OS PERIGOS DE BEBER CAFÉ DE MAQUINAS DE ESCRITÓRIO

Publicado:17 de junho de 2026

Se uma máquina de café não for devidamente limpa, pode se tornar um ambiente propício para a proliferação de E. coli, salmonela, norovírus e outras bactérias intestinais.


Segundo diversos médicos, a falta de higiene e a ausência de limpeza oportuna das máquinas de café nos escritórios criam um ambiente ideal para o crescimento de bactérias e fungos, o que pode levar a doenças infecciosas graves.


"Em uma máquina de café, a umidade e a temperatura inadequada da água podem criar um ambiente propício para a proliferação de bactérias. 


Estas se multiplicam ativamente nos canos e reservatórios, e resíduos de leite podem se acumular nas máquinas de cappuccino", explicou a médica e nutricionista russa Daria Rusakova em entrevista ao portal de notícias local Abzats.


Se uma máquina de café não for devidamente limpa, pode causar infecções intestinais. 


Por exemplo, E. coli, salmonela, norovírus e outras bactérias podem contaminar o café e causar diarreia, vômitos e dor abdominal.


"Existe também o risco de legionelose: a bactéria Legionella é transmitida por aerossóis e vapores, causando pneumonia, especialmente em pessoas com sistema imunológico enfraquecido", explicou o médico.

https://esrt.space/actualidad/611584-peligros-tomar-cafe-maquinas


URGENTE: TRUMP CHAMA LULA DE "VOLÁTIL" E DIZ QUE "NÃOPENSA NO PESIDENTE BRASILEIRO",

 


Urgente: Trump chama Lula de “volátil” e diz que “não pensa no presidente brasileiro”


Declaração foi dada em meio a tensões diplomáticas e trocas de críticas entre Brasília e Washington após encontro no G7

Publicado em 19 de junho de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), afirmou que o presidente Lula (PT) é uma pessoa “muito volátil” e disse que “não pensa” no líder brasileiro. 


A declaração foi dada em entrevista ao site norte-americano Axios, divulgada nesta sexta-feira (19), em meio a um cenário de tensão diplomática e trocas recentes de críticas entre os dois governos.


Ao ser questionado diretamente sobre Lula, Trump minimizou qualquer vínculo político ou pessoal.


“Eu não penso nele, para ser honesto com você. 


Eu realmente não penso nele. 


Não poderia me importar menos”, afirmou. 


Em outro trecho, acrescentou: “Ele é um tipo de pessoa diferente agora. 


Muito volátil. 


Eu vi ele fazendo um discurso. 


Foi muito volátil, e tudo bem”.


A avaliação contrasta com a forma como Trump havia se referido a Lula em um encontro anterior entre os dois, quando o classificou como um líder “dinâmico” durante uma breve conversa em agenda internacional.


Na conversa, Trump também foi provocado pelo entrevistador sobre sua avaliação de líderes mundiais. 


Ele citou nomes como o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e o presidente da China, Xi Jinping, a quem classificou como exemplos de chefes de Estado “inteligentes” e “duros”.


“Você não chega a esse nível sem ser inteligente. Todos têm algo especial”, disse.


A declaração sobre Lula ocorre poucos dias após o encontro entre os dois na cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França. 


A reunião foi breve e marcada apenas por um cumprimento informal, sem agenda bilateral.


Na mesma entrevista, Trump voltou a comentar o ambiente político brasileiro e afirmou que o país se tornou “complicado” e “um pouco perigoso politicamente”.


“Observei o Brasil, o líder de lá… tivemos alguns contatos. 


Ele é uma pessoa muito volátil”, disse, ao retomar o tema.


A entrevista também trouxe uma referência confusa de Trump ao cenário político brasileiro. 


O presidente norte-americano mencionou a prisão de um “Bolsonaro Jr.”. 


A fala foi interpretada como uma possível referência ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL)


Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de interferência em investigações relacionadas ao pai, mas a decisão ainda não transitou em julgado, ou seja, ainda há possibilidade de recursos e não há cumprimento de pena em andamento. 


Atualmente, o ex-deputado vive nos Estados Unidos e mantém atuação política fora do país.


Confira o vídeo:


https://claudiodantas.com.br/urgente-trump-chama-lula-de-muito-volatil/?utm_source_platform=mailpoet

APÓS ZAMBELLI A ITÁLIA JULGARÁ UM CASO AINDA MAIS EMBARAÇOSO PARA O REGIME BRASILEIRO.

 

Depois de Zambelli, a Itália julgará um caso ainda mais embaraçoso para o regime brasileiro

 

Relembre o caso Tagliaferro e compreenda por que seu julgamento poderá expor ainda mais as feridas na Justiça do Brasil

Leandro Ruschel

O caso de Tagliaferro é ainda mais escabroso que o de Carla Zambelli: ele é acusado de “tentativa de golpe” justamente por denunciar supostas irregularidades cometidas sob a gestão de Moraes no TSE.


Tagliaferro chefiou a orwelliana Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do TSE, e denunciou que o órgão teria virado uma central de censura à direita. 


As demandas por “fake news” partiriam do próprio gabinete de Moraes no Supremo, repassadas por seu juiz instrutor, e não eram anônimas, como propagava o tribunal. 


Quando ele não achou justificativa para censurar a Revista Oeste, mandaram-no “usar a criatividade”.


Vale lembrar quem alimentava a engrenagem. 


Segundo Tagliaferro, parte das denúncias que viravam censura à direita partia de colaboradores informais e militantes ligados à esquerda, de universidades e de organizações de “checagem”. 


Na prática, o regime terceirizava a caça aos opositores para a própria militância.


No Senado, ele revelou ainda um grupo informal de WhatsApp, o “Atos Antidemocráticos”, que reunia servidores do TSE e a Polícia Federal para identificar manifestantes do 8 de janeiro cruzando imagens com o banco biométrico de eleitores. 


E acusou Moraes de combinar alvos com o PGR Paulo Gonet, montando relatórios com datas retroativas para justificar operações já feitas.


Em qualquer país sob o estado de direito, denúncias dessa gravidade seriam investigadas. 


No atual regime brasileiro, é o denunciante quem passa a ser tratado como criminoso e perseguido. 


A suposta vítima do “crime” é a própria autoridade que ele acusa: Moraes, ao mesmo tempo relator, ofendido e quem pediu a extradição. 


E o PGR, que deveria ser o acusador imparcial, é também alvo das denúncias do réu. 


Quem deveria julgar e quem deveria acusar são parte interessadas. 


Ainda assim, a PGR o denunciou por vários crimes, até mesmo “tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, com penas somadas que podem chegar a 22 anos.


Pior: a defesa sustenta que ele nunca foi citado regularmente. 


Tagliaferro mora na Itália, com endereço nos autos, o mesmo para onde Moraes pediu a extradição. 


Mesmo assim, o relator usou citação por edital, reservada a quem está em lugar incerto. 


Como o regime sabe o endereço para pedir a extradição, mas não para seguir o devido processo legal e citá-lo formalmente? 


A própria DPU, nomeada por Moraes, pediu para sair do caso por violação da ampla defesa.


A Corte de Cassação italiana, análoga ao Supremo brasileiro, já decidiu que Zambelli não pode ser extraditada, no caso em que Moraes atuou como relator num processo em que era vítima. 


No caso de Tagliaferro, Moraes não é só a suposta vítima, mas também o denunciado pelas próprias revelações.


Enquanto isso, o aparato não foi desmontado, foi reforçado. 


A AEED segue ativa, agora dentro de uma estrutura maior, o CIEDDE, que acoplou Polícia Federal, MPF e Anatel à mesma engrenagem. 


Mesmo “combate à desinformação”, mesma lógica, mais poder de polícia.


Teremos mais uma eleição marcada por censura e perseguição à direita?


CONDENAÇÃO DE EDUARDO BOLSONARO É NOVO ABSURDO JURÍDICO DO STF.

 

Mais uma prova do colapso da Justiça brasileira, e da sua transformação no principal mecanismo de repressão política do regime

Leandro Ruschel

18 de junho

Eduardo Bolsonaro foi ao exterior denunciar o regime. 


Da mesma forma que os aliados de Lula foram ao exterior denunciar o que consideravam uma perseguição ao então ex-presidente. 


Nenhum político esquerdista foi investigado, muito menos condenado pelas denúncias no exterior. 


Ainda há a diferença: Lula não foi perseguido, foi condenado no maior caso de corrupção da história, tendo sido descondenado pelo Supremo, que agora persegue a direita.


Nas conversas reveladas pela Folha, extraídas do celular do ex-diretor do TSE, Eduardo Tagliaferro, trocadas com um juiz auxiliar de Moraes no TSE, veio a ordem: “Ele quer pegar o Eduardo Bolsonaro”.


Em qualquer país civilizado, sob a vigência do Estado de Direito, tal revelação já seria suficiente para gerar a suspeição de Moraes no caso.


Mas é muito pior do que isso. 


Moraes e os outros ministros são parte interessadas no processo, visto que as acusações de Eduardo às autoridades americanas levaram à imposição de sanções, como a perda de vistos e a Lei Magnitsky.


Vale lembrar que, há poucos dias, a última instância do Judiciário da Itália anulou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli justamente pelo fato de Moraes ter atuado na sua condenação como vítima e juiz, o que a corte italiana chamou de “macroscópica violação” do direito de defesa.


Fico imaginando qual seria o adjetivo usado pelos ministros italianos para o caso de Eduardo. 


Além de Moraes ter atuado como vítima e juiz, há os claros abusos observados em todas as fases do processo.


Vamos começar pelo próprio crime, o de coação no curso do processo. 


Ora, a definição é clara: usar de violência ou grave ameaça para impedir o andamento de um processo. 


Como pode Eduardo ter usado de “grave ameaça”, no caso as sanções americanas, se ele não tem cargo algum no governo dos EUA?


Vale notar a contradição. 


Moraes afirma que não é suspeito porque a vítima do crime de coação não é ele, mas a própria Justiça. 


Foi o mesmo tipo de argumento que não colou para a Justiça italiana, que o reconheceu como vítima e juiz no caso Zambelli.


Não podemos esquecer que suas denúncias nos EUA ocorreram enquanto ele era deputado federal, contando com imunidade parlamentar por QUAISQUER palavras, segundo a Constituição, transformada em letra morta pelo Supremo.


Além disso, vale observar a mecânica da relatoria absoluta. 


A ação contra Eduardo é um desdobramento do processo do “golpe” e, por conexão, caiu nas mãos do mesmo relator. 


Na prática, Moraes arroga para si qualquer caso que derive de suas próprias investigações, operando em sintonia com a PGR, que deveria ser um órgão autônomo.


E ainda temos a questão da citação por edital. 


Ao invés de Eduardo ser citado nos EUA, por carta precatória, como prevê a lei, ele foi citado por edital, recurso cabível quando não se sabe o paradeiro do réu, o que não é o caso. Seu endereço é sabido.


A Defensoria Pública, instada a apresentar a defesa, denunciou todas essas nulidades, que foram sumariamente rechaçadas, num processo a toque de caixa.


Qualquer pessoa com o mínimo de honestidade consegue perceber os patentes abusos desse processo, mas, por questões políticas, muitos aplaudem a perseguição.


A questão não é sobre a existência de um regime de exceção. 


É como e quando essa fase sombria da história brasileira terá fim.


Flávio Dino reclamou da “falta de reciprocidade” de outras cortes, de “não se colocar na posição de juízes dos outros juízes dos outros países, SALVO OS CASOS EXTREMOS, EM QUE PRERROGATIVAS BÁSICAS NÃO SÃO ATENDIDAS”.


Mas esse é exatamente o motivo que levou cortes pelo mundo a “julgar” os ministros brasileiros, como, por exemplo, o fato de um ministro acumular as posições de vítima, investigador, acusador e julgador.


Depois de Zambelli, a Itália julgará um caso ainda mais embaraçoso para o regime brasileiro

 


O QUE JESUS DISSE SOBRE A REENCARNAÇÃO QUE FOI APAGADO DOS TEXTOS OFICIAIS.



https://www.youtube.com/watch?v=RPNt_1rXCNI

E se a reencarnação era uma crença aceita pelos primeiros cristãos e foi apagada da história por um decreto político de um Imperador Romano em 553 d.C.?


Neste documentário revelador da Biblioteca das Profecias, mergulhamos no segredo mais bem guardado da história do cristianismo.

 

Descubra como Orígenes de Alexandria, Clemente e os textos de Nag Hammadi (como o Pistis Sophia) debatiam abertamente a pré-existência da alma e suas múltiplas existências.

 

Entenda por que o Imperador Justiniano convocou o Segundo Concílio de Constantinopla para proibir a reencarnação, criando uma doutrina de medo e controle baseada em uma "única vida e julgamento eterno".

 

Analisamos as palavras de Jesus em João 9 (o cego de nascença) e Mateus 11 (João Batista como Elias) para revelar o que a Igreja escondeu sobre a verdadeira jornada da Centelha Divina.

 

Chaves de conhecimento reveladas neste vídeo:


• O Decreto do Imperador Justiniano em 553 d.C. que apagou múltiplas vidas.

 

• A teologia proibida de Orígenes sobre a pré-existência da alma.

 

• João 9 e Mateus 11: As evidências deixadas nos Evangelhos Canônicos.

 

• Pistis Sophia e o mapa gnóstico da jornada e estações da alma.

 

• Como a ideia de uma única vida gera urgência, ansiedade e controle.


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