uma legislação que não permitisse a nenhum ex-presidente da República que voltasse a qualquer cargo eletivo", sugere o político maranhense de 82 anos.

Sarney chegou à Câmara como deputado federal pelo Maranhão em 1955. Nunca mais saiu da política. Passaram-se já 57 anos. Foi presidente da República de 1985 a 1990. Em seguida, fez o que agora não recomenda aos demais: disputou e venceu, pelo Amapá, três eleições sucessivas para o Senado. Em 2015, quando termina seu atual mandato, terá completado 24 anos no Congresso.

Em entrevista ao "Poder e Política", projeto da Folha e do UOL, disse que agora não pretende ser mais candidato a nada. Começa seu rumo à aposentadoria eleitoral no começo de 2013, quando deixa a presidência do Senado. Um pouco melancólico, acha que as "medidas provisórias destruíram o Congresso", mas não enxerga solução no curto prazo. Defende uma mudança no sistema de governo para o parlamentarismo. "Até lá, nós vamos viver baseados na qualidade do presidente da República de manter o país estável".

Sobre sua sucessão no Planalto, em 1989, tem uma avaliação sobre o candidato do PMDB a presidente naquele ano: "O Ulysses cometeu um grande equívoco. O equívoco do Ulysses foi achar que rompendo com o governo ele teria o apoio da opinião pública". A personagem da crítica é Ulysses Guimarães (1916-1992), que naquela disputa ficou com 4% dos votos, rompido com Sarney.

Político moderado e ao longo da carreira posicionado do centro para a direita, Sarney apoiou o governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva. Enxergou ali uma forma de ilustrar sua imagem. Lula, conta Sarney, foi três vezes à casa dele para pedir apoio. "Para mim, era muito bom. Durante todo esse tempo de político [eu era] tido como conservador. Eu vi essa possibilidade de nós termos um operário no poder".

Ao deixar a presidência do Senado, no início de 2013, Sarney pretende ter menos compromissos partidários. Quer desfrutar mais de sua "paixão" pelo Maranhão. "É uma saudade que não passa".

Confira a entrevista completa clicando aqui

Folha

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