Além
de todas as evidências de que Lula foi um dos principais aliados da ditadura
chavista desde sua instalação — chegando ao ponto de enviar marqueteiros a
Caracas, financiados pelo propinoduto revelado pela Lava Jato — há um episódio
mais recente que escancara a cumplicidade do Descondenado.
Lula é o Maduro brasileiro.
E tem sangue venezuelano
nas mãos.
Um dos primeiros atos de política externa do
Descondenado, ainda em 2023, ao retornar ao Palácio do Planalto, foi receber
com tapete vermelho o narcoditador Nicolás Maduro, hoje preso em Nova York.
Na ocasião, Lula afirmou:
“Você sabe a narrativa que se construiu contra a
Venezuela, da antidemocracia, do autoritarismo.
Então, eu acho que cabe à Venezuela mostrar sua
narrativa para que possa efetivamente fazer as pessoas mudarem de opinião.
(...) É preciso que você construa a sua narrativa.
(...) É efetivamente inexplicável um país ter 900
sanções porque outro não gosta dele.”
Ou seja: diante de décadas de censura, perseguição,
tortura, prisões arbitrárias e assassinatos políticos, Lula reduz tudo a uma
simples “narrativa” — como se as sanções fossem apenas fruto de antipatia
internacional, e não consequência direta de crimes comprovados.
E ontem, o regime chavista começou a promover a
soltura de presos políticos, pressionado pelos Estados Unidos — um movimento
que, por si só, é admissão de que existem presos políticos, apesar da negativa
oficial do regime.
São décadas de repressão, que produziu o maior desastre humanitário da história da América Latina, com a saída de mais de 8 milhões de venezuelanos do país, fugindo do inferno socialista.
E mesmo assim,
Lula trata os fatos como propaganda alheia — e não como violações graves de
direitos humanos denunciadas por diversas organizações internacionais,
incluindo a esquerdista ONU.
No Brasil, Lula também deixou ainda mais evidente
seu perfil autoritário ao vetar o PL da Dosimetria, que buscava revisar penas e
dar algum alívio a centenas de condenados e perseguidos políticos no país.
Para quem ainda é ingênuo — ou muito burro — é
preciso dizer com todas as letras: o PT tem um projeto chavista para o Brasil.

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