◘ O UNIVERSO ESTÁ EXPANDINDO MAIS RÁPIDO DO QUE PENSÁVAMOS E NINGUÉM SABE A CAUSA.

O universo está expandindo mais rápido do que pensávamos e ninguém sabe a causa

 As medições do Telescópio Espacial Hubble da NASA O que está acontecendo com o universo? Nova medição da expansão encontra valores maiores que o esperado que a taxa de expansão do universo moderno é mais rápida do que deveria.
Embora essa discrepância tenha sido identificada anos atrás, ainda não estava claro se poderia ser o resultado de um problema técnico.
Agora, astrônomos aumentaram o grau de precisão das medições, confirmando a discrepância, o que reforça o argumento de que novas teorias podem ser necessárias para explicar as forças que moldaram o cosmos.

Recapitulando a expansão do universo

O universo está ficando maior a cada segundo. O espaço entre as galáxias está se alongando, como uma massa crescendo no forno. Mas quão rápido isso está acontecendo?
Conforme o Hubble e outros telescópios tentam responder a essa pergunta, se deparam com uma intrigante diferença entre o que os cientistas predizem e o que observam.
As medições do Hubble sugerem uma taxa de expansão mais rápida do que o esperado, com base em como o universo surgiu há mais de 13 bilhões de anos. Essas medições do universo primordial vêm do satélite Planck, da Agência Espacial Europeia (ESA).
Será que essa diferença é devida a medições infelizes ou erros técnicos?

Não

Os últimos dados do Hubble, contudo, diminuem a possibilidade de que a discrepância seja um erro técnico para apenas 1 em 100.000.
Esta estimativa é bem melhor do que a anterior, de menos de um ano atrás, de uma chance em 3.000.
As medições mais precisas do Hubble reforçam a ideia de que uma nova física pode ser necessária para explicar a incompatibilidade.
“Esse descompasso chegou a um ponto que é realmente impossível descartá-lo como uma casualidade”, explica o pesquisador e ganhador do Nobel Adam Riess, do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial e da Universidade Johns Hopkins (EUA).

O estudo

Os cientistas usam uma “escada de distância cósmica” para determinar o quão longe as coisas estão no universo. Esse método depende de fazer medições precisas das distâncias de galáxias próximas e, em seguida, mover-se para galáxias cada vez mais distantes, usando suas estrelas como “marcadores”.
Os astrônomos usam esses números, juntamente com outras medidas da luz das galáxias, para calcular a rapidez com que o cosmos se expande com o tempo, um valor conhecido como constante de Hubble.
Riess e sua equipe estão em uma missão desde 2005 para refinar essas medições de distância e ajustar a constante de Hubble. No novo estudo, usaram o telescópio para observar 70 estrelas pulsantes chamadas de Cefeidas e melhorar a “escada de distância cósmica”. As observações levaram a equipe a reduzir a incerteza da constante para 1,9% de uma estimativa anterior de 2,2%.

Dados do Planck

Apesar disso, o cálculo da constante de Hubble permaneceu em desacordo com o valor esperado derivado das observações da expansão do início do universo.
Essas medições foram feitas pelo Planck, que mapeia o fundo cósmico de micro-ondas, um resquício de 380.000 anos após o Big Bang.
Esses dados foram cuidadosamente examinados, de modo que os astrônomos não podem atualmente ignorar a lacuna entre os dois resultados como devida a um erro em qualquer medida ou método. Ambos os valores já foram testados de várias maneiras.
“Não são apenas dois experimentos discordando”, explicou Riess. “Estamos medindo algo fundamentalmente diferente. Um é uma medida de quão rápido o universo está expandindo hoje, como o vemos. O outro é uma previsão baseada na física do universo primitivo e em medições de quão rápido ele deveria estar se expandindo. Se esses valores não estão de acordo, há uma forte probabilidade de que há alguma coisa que não conhecemos no modelo cosmológico que conecta as duas eras”.

Em detalhes

Os astrônomos têm usado as ​​Cefeidas como parâmetros cósmicos para medir as distâncias intergalácticas próximas por mais de um século. Mas tentar coletar dados de um monte dessas estrelas consumia tanto tempo que era quase inatingível.
No novo estudo, a equipe empregou um método diferente que usa o Hubble como uma câmera para capturar imagens rápidas dessas estrelas pulsantes extremamente brilhantes. Assim, ao invés de observar apenas uma Cefeida por cada órbita de 90 minutos do Hubble ao redor da Terra, os pesquisadores observaram grupos de Cefeidas próximas o suficiente umas das outras, coletando dados de uma dúzia a cada órbita. Cefeidas são tão brilhantes que só precisamos observá-las por dois segundos.
Os pesquisadores então combinaram seu resultado com outro conjunto de observações, feito pelo Projeto Araucária, uma colaboração entre astrônomos de instituições no Chile, nos EUA e na Europa. As medições combinadas ajudaram a refinar o verdadeiro brilho das Cefeidas, melhorando a “escada de distância cósmica”.
A nova estimativa da constante de Hubble é de 74 quilômetros por segundo por megaparsec. Isso significa que, a cada 3,3 milhões de anos-luz, uma galáxia parecerá se mover 74 quilômetros por segundo mais rápido, como resultado da expansão do universo.
O número indica que o universo está se expandindo a uma taxa 9% mais rápida do que a previsão de 67 quilômetros por segundo por megaparsec que vem das observações de Planck sobre o universo primordial, juntamente com nossa compreensão atual do universo.

Então, o que poderia explicar essa discrepância?

Uma explicação envolve a aparência inesperada de energia escura no universo jovem, chamada de “teoria da energia escura primitiva”. Hoje, acredita-se que a energia escura compreenda 70% do conteúdo do universo.
Já se acredita que a energia escura existiu durante os primeiros segundos após o Big Bang e empurrou a matéria pelo espaço, iniciando a expansão inicial, e também que é a razão para a expansão acelerada do universo hoje. O que essa teoria sugere é que houve um terceiro episódio de energia escura não muito depois do Big Bang, que expandiu o universo mais rapidamente do que os astrônomos previram.
Outra ideia é que o universo contém uma nova partícula subatômica que viaja perto da velocidade da luz. Tais partículas velozes são coletivamente chamadas de “radiação escura” e incluem partículas previamente conhecidas como neutrinos, que são criadas em reações nucleares e decaimentos radioativos.
Outra possibilidade interessante é que a matéria escura (uma forma invisível de matéria não composta de prótons, nêutrons e elétrons) interage mais fortemente com matéria normal ou radiação do que se supunha anteriormente.
Mas nenhuma dessas explicações é definitiva. A equipe de Riess pretende continuar a reduzir as incertezas na constante de Hubble para 1%, o que deve ajudar os astrônomos a identificar a verdadeira causa da discrepância.
Os resultados foram publicados em um artigo na revista científica The Astrophysical Journal. [Phys]

◘ ESCUTE A MÚSICA QUE OS PULSARES CANTAM NO ESPAÇO.

 Escute a música que os pulsares cantam no espaço

Pulsares estão, ao mesmo tempo, entre os objetos mais incríveis e mais úteis rodando pelo espaço. Essas estrelas mortas, girando incrivelmente rápido e emitindo um feixe de radiação de seus pólos, muitas vezes em escalas precisas de milissegundos, são usados pelos astrônomos para calcular distâncias, entender o meio interestelar e sondar o espaço-tempo curvo ao redor de um buraco negro. Nós poderíamos até mesmo usá-los como um GPS para navegar pelas estrelas.
Em homenagem a esses objetos incríveis, a Roscosmos, a agência espacial russa, montou um vídeo clipe com a música dos pulsares. Eles traduziram a frequência do sinal em ondas sonoras, com base em dados do telescópio espacial Spektr-R, da própria Roscosmos. A música passa por 10 pulsares diferentes e depois os combina em uma interpretação gloriosa de um pequeno segmento do céu noturno.
Abaixo está a tradução das legendas russas que aparecem no vídeo:
“Música dos pulsares, baseada em dados do telescópio espacial Spektr-R e do projeto RadioAstron.
Um pulsar é uma estrela de nêutrons de ultra-alta rotação, o remanescente de uma explosão de supernova. Sinais de pulsares podem ser usados ​​como temporizadores e pontos de navegação para satélites.
Ao traduzir a frequência dos sinais em ondas sonoras, você pode obter música … [sinais individuais]. Quando você coloca tudo junto … [sinais misturados].
O Spektr-R é um observatório espacial lançado em 2011. Trabalhou em órbita por oito anos, superando seu período de garantia duas vezes e meia. O Projeto RadioAstron fez uma contribuição significativa para o estudo dos pulsares”. [Science Alert]

◘ CIENTISTAS ENCONTRARAM MUTAÇÃO GENÉTICA IRRITANTE QUE NOS TRANSFORMA EM PESSOAS NOTURNAS.

 Cientistas encontraram a mutação genética irritante que nos transforma em pessoas noturnas

Se você é uma dessas pessoas noturnas que luta todos os dias para se encaixar em uma sociedade que exige que você se levante cedo, não se sinta mal: pode ter uma mutação genética responsável por tal característica.
Em um estudo de 2017, pesquisadores descobriram que muitas das pessoas que ficam acordadas até tarde e têm dificuldade para levantar de manhã não são preguiçosas, mas seu relógio interno é simplesmente geneticamente programado para funcionar 2 a 2,5 horas mais lento que o resto da população, graças a uma mutação no gene CRY1.
“É como se essas pessoas tivessem um jet lag perpétuo”, disse um dos pesquisadores do estudo, Michael Young.

O problema de ser “noturno”

Para deixar as coisas claras, não estamos falando daqueles que ficam no celular até tarde e depois têm problemas para adormecer. Essas pessoas, se ficarem alguns dias acampando longe das luzes da cidade e sem dispositivos eletrônicos, geralmente se sincronizam com a luz natural rapidamente e passam a dormir e acordar de acordo com o nascer e o pôr do sol.
Os verdadeiros notívagos são pessoas que, mesmo na ausência de smartphones e luzes elétricas, ainda adormecerão e acordarão tarde.

Essas “corujas” não conseguem dormir o suficiente e são frequentemente diagnosticadas em clínicas de sono com “síndrome do atraso das fases do sono” (SAFS). Os pesquisadores estimam que cerca de 10% da população mundial seja afetada por essa condição.

Além de ficarem mais cansadas, as pessoas com SAFS sofrem com uma série de problemas de saúde porque seu corpo está constantemente tentando alcançar o cronograma estabelecido pelo resto da sociedade. A condição tem sido associada à ansiedade, depressão, doença cardiovascular e diabetes, sem mencionar a constante frustração de ser traumatizado pelo despertador a cada manhã.

A mutação

Geralmente, o relógio do corpo humano é de cerca de 24 horas, o que significa que coisas como digestão, sono e reparo celular se encaixam perfeitamente em um dia padrão da Terra.
Graças a uma mutação no gene CRY1, no entanto, algumas pessoas simplesmente precisam de mais tempo.
A mutação foi identificada pela primeira vez há quase uma década, quando uma mulher de 46 anos procurou uma clínica de sono por conta de seu ciclo de sono tardio. Mesmo depois de ter sido colocada em um apartamento sem janelas, TV ou internet por duas semanas, a mulher ainda tinha um ritmo circadiano estranhamente longo de 25 horas, bem como sono fragmentado.
Depois de estudar seus genes, os cientistas descobriram que ela tinha uma mutação de uma única letra no CRY1, que interfere no ciclo circadiano.
Nosso relógio circadiano começa cada dia construindo proteínas, chamadas ativadores, em nossas células. Esses ativadores produzem seus próprios inibidores que, com o tempo, impedem os ativadores de trabalhar. Quando todos os ativadores em uma célula são silenciados, os inibidores não são mais produzidos e gradualmente os ativadores voltam a subir, iniciando o ciclo para o próximo dia mais uma vez.
A proteína produzida pelo gene CRY1 é um desses inibidores. Mas os cientistas ainda não tinham certeza de como uma única variante do gene poderia ter efeitos tão extremos no relógio biológico dessa mulher.

O estudo

Para o estudo de 2017, os pesquisadores decidiram analisar a família da mulher, descobrindo que todos tinham a mesma mutação. Neles, a proteína inibidora CRY1 se torna excessivamente ativa e suprime o ativador por mais tempo do que deveria, prolongando o ciclo diário das células.
Em seguida, a equipe analisou os padrões de sono de seis famílias turcas. 39 dos participantes tinham SAFS e portavam a mutação no CRY1, e 31 não tinham nem a condição, nem a mutação.
Todos os portadores tiveram atrasos no início do sono e alguns apresentaram padrões de sono irregulares e fragmentados.
Para as 31 pessoas sem a mutação genética, o ponto médio do sono foi às 4 da manhã, mas para as pessoas com o gene, foi entre 6 e 8 da manhã – o que sugere que a mutação empurrou o relógio biológico pelo menos 2 horas.

E agora, José?

A boa notícia é que o nosso relógio biológico, incluindo o CRY1, é controlado por sinais externos, como a exposição à luz. Assim, as pessoas podem gerenciar efetivamente sua SAFS se seguirem uma rotina controlada.
“Um ciclo externo e uma boa rotina de sono podem ajudar a forçar um relógio lento a acomodar um dia de 24 horas”, disse a principal pesquisadora do estudo, Alina Patke, da Universidade Rockefeller em Nova York (EUA). “Nós apenas temos que trabalhar mais duro nisso”.

Patke acrescentou que drogas podem ser desenvolvidas no futuro com base nesse mecanismo, para ajudar essas pessoas.
Os pesquisadores enfatizaram que nem todos os casos de SAFS são causados por essa mutação genética. Apesar disso, eles descobriram que 1 a cada 75 indivíduos de ascendência europeia não-finlandesa possui a variante, de forma que ela tem um efeito em uma grande fração da população.

Mais pesquisas precisam ser feitas para entendermos melhor como a mutação afeta outras funções corporais além do sono.
Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica Cell. [ScienceAlert]

◘ BENEFÍCIOS DE TER AMIGOS.


Não importa quem você é, quantos anos tem e de onde vem, você provavelmente concordará conosco que as amizades são importantes. Mas há sempre um “porém”, e é uma tendência avassaladora para as pessoas se desconectarem de seus amigos e abandonarem amizades de longa data à medida que crescem e têm menos tempo e mais responsabilidades em suas mãos.

Em outras ocasiões, simplesmente perdemos o interesse em nossos velhos amigos e nunca realmente encontramos novos, e ao fazer isso cometemos um erro terrível, pois as amizades são cruciais para todos os aspectos de nossas vidas, incluindo nossa saúde física e mental. Mesmo que você seja cético e não concorde conosco, descubra e veja o que temos a dizer sobre como os amigos podem beneficiar sua saúde e seu bem-estar.
1. Risco reduzido de doença cardíaca e derrame
 solidão
Costumamos dizer que o tempo de qualidade gasto com alguns bons amigos é bom para o seu coração. E enquanto dizemos isso metaforicamente, referindo-se ao papel edificante e encorajador dos amigos, verifica-se que ele também pode se manter em um nível literal.
Na verdade, vários estudos afirmaram que as pessoas que sentem falta de apoio social e solidão constante têm maior probabilidade de sofrer de doenças cardíacas e derrame, por isso queira passar algum tempo com seus melhores amigos de vez em quando , não importa o quão ocupada sua programação possa ser.
2. Aumenta a longevidade
solidão
Alguns estudos sugerem que ser solitário equivale a fumar 15 cigarros por dia em termos de influenciar sua longevidade. Quer esse paralelo possa ou não ser realmente desenhado, o estudo mais antigo do comportamento biossocial dos seres humanos sugere que relacionamentos de qualidade, mesmo aqueles que você experimentou em seus vinte e poucos anos, podem prever a qualidade de sua vida e se você ainda está vivo em seus 70 anos.
Então, no final, até mesmo a ciência prova que não é a quantidade, mas a qualidade de sua amizade que mais importa.
3. Retém o declínio cognitivo solidão
Há um crescente corpo de evidências sugerindo que a solidão aumenta o ritmo do declínio cognitivo entre os idosos, com alguns estudos até ligando-os à demência. Não está claro se é ou não a falta de contato social ou o sentimento de solidão que afetam o funcionamento cognitivo, mas definitivamente sugere que pessoas de todas as idades se beneficiam de passar tempo com pessoas com quem gostam de se comunicar.
4. Promove a criatividade solidão
Você é alguém que constantemente pergunta a seus amigos e exige retorno sobre seu trabalho ou projetos criativos? Se assim for, bom para você, pois a pesquisa sugere que as pessoas que pedem as opiniões dos outros são mais criativas em um ambiente de trabalho do que aqueles que fazem todo o trabalho por conta própria. A comunicação em geral inspira as pessoas a novas ideias e soluções criativas, portanto, trabalhe em equipe sempre que puder.
5. Faz você menos sensível à dor
solidão
O tempo parece voar quando você está com um amigo de confiança, não importa se você está discutindo problemas importantes, compartilhando impressões ou contando piadas. 
As descobertas surpreendentes entre aqueles que sofrem de dor crônica e dor pós-traumática mostram que o apoio social e o riso podem aumentar o limiar de dor de uma pessoa. Que interessante! Quem diria que dar uma boa risada ou uma conversa profunda com um amigo pode ser tão terapêutico?
6. Aumenta seu sucesso profissional
solidão
Mais e mais pesquisas se acumulam, sugerindo que a vida social é uma das melhores maneiras de conseguir um emprego, e não apenas qualquer trabalho, mas um bem adequado. E mesmo que você não esteja no mercado para um novo emprego, pense nas vezes que sugeriu uma oportunidade para seus amigos de confiança.
E enquanto uma procura de emprego não deve ser a razão pela qual você deve fazer amizade com uma pessoa, um grupo de amigos de apoio definitivamente ajuda com o sucesso profissional. A razão pela qual acreditamos que o crescimento profissional é um aspecto importante do bem-estar é que a falta de oportunidades de carreira pode afetar seriamente a saúde física e mental, por isso é tão importante quanto ter uma boa noite de sono ou uma refeição saudável.
7. Torna mais fácil lidar com o estresse e combatê-lo
solidão
Foi descoberto que as pessoas que sofrem estresse e trauma severo seriam mais resilientes e menos propensas a desenvolver transtorno de estresse pós-traumático, se elas vivessem em um ambiente social de apoio.
Isso inclui uma variedade de gatilhos traumatizantes, como perda, assalto, situações que ameaçam a vida e participação em combate militar. É crucial apoiar seus amigos se eles estiverem passando por um momento difícil e estressante, seja qual for a causa.
8. Melhor prognóstico para certos tipos de câncer
solidão
Embora muitas vezes seja difícil afirmar qual aspecto do apoio social está ajudando mais quando se encontra em uma crise de saúde, a pesquisa sugere que a própria percepção de ser apoiado pode ajudar o processo de recuperação, pelo menos em pacientes com câncer de mama.
A palavra chave aqui é “percepção”, o que significa que uma pessoa que sente que está sendo apoiada, independentemente da quantidade factual desse apoio, tem uma perspectiva melhor do que aquela que está se sentindo sozinha.
9. Aumenta a imunidade
solidão
Ser socialmente ativo pode ser benéfico para o seu sistema imunológico, vários estudos sugerem a ligação entre a recorrência de certas condições crônicas e a sensação de conexão com os outros. Os pacientes que sofriam do vírus do herpes, por exemplo, tinham maior probabilidade de sofrer um surto quando se sentiam sem apoio.
Curiosidade: outro estudo intrigante descobriu que o inverso também pode ser verdade: quanto melhor o seu sistema imunológico, mais socialmente ativo e conectado você está. Mas não corra para o médico ainda se você não sentir vontade de passar tempo com seus colegas de trabalho ou vizinhos, já que é apenas uma teoria.
10. Melhor resultado para a depressão
solidão
Muitas vezes, para pessoas que sofrem de doenças mentais, é muito difícil encontrar e manter vínculos sociais. Simultaneamente, essas são as pessoas que mais precisam de apoio social.
Isso é especialmente verdadeiro na depressão, pois alguns sintomas da doença (como falta de motivação, interesse, energia e percepção negativa do entorno) levam inadvertidamente a uma vida de reclusão, que pode causar ainda mais dor e angústia. O apoio social é fundamental para as pessoas que sofrem desta doença, pois pode promover uma vida socialmente ativa e gratificante.
11. Reduz a pressão arterial
solidão
O último benefício da lista também é surpreendente. É apoiado pelaciência que a satisfação com o apoio social pode diminuir a pressão arterial. A pesquisa refere-se a qualquer aspecto da vida social, tanto no trabalho quanto em casa e, mais uma vez, a percepção da pessoa é mais importante que a "realidade".
E, embora o estudo tenha examinado apenas formas limítrofes e leves de hipertensão, também pode ser benéfico para todos e certamente não vai doer.

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