Seu funcionário é apaixonado pela empresa? E o seu cliente é fiel?

Estudo da Harvard Business Review afirma que ter funcionários felizes traz tantos benefícios quanto ter clientes satisfeitos
30 de Janeiro de 2012
Conseguir ter funcionários felizes está se tornando um dos objetivos mais recorrentes dentro das empresas. O recente estudo da Harvard Business Review, que se foca nos benefícios de se ter funcionários felizes, é só mais uma prova de que esse ambiente gera mais produtividade às companhias.

No entanto, segundo as criadoras do estudo, Gretchen Spreitzer e Christine Porath, nem todo contentamento do mundo pode gerar produtividade. Portanto, não adianta só aumentar o salário do funcionário ou dar mais tempo livre para ele, é necessário dar-lhe coisas que se transformem em benefícios reais para a empresa. Além dos benefícios, Gretchen e Christine afirmam que o caminho para a felicidade de um profissional pode ser conquistado através do sentimento de satisfação após a realização de um trabalho bem feito. Em outras palavras, os chefes devem merecer o comprometimento de seus subordinados.

Para isso, as especialistas dizem ser necessário um maior engajamento. Algumas empresas como a Apple, por exemplo, permitem que grupos de funcionários analisem problemas e dêem sugestões para solucioná-los, mesmo que não estejam ligados às suas áreas de atuação. Além disso, algumas companhias medem a satisfação do funcionário por meio de pesquisas que questionam se o funcionário recomenda a empresa para algum amigo trabalhar ou se recomenda seus serviços e produtos. "Os feedbacks podem ser difíceis de ouvir, mas pode ser uma ação motivacional muito eficaz", comenta Gretchen.

Os feedbacks do outro lado também são importantes. As respostas e comentários dos clientes e dos próprios dirigentes podem causar efeitos drásticos. Os retornos positivos, especialmente de clientes, incentivam os funcionários a continuar realizando um bom trabalho, enquanto as críticas podem inspirá-los a melhorar suas performances ou a procurar ajuda nas próximas atividades.

Por fim, as especialistas afirmam que ter funcionários felizes traz tantos benefícios quanto ter clientes satisfeitos. Eles permanecem mais tempo na companhia, trabalham com mais vontade, têm mais criatividade, responsabilidade e encontram gás para continuar em um bom ritmo por muito mais tempo.

Você concorda com essas dicas e teoria?
OBS: CONCORDO PLENAMENTE, POIS FUNCIONARIO SATISFEITO E BEM PAGO PRODUZ DOBRADO.
PSaran

Nova gravadora colocará todas as suas músicas para download, de graça

Chamada de DigSin, a gravadora venderá suas canções no iTunes, mas terá links gratuitos em seu site 30 de Janeiro de 2012
Uma nova gravadora, chamada DigSin, promete acabar com os padrões das demais empresas musicais. Ela quer divulgar as músicas dos artistas de uma forma inusitada, promovendo o download gratuito das faixas através de seu próprio site, para que você "aproveite música de graça a partir de 2012".

As canções serão vendidas normalmente no iTunes e terão stream no Spotify. Mas, segundo Jay Franks, dono da empresa, existirão links para download sem custos no site da gravadora, que será financiado por anúncios e publicidade, de acordo com o site The Next Web.

Em sua página no Facebook, a DigSin diz que acredita "no incrível talento de nossos artistas e queremos compartilhar a músicas deles com você. Estamos comprometidos a entregar as melhores novas músicas para os fãs, de graça".

Para Jay, é mais importante conhecer mais informações de quem está ouvindo determinada música do que ganhar dinheiro com cada um deles, apesar de admitir que as publicidades darão dinheiro.

Nesta segunda-feira (30/01) a 1ª música da gravadora foi lançada. A cantora NNXT, de electro-pop, será a estreante da DigSin. Sua 1ª música, chamada DRNK TXTNG, já está disponível para download.

ACTA: a Lei que promete ser ainda mais severa que o SOPA

Projeto visa criar padrões internacionais mais rigorosos para combater bens falsificados e a pirataria virtual
30 de Janeiro de 2012
Caio Carvalho

O ano mal começou e já podemos sentir um pouco do que ainda está por vir nos próximos meses. Desde o início de janeiro, a internet foi tomada por uma onda de protestos contra o Stop Online Piracy Act (SOPA) e Protect IP Act (PIPA), em pauta no congresso americano até meados de janeiro, quando foram paralisados (ou mortos).

Após as constantes pressões do público, a decisão para impedir que o projeto continuasse, na teoria, partiu do próprio criador, Lamar Smith, que desistiu da causa "até que haja um amplo acordo sobre uma solução".

Contudo, uma ameaça ainda maior já pode estar em andamento, e talvez até mais perigosa que o
SOPA para as liberdades de internet: Anti-Counterfeiting Trade Agreement, ou ACTA (Acordo Comercial Anticontrafacção, para o português). Pelo menos é isso o que afirma Darrell Issa, representante político do estado da Califórnia.

Segundo entrevista para o Fórum Mundial de Economia, na Suíça, "apesar de não mudar as leis já existentes, [o ACTA] é mais perigoso do que o
SOPA pois, uma vez implementado, vai criar um sistema de aplicação totalmente novo e atar as mãos do Congresso americano caso queiram desfazê-lo no futuro".O que é o ACTA?
Com as mesmas prerrogativas do projeto americano SOPA, o ACTA é um tratado global mais abrangente que visa normatizar a proteção de direitos autorais e propriedade intelectual entre os países participantes, ou seja, criar determinados padrões internacionais para combater bens falsificados e a pirataria virtual. Além disso, seu objetivo inclui penas para quem for acusado de "contrabando" online, como restrições ao acesso à internet, por exemplo, e também se expande para a falsificação de medicamentos e produtos de grife.

O acordo ainda sofre críticas porque a maior parte das negociações é feita secretamente e por estar sob suspeitas de beneficiar as grandes corporações, ao mesmo tempo em que fecha o cerco à liberdade dos usuários da web ao rastrear conexões e implantar filtros de navegação. Embora não esteja claro, Darrell Issa acredita que muitas coisas no
SOPA são basicamente implementadas no ACTA.

Com negociações iniciadas formalmente em 2008, a construção do projeto foi conduzida em segredo até 2009, quando o Wikileaks revelou ao público a existência dos arquivos confidenciais. Em 2011, o tratado foi aberto para assinaturas e foi prontamente reconhecido pelos países que participaram das reuniões - com exceção da União Europeia (UE). Meses depois, Austrália, Coreia do Sul, Marrocos, Nova Zelândia e Cingapura também aderiram ao protocolo.

Esta semana, o ACTA foi assinado por 22 estados membros da UE, em Tóquio, mas só deve ser efetivamente colocado em prática no território europeu após a aprovação do parlamento, que deve acontecer em junho deste ano. Agora, o projeto já tem um número significativo de nações apoiadoras, tais como Polônia, França, Itália, Japão, Singapura, Suíça, e, claro, os Estados Unidos (que assinou a petição no ano passado). Todas ainda têm tentado restringir o quanto puderem o acesso generalizado de seus cidadãos aos documentos que servem de base à negociação do projeto.
O que pode mudar com o ACTA?
Mesmo sem saber sobre a versão final do ACTA, o que se sabe é que seus objetivos são similares ao SOPA, com a diferença de que será muito mais abrangente e seus mecanismos de implementação e punição são ainda mais rigorosos para os que descumprirem as leis.

Uma dessas implementações prevê que o acordo transforme servidores de internet em vigilantes da rede. Basicamente, eles serão obrigados a fornecer dados privados de usuários suspeitos para as indústrias detentoras de direitos autorais. Neste caso, o detentor terá de apresentar justificativas razoáveis que mostrem e comprovem a infração. O problema é que o ACTA não deixa claro qual e como seriam os motivos para justificar o crime, trazendo, então, implicações diretas para a privacidade virtual.

Os ISPs norte-americanos já estão habituados a um sistema parecido, que obriga os intermediários técnicos, como os fornecedores de acesso à internet, a remover todos os conteúdos ilícitos sempre que receberem uma notificação dos detentores de direitos, caso não desejem ser processados.

Apesar das pressões das editoras discográficas, até o momento os ISPs norte-americanos não têm cooperado, e é justamente isso o que a ACTA pretende mudar: além de fazer essa regra de caráter global, os ISPs poderão passar a ser obrigados a filtrar ou bloquear conteúdos protegidos por direitos de autor. Isso já acontece na Coreia do Sul, onde a subsidiária do Google optou por impedir todos os uploads de vídeos e comentários.

Por fim, o tratado reforça ainda mais a proteção concedida às medidas técnicas de segurança, mais conhecidas como DRM, a ponto de prever a aplicação de leis civis e criminais a quem contornar ou distribuir ferramentas que driblem essas tecnologias anticópia. Além disso, podem ser implantadas leis alfandegárias, o que deve significar a fiscalização e apreensão de bens como notebooks e mp3 players. Para isso, apenas a suspeita de que tais itens violam direitos autorais já seria suficiente para condenar um culpado.
Manifestações
 Enquanto o projeto segue em andamento, o número de entidades e figuras políticas que se posicionam contra a aplicação efetiva do tratado aumenta cada vez mais. A deputada holandesa Marietje Schaake, que participa do parlamento europeu, declarou em nota oficial a preocupação com a falta de transparência com a qual o acordo foi negociado, além dos impactos reais que ele terá na liberdade de expressão na internet.

Já os franceses do Le Quadrature du Net - uma ONG que alerta governos e a sociedade sobre projetos que ameaçam liberdades civis na web - veem a assinatura do ACTA pela UE como uma armadilha para a democracia. Nem mesmo o temido grupo de hackers Anonymous ficou de fora dos críticos. Em postagens recentes no Twitter, eles deixam clara a posição contrária ao acordo, e promete retaliações.

O público que mais tem protestado diante do tratado são os poloneses que, desde o início desta semana, invadiram as ruas contra a participação da Polônia no projeto. Em Varsóvia, os manifestantes ocuparam a frente do gabinete da União Europeia, onde, com adesivos colados na boca, cartazes com dizeres "Pare ACTA" e máscara de Guy Fawkes, se declararam contra a entrada do ACTA no país.

Nasa descobre planeta semelhante ao da ficção "Star Wars"

http://video.msn.com/?vid=2d6911c0-9331-45b2-a6e5-e3138a9f483f&mkt=pt-br&from=iv2_pt-br_tecnologia&src=FLPl:share:permalink:search_relevance Nasa anunciou nesta quinta-feira o descobrimento de um planeta que viaja ao redor de duas estrelas, algo semelhante do planeta imaginário "Tatooine", presente na saga de ficção científica "Star Wars" (Guerra nas Estrelas).  
A
 

Microsoft trabalha em holograma palpável

Tecnologia se aproxima do conceito mostrado em Star Wars
   Realidade está mais próxima da mostrada em Star Wars 
A comunicação por holograma tem sido sonhada pela humanidade desde a cena clássica com a princesa Leia em "Star Wars", mas os cientistas do mundo real ainda não conseguiram criar um sistema com a tecnologia necessária para projetar imagens como as vistas no filme.
O problema é que a maioria dos dispositivos encontrados no mercado requerem o uso de óculos especiais para a visualização em 3D. E os que não exigem, são incapazes de permitir a visualização em 360 graus dos objetos projetados.
Alguns dos mais modernos sistemas holográficos em desenvolvimento até conseguem reproduzir a imagem em 3D com ângulo de 360 graus, mas a interação direta do usuário com a imagem fica comprometida pois estes são envoltos por vidros ou acrílicos transparentes.
Agora, a Microsoft está trabalhando em um dispositivo que promete resolver todos esses problemas criando hologramas em três dimensões que podem ser visualizados em 360 graus e interagidos pelo usuário por meio do toque.
O Vermeer, como é chamado o novo dispositivo da empresa, é capaz de movimentar as imagens a 15 frames por segundo enquanto simula 192 pontos de vista diferentes. E o mais impressionante, o holograma não fica "preso" em uma cúpula de vidro.
A tecnologia funciona graças ao auxílio de sensores infravermelhos e equipamentos como o Kinect, que permitem ao usuário colocar os dedos no conteúdo holográfico e mexer os objetos virtuais como se esses fossem de verdade.
Embora o dispositivo ainda esteja em desenvolvimento e as imagens tenham um visual um pouco fantasmagórico, pode-se dizer que o Vermeer é um grande passo rumo a um futuro no qual a humanidade se comunicará da mesma forma que os personagens da série "Star Wars".
Para entender melhor como a nova tecnologia funciona, confira o vídeo a seguir:
  Realidade está mais próxima da mostrada em Star Wars
<a href="http://video.msn.com?vid=220d5c5b-4303-4823-97e1-e151655c2e35&amp;mkt=pt-br&amp;from=iv2_pt-br_tecnologia&amp;src=FLPl:embed::uuids" target="_new" title="Vermeer Interactiv Display">Vídeo: Vermeer Interactiv Display</a>

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