E CONTINUA A FARRA DE ROUBOS NO BRASIL: DILMA // DILMENTE COMPRA MANSÃO EM PORTO ALEGRE /RS !!!

 
Mansão de Dilma
 Mansão estilo colonial português que Dilma Rousseff comprou em Porto Alegre. O palacete vale R$ 5 milhões

 

O jornalista Claudio Humberto divulgou em sua coluna a notícia, a foto e o valor de uma mansão que a presidente Dilma Rousseff comprou na cidade Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. A notícia chamou a atenção pelo valor da propriedade. Veja a notícia da coluna de Claudio Humberto!

 

Se o futuro a Deus pertence, Dilma já garantiu o seu na cidade do coração em caso de "aposentadoria": uma bela casa em estilo colonial português avaliada em R$ 5 milhões, no bairro Tristeza, um dos mais nobres da capital gaúcha.

 

Será vizinha do ex-marido Carlos Araújo, pai de sua filha, com quem mantém amizade inabalável e confidente. Mineira, Dilma fez carreira política em Porto Alegre e adora a cidade.

 

Esta mansão, em estilo colonial português no bairro Tristeza, em Porto Alegre (RS), poderá ser o refúgio da presidenta nos próximos anos, como adiantou a coluna no domingo (23). Ao lado da casa do ex-marido e companheiro de guerrilha, Carlos Araújo, com quem tem uma filha, a casa está avaliada em cerca de R$5 milhões, segundo corretores locais.

 

Virou atração da vizinhança não pelo estilo imponente, apesar de simples, num dos bairros nobres da capital gaúcha, mas pela possível companhia da primeira mulher na presidência do Brasil. 

 

Em centro de terreno, tem pelo menos quatro suítes, lareira e piscina nos fundos do amplo jardim. A declaração de bens de Dilma ao Tribunal Superior Eleitoral em 2009 inclui três apartamentos na capital gaúcha.(Coluna de Cláudio Humberto)

► Ana Paula Valadão, Silas Malafaia, Benny Him

'Epidemia' de manifestações tem quase 1 protesto por hora e atinge 353 cidades

'Epidemia' de manifestações tem quase 1 protesto por hora e atinge 353 cidades
 Movimento ganhou força depois do dia 17, ao monopolizar o noticiário das grandes redes de TV, e auge foi no dia 20, em 150 cidades
SÃO PAULO - No dia 6 de junho, os jornais de São Paulo ainda repercutiam mortes violentas em tentativas de assalto quando uma primeira manifestação de 150 jovens, aparentemente despretensiosa, aconteceu no centro da cidade, na hora do rush, rumo à Avenida Paulista. Era o primeiro protesto do Movimento Passe Livre (MPL), que nos dias seguintes atrairia os holofotes da imprensa e se espalharia como "epidemia" pelo Brasil, contagiando rapidamente a população de diferentes cidades.

Até quinta-feira, a população saiu às ruas com cartazes para protestar em pelo menos 353 municípios, conforme levantamento feito pelo Estado em eventos no Facebook e em menções na imprensa regional. Ao todo, houve pelo menos 490 protestos em três semanas (mais de 22 por dia). Já a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em pesquisa feita nas prefeituras, identificou protestos em 438 cidades.

O papel das redes sociais (Twitter e Facebook) foi decisivo para a articulação dos discursos e para divulgar hora e local dos protestos. Mas a epidemia só ganhou força depois do dia 17, ao monopolizar o noticiário das grandes redes de televisão. "Fazendo um paralelo com o casamento, esses eventos não têm causa única. O casal não termina porque a toalha foi deixada em cima da cama. Essa toalha pode ser a gota d'água de brigas antigas. O mesmo ocorreu nos protestos, que explodiram por uma longa história de crises enfrentadas em silêncio", diz o professor de comunicação digital Luli Radfahrer (ECA-USP).

Avanço. Em São Paulo, os primeiros três protestos aconteceram em um intervalo de seis dias e não ultrapassaram os 10 mil manifestantes. Mesmo assim, já eram a principal história dos jornais. No dia 13 de junho, outras dez cidades aderiram - capitais ou cidades médias, como Natal, Porto Alegre, Rio, Santos e Sorocaba. No dia 17, quando São Paulo parou, com 200 mil pessoas nas ruas, já eram 21 protestando.

O auge foi no dia 20, quando 150 municípios tiveram protestos. Pelo menos 1 milhão de brasileiros foram às passeatas, segundo dados das Polícias Militares de 75 cidades. Desde Belém, no Pará, até Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai. A menor cidade a se rebelar foi Figueirão (MS), que tem 2,9 mil habitantes.
O mote do transporte público foi o mais popular principalmente nas cidades que têm rede de ônibus. Mas osprotestos também ganharam conotações regionais, especialmente nas cidades menores. Picos (PI), por exemplo, atraiu manifestantes contra os pistoleiros. Coxim (MS) protestou contra os buracos nas ruas e pediu a saída do secretário de obras. "Foi uma revolta típica da pós-modernidade, aparentemente sem causa. Do ponto de vista político, contudo, a multiplicidade de causas tornou os protestos mais fortes justamente porque permite várias interpretações dos que vão se manifestar", diz o psicanalista Jorge Forbes.

Forbes enxerga, no entanto, um ponto em comum nas demandas. "Trata-se de uma sociedade civil renovada, mais informada e educada, que continua tendo de lidar com as instituições do século passado, anacrônicas, que não atendem mais os anseios da população."

Difícil leitura. Mesmo para aqueles que acompanham a história do movimento, a epidemia de protestossurpreendeu. O filósofo Pablo Ortellado, coautor do livro Estamos Vencendo! (Conrad), sobre os movimentos autonomistas no Brasil, ainda se esforça para entender o que aconteceu. "A resistência e a desobediência civil já eram discutidas desde Seattle, em 1999, nos movimentos antiglobalização. A novidade foi o Passe Livre, que passou a ter uma pauta clara, com um grupo de referência para negociar. 
O governo foi acuado pelas passeatas e mudou sua decisão." As manifestações continuaram em menor quantidade depois da redução das tarifas, apesar de muitos protestos contra a Copa das Confeder

Marcha para Jesus reúne 500 mil e tem a presença de Feliciano em SP

'Eu represento vocês', dizia camiseta de Marco Feliciano 
Atualizado: 29/06/2013 19:00 | Por O Estado de S.Paulo, estadao.com.br
Deputado federal que apoia o projeto da 'cura gay' usou camiseta com a frase: 'Eu represento vocês!'
Marcha para Jesus reúne 500 mil e tem a presença de Feliciano em SP
"Marcha para Jesus também teve tom de protesto"
SÃO PAULO - A 21ª da Marcha Para Jesus, realizada neste sábado, 29, em São Paulo, reuniu 500 mil pessoas, metade do público do ano passado, segundo estimativa divulgada pela Polícia Militar. A festa deste ano, prevista para acabar às 21h, na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), foi marcada por reflexos dos protestos que se espalharam por todo o País em junho. A presença do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC) também chamou atenção. Criticado em passeatas nas últimas semanas por apoiar o chamado projeto da "cura gay", que tramita no Congresso Nacional, ele aproveitou para deixar o seu recado. "Eu represento vocês!", dizia uma frase estampada em sua camiseta.

Outros políticos também foram ao evento, como o ex-prefeito Gilberto Kassab, atual presidente do PSD, o senador Magno Malta (PMDB-ES) e o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República. Representando a presidente Dilma Rousseff, ele acabou sendo vaiado pelo público.

Nesta edição da marcha, iniciada às 10h deste sábado, na Estação da Luz, destacaram-se cartazes trazendo para o campo religioso as palavras de ordem que se popularizaram em manifestações de rua. A expressão "vem para rua", por exemplo, muito usada nas redes sociais para a divulgação de atos, ganhou a versão "vem pra rua para falar de Jesus." Houve também quem usasse a fé para criticar os problemas do País: "contra a corrupção/Jesus é a solução", "Jesus é dez. Educação e saúde é (sic) zero", diziam outras mensagens.

Para o bispo Estevan Hernandes, um dos líderes da Igreja Renascer em Cristo, organizadora do evento, osprotestos das últimas semanas serviram de estímulo aos fiéis. "Acredito que muitas pessoas foram motivadas pelas manifestações a estar marchando também", disse.

Na visão do cantor gospel Thalles Roberto, que começou sua apresentação por volta das 18h, a marcha deste ano realmente teve um clima diferente das anteriores. "Eu sempre venho, mas dessa vez tem uma outra motivação, por conta das manifestações", disse. "Podemos também sair para as ruas propondo a luta por amor e paz", completou.

Voltada principalmente para fiéis de igrejas evangélicas, a festa tem programação musical quase exclusivamente gospel, com shows da banda Renascer Praise, Ao Cubo, Inesquecível e dos cantores Davi Sacer, Regis Danese, Mariana Valadão, Cassiane, Thalles Roberto, Marcelo Aguiar e Fernandinho.

Trânsito. O evento conta com monitoramento especial do trânsito por parte da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) desde as 6h. A orientação da empresa é de que o motorista que não participará do ato evite a região das Avenidas Tiradentes e Santos Dumont, que fazem ligação entre o centro e a zona norte da capital.

A marcha causou cinco pontos de bloqueio no trânsito na zona norte. No começo da tarde deste sábado, havia 26 quilômetros de congestionamento na região, segundo a CET. O número era quase 70% de todo o trânsito da capital, estimado pela companhia em 38 km no momento da medição, por volta do meio-dia.

As vias mais complicadas são a Avenida Cruzeiro do Sul, no sentido centro, o corredor formado pelas Avenidas Rudge e Rio Branco, no mesmo sentido.Marcha para Jesus 2013 para zona norte de SP - 1 (© Márcio Fernandes AE)

Coronel do Exército afirma que o Brasil está a três passos da GUERRA CIVIL Published on junho 28, 2013

Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.

Falta ainda homologar no Congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.

A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:

— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.

Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.

Continua ↓

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✨ ESTÁ VIVO COM 108 ANOS O PRESIDENTE JOHN FITZGERALD KENNEDY NASCIDO EM 1.917✨

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