◘ AS PAREDES GUARDAM MEMÓRIAS.

Você poderia imaginar que as paredes, objetos e a atmosfera da sua casa guardam memórias e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito dos moradores? Não?

Então venha comigo e descubra comoe esse fenômeno acontece e como fazer para limpar esses vestígios energéticos, que podem, acreditem, estar influenciando de forma negativa a sua vida.

◘ "ESA"► MOSTRA FOTOS COMO FICARIAM DOIS ASTERÓIDES COM MONUMENTOS EMBLEMÁTICOS SE CHEGASSEM Á TERRA.


O sistema de asteróides Didymos e a Sagrada Família em Barcelona, Espanha.
twitter / @ESA_Tech
O sistema binário de asteroides Didymos é composto por duas rochas espaciais, a maior delas com 780 metros de diâmetro.

A Agência Espacial Europeia (ESA) publicou nas redes sociais ilustrações espetaculares do sistema binário de asteroides Didymos, e como essas rochas espaciais ficariam em alguns monumentos emblemáticos caso chegassem à Terra.

Esse sistema cósmico consiste em dois asteroides: Didymos - 780 metros de diâmetro - e sua lua lunar Didymoon, de 160 metros. Embora Didymoon seja o menor desse sistema binário, seu tamanho é suficiente para destruir uma cidade, a ESA observa na sua conta no Twitter ao lado de uma ilustração dessa rocha espacial acima do edifício do Parlamento Britânico em Londres.

Didymoon e o Parlamento do Reino Unido em Londres.twitter / @ESA_Tech

Além disso, a 'lua' de Didymos "será o menor corpo natural que foi alvo de uma missão espacial, mas ainda é bastante grande em termos humanos " , escreveu a agência espacial em outra publicação, mostrando Didymoon sobre o Coliseu de Roma. (Itália)

Didymoon e o Coliseu, em Roma, Itália.twitter / @ESA_Tech

Em 28 de novembro, o Conselho Ministerial da ESA aprovou a missão Hera, cujo objectivo é testar as capacidades de desvio de asteroides que representam uma ameaça ao nosso planeta. Hera faz parte de um projecto maior que será realizado em colaboração com a NASA. Trata-se da AIDA (Avaliação de Desvio e Impacto de Asteroides), que além de Hera consiste na missão DART da agência espacial dos EUA.

O asteroide Didymos e a Torre Eiffel em Paris, França.twitter / @ESA_Tech

ideia é fazer colidir em 2022 a nave DART contra Didymoon para alterar sua órbita ao redor Didymos. Dessa maneira, o impacto será estudado e quão viável seria para a humanidade desviar um corpo cósmico de sua trajectória, se alguma vez estivesse em processo de colisão com o nosso planeta. Mais tarde, Hera analisará a composição do menor desses dois asteroides.

Fonte: RT

◘ O FOTOGRAFO TIM FLACH FAZ RETRATOS IMPRESSIONANTES DE PÁSSAAROS INCOMUNS E AMEAÇADOS DE EXTINÇÃO.

Por Natasha Romanzoti, em 26.11.2019

O fotógrafo Tim Flach é especializado em retratar animais, dos mais 
comuns aos mais bizarros.
A série abaixo reúne algumas de suas melhores imagens de belos pássaros 
ameaçados de extinção, seja por conta de perda de habitat natural, mudança 
climática ou atividade humana.
As aves são posicionadas contra um sóbrio fundo preto, em 
representações impressionantes:

 Pelos olhos de Flach: o mundo animal

Flach já fotografou outros animais em perigo crítico de desaparecimento, como o pangolim (um mamífero manídeo), o sauim-de-coleira (um sagui da Amazônia), o saiga (um antílope originário da Eurásia) e o esturjão-branco (um peixe do Mar Negro e Cáspio).
Nem só de animais curiosos e raros vive o homem, no entanto. Flach também já publicou diversos livros centrados em espécies como cavalos e cachorros.
Em seu website, Flach é descrito como um artista com “interesse na maneira como os seres humanos moldam os animais e seu significado enquanto exploram o papel das imagens na promoção de uma conexão emocional”. Seu objetivo seria trazer à vida “a complexidade do reino animal” ao destacar várias espécies diferentes unidas por uma estilização pessoal.
Para saber mais do trabalho do fotógrafo, acesse sua página pessoal ou siga-o na plataforma Instagram. [Colossal]

◘ ESTUDO INVESTIGA OS EFEITOS ANTIDEPRESSÍVOS DE DROGAS PSICODÉLICAS.

Um novo estudo da Universidade Virginia Commonwealth (EUA) está tentando desvendar as mudanças que as drogas psicodélicas produzem no cérebro a nível molecular e estrutural, para entender seus potenciais efeitos antidepressivos.

O estudo

Pesquisas anteriores já estabeleceram associações entre substâncias psicodélicas e depressão. Por exemplo, estudos americanos e europeus mostraram que uma dose de psilocibina, encontrada em “cogumelos mágicos”, tem efeitos antidepressivos de ação rápida (em até algumas horas).

Além de rápido, esse efeito pode ser duradouro. Segundo um dos autores do novo estudo, Javier González-Maeso, um experimento descobriu que 80% das pessoas diagnosticadas com câncer terminal e depressão que receberam uma dose de psilocibina continuaram a ver melhorias no humor por até seis meses.
Na pesquisa atual, González-Maeso e seu colega Mario de la Fuente Revenga estão se debruçando particularmente em um mecanismo que pode ser fundamental ao investigar as mudanças cerebrais causadas por psicodélicos: o processo de criar novas sinapses.

Sinapses e depressão

Sinapses são estruturas básicas que os neurônios utilizam para se comunicar. Pessoas com depressão frequentemente têm menos conexões sinápticas, especialmente em áreas do cérebro responsáveis por regular humor e cognição, como o córtex frontal.

Para confirmar isso, a dupla realizou experimentos com ratos e concluiu que aqueles que receberam uma dose de um composto psicoativo demonstraram menos comportamentos depressivos e um aumento no número de sinapses no córtex frontal.

Alternativa tão esperada

O objetivo final de González-Maeso e de la Fuente é desenvolver uma versão puramente clínica de drogas psicodélicas.

“Se entendermos em nível molecular como os psicodélicos induzem a atividade antidepressiva, poderíamos projetar medicamentos terapêuticos muito melhores do que temos atualmente. “A meta é encontrar drogas que tenham implicações antidepressivas sem induzir efeitos do tipo psicose”, explicou González-Maeso.

Atualmente, os tratamentos para depressão não são ideais porque envolvem geralmente tomar antidepressivos por semanas ou meses até começar a ver efeitos terapêuticos e, nesse período de tempo, o risco de suicídio pode aumentar.

Um longo caminho

Enquanto uma alternativa do tipo “dose única de psicodélico” seria muito bem-vinda, não será fácil que tal tratamento chegue ao mercado.

Psicodélicos são considerados substâncias tóxicas controladas com alto potencial para abuso e sem uso médico amplamente aceito. Como resultado, os pesquisadores precisarão reunir muitas evidências científicas (excelentes) antes de que eles possam ser utilizados em clínicas.
De qualquer forma, González-Maeso e de la Fuente já possuem patentes para dois compostos que eles planejam testar em pacientes em ensaios clínicos futuros.

“Os psicodélicos são um campo proibido há décadas. Agora, com uma atitude mais aberta, temos todos os avanços tecnológicos que acumulamos ao longo desse tempo para aplicar a um campo crescente que quase ninguém havia explorado antes. Do ponto de vista científico, é essencialmente a ‘terra prometida’ e esperançosamente produzirá resultados que farão uma diferença real na prática clínica”, argumentou de la Fuente. [MedicalXpress]

VEJA ◘ FÍSICOS CRIARAM A SIMULAÇÃO MAIS DETALHADA DO UNIVERSO ATÉ HOJE.

Simulação do violento nascimento de um aglomerado de galáxias, onde as estruturas da matéria escura (em branco) se fundem, enquanto buracos negros supermassivos e supernovas expelem o gás cósmico (o movimento do gás é mostrado em vermelho)
Como o universo se formou? Como as complexas estruturas que formam as galáxias se diversificaram?
Para tentar desvendar essas e muitas outras questões difíceis de responder, uma equipe internacional de cientistas criou o maior e mais detalhado modelo do universo até hoje: o TNG50.
A simulação tem 230 milhões de anos-luz de largura e exibe dezenas de milhares de galáxias em evolução com detalhes sem precedentes.
Além disso, é capaz de rastrear 20 bilhões de partículas de matéria escura, gases, estrelas e buracos negros em toda a história de 13,8 bilhões de anos do universo.

Enorme poder computacional

Chegar nesse ponto não foi fácil: foram necessários que 16.000 núcleos de processador do supercomputador Hazel Hen, que fica em Stuttgart, na Alemanha, funcionassem continuamente por mais de um ano.
O investimento valeu a pena, no entanto.
“Em nossa simulação, vemos fenômenos que não foram programados explicitamente no código. Esses fenômenos emergem de uma maneira natural, a partir da complexa interação dos ingredientes físicos básicos de nosso universo modelo”, disse um dos autores do estudo, Dylan Nelson, pós-doutorando do Instituto Max Planck de Astrofísica (Alemanha), em um comunicado.

Resolução e escala inimagináveis

O objetivo da TNG50 é construir uma imagem completa de como o nosso universo evoluiu desde o Big Bang, produzindo uma figura em grande escala sem “sacrificar” nossa visão de galáxias individuais.
Sua resolução e escala sem precedentes vão permitir aos pesquisadores compreender melhor o passado do nosso universo, revelando como as galáxias se desenvolveram, evoluíram e chegaram às suas atuais formas às vezes estranhas.
“Essas simulações são enormes conjuntos de dados onde podemos aprender muito dissecando e compreendendo a formação e evolução das galáxias dentro delas. O que é fundamentalmente novo na TNG50 é que você está obtendo uma resolução espacial e de massa suficientemente alta dentro das galáxias que pode fornecer uma imagem clara da aparência da estrutura interna dos sistemas à medida que se formam e evoluem”, esclareceu outro autor do estudo, Paul Torrey, professor de física da Universidade da Flórida (EUA).

Descobertas à espera

A simulação já tem dado alguns resultados interessantes. Por exemplo, os pesquisadores puderam confirmar teorias de como as galáxias emergiram a partir das nuvens turbulentas de gás presentes no início do universo.
Na TNG50, galáxias em forma de disco, comuns na nossa vizinhança galáctica, emergiram naturalmente e produziram estruturas conhecidas, como braços espirais e buracos negros supermassivos. Quando os cientistas compararam os resultados da simulação com as observações da vida real, descobriram que a população de galáxias gerada no modelo era consistente qualitativamente com a realidade.
Os pesquisadores também observaram, na simulação, explosões de supernovas e buracos negros supermassivos criarem fluxos de gás em alta velocidade. Embora eles se dirigissem para fora das galáxias, a gravidade trouxe grande parte do gás de volta aos discos galácticos, redistribuindo-o na borda externa e criando um ciclo de realimentação. Esse gás, além de mudar a estrutura da galáxia, serviu para “reciclar” os ingredientes para a formação de novas estrelas.
Como próximo passo, a equipe deve liberar os dados gerados pela simulação para que toda a comunidade científica possa estudá-los, levando a muitas mais revelações sobre o universo.
Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. [LiveScience]

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