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Franklin Martins, ressuscitado, projeta sombra de mau agouro sobre Dilma
Com Franklin Martins cada vez mais forte junto a Dilma sendo figura importante em sua campanha eleitoral, pode-se imaginar a volta da tentação de um “controle social da mídia”? (Foto: O Globo)
Amigas e amigos do blog, vejam o trechinho final da reportagem de Gabriel Castro, do site de VEJA em Brasília, sobre a queda de Helena Chagas da Secretaria de Comunicação Social da Presidência:
“A mudança (…) confirma a crescente influência do ex-ministro Franklin Martins sobre o governo.
Martins integrará a equipe de comunicação na campanha eleitoral de Dilma Rousseff.”
Franklin Martins, dono de uma empresa de comunicação que trabalha para diferentes órgãos do governo, está sendo plenamente ressuscitado pela presidente Dilma.
Durante a campanha eleitoral, será encarregado do trato com a imprensa e as redes sociais, enquanto o marqueteiro João Santana cuidará da propaganda eleitoral na TV e de outros aspectos da imagem da candidata-presidente.
O PT, como se sabe, quer uma campanha “agressiva”, assim com quer uma Secom “mais agressiva”, razão pela qual o atual porta-voz da Presidência, Thomas Traumann, vai para o lugar de Helena Chagas. Ele é considerado “afinado” com Franklin Martins.
Pode-se imaginar, pois, o que vem por aí neste ano eleitoral.
Isso tudo quer dizer que Franklin Martins, o ex-ministro do lulalato favorável ao “controle social da mídia”, forma enviesada de referir-se a um crescente controle do GOVERNO sobre a imprensa – algo de que Helena Chagas claramente se distanciava, assim como ocorre com o ainda ministro das Comunicações, Paulo Bernardo — está voltando com tudo.
Se Dilma se reeleger, é de se presumir que o ex-ministro se fortalecerá ainda mais perante a presidente — não se pode excluir a hipótese de que volte ao Ministério, seja em que cargo for.
Dilma, por sua vez, sempre se manifestou publicamente pela plena liberdade de imprensa.
A imagem sinistra de Franklin Martins se projetando sobre a presidente, porém, não é de bom agouro para os defensores da imprensa independente.
☺[VIDEOS E FOTOS] SECRETARIA DO PRESIDENTE DO URUGUAI POSSA PARA FOTOS OUSADAS
Fabiana Leis, a secretária do presidente (Foto: Juan Obregon)
Nota de Juliana Linhares, publicada em edição impressa de VEJA
DEVE SER ALGUMA COISA NA ÁGUA
O presidente do Uruguai, José Mujica, 79 anos bem vividos, encarna à perfeição a imagem de tiozão excêntrico: mora em um sítio, dirige um Fusca, usa chinelão e, bobeou, arranca a dentadura em público.
De repente, aparece nesse quadro a perturbadora Fabiana Leis, 33. Funcionária contratada como secretária da Presidência, ela resolveu mostrar todo o seu potencial em fotos sensuais para uma revista.
Constrangimentos? Nada. Em 2010, Fabiana fez algo ainda mais ousado, numa folhinha de borracharia.
“Autografei umas 200. Só faltou o presidente ter uma”, diz ela. Bom para ambos.
A mulher de Mujica, a senadora Lucía Topolansky, foi da luta armada, ficou presa por treze anos e é conhecida como La Tronca.
PAPEL HIGIÊNICO DO PLANALTO
Cheia de exigências com o papel higiênico
O Palácio do Planalto está disposto a gastar 50 000 reais em papel higiênico.
Não é qualquer porcaria. A licitação especifica: “matéria-prima virgem”. Os pacotes devem conter “papel branco, macio, resistente e com folhas intercaladas”. Os rolos precisam ser de alta qualidade e sem perfume.
O edital também exige: apresentar amostras para teste de qualidade.
O último ensaio fotográfico de Marilyn Monroe antes da partida prematura
Neste fim de semana, a coluna convida o leitor a uma incursão pelo último ensaio fotográfico protagonizado por Marilyn Monroe.
Em julho de 1962, acossada por mais uma crise de depressão, a bela e sensualíssima estrela do cinema foi clicada por Bert Stern no hotel Bel Air, em Los Angeles.
As 2.500 imagens seriam reunidas no livro The Last Sitting. Poucas semanas depois, Marilyn foi encontrada morta em casa. Estava sozinha.
Tinha apenas 36 anos.
Em julho de 1962, acossada por mais uma crise de depressão, a bela e sensualíssima estrela do cinema foi clicada por Bert Stern no hotel Bel Air, em Los Angeles.
As 2.500 imagens seriam reunidas no livro The Last Sitting. Poucas semanas depois, Marilyn foi encontrada morta em casa. Estava sozinha.
Tinha apenas 36 anos.
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