Mistério no Rio de Janeiro: o que fazia Gilberto Carvalho na manifestação contra o aliado Sérgio Cabral?

02/08/2013
 às 14:50 \ Direto ao Ponto
ATUALIZADO ÀS 14H50
Divulgado com exclusividade pela coluna, o vídeo de 5:19 registra imagens e sons da manifestação contra Sérgio Cabral promovida em 26 de julho em Copacabana. Um olhar superficial não vê nada de mais. Cenas de hostilidade ao governador fazem parte desde junho da rotina do Rio, e as palavras de ordem berradas pelos ativistas já soam familiares aos cariocas. O que faz a diferença é a presença de Gilberto Carvalho no ato de protesto.
O secretário-geral da Presidência da República, que estava no Rio para acompanhar a visita do Papa Francisco, aparece quatro vezes na gravação feita com um celular. Na primeira, o rosto risonho sugere que está gostando do que vê e ouve. Na segunda, ele olha para o alto sem desfazer o sorriso abobalhado. Na terceira, circula entre a multidão caprichando na pose de sherloque bolivariano. Na última, parece desconfiar que talvez esteja no lugar errado. Somadas, as fugazes entradas em cena deixam sem resposta a pergunta intrigante: o que fazia Gilberto Carvalho no meio da manifestação contra um aliado do Planalto?
O coroinha decaído começou a ganhar notoriedade em janeiro de 2002, quando participou ativamente da trama destinada a fantasiar de crime comum a execução do prefeito de Santo André, Celso Daniel, e sepultar as investigações sobre os autores do assassinato consumado por motivações políticas. De lá para cá, acumulou anotações no prontuário suficientes para transformá-lo na mais valorizada caixa preta do PT. O espião flagrado no vídeo invariavelmente esteve do lado errado das coisas.
Embora ainda não se saiba o que o levou ao meio da manifestação, é certo que estava lá para tramar contra alguém. E para servir a Lula, como tem feito desde que deixou o seminário para cair na vida.

DILMA►Irresponsabilidade fiscal

Ao excluir as obras com transportes da dívida dos governos, Dilma Rousseff decretou o assassinato da Lei de Responsabilidade Fiscal.

ATENÇÃO NÃO É PIADA►A ferrovia que Lula inaugurou faz três dias continua sem trilhos nem trens

02/08/2013
 às 16:52 \ Direto ao Ponto
“Incluída entre as prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a ferrovia de integração Oeste-Leste envolverá investimentos estimados em R$ 6 bilhões até 2012″, informa a voz que narra o vídeo institucional sobre a construção da ferrovia que promete ligar a cidade de Ilhéus, na Bahia, a Figueirópolis, no Tocantins.

“A obra será executada em duas etapas: a primeira terá início em Ilhéus e vai até o município de Barreiras, no oeste da Bahia, num total de oito lotes. O lote 1F parte do Terminal de Ilhéus, onde ficará o terminal de descarga geral, que terá uma capacidade estimada entre 5 a 68 milhões de toneladas ao ano”.
Depois de descrever a chuva de deslumbramentos sobre a região, que inclui três pólos industriais, uma ponte de 2,9 quilômetros sobre o Rio São Francisco (a maior ponte ferroviária do Brasil) e dois terminais multimodais, o locutor avisa que a obra “vai abrir uma nova alternativa logística para os portos no nordeste brasileiro, fazendo ainda a integração com outros pólos do país”. Uma música encerra a profecia:

“Na imensidão do cerrado, nas distâncias do agreste, é o progresso acelerado com a ferrovia oeste-leste”.
Afinado com o tom do vídeo, o então presidente Lula avisou, em 10 de dezembro de 2010, durante o palavrório na cerimônia de assinatura das ordens de serviço dos quatro lotes do primeiro trecho da ferrovia, que seu governo ”ensinou ao país que é possível trabalhar com dois objetivos ao mesmo tempo”:

“O Brasil ora decidia se queria fazer ferrovia, ora decidia se queria fazer rodovia. 
Nunca se pensou que era mais interessante pro Brasil a gente tê a ferrovia, a gente tê a rodovia e a gente tê a hidrovia (sic)” (a discurseira começa aos 0:45 do vídeo abaixo).
Segundo Lula, a Oeste-Leste estaria pronta em 30 de julho de 2013.
Neste 2 de agosto, três dias depois da inauguração prometida pelo ex-presidente, a Oeste-Leste não tem sequer um metro de trilho instalado. Uma reportagem publicada pelo Valor Econômico nesta quinta-feira, revela que “nos primeiros 500 quilômetros do traçado, que ligam Barreiras a Caetité, a ferrovia praticamente não existe”. 
Segundo a reportagem, embora todos os lotes do primeiro trecho tenham empreiteiras contratadas desde 2010, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a paralisação das obras depois de constatar “estudos ambientais capengas e projetos de engenharia que não paravam de pé”. No trecho entre Caetité e Ilhéus, embora as empreiteiras tenham retomando os trabalho, só 21,5 % do total previsto foi concluído.
Diante do fiasco, o governo postergou a entrega do trecho Caetité-Ilhéus para dezembro de 2014 e, entre Barreiras e Caetité, para o fim de 2015. A reportagem informa, entretanto, que tanto engenheiros quanto o governo baiano não acreditam no novo cronograma. “Sabemos das dificuldades”, confessou ao Valor Eracy Lafuente, coordenador de acompanhamento de políticas de infraestrutura do governo da Bahia. 
“A promessa de entregar o trecho de Ilhéus até o fim de 2014 está muito apertada. Do jeito que a obra está, só sai mesmo em meados de 2015″.
Caso a previsão se concretize, Dilma Rousseff conseguirá a façanha de terminar o seu governo sem inaugurar nenhum trecho de ferrovia. E o Brasil real, ao contrário do Brasil Maravilha, continuará com uma malha rodoviária em frangalhos, sem hidrovias e sem ferrovias.

BC decreta liquidação do Rural, o banco do mensalão

agência do Banco Rural em Belo Horizonte

Banco Rural (Paulo Marcio/Agência Primeiro Plano/VEJA)

Segundo o BC, a liquidação se deve ao comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, à existência de graves violações às normas legais e à ocorrência de sucessivos prejuízos que sujeitam a risco anormal seus credores

O Banco Central informou nesta sexta-feira que decretou a liquidação extrajudicial do Banco Rural, com sede em Belo Horizonte e que esteve no epicentro do escândalo do mensalão, há oito anos. De acordo com ato do presidente do BC, Alexandre Tombini, a liquidação se deve ao comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, à existência de graves violações às normas legais e estatutárias que disciplinam a atividade e à ocorrência de sucessivos prejuízos que sujeitam a risco anormal seus credores quirografários (que não possuem qualquer preferência).
Segundo nota divulgada pelo BC, pesou também a falta de um plano viável para a recuperação da situação do banco. Por extensão, o ato do presidente do BC abrange também as demais empresas do conglomerado: o Banco Rural de Investimentos S.A.; o Banco Rural Mais S.A.; o Banco Simples S.A.; e a Rural Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
A assessoria de imprensa do BC informou que, em março de 2013, o conglomerado financeiro Rural detinha 0,07% dos ativos e 0,13% dos depósitos do sistema financeiro (dados de março de 2013). "O Banco Central está tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, nos termos de suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas punitivas de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis", trouxe a nota.
Com isso, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. A data de liquidação a ser considerada é retroativa a 3 de julho de 2013. O liquidante nomeado pelo BC é Osmar Brasil de Almeida.
De acordo com dados do Banco Central, o Conglomerado Financeiro Rural, formado pelo Banco Rural de Investimentos S.A.; o Banco Rural Mais S.A.; o Banco Simples S.A.; e a Rural Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A, detinha apenas 0,07% dos ativos e 0,13% dos depósitos do sistema financeiro (dados de março de 2013). 
Rede de Escândalos: O caso do Banco Rural
Morte anunciada - A liquidação do banco ocorre após inúmeros baques ocasionados não por crises financeiras ou de crédito, mas pela própria perda de credibilidade da instituição e seu envolvimento com diversos escândalos políticos. 
Em 1992, os parlamentares que integravam a CPI que investigou o governo Collor concluíram que o Rural "teve um papel decisivo para viabilizar o esquema PC Farias". A instituição era o grande caixa de todo o esquema administrado pelo tesoureiro de Collor.
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