◘ O ATLÂNTICO EM CHAMAS, UMA REVOLUÇÃO EM ANDAMENTO PELO VOTO...

Posted by  on 31/10/2018
A “queima” do Atlântico avança em alta velocidade. Ondas com faíscas pegam fogo em um incêndio em múltiplas direções em tudo o que esse oceano simboliza em termos históricos e políticos: a relação entre Europa e Estados Unidos; o livre comércio; o respeito às minorias; a influência das “famíglias” (quadrilhas de ladrões) políticas democrata-cristã e social-democrata. A social-democracia europeia, que tanta influência teve ao modelar as sociedades atlânticas desde o pós-guerra, encontra-se esgotada e, em alguns países, diretamente em via de extinção. Já a democracia cristã também sofre uma brutal erosão.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
O Atlântico em chamas. O voto da POPULAÇÃO no Brasil é a enésima labareda no incêndio de tudo o que simboliza esse oceano 
Tudo arde em chamas no triângulo entre Cornualha, Maine e Rio. A chama mais recente é a vitória de Jair Bolsonaro no Brasil. Antes vieram as do Brexit e de Donald Trump. São o sintoma de algo profundo, um mal-estar enorme em relação ao sistema {completamente corrompido} que ditou a sorte do Ocidente nas últimas décadas. O incêndio ainda não é irreversível. Mas é cada vez mais tangível. Senão vejamos.
A relação Europa/EUA se encontra em seu ponto mais baixo desde a Segunda Guerra Mundial. As discrepâncias entre os dois principais pilares do mundo democrático ocidental são múltiplas, da política comercial até a luta contra a mudança climática, das fricções na política militar até a geopolítica (especialmente na atitude com relação ao Irã, mas não só ela).


De forma privada, os Ministérios das Relações Exteriores europeus expressam, contundentes, sua insatisfação com a administração Trump. Com frequência, reitera-se que o vínculo entre os dois blocos é forte e pode resistir à passagem de qualquer tempestade temporária. Mas o dano já é grave.
O livre comércio também enfrenta um desafio de dimensões desconhecidas nas últimas décadas. É um dos traços que definem o mundo atlântico. O protecionismo de Trump está impondo um golpe que pode mudar sua fisionomia. A União Europeia (UE) permanece aferrada ao conceito, continua negociando acordos de livre comércio, mas a opinião pública de suas sociedades questiona de forma crescente a livre troca de bens e serviços.
Respeito às minorias. A lição aprendida após séculos de intolerância brutal produziu, nas margens do Atlântico, as sociedades com maior grau de respeito às minorias religiosas, étnicas e de orientação sexual. Nada perfeito, mas a humanidade não alcançou patamares melhores. Isso agora sofre uma clara erosão, nas ruas e nos Parlamentos.

Os crimes de ódio estão em alta no Reino Unido após o Brexit; inquietantes episódios de violência política marcaram a campanha brasileira; nos EUA, o Governo estuda reduzir direitos dos transexuais; em todas as partes, proliferam surtos de xenofobia, antissemitismo e islamofobia.
“Famíglias” políticas. A social-democracia europeia, que tanta influência teve ao modelar as sociedades atlânticas desde o pós-guerra, encontra-se esgotada e, em alguns países, diretamente em via de extinção. Já a democracia cristã também sofre uma brutal erosão. A lista poderia seguir.


A fúria que incendeia o Atlântico tem mil justificativas. A enorme corrupção {Nota Thoth: endêmica no Brasil, onde os partidos políticos se assemelham a verdadeiras quadrilhas de ladrões para roubar o estado}, a discutível distribuição da riqueza, a precariedade que corrói tudo.
As aves fênix que nascem das cinzas da fogueira são Bolsonaro, Trump, Farage e Salvini. Se o incêndio continuar, será preciso buscar um novo nome para o Atlântico, porque a região banhada por suas águas será completamente outra coisa.

NOVOS TEMPOS► JUIZ FEDERAL SERGIO MORO► ACEITA SER O MINISTRO DA JUSTIÇA.

Posted by  on 01/11/2018
Após reunião com Bolsonaro, juiz federal se diz honrado e aceita convite para integrar novo governo. Ele lamenta ter que abandonar 22 anos de magistratura, mas afirma ser movido pela perspectiva de combater a corrupção endêmica no meio político partidário existente no país. Responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, Moro se reuniu com o presidente eleito Jair Bolsonaro na sua casa, no Rio de Janeiro, para discutir a possibilidade de assumir a pasta.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
Juiz federal da Lava Jato, Sergio Moro, aceita chefiar Ministério da Justiça {ai dos corruptos}
O juiz federal de primeira instância de Curitiba Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (01/11) o convite do presidente eleito do Brasil Jair Bolsonaro (PSL) para assumir o comando do Ministério da Justiça. Responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, Moro se reuniu com Bolsonaro na casa do presidente eleito, no Rio de Janeiro, para discutir a possiblidade de assumir a pasta.
Após a reunião, Moro disse em nota estar “honrado” com o convite e que aceita o cargo com “certo pesar”, pois terá abandonar seus 22 anos de magistratura. “A perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, a lei e aos direitos, levou-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior”, afirmou Moro.
“A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências”, disse. Bolsonaro havia declarado sua intenção de convidar Moro para ser ministro da Justiça ou para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) em várias entrevistas concedidas à imprensa nesta segunda-feira, um dia após ser eleito.
“Ele é uma pessoa excepcional, que goza de um respaldo muito grande da população (àquela parcela que tem CONSCIÊNCIA) e tem conhecimento”, declarou após o pleito. “É uma pessoa que merece ser reconhecida por seu trabalho, e nós sabemos que, vindo para o governo, ele fará valer todo o seu conhecimento para o bem do nosso Brasil.”
Citado pela Folha de S. Paulo nesta quinta-feira, o vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, a primeira conversa com Moro aconteceu há algumas semanas. “Isso já faz tempo, durante a campanha foi feito um contato”, disse. Segundo Mourão, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, contatou o juiz.


Antes de anunciar que aceitaria o convite, Moro foi criticado pela possibilidade de assumir o cargo de ministro da Justiça. Ciro Gomes, que concorreu à Presidência pelo PDT, classificou Moro de “aberração de toga”. A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou nesta quarta-feira a possível presença de Moro no governo Bolsonaro para alegar a parcialidade do juiz, responsável pela condenação do petista na primeira instância da Operação Lava Jato.

O juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba não declarou preferência em relação ao candidato do PSL durante a corrida eleitoral, mas interlocutores afirmam que ele enxergava pontos positivos na campanha de Bolsonaro e também temia a volta do PT ao poder.
Após a eleição, Moro parabenizou o presidente eleito pela vitória e desejou que ele faça um bom governo. “São importantes, com diálogo e tolerância, reformas para recuperar a economia e a INTEGRIDADE da Administração Pública, assim resgatando a confiança da população na classe política”, ressaltou o juiz em nota. {LPF/ots}

◘ GENERAL MOURÃO PARTICIPA DE EVENTO INTERVENCIONISTA, E DEIXA RECADO AO "STF".

Se forças ocultas tentarem impedir a governabilidade a intervenção armada poderá acontecer.

💎 CIRO GOMES DECIDE DENUNCIAR LULA E ENTREGA ATÉ RENAN CALHEIROS.


Ciro Gomes, em sua entrevista à Folha de S. Paulo, foi perguntado se votou em Fernando Haddad. 

Ele respondeu: “Vou continuar calado, mas você acha que votei em quem com a minha história? Eles podem inventar o que quiserem. Pega um bosta como esse Leonardo Boff [que criticou Ciro por não declarar voto a Haddad]. 

Estou com texto dele aqui. Aí porque não atendo o apelo dele, vai pelo lado inverso. 

Qual a opinião do Boff sobre o mensalão e petrolão? Ou ele achava que o Lula também não sabia da roubalheira da Petrobras? 

O Lula sabia porque eu disse a ele que, na Transpetro, Sérgio Machado estava roubando para Renan Calheiros. 

O Lula se corrompeu por isso, porque hoje está cercado de bajulador, com todo tipo de condescendências.” 

A Folha de S. Paulo perguntou quem são os bajuladores. 
Ele respondeu: “É tudo. Gleisi Hoffmann, Leonardo Boff, Frei Betto. Só a turma dele. Cadê os críticos? 

Quem disse a ele que não pode fazer o que ele fez? Que não pode fraudar a opinião pública do país, mentindo que era candidato?”

SERGIO MORO E A 'LAVA JATO' DE BOLSONARO

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⚠️ SEU DNA NÃO É FIXO. ELE RESPONDE AOS SEUS PENSAMENTOS. E ISSO JÁ É SABIDO DESDE 1995.

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