◘ CIENTISTAS DESCOBREM NOVA CARACTERISTICA EM LUA DE SATURNO QUE ASSEMELHA AINDA MAIS Á TERRA.


O corpo celeste é considerado o mais parecido com o nosso planeta em todo o Sistema Solar.

Titã, uma das muitas luas que orbita Saturno, tem nível do mar, segundo um novo estudo baseado nos dados recolhidos pela sonda Cassini, da NASA, antes de esta ter finalizado a sua missão a 15 de setembro do ano passado.

A investigação, dirigida por Alex Hayes, professor da Universidade de Cornell, nos EUA, revela que os mares da lua Titã mantêm a mesma elevação em toda a sua superfície, algo que também ocorre na Terra.

Isso implica que os corpos líquidos deste satélite natural estejam ligados através de alguma sistema semelhante aos aquíferos do nosso planeta.

O estudo, que também se valeu de um novo mapa topográfico, revelou a existência de novas montanhas nessa lua. No entanto, uma das principais conclusões às que se podia chegar graças à investigação é que a superfície de esta lua de Saturno é mais plana do que se pensava. Entre as novas elevações descobertas, nenhuma supera os 700 metros.

Titã é considerado um dos corpos celestes dentro do Sistema Solar que mais se parece com a Terra. Além disso, é o único que conta com líquido estável na sua superfície.

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◘ INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL AJUDARIA A DECIFRAR MANUSCRITO MEDIEVAL.

Manuscrito de Voynich

A inteligência artificial poderia ser a chave para decifrar o manuscrito Voynich, um misterioso documento da Idade Média. Depois de testar um algoritmo para determinar a língua dos textos, um pesquisador canadiano afirmou ter uma ideia de como foi cifrada a misteriosa obra.

"Tentar resolver um puzzle é natural ao ser humano. Fiquei intrigado e queria dar um novo contributo", comentou Greg Kondrak, pesquisador do laboratório de inteligência artificial da Universidade de Alberta (Canadá).

Analisando todos os fracassos anteriores da decifração da obra, incluindo o da equipe de criptógrafos britânicos responsáveis de decifrar o código nazi Enigma, Kondrak e seu coautor, Bradley Hauer, decidiram aplicar a inteligência artificial, informou o canal de televisão canadiano CTV News.

Primeiro, traduziram a Declaração dos Direitos humanos da ONU em 380 idiomas diferentes.

Depois, elaboraram um sofisticado algoritmo estatístico que conseguiu determinar a tradução com uma probabilidade muito alta – de 97%.

O algoritmo sugeriu o idioma do manuscrito Voynich: se trataria do hebraico. Mas resultou ser não um hebraico corrente, senão uma cifra segundo certo código. A análise revelou que no texto do manuscrito as consonantes foram reordenadas, enquanto as vogais foram omitidas por completo.

Entretanto, os pesquisadores ofereceram uma tradução para a primeira oração do manuscrito: 

"Ela fez recomendações ao sacerdote, ao dono da casa, a mim e à gente."

Em outra seção figuravam 72 palavras como "granjeiro", "luz", "ar" e "fogo", ou seja, são de vocabulário botânico e farmacológico. Segundo as teorias correntes, a obra seria dedicada a esses temas.

Entretanto, falta muito mais que um algoritmo informático para traduzir o manuscrito: é necessário um especialista capaz de entender a sintaxe e o sentido das palavras.

"Alguém com muito domínio do hebraico e com conhecimentos históricos da mesma época poderia seguir nossa pista", sublinhou Kondrak.

Quanto ao destino de seu algoritmo, ele sublinhou que "ainda não são poucos os mistérios por resolver" em forma de manuscritos antigos onde pode ser aplicado o método.

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◘ FOTÓGRAFO REGISTRA FENOMENO EXTRATERRESTRE INCRIVEL NOS CÉUS DA ANTARTIDA


Se não fosse por aquele ser humano admirado com o que estava a ver, nunca chegaríamos a saber que esta fotografia foi feita na Terra, e não é uma ilustração de algum filme de ficção científica ou algo assim? Provavelmente não.

A imagem foi feita pelo fotojornalista Christopher Michel numa recente viagem à Antártida. Michel tirou a fotografia apenas a um quilómetro do Polo Sul, enquanto vagueava pelo gelo com a Antarctic Logistics and Expeditions, uma empresa que prepara visitas científicas e turísticas durante o breve verão do continente.

O fenómeno mostrado na imagem parece extraterrestre, mas não é. É conhecido como parélio, e acontece quando há cristais de gelo no ar. Esses cristais podem ocorrer em nuvens cirrus, ou no caso de um lugar frio e seco como a Antártida, podem ser suspensos no ar perto do solo.

Os cristais são pequenos hexágonos que tendem a flutuar horizontalmente. Nessa posição, refratam a luz, o que faz parecer que há outros dois pequenos sóis em volta do verdadeiro sol. Quando os cristais são mais verticais, criam uma auréola em torno do sol.

No caso da fotografia, a atmosfera estava cheia de cristais tanto na vertical quanto na horizontal, tornando possível a espetacular imagem que vemos.

A sensação retrô causada pela imagem é propositada. Segundo o Earther, Michel inspirou-se numa fotografia de 1986 da primeira caminhada terrestre não assistida pelo Polo Sul. Essa própria expedição inspirou-se na viagem de Robert Falcon Scottao Polo Sul em 1912 – naquela ocasião, o grupo de cinco pessoas chegou ao destino, mas acabou por morrer na caminhada de retorno.

“Michel conheceu Robert Swan, um dos viajantes de 1986, bem como Ghazala Ahmad-Mear, esposa de Roger Mear, outro dos viajantes do grupo de 1986, na Antártida. Swan e Ahmad-Mear estavam lá para refazer a caminhada de mais de 1.000 km até o Polo Sul”, diz o texto do site.

“Durante o treino de volta ao campo da Union Glacier, Ghazala mostrou-me a minha primeira fotografia de um parélio – era a imagem de Roger na expedição Mear-Swan”, disse Michel. “Eu estava tão inspirado. Então, quando eu vi com os meus próprios olhos, pensei imediatamente em Roger, Robert e Ghazala – e, assim, dedico-lhes esta imagem”.

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"ESTRELA DA HUMANIDADE"►PODE SER PERIGOSA ◘ ASTRONOMOS IDIGNAM-SE COM NOVO SATÉLITE.


Uma empresa norte-americana lançou um satélite chamado "Estrela da Humanidade", provocando reacções indignadas entre os astrónomos.

Feito de fibra de carbono, o satélite, em forma de bola brilhante, foi lançado em 21 de janeiro na Nova Zelândia pela empresa privada Rocket Lab.

Baptizado da "Estrela da Humanidade", o satélite está coberto com 65 painéis reflectores de luz e gira muito rápido. Segundo a ideia dos criadores, este deve se tornar o objecto mais brilhante no céu.

"Onde quer que estejam e o que quer que aconteça em suas vidas, todos poderão ver a 'Estrela da Humanidade' no céu nocturno", afirmou Peter Beck, o fundador da Rocket Lab.

O engenho deverá permanecer em órbita por nove meses, devendo desintegrar-se e queimar na atmosfera aproximadamente em outubro. Até então, a "estrela" poderá ser vista pelos habitantes da Terra a olho nu ao amanhecer ou à noite.

De acordo com Beck, a "estrela artificial" no céu tem um sentido simbólico — atrair a atenção das pessoas para o espaço.

No entanto, nem todos gostaram da ideia de Beck, especialmente os astrónomos.

Caleb A. Scharf, director do Centro de Astrologia da Universidade Columbia (EUA), acredita que o lançamento do satélite afecta o espaço ao redor da Terra, que já está cheio de satélites e fontes artificiais de luz, o que prejudica as observações astronómicas.

Actualmente, na órbita da Terra estão vários milhares de satélites, aumentando a cada ano. Em particular, há um ano, a Índia colocou em órbita 104 satélites de uma vez.

Outros cientistas compararam a "Estrela da Humanidade" com uma esfera de discoteca, lixo espacial ou grafíti espacial.

"O que irrita mesmo neste satélite é que foi desenhado especialmente para ser o mais brilhante e nada mais. É como se alguém pendurasse uma publicidade de neon perto da janela de seu quarto", opinou Jonathan McDowell, astrofísico do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian.

A "Estrela da Humanidade" se tornou o primeiro objecto de seu género lançado ao espaço "apenas para satisfazer as ambições de seu criador", afirma um artigo do portal Gazeta.ru, acrescentando que não deverá ser o último. Em 6 de fevereiro, o bilionário norte-americano e director executivo da SpaceX, Elon Musk, planeia lançar o foguete super pesado Falcon Heavy, com um carro desportivo Tesla a bordo, em direcção a Marte.

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◘ DESCOBERTA UMA NOVA ESPÉCIE DE DINOSSAURO


Era um herbívoro e do tamanho de um autocarro médio

Cientistas descobriram no deserto do Saara egípcio um fóssil de uma nova espécie de dinossauro, que seria tão pesada quanto um elefante adulto, divulgou hoje a revista científica Nature Ecology and Evolution.

A espécie, designada com o nome científico de "Mansourasaurus shahinae", aparentava ter um longo pescoço.

O novo dinossauro, um herbívoro do tamanho de um autocarro médio e com peso semelhante ao de um elefante adulto, pertence à família dos saurópodes, os maiores animais terrestres que alguma vez existiram.

O fóssil, o mais completo até agora descoberto em África, data do fim do Cretáceo, período compreendido entre 145 milhões e 66 milhões de anos. Os dinossauros extinguiram-se há 65 milhões de anos, fruto, segundo a tese prevalecente, do impacto de um asteroide na Terra.

De acordo com a universidade norte-americana de Ohio, que participou na investigação, foram encontrados no Saara ossos do crânio, a mandíbula inferior, vértebras, costelas, uma pata dianteira e outra traseira.

Para a equipa de paleontólogos, a descoberta representa o "Santo Graal", uma vez que muito poucos fósseis do Cretáceo foram encontrados em África.

Os peritos sustentam que o "Mansourasaurus shahinae" era mais próximo dos dinossauros da Europa e da Ásia do que dos dinossauros do Sul de África e da América do Sul.

"Os últimos dinossauros de África não estavam completamente isolados, contrariamente ao que foi avançado no passado", afirmou, citado pela agência noticiosa AFP, um dos coautores do estudo, Eric Gorscak, da Universidade de Ohio.

Fonte: DN

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