No Maranhão, mulher está algemada a cadeira há uma semana em delegacia

Maranhão

Delegado prendeu mulher a cadeira por falta de celas femininas em Codó

Clenúbia de Souza, 29, está há mais de uma semana presa a uma cadeira da delegacia na cidade de Codó, no Maranhão
Clenúbia de Souza está há mais de uma semana presa a uma cadeira da delegacia na cidade de Codó (MA)(Reprodução/TV Globo)
QUANDO IRÁ ACABAR A DINASTIA SARNEY NO MARANHÃO??
Depois de chocar o país com a sucessão de detentos mortos brutalmente em presídios, a segurança pública no Maranhão continua superando limites: na cidade de Codó (290 quilômetros de São Luís), um delegado resolveu deixar uma mulher algemada por oito dias a uma cadeira por falta de vagas na penitenciária feminina. 
Presa por tráfico de drogas, Clenúbia de Souza, de 29 anos, só pode se levantar da cadeira para ir ao banheiro.
No passado, as presas eram levadas para a penitenciária da cidade vizinha de Coroatá, cujas instalações foram destruídas em um incêndio.
A Secretaria de Segurança afirmou, em nota, na manhã desta quinta-feira, que Clenúbia será transferida ainda hoje para o Complexo de Pedrinhas, onde há vagas para mulheres.

Crime Alckmin confirma descoberta de plano de fuga de líderes do PCC

 Investigação da polícia e do Ministério Público Estadual aponta que dois helicópteros e uma aeronave seriam usados para libertar os criminosos

Marcola
Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola (Joedson Alves )
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, confirmou nesta quinta-feira a existência de um plano elaborado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para resgatar o líder da facção, Marco Willian Herbas Camacho, o Marcola, e mais três membros da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, onde estão encarcerados.
“Em relação a esse caso [o plano de fuga], a polícia fez todo o trabalho de investigação e está preparada. Nós tivemos um esforço grande nesse trabalho. 
Lamentavelmente isso acabou vazando”, disse o governador, à Rádio Jovem Pan. O relatório secreto produzido pelas Polícias Civil e Militar e o Ministério Público apontando o plano de resgate da facção criminosa foi revelado pelo jornal O Estado de S.Paulo
Segundo a investigação, o resgate seria feito com dois helicópteros, um camuflado com o logo da PM e outro armado com uma metralhadora para dar cobertura à ação. 
Os quatro presos seriam içados do presídio por um cesto blindado e levados para uma pista de pouso na cidade paranaense de Loanda. 
No local, os fugitivos embarcariam em um outro avião, que os levaria para o Paraguai, onde um acampamento teria sido montado para abriga-los. 
Os detentos já teriam serrado as grades das celas e camuflado o local à espera do plano ser colocado em prática.
A polícia afirmou que a ação pode acontecer a qualquer momento. Por isso, uma equipe de quinze homens do Comando de Operações Especiais (COE) está de tocaia no entorno do presídio. Entre eles, há seis atiradores de elite com poder de fogo suficiente para derrubar aeronaves que se aproximarem da prisão.
Segundo o relatório, três membros da facção tiveram aulas de voo em São Paulo, no último ano. 
Um dos professores do curso era Alexandre José de Oliveira Júnior, preso por transportar 445 quilos de cocaína em um helicóptero da família do senador Zezé Perrella (PDT-MG), no fim de 2013.
(Com Estadão Conteúdo) 

Marcas registradas têm o direito de deformar a língua?

Se ele se chamasse Febo, teria o mesmo perfume?

 

Se ele se chamasse Febo, teria o mesmo perfume?


“Estou com dúvida quanto a se poder ou não escrever uma palavra erradamente para fim comercial, como no caso de uma marca de chocolate, que colocou em um dos seus produtos o nome Cacau Espresso, isso mesmo, com ‘s’ no lugar do ‘x’. Este comportamento pode ser admissível?” (Antônio José Barbosa)
Marcas podem brincar com a língua à vontade – e brincam mesmo. Fui agora ao armário da despensa em busca de exemplos e logo topei com uma garrafa de Matte Leão, que meus filhos adoram. Será que os fabricantes não sabem que o substantivo “mate” se escreve com um tê só?
Sabem, sim. Mas corrigi-los faria tanto sentido quanto impedir um pai de batizar seu filho de Mattheus, sob a alegação de que Mateus é a forma correta na tradição da língua portuguesa. O argumento seria até verdadeiro. Tratá-lo como lei, porém, agrediria um direito civil inegociável.
(Certo, eu também acho embaraçosa a proliferação de cidadãos brasileiros chamados Francilleydys e Wellerdicksons. A resposta para isso é educação, não repressão.)
Vamos combinar que uma instância fiscalizadora da conduta dos gestores de branding só seria concebível numa sociedade totalitária de caricatura. Em sua bendita ausência, cabe exclusivamente ao cliente de cada produto dizer se gosta ou não da travessura linguística em questão.
Eu, por exemplo, simpatizo muito com o sabonete Phebo, que não teria metade da graça se se chamasse Febo. Mas minha decisão de não manter relações diplomáticas com a cerveja Bavaria obedece a critérios linguísticos (é Baviera, estúpido!), entre outros.
Ultimamente, depois de passarem do ponto na insistência, passei a tratar vanilla, substituto onipresente e metido a besta da boa palavra portuguesa baunilha, como um atestado de mau gosto terminal. Não, não acho que deviam proibir vanilla, cada um sabe de si. Mas fica o toque.
Por fim, vale registrar que o exemplo citado por Antônio José, Cacau Espresso, nem é tão representativo dessa liberdade. Muita gente boa defende que se adote em português a grafia italiana espresso para nomear o referido café. Eu me alinho com a turma que prefere a forma expresso, por razões que expliquei aqui, mas é inegável que a instabilidade existe.
E se não existisse, qual seria o problema? O uso de uma grafia estrangeira para conferir a determinado produto um vago charme exótico é o truque mais velho do manual.
*
Envie sua dúvida sobre palavra, expressão, dito popular, gramática etc. Às segundas e quintas-feiras o colunista responde ao leitor na seção Consultório. E-mail:sobrepalavras@todoprosa.com.br

HAJA TETA PARA TANTO CHUPIM.

►SÓ É DOUTOR QUEM FAZ DOUTORADO


Ocorre que por um decreto de Dna. Maria, a Louca, rainha de Portugal, aos bacharéis em Direito é concedido o uso do título de Doutor, decreto esse não revogado e que foi incorporado em nossa tradição jurídica e popular.

Aliás, no Brasil, basta ter um sapato bonito que se é doutor, é só passar em frente a um engraxate que lá vem o infalível 

"Vai graxa doutor?"

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