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A campanha precisava falar com o eleitor de centro.
Escolheu como rosto uma militante da esquerda radical
Não fazia mais sentido. Aí vieram os
tuítes.
Ela diz que um print é montagem.
Mas dezenas de publicações estão arquivadas, com data e link.
E não estamos falando de bobagem de adolescente.
Vou ficar apenas nos posts escritos quando ela já era
adulta.
“Odeio branco”.
Em outro vídeo: “os negros do sul são racistas”.
Sobre aborto: “QUEIMA ESSA BANCADA EVANGÉLICA, QUEIMA ESSE PL”.
Sobre empreendedor e empresário: “Tô nem aí”.
E arremata: “Que se fod*m”.
Para quem ainda apoia a direita, a sentença: “merece putrificar nesse tal inferno, que os ‘crentes’ tanto acreditam”.
Em maio deste ano, defendeu que Lula deveria “tirar a isenção de
impostos das igrejas evangélicas”.
E ainda havia o bônus autoritário:
“eu já não vejo a hora do Xandão
bloquear, Instagram, Facebook, e WhatsApp, por favor, TORNE REAL!”
Ódio a crente, desprezo por quem empreende, ódio a branco, aborto como bandeira e censura como desejo.
É o pensamento petista cru, sem
verniz de marqueteiro.
Essa foi a primeira frente do desmoronamento.
A campanha
de Lula tentou corrigir a comunicação e conseguiu revelar exatamente aquilo que
tentava esconder: o PT real, sem maquiagem, sem moderação e sem aquela fantasia
de amor democrático vendida em horário eleitoral.
A reação de Ana Elisa foi negar tudo e posar de vítima, publicando um suposto e-mail de ameaça.
O problema é que ferramentas de detecção sugeriram que o texto inteiro foi escrito por inteligência artificial.
Nem o vitimismo veio orgânico.
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