Sonho de consumo aqui para a mais alta corte...ops..."baixa" do país!!!
O caso da ex-ministra da Corte Suprema do Chile Ángela Vivanco voltou a ganhar
repercussão no Brasil em meio às discussões sobre relações entre magistrados e
advogados.
Vivanco foi afastada definitivamente do tribunal em outubro de 2024, após a divulgação de conversas com o advogado Luis Hermosilla.
O processo de
remoção apontou contatos considerados incompatíveis com os deveres de
independência e imparcialidade da magistratura.
Posteriormente, o Senado chileno aprovou acusação constitucional contra a
ex-magistrada e a deixou impedida de exercer funções públicas por cinco anos.
Em janeiro de 2026, a situação avançou para a esfera criminal.
Vivanco foi retirada de sua residência algemada por policiais e levada à Justiça.
A Promotoria chilena a acusa de cohecho — equivalente ao crime de corrupção passiva — e lavagem de dinheiro no chamado caso da “Trama Bielorrussa”.
Ela
nega ter recebido pagamentos indevidos.
A ex-ministra permaneceu 133 dias em prisão preventiva.
Em junho, a Justiça
substituiu a prisão por arresto domiciliar total, além de outras restrições.
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