Como abrir um negócio na internet



Conheça histórias de quem é sucesso na rede e veja dicas de como empreender em negócios on-line Yahoo! Contributor Network


Quem é que nunca aproveitou algum desconto de um produto em algum site? Quem é que já teve dificuldades em encontrar um serviço oferecido pela internet, a distância de apenas uns poucos cliques? Pois bem, devido a essas e outras aberturas no mercado eletrônico que empreendedores perceberam que poderiam tornar suas ideiais em um negócio na internet. E você? Já imaginou algo super bacana, gostaria de torná-lo realidade e colocá-lo na rede? Conheça histórias de sucesso que podem te servir de inspiração, veja orientações de quem já está trabalhando on-line e confira também quatro dicas de como abrir uma loja virtual. 

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No ano de 2006, Pedro Eugenio trabalhava como superintendente de marketing de um grupo de empresas, onde era responsável por 12 negócios. Naquela época, ele tinha como hobby juntar cupons de descontos que encontrava em jornais, revistas e internet. Como todo mundo sempre pedia dicas a ele, então decidiu abrir um blog para colocar ali todas as suas "descobertas". Nascia oBusca Descontos.
O número de acessos foi aumentando bastante e no ano de 2010, quando tudo não passava ainda de um passatempo e sua esposa estava grávida de gêmeos, teve de tomar uma decisão importante na vida: largar o emprego fixo ou investir naquilo que tanto estimava. "A maioria dos meus amigos me chamou de louco, mas eu pensei bastante e decidi largar meu emprego para tocar o Busca Descontos. Eu acreditava muito no projeto e sabia que ele poderia crescer muito se eu me dedicasse mais" diz ele.
E cresceu mesmo. Atualmente, o portal que reúne preços mais baixos de produtos do Walmart, Netshoes, Dafiti, Extra, Ponto Frio, Saraiva, Casas Bahia, Compra Fácil, Magazine Luiza e outros é o 3º maior gerador de vendas da internet brasileira. O negócio é tocado por Pedro Eugenio e ele conta com uma equipe de 30 funcionários. São 12 milhões de usuários cadastrados e 1 milhão de visitas mensais. O portal é o responsável pelo Black Friday Brasil, Boxing Day e Dia do Frete Grátis.
Se o sucesso é grande, uma dica do CEO Pedro Eugenio pode ser interessante para quem pretende empreender na rede. "A internet é um setor em crescimento e expansão, sofre mutação frequentemente e os visionários devem aproveitar o momento do Mobile por exemplo. O e-commerce cresceu 20% em 2012 e tem carência de bons profissionais, assim como os aplicativos mobile. O comércio via celular é a tendência mais próxima no momento, quem souber aproveitar pode ter muito sucesso.Também há carência de negócios focados em Behavior target - comportamento do consumidor", aconselha ele.
E os números do comércio eletrônico não param de crescer no Brasil. Segundo previsão da e-bit, empresa especializada em informações do setor, o e-commerce por aqui continuará crescendo neste ano. A previsão é de um incremento de 25%, o que significa um faturamento de R$ 28 bilhões. De acordo com a diretora de negócios da entidade, Cris Rother, essa tendência de melhoria em relação a 2012 tem a ver com o aumento de vendas de dispositivos móveis e retomada do crescimento econômico. Outro motivo é o consumo cada vez maior da classe C pela internet.
Segundo a e-bit, as novas lojas que ingressaram no país foram de pequenas empresas, sendo elas responsáveis por aproximadamente 20% do faturamento do setor.
E se você gostou do que leu até aqui e quer empreender no universo online, mais especificamente abrir uma loja virtual, o diretor da Universidade Buscapé Company, Daniel Cardoso, recomenda se ater a quatro questões, que são resultados de sua experiência em trabalho com consultoria e treinamento em e-commerce.

1 - Teste ao máximo sua ideia no papel. É muito comum encontrar empresários que têm consciência que devem fazer um plano de negócios, mas a ansiedade de botar a mão na massa acaba atropelando o exercício de afiar o machado antes de sair cortando árvores. A boa notícia é que existem hoje métodos mais fáceis e rápidos de sanalisar se a ideia é realmente uma oportunidade de negócios, como por exemplo, o Business Model Canvas. O BMC é uma ferramenta estratégica criada por Alexander Osterwald, que consiste num mapa visual dividido em nove blocos que preenchidos com post-its (sim você leu corretamente), dão uma ideia clara da consistência do novo negócio;

    2 - Não subestime o trabalho que uma uma loja virtual pode dar. Parece óbvio, mas assim como no exemplo anterior, vejo muitos empresários querendo abrir mais de uma loja virtual por vez (sem terem experiência) e ter dedicação parcial do tempo (sem largar o emprego atual). Outra muito comum (quando já se tem loja física) , é dividir o trabalho entre pessoas que já têm responsabilidades na empresa. Não significa que seja impossível levantar uma loja virtual nas maneiras citadas, mas as chances diminuem drasticamente comparado com aqueles que se dedicam integralmente em um projeto de e-commerce ou contratam pessoas só para cuidarem disto;
    3 - Capacite-se em cursos especializados, o retorno do investimento é certo. Este espaço ficaria realmente pequeno se fôssemos citar quantos erros podem ser evitados fazendo cursos especializados antes de começar um negócio online. Desde aprender a lidar com pedidos fraudulentos, escolha da plataforma (sistema da loja virtual) adequada e como atingir seu público-alvo;
    4 - Não subestime o investimento em marketing: a velha história de que muitos acreditam que para vender basta estar na web, infelizmente ainda é verdade para muitos marinheiros online de primeira viagem. Estes, muitas vezes, investem 80% da sua verba total em uma plataforma cara e depois não têm orçamento para divulgá-la . Mais ou menos como comprar um carrão e ficar sem dinheiro para a gasolina.
    Para abrir o seu negócio, busque sempre se informar para sair na frente. "Seguindo estes quatro tópicos, com certeza você já estará em vantagem em relação a muitos possíveis concorrentes que terão que perder tempo e dinheiro extra para descobrir como implementar corretamente um e-commerce " aconselha Cardoso.
    Mas ter um empreendimento na internet, não significa apenas vender produtos, é perfeitamente possível oferecer serviços. Uma grande necessidade é que motivou Guilherme Pizzini, fundador do YepDoc, a ingressar na rede mundial de computadores. Durante anos, ele trabalhou na área comercial da indústria farmacêutica e tinha contato direto com médicos e outros profissionais da saúde. Por essa proximidade, notou que esses profissionais tinham um problema em comum: a dificuldade em administrar a agenda do consultório. "Quando me aprofundei no assunto, descobri que nos Estados Unidos, por mês, mais de 1 milhão de consultas são agendadas pela internet. Como este tipo de serviço não existia no Brasil, resolvi montar o negócio" conta ele.
    Iniciou o projeto com um sócio e em abril de 2012 o site já estava no ar. O empreendimento virtual recebeu investimento da Rocket Internet, um fundo de investimentos alemão. "Desde o início tivemos um crescimento contínuo na quantidade de acessos, resultado do aumento da disponibilidades de horários e de profissionais que utilizam nossa ferramenta" afirma ele.
    Na opinião de Pizzini, os negócios na internet carecem de quem ofereça serviços. "Acho que há muito espaço na área de serviços. As pessoas já se acostumaram a comprar produtos pela internet, mas, quanto a serviços, o mercado ainda tem muito mais espaço para crescer", opina ele.
    Que tal agora usar esses cases e dicas para tirar sua ideia do papel?

    Carro mais caro do mundo custa quase R$ 7 milhões


     
    Publicado em 30/01/2013
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      2013 W Motors Lykan Hypersport - A realização de um supercarro - FULL

    SÃO PAULO – O carro mais caro do mundo foi revelado nesta semana durante o Salão do Automóvel de Qatar. 
    O LykanHypersport, da W Motors, custa em torno de 2,2 milhões de libras (cerca de R$ 6,9 milhões, de acordo com a cotação do Banco Central do Brasil do dia 29 de janeiro de 2013).
    O veículo superou o preço do Bugatti Veyron, que custa 1,5 milhão de libras (R$ 4,7 milhões), segundo o jornal britânico Daily Mail. Os potenciais compradores, além de precisar desembolsar bastante dinheiro, também precisarão ser rápidos, pois somente sete unidades serão fabricadas em 2013.
    Luxo

    O LykanHypersport tem capacidade de ir de 0 a 60mph (algo em torno de 96,56 Km/h) em 2,7 segundos e possui interior de couro costurado com ouro, diamantes incrustados nas luzes, tele holográfica 3D e painel interativo. Seu motor tem potencia de 750 cavalos e o carro levou seis anos para ser desenvolvido.

    Apesar de caro e luxuoso, a publicação destaca que o carro da Bugatti é mais veloz, vai de 0 a 60 mph em 2,5 segundos e atinge uma velocidade de 267 mph (cerca de 430 Km/h).

    Brasil cai nove posições em ranking de liberdade de imprensa

     Jornalistas protestam conta assassinatos de jornalistas no Sri Lanka (AFP)

    Atualizado em  30 de janeiro, 2013 

    O Brasil caiu nove posições no Ranking de Liberdade de Imprensa Mundial de 2013 e agora ocupa a 108ª colocação entre 179 nações. Na lista do ano passado, o país já havia caído 41 posições em relação a 2011.

    Segundo a organização não-governamental Repórteres Sem Fronteira, que atua na defesa da liberdade de imprensa em todo o mundo, ''o cenário da mídia brasileira enfrenta graves distorções''.

     

    ''Fortemente dependente de autoridades políticas no nível estadual, a mídia regional está exposta a ataques, violência física contra seus profissionais e censura provocada por ordens judiciais, que também atingem a blogosfera'', afirma o texto do relatório.

    Esses problemas, segundo o documento, ''foram exacerbados por atos de violência durante a campanha municipal de outubro de 2012''.

     

    Em uma escala de 0 a 100, em que 0 representa total respeito à liberdade de imprensa e 100, o oposto, o Brasil fez 32,75 pontos.

     

    De acordo com a Repórteres Sem Fronteira, os critérios para elaborar o ranking incluem avaliações sobre pluralismo, independência da mídia, ambiente de trabalho e autocensura, legislação, transparência e infraestrutura.

     

    América Latina

    Na América Latina e no Caribe, as nações que melhor figuram na relação são a Jamaica, na 13ª posição (um avanço de três posições), e a Costa Rica, que está em 18º lugar (e subiu uma posição).

     

    Entre os sul-americanos, o país que melhor figurou no ranking foi o Uruguai, que ocupou o 27º lugar e cresceu cinco colocações.

     

    No continente americano, o Brasil ficou atrás ainda de Suriname (31º), Estados Unidos (32º), El Salvador (38º), Trinidad e Tobago (44º), Haiti (49º), Argentina (54º), Chile (60º), Nicarágua (78º), República Dominicana (80º), Paraguai (90º), Guatemala (95º) e Peru (105º).

     

    O Peru subiu dez posições e passou à frente do Brasil no ranking. Mas a liberdade de imprensa no país está à frente de outras nações da região, como Bolívia (109º), Venezuela (117º) e Equador, que caiu 15 colocações e agora está em 119º.

     

    Com um total de seis jornalistas mortos no ano passado, o México manteve o status de país mais perigoso para jornalistas nas Américas e teve uma das piores colocações da região (153ª). O pior desempenho do continente americano foi o de Cuba (171º), considerada também um dos dez países da lista com o pior índice de liberdade de imprensa.

    Perigo

    Entre os países considerados mais perigosos para a atividade jornalística figuram a Somália (175º), seguida do México e do Paquistão (159º).

     

    A nação classificada como a mais perigosa para jornalistas foi a Síria (176º). Outros países do Oriente Médio sacudidos pela onda de protestos populares conhecida como Primavera Árabe também figuram em posições baixas na lista.

     

    Tunísia, Egito e Tunísia, que promoveram a derrubada de regimes autocráticos, ocupam respectivamente a 138ª, a 158ª e a 131ª colocações. Outras nações do Oriente Médio também aparecem entre as mais baixas colocações, como Omã (141º) e Iêmen (169º).

     

    O relatório afirma que ''alguns dos novos governos levados ao poder pelos protestos se voltaram contra jornalistas e blogueiros que cobriram as manifestações desses movimentos e suas aspirações por mais liberdade''.

     

    Topo e base

    Os mesmos três países que lideraram o ranking no ano passado novamente ocupam o topo da lista na relação deste ano.

    Na primeira posição, a Finlândia voltou a ser classificada como o país que mais respeita a liberdade de imprensa, seguida, respectivamente, da Holanda e da Noruega.

     

    Segundo a Repórteres sem Fronteira, apesar de serem seguidos diferentes critérios, que vão da legislação dos diferentes países até atos de violência praticados contra jornalistas, há um padrão recorrente tanto nas primeiras como nas últimas colocações.

    ''Países democráticos ocupam o topo da relação, enquanto países ditatoriais ocupam as últimas três posições.

    Novamente, são os mesmos três do ano passado, Turcomenistão (177º), Coreia do Norte (178º) e Eritréia (179º)'', afirma o documento.

    Além destas três, nas últimas colocações figuram ainda Cuba , Vietnã (172º), China (173º), Irã (174º) e Somália.

    Brasil iniciará criação de novo acelerador de partículas ainda em 2013

     Sirius
    Unidade deverá ser localizada em Campinas
    30 de Janeiro de 2013

    O Brasil deverá começar a construir a terceira geração de um acelerador de elétrons ainda neste ano. O equipamento, batizado de Sirius, será feito no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas.

    "Será uma facilidade aberta que atenderá às mais diversas áreas da ciência, desde medicina, biofísica, biotecnologia, biologia molecular e estrutural, até paleontologia, ciências dos materiais, agricultura e nanotecnologia", disse Antonio José Roque da Silva, diretor do LNLS, e entrevista à agência 
    FAPESP.

    Com expectativa de conclusão prevista para 2016, o projeto tem custo estimado em R$ 650 milhões. Segundo Roque da Silva, até o momento, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) investiu cerca de R$ 55 milhões.

    O equipamento será capaz de emitir radiações com mais brilho e maior resolução do que os da atual geração fazem. Único na América Latina, ele ainda será capaz de trabalhar em diferentes frequências, desde o infravermelho até o Raio X.

    Com isso, é possível estudar a estrutura atômica de variados materiais e descobrir como suas partículas se distribuem e estão interligadas.

    A energia final dos elétrons deverá ser mais do que o dobro dos aceleradores atuais emitem, que é de 1,37 GeV (gigaelétron-volt). O Sirius também ampliará a faixa de alcance para os raios X duros (o penúltimo no espectro eletromagnético), o que permitirá penetrar estruturas mais espessas.

    "Para entender a diferença entre os raios X emitidos por uma máquina comum usada na medicina e a radiação emitida pelo síncrotron, podemos comparar o feixe de luz de uma lanterna com o de uma ponteira a laser, que tem divergência muito menor", explicou Roque da Silva.

    Outro diferencial é que, enquanto os demais equipamentos do tipo usam eletroímãs, o Sirius está inteiramente baseado no sistema de ímãs permanentes, reduzindo a necessidade de cabos de alimentação.

    Para Roque da Silva, e expectativa é que grandes pesquisadores de todo o mundo, como a israelense Ada Yonath – vencedora do Nobel de Química em 2009 – ou o norte-americano Briak Kbilka – premiado em 2012 por descobrir um novo tipo de receptor celular – sejam atraídos ao Brasil.

    Em julho, o projeto executivo, que contém todas as informações de infraestrutura necessárias para o início das obras do acelerador, deverá ficar pronto. 

    Vacinas contra a Aids começam a ser testadas em humanos

     Aids
    Medicamento ataca proteínas que protegem células infectadas
    30 de Janeiro de 2013

    Mais um passo na luta contra a Aids foi dado na França na última terça-feira, 29. O professor Erwann Loret, da Universidade de Marselha, declarou que cientistas irão iniciar nas próximas semanas testes clínicos contra o vírus HIV em 48 pessoas.

    Segundo a agência AFP, a vacina ataca a proteína Tat (transativador de transcrição viral), que, nos soropositivos, funciona como uma proteção nas células infectadas, fazendo com que o organismo seja incapaz de identiticá-las e neutralizá-las.

    Os 48 pacientes que irão participar dos testes estão em tratamento com coquetéis. Os testes devem começar assim que os médicos selecionarem os voluntários, explicar-lhes os riscos e obterem seus consentimentos.

    A vacina será aplicada três vezes, uma por mês. Em seguida, o tratamento com coquetéis deverá ser suspenso por dois meses. Após esse período, se a taxa de vírus no sangue tornar-se indetectável, o estudo terá cumprido os critérios estabelecidos pela OnuAids (órgão das Nações Unidas focado no combae à Aids).

    No entanto, este não é o fim da doença, como ponderou Loret. Há uma série de testes que devem ser realizados e que demandam vários anos para avaliar se o resultado é bem sucedido.

    "De 25 a 26 testes com vacinas anti-HIV são realizados no mundo atualmente", estimou o professor Jean-François Delfraissy, diretor da Agência Nacional de Pesquisas sobre a Aids (ANRS) da França, à AFP.

    No fim de 2011, cerca de 34 milhões de pessoas viviam com a Aids. Cerca de 0,8% da população entre 15 e 49 anos estavam infectadas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que o virus causou mais de 30 milhões de mortes desde que foi descoberto e que, a cada ano, 1,8 milhão de pessoas ao redor do mundo morra pela doença.

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