◘ TEMER NATIMORTO.

 

  

O golpe costurado por Lula e Renan Calheiros para blindar Dilma Rousseff contra a Lava Jato será estendido a todos os membros da ORCRIM (organização criminosa).
O Estadão, em editorial, mostra que, se isso passar, o governo de Michel Temer já nasce morto:
"Todo cidadão honesto deste país há de estar estupefato com o desfecho do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Malgrado o fato de que a petista finalmente teve seu mandato cassado, levando alívio ao País, tão maltratado pela incúria administrativa e pelo desleixo moral da agora ex-presidente e de seu partido, um punhado de notórios personagens da vida política – desses que não se consegue identificar bem na escala biológica, porque são ao mesmo tempo animais de pluma, couro e escama – aproveitou a deixa para urdir uma maracutaia digna de uma república bananeira.
O objetivo, claro, foi beneficiar todos os políticos facínoras que a Justiça está por alcançar.
Mas o resultado da trama, do qual essa chusma de irresponsáveis talvez nem tenha se dado conta, é que o governo de Michel Temer, do qual vários deles esperam fazer parte e colher seu quinhão, corre o risco de terminar antes mesmo de começar". 

ATENÇÃO URGENTE ◘ TEORI ZAVASCKI ► PODE ANULAR IMPEACHMENT

 

 Teori Zavascki – PODE ANULAR IMPEACHMENT.

O impeachment de Dilma foi aprovado pelo plenário do Senado por 61 votos a 20.

Ela foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas "pedaladas fiscais" no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.
O mandado de segurança foi distribuído por sorteio para o ministro Teori Zavascki, que será o relator do caso.

O pedido original inclui um pedido de decisão liminar (provisória) para suspeder os efeitos da decisão desta terça, de modo que o presidente Michel Temer volte a ser interino até uma decisão final do plenário do STF sobre a ação.

Além de um novo julgamento no impeachment, a defesa de Dilma pede que o STF anule dois artigos da Lei 1.079, de 1950, usados pela acusação para imputar crimes de responsabilidade a Dilma.

A estratégia vinha sendo estudada antes da decisão do Senado, como adiantou o G1 na última sexta (30).
A ideia é que a Corte declare como contrários à Constituição de 1988 o item 4 do artigo 10 da lei e o artigo 11.

Se esses dispositivos fossem eliminados na legislação, faltaria base para enquadrar os atos imputados a Dilma como crimes, o que poderia a absolver.

O primeiro artigo define como crime de responsabilidade "infringir, patentemente, e de qualquer modo, dispositivo da lei orçamentária" e foi usado para enquadrar os decretos que abriram créditos suplementares supostamente incompatíveis com a meta fiscal, o que só seria possível com aval do Congresso.


O outro é o artigo 11, que define crimes de responsabilidade "contra a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos", como por exemplo, "contrair empréstimo, emitir moeda corrente ou apólices, ou efetuar operação de crédito sem autorização legal".

A ação argumenta que Dilma tem o "direito líquido e certo de ser processada dentro dos "limites impostos pela Constituição e pela legislação pertinentes".

"Ao Senado Federal, no julgamento do processo de impeachment, cumpre aplicar as normas incriminadoras definidas em lei, mas apenas quando tais normas sejam compatíveis com a Constituição Federal", diz a peça.

O ex-ministro e advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, já havia informado nesta quarta-feira (31) que iria acionar o STF para contestar o impeachment.

Na ocasião, ele disse que as ações iriam contestar "irregularidades formais no processo".

Ainda durante a manhã, a equipe de Cardozo chegou a substituir a peça original protocolada mais cedo.

A versão definitiva, porém, manteve os mesmos pedidos contidos na primeira.

http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2016/09/defesa-de-dilma-recorre-ao-supremo-contra-decisao-do-senado.html


◘ O MINISTERIO DA JUSTIÇA E O FRACASSO DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO.

 
 Em recente entrevista concedida na Cidade da Polícia, Zona Norte do Rio, o Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, chamou atenção para uma grave situação: a falta de investimentos do governo Dilma em equipamentos bélicos para as polícias. O ministro afirmou que o Brasil precisa de menos pesquisas/diagnósticos de segurança pública e mais armamentos. 
“Tem especialista que nunca trabalhou em segurança pública, mas de alguma forma vira especialista, que cobra viagens internacionais para aprender não sei o quê”, disse. 
Estudos financiados pelo governo, como o Mapa da Violência e o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, se consolidaram como referências dos quadros de violência no país, sendo adotados pelos órgãos públicos, especialmente o Ministério da Justiça, para balizar a atual política de segurança pública. 
Seguindo a diretriz de governo em prol do desarmamento estas pesquisas possuem claramente viés ideológico e com a distorção da realidade, dos números e estatísticas, tentam justificar a fracassada política nacional de desarmamento, que após mais de dez anos em vigor não surtiu efeito na redução da violência. Ao contrário. 
O Brasil é o 11º país com maior taxa de homicídios do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).  De acordo com a agência da Organização das Nações Unidas (ONU), a taxa no Brasil é de 32,4 homicídios para cada 100 mil habitantes, mais que o triplo do máximo considerado aceitável pela ONU, que classifica como violência epidêmica quando há mais de 10 por mortes violentas para cada 100 mil moradores. O estudo usa dados de 2012, último ano em que o levantamento foi feito em todo o mundo.
É nítido que a atual política de segurança pública no País está rumo ao colapso. Vemos hoje uma total falta de controle de armas de fogo. Criminosos agem livremente com armamentos ilegais pesados. Enquanto isso, os agentes de segurança pública não possuem equipamentos o suficiente para fazer frente aos dos bandidos. Além disso, os cidadãos de bem estão desarmados e desprotegidos, uma vez que não conseguem legalmente possuir uma arma de fogo, e por vezes se veem obrigados a optarem pela ilegalidade para se defenderem.
A precariedade nas instalações policiais, número reduzido de efetivos, viaturas e equipamentos, defasagem salarial e as precárias condições de trabalho, estão entre os principais problemas enfrentados pelas corporações policiais atualmente. A reivindicação de mais equipamentos de segurança adequados à atividade policial por profissionais de segurança pública também não é algo novo. Não raramente o armamento é inadequado frente aos fuzis que os criminosos utilizam sem se preocuparem com a ilegalidade de seus atos. 
Segundo o Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, um decreto deve ser publicado até o final do mês para permitir que policiais usem armamento apreendido com criminosos, após processo de legalização. O texto mudará substancialmente a regra atualmente em vigor no Estatuto do Desarmamento, que obriga o Exército do Brasil a destruir todas as armas apreendidas com bandidos. Além disso, a resolução diminuirá o tempo de espera para a compra oficial de armas que pode chegar a nove meses ou até mais. 
Moraes ainda negou que no novo governo haja uma política de enfrentamento ao crime, e preferiu chamá-la de política de legalidade. De fato, a ação proposta pretende transformar as milhares de armas ilegais utilizadas contra policiais e a população, em instrumentos legais de proteção e defesa da sociedade. Uma de muitas iniciativas necessárias para a legalização das armas de fogo e melhoria da segurança pública no País.
O posicionamento do Ministro é inédito naquela pasta e vem em encontro a algo que já sabemos faz muito tempo: urge uma mudança radical na legislação atual para que a mesma tenha poder para punir criminosos e garantir que instituições polícias, agentes de segurança e até mesmo o cidadão não continuem desarmados e à mercê dos criminosos.se. 

Leia aqui:

CRIMINALIDADE► PROMOTOR AFIRMA► "LUGAR ONDE CIDADÃO ANDA ARMADO A CRIMINALIDADE CAI"


O Promotor de Justiça Ronaldo Lara Resende participou do Fim de Expediente da última segunda-feira e falou sobre o aumento da violência no país.

 

Ele comentou sobre a chegada da Força Nacional no estado e criticou como parte da mídia noticia a criminalidade, utilizando termos mais pesados quando criminosos morrem, e agindo ao contrário no assassinato de policiais. Dr. Ronaldo também avaliou que, conforme a violência aumenta, a população tende a se habituar com notícias trágicas.

 

Para encerrar, o promotor ainda criticou os defensores desarmamento, defendo que, conforme os cidadãos andam armados, o crime diminui. 

 

Ouça aqui: 

http://spacofm.com.br/noticias/show/id/17298-dr.-ronaldo-lara-resende%3A-%3Flugar-onde-cidadao-anda-armado-a-criminalidade-cai%3F

◘ SENADOR MAGNO MALTA MUDA DE POSIÇÃO SOBRE O DESARMAMENTO.


Em entrevista ao canal no Youtube da advogada e procuradora em Brasilia Beatriz Kicis, "Papo que bate (assista aqui:https://youtu.be/qSicrGPtLXI ), o senador Magno Malta (PR-ES) admitiu que o Estatuto do Desarmamento precisa mudar para garantir o direito de defesa do cidadão. 

O político assumiu que mudou sua opinião e que a Lei 10.826/2003, mais conhecida como Estatuto do Desarmamento, precisa de mudanças.

"(...) Eu imagino que em um país abandonado no ponto de vista da segurança pública nós não podemos privar o cidadão de ter uma arma em sua casa ou ter uma arma dentro do seu carro. 
Não é para brigar na rua, não é para atirar em ninguém", afirma.
O senador atrela a mudança de opinião à situação complicada do Brasil, ao abandono da segurança pública e denuncia a falta de Policiais Federais nas fronteiras. 
"A Argentina tem 33 milhões de pessoas e 48 mil homens na Policia Federal. 
O Brasil tem 200 milhões e 12 mil homens operacionais na Policia Federal para nossas questões de fronteira. 
Então o abandono e esse governo ideológico, perdulário, que vale tudo: legalização de droga, bandido está protegido, estupra, sequestra, mata com 17 anos e está tudo certo e nós protegemos". Magno Malta também ressalta a vulnerabilidade dos cidadãos brasileiros.
"Hoje eu entendi que nada é tão bom, absolutamente bom, que não precisa ser mudado. 
O Estatuto da Criança e do Adolescente a gente achava que era o suprassumo, aquilo não é o suprassumo. E a primeira mudança que veio 18 anos depois foi feita por mim, que foi a CPI da Pedofilia. Então, o Estatuto do Desarmamento não é o suprassumo do mundo. Precisa realmente de mudanças". 
O político ainda esclarece, durante a entrevista, que não é mais relator do projeto autoritário do senador Cristovam Buarque que proíbe a venda de armas no Brasil e que quando o seu nome apareceu para relatoria ele devolveu porque não se viu em condição de relatar um projeto que vai desarmar a população. 
Malta informou ainda que nunca teve porte de arma, mas que passou a entender que a arma é como um cadeado de bicicleta, um objeto de proteção que fará o criminoso pensar várias vezes antes de cometer o furto/roubo.  
O senador também defendeu que o cidadão que mora em um sítio afastado possa ter mecanismos de defesa. 
Por fim, o senador Magno Malta defendeu a necessidade de estabelecer regras muito sérias sobre o assunto. 
E finaliza: "Alguém já disse um dia que só os tolos não mudam" e tenho certeza, se isso aconteceu foi graças as pessoas como a própria Beatriz Kicis e como o jovem Felix Rodrigues que entregou uma cópia do Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento (vídeo aqui: http://migre.me/uQCX8 )  ao senador. 
O cidadão agradece, o bandido se preocupa!
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