No Dia da Desonra, Mercosul celebra a figura de Lula! Faz sentido!


Cristina entrega um retrato do Apedeuta a Dilma: "Cidadão do Mercosul"! Oportuno! Afinal, o bloco se rendia a uma ditadura e churava uma democracia (Natacha Pisarenko/Associated Press)
29/06/2012
 às 20:03
Um bloco de países que suspende uma democracia, como o Paraguai, e incorpora uma ditadura, como a Venezuela, não poderia terminar melhor: fazendo culto à personalidade. Vejam  a foto.
Cristina entrega um retrato do Apedeuta a Dilma: "Cidadão do Mercosul"! Oportuno! Afinal, o bloco se rendia a uma ditadura e chutava uma democracia (Natacha Pisarenko/Associated Press)
Vocês reconhecem a imagem. 
O Apedeuta foi considerado “Cidadão Ilustre” do Mercosul. 
Faz sentido… 
O homem que já declarou existir “democracia até demais” na Venezuela e que mantém uma relação de amizade com Mahmoud Ahmadinejad merece todas as honras no dia da desonra.
Ao anunciar o título conferido a Lula, Cristina Kirchner não perdeu a chance de exaltar as próprias virtudes: 
“Na verdade, um presidente não deixa de ser presidente e, para mim, a figura de Lula tem uma associação indissolúvel com a do meu companheiro de toda a vida [em referência ao Néstor Kirchner]“.
A esquerda populista da América Latina inaugurou uma nova aristocracia.
Por Reinaldo Azevedo

Os três patetas do Mercosul usaram o golpe que não houve


 
29/06/2012  às 17:55 \ Direto ao Ponto

Os três patetas do Mercosul usaram o golpe que não houve no Paraguai como pretexto para a execução de um golpe de verdade

O golpe que não houve no Paraguai foi o pretexto invocado pelos parceiros vigaristas para a consumação de um golpe real.
Sem a presença do único integrante do Mercosul contrário ao ingresso da Venezuela bolivariana, os governos do Brasil, da Argentina e do Uruguai concederam ao companheiro Hugo Chávez a carteirinha de sócio do clube que nunca funcionou.
Durante oito anos, o Congresso paraguaio amparou-se na cláusula que exige respeito às regras democráticas para barrar a entrada do bolívar-de-hospício.
Sete dias bastaram para que a trinca de cínicos removesse a pedra no caminho de Chávez e instalasse no Cone Sul a república de araque localizada no extremo norte do subcontinente.
O impeachment de Fernando Lugo foi decretado sem que qualquer norma constitucional fosse violada.
“Tenho a impressão de que foi um golpe”, hesitou Dilma Rousseff no dia do despejo do reprodutor de batina. S
e também não souber direito que palavra deve usar para definir o que acaba de fazer em companhia da Argentina e do Uruguai, o neurônio solitário pode dispensar-se de dúvidas: golpe é o nome da coisa.
Formado por parceiros que vivem tentando enganar uns aos outros, o Mercosul era, até esta sexta-feira, uma inutilidade controlada por três patetas. Agora são quatro.
 

Depois do abano de rabo para Maluf, o rosnado de pitbull


29/06/2012      às 0:52 \ Direto ao Ponto

Depois do abano de rabo para Maluf, o rosnado de pitbull confirmou que o velho perdigueiro está com o faro avariado

O rosnado no meio do palavrório de segunda-feira ─ “Se for necessário, vou morder a canela dos adversários para que o Haddad possa ser prefeito” ─ só assustou a plateia composta por militantes do PT e do PCdoB: abstraídos os que têm menos de cinco neurônios, os companheiros perceberam que o faro do velho perdigueiro, adestrado para a caça ao voto, está severamente avariado. Não há outra explicação para a ideia de imitar um pitbull sete dias depois de abanar o rabo para Paulo Maluf.
A perda do olfato não afetou a soberba de Lula. “Não, de jeito nenhum”, garantiu na terça-feira ao jornalista interessado em saber se estava arrependido da visita a um símbolo da corrupção impune. Tampouco ficara constrangido com a foto que documentou a troca de alianças entre noivos que passaram a vida trocando insultos.
Se o rebanho que conduz engoliu sem balidos plangentes o ingresso de José Sarney e Fernando Collor no Clube dos Novos Amigos de Infância do Mestre, por que haveria de incomodar-se com outra parceria inverossímil?
O faro falhou, informou no dia seguinte a pesquisa Datafolha. Aos olhos do eleitorado da maior cidade brasileira, o numerito no jardim foi um monumento à promiscuidade.
Ao curvar-se à exigência feita pelo dono do PP para oficializar o apoio do partido a Fernando Haddad ─ e o arrendamento de 1min35 no horário eleitoral ─, Lula protagonizou um fiasco traduzido em números.
O acordo entre o padroeiro dos bandidos de estimação e um procurado pela Interpol foi  reprovado por 62% dos eleitores paulistanos (e por 64% dos simpatizantes do PT).
Pior para o afilhado, que caiu de 8% para 6%. Pior para o padrinho: continua em queda o número de paulistanos inclinados a votar em quem tiver o apoio de Lula. Melhor para o tucano José Serra, que subiu para 31% e se manteve na liderança da corrida, sete pontos à frente de Celso Russomanno, da coligação PRB-TV Record-PTB.
Confrontado com o balaio de más notícias, o presidente que elegeu um poste de terninho caprichou na pose de ex-presidente pronto para eleger um poste de topete.
“A Dilma também começou por baixo nas pesquisas como o Haddad, e ganhou como o Haddad vai ganhar”, recitou. A bravata repetida de meia em meia hora é tão consistente quanto uma análise econômica formulada por Guido Mantega. No início de julho de 2010 ─ três meses antes da eleição presidencial ─, o Datafolha registrou um empate técnico entre José Serra e Dilma Rousseff. Agora ─  três meses antes da eleição municipal ─, 25 pontos percentuais separam Haddad do adversário tucano.
Para eleger a sucessora que escolheu, o palanque ambulante manejou furiosamente a caneta nomeia e demite, excitou aliados com as verbas que negou aos inimigos e acionou a máquina federal com a desfaçatez de ditador cucaracha. Ainda assim, Dilma Rousseff foi derrotada em São Paulo por José Serra ─ no primeiro turno e no segundo. A busca obsessiva da revanche prejudica a visão. Lula acha que, imitando um pitbull, vai conseguir o que não conseguiu usando sem pudores nem limites os poderes presidenciais.
Por enquanto, as mordidas do comandante só fizeram estragos em canelas companheiras.
Para impor a candidatura de Haddad, por exemplo, Lula aposentou grosseiramente Marta Suplicy. A mordida na canela da senadora afastou da campanha do PT a ex-prefeita que, em setembro de 2011, liderava as pesquisas com 29% das intenções de voto.
Para fechar o acordo com Maluf, esqueceu que alegara problemas médicos para não aparecer na celebração da parceria com o PSB. A mordida na canela de Luiza Erundina deixou o candidato a prefeito sem vice.
Em vez de uma ex-prefeita, Haddad terá como companheira de chapa uma certa Nádia Campeão, comunista do Brasil.
“Eu não sei morder canela”, comunicou nesta quinta-feira, de passagem por Belo Horizonte, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Não acho apropriado para um ser humano”. Ao saber o que disse FHC, sigla que está para o SuperLula como a kriptonita verde para o Super-Homem, o alvo da ironia vai provavelmente arreganhar os dentes. Haddad que se cuide. 
Se continuar mordendo assim, o padrinho pode liquidar a candidatura do afilhado ainda no primeiro turno.
Se não lhes faltassem juízo e coragem, os Altos Companheiros tratariam de acorrentá-lo no quintal assim que começasse outro rosnado. 
Além de encomendar pesquisas amigas aos comerciantes de estatísticas, o que lhes resta é rezar pela volta do faro que desapareceu. 
Talvez acabem descobrindo que nunca existiu.

A FARSA DA PETROBRAS


29/06/2012
 às 21:34 \ Direto ao Ponto

A farsa da Petrobras é só um capítulo do maior estelionato eleitoreiro da história

Leia o ótimo artigo de Carlos Alberto Sardenberg na seção Feira Livre.Confira o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Reveja o post na seção Vale Reprise. E tente entender por que milhões de brasileiros ainda não descobriram que o Brasil Maravilha é só o maior e mais duradouro estelionato eleitoreiro registrado desde a chegada da primeira caravela.

Maia versus Mantega


Maia: quis nomear, não conseguiu e, em seguida, passou a retaliar o governo
Há umas três semanas, Marco Maia recebeu Guido Mantega para um café-da-manhã na residência oficial do presidente da Câmara. Como testemunhas, compareceram também Arlindo Chinaglia e Jilmar Tatto.
Na lata, o esfomeado Maia disse que queria colocar Eduardo Martins, recém-demitido do Banco no Brasil, numa vice-presidência do banco. Ou na presidência da poderosa BBDTVM, a distribuidora do banco.
Com jeito, Mantega explicou que não dava. Irritado, Maia levantou-se e foi embora, deixando Mantega atônito.
A propósito, o líder da oposição ao governo Dilma — na avaliação unânime do Planalto — é hoje o petista Marco Maia.
(Atualização, às 11,21. Eduardo Martins enviou um e-mail em que nega ter sido demitido do BB. O Radar mantém a informação publicada.)
Por Lauro Jardim

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