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ESDRAS PRADO: O PAU VAI TORÁ!!! (31/08/2018)
Publicado em 31 de ago de 2018
"Três âncoras deixou Deus ao homem: O amor à Pátria, o amor à liberdade, o amor à verdade. Cara nos é a Pátria, a liberdade, mais cara; mas a verdade, mais cara de tudo.
Damos a vida pela Pátria. Deixamos a Pátria pela liberdade. Mas à Pátria e à liberdade renunciamos pela verdade. Porque este é o mais santo de todos os amores.
Os outros são da terra e do tempo. Este vem do céu e vai à eternidade..." (Rui Barbosa)

🔥BOMBA 🔥BOMBA🔥BOMBA🔥 "ESDRAS PRADO" DIZ "GENERAL MIOTTO SERÁ O COMANDO

JUSTIÇA CONDENA LULA NOVAMENTE...


URGENTÍSSIMO: UM MILITAR INFLUENTE PRESO E URNAS ELETRÔNICAS BARRADAS PELAS FFAA


700 SOLDADOS COMEÇAM A ATUAR NAS FRONTEIRAS COM VENEZUELA E GUIANA

CABO DACIOLO DENÚNCIA O EX GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL

OLHOS AZUIS► É ASSIM QUE ELES CONSEGUEM SUA COR.

É assim que olhos azuis conseguem sua cor

Os olhos azuis ou verdes não possuem essa cor por causa de células pigmentadas. Eles alcançam tal tonalidade por conta, na realidade, de uma questão estrutural.

Fatores

A parte colorida do olho é chamada de íris, e é composta de duas camadas: o epitélio, na parte de trás, e o estroma na parte da frente.

O epitélio tem apenas duas células de espessura e pigmentos pretos e marrons – as manchas escuras que algumas pessoas têm em seu olho são resultado do epitélio apontando através das camadas.

O estroma, em contraste, é constituído por fibras de colágeno incolores. Às vezes, ele contém um pigmento escuro chamado melanina, e às vezes contém depósitos de colágeno em excesso.
São esses dois fatores que controlam a cor dos olhos.

Castanho, verde ou azul

Olhos castanhos contêm uma elevada concentração de melanina no estroma, que absorve a maior parte da luz que entra nos olhos, independentemente do depósito de colágeno, dando-lhes a sua cor escura.
Olhos verdes não têm muita melanina, mas também não têm depósitos de colágeno. Isto significa que, enquanto uma parte da luz que entra é absorvida pelo pigmento, as partículas no estroma também dispersam luz como resultado de algo chamado “efeito Tyndall”, que cria uma tonalidade azul (semelhante ao efeito “dispersão de Rayleigh” que torna a aparência do céu azul). 

Combinado com a melanina castanha, isto resulta em olhos verdes.

Os olhos azuis são potencialmente os mais fascinantes, já que sua cor é inteiramente estrutural. 

Pessoas com olhos azuis têm um estroma totalmente incolor com nenhum pigmento, além de não conterem depósitos de colágeno em excesso. Isto significa que toda a luz que entra é dispersa de volta para a atmosfera. 

Como resultado do efeito Tyndall, vem a tonalidade azul.
Curiosamente, isso significa que os olhos azuis não têm realmente uma cor – tudo depende da quantidade de luz disponível quando você olha para eles. Coloração estrutural também ocorre em borboletas, carnes e frutas vermelhas. [ScienceAlert]

ATENÇÃO► "LUZ AZUL" FAZ O OLHO ATACAR A SI MESMO, E AGORA SABEMOS POR QUÊ.

Luz azul faz o olho atacar a si mesmo e agora sabemos por quê

A exposição excessiva à luz azul não faz bem para nossos olhos, contribuindo para uma lenta perda de visão ao longo da vida. Agora, cientistas da Universidade de Toledo (em Ohio, nos EUA) descobriram como esse efeito tóxico funciona.

Essa é mais uma razão para pensarmos seriamente em limitar nossa exposição ao brilho de uma tela, como as de notebooks e celulares, por muito tempo depois que o sol se põe.

Perda de visão

“Não é nenhum segredo que a luz azul prejudica nossa visão danificando a retina do olho. Nossos experimentos explicam como isso acontece, e esperamos que isso leve a terapias que retardem a degeneração macular, como um novo tipo de colírio”, explicou um dos pesquisadores sêniores do novo estudo, o químico Ajith Karunarathne.
A degeneração macular relacionada à idade envolve a quebra lenta das células que ficam atrás do tecido sensível à luz no interior do globo ocular, impedindo a transferência de nutrientes e a remoção de resíduos.

Pouco a pouco, a retina morre, deixando um ponto cego crescente que eventualmente leva a perda total da visão. 

A doença é responsável por cerca de metade dos casos de deficiência visual, portanto aprender mais sobre seus gatilhos e influências pode ajudar muitas pessoas a manter esse sentido importante por pelo menos mais alguns anos.

O estudo

Os cientistas já desconfiavam que os comprimentos de onda da luz na extremidade azul a ultravioleta do espectro podiam agravar a degeneração macular.

Para estudar a extensão desse efeito, Karunarathne e sua equipe concentraram sua atenção em uma substância química na retina chamada de retinal, uma forma de vitamina A que reage à luz.

Para enxergar bem, as pessoas precisam de um fornecimento contínuo de moléculas retinais. Os pesquisadores já sabiam que uma forma torcida de molécula retinal, descrita como all-trans (ATR), poderia ser considerada tóxica em quantidades suficientes.

Isso porque a ATR tem uma tendência de se transformar em algo chamado lipofuscina, uma molécula que tem o potencial de danificar estruturas celulares.

Mas o que causa esse efeito? Parece que a lipofuscina em si não é o problema, mas sim a luz azul.

O papel da luz azul

Os pesquisadores adicionaram retinal a várias culturas de células e analisaram os resultados à medida que elas eram expostas a diferentes comprimentos de onda da luz.

Quando qualquer forma de retinal foi exposta a comprimentos de onda azuis, a molécula na membrana da célula distorcia. 

Esse fenômeno era seguido por um surto de cálcio que mudava a forma da célula, alteração eventualmente responsável pela sua morte.
O mesmo efeito não foi encontrado quando o retinal foi exposto a outras cores. Somente os comprimentos de onda azuis pareciam excitar a molécula de tal maneira que ela assumia uma característica tóxica.

A pior notícia, no entanto, é que esse dano não está limitado a células fotorreceptoras do olho. A equipe testou os resultados em vários tipos de tecidos, incluindo células cardíacas, neurônios e células cancerígenas e descobriu que todas podiam ser afetadas pela luz azul.

Como a retina pode se mover através do corpo, isso levanta a preocupação sobre quão difundido esse efeito tóxico poderia ser.

Dê um tempo nas telas

Normalmente, temos um antídoto para esse tipo de dano celular: um derivado da vitamina E chamado alfa-tocoferol que equilibra os efeitos oxidativos de células que se tornam tóxicas.

Infelizmente, à medida que envelhecemos, fica mais difícil levar esse composto para as células, onde ele é mais necessário. Por enquanto, ainda não está claro se terapias que aumentem os níveis de vitamina E poderiam desempenhar um papel na redução dos riscos de doenças oculares.

No momento, o novo estudo aponta mais uma razão para termos o cuidado de nos afastar do smartphone à noite ou encontrar uma maneira de diminuir a nossa exposição à luz de monitores.

Não podemos evitar a luz azul totalmente, especialmente durante o dia. Nem podemos. Ela regula nosso ritmo circadiano, o relógio interno do nosso corpo. 

Mas à medida que nossas noites ficam cada vez mais iluminadas com tecnologia LED, também estamos nos expondo a mais luz azul do que deveríamos, confundindo nossos ritmos circadianos.

Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica Nature. [ScienceAlert]

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