Publicado
em 5 de nov de 2017
em 5 de nov de 2017
O ministro do STF Luiz Fux , que assumirá a
presidência do Tribunal Superior Eleitoral em fevereiro, deixou clara sua
intenção de barrar a candidatura de Lula; em entrevista ele afirmou:
presidência do Tribunal Superior Eleitoral em fevereiro, deixou clara sua
intenção de barrar a candidatura de Lula; em entrevista ele afirmou:
"Pode um candidato denunciado concorrer, ser
eleito, à luz dos valores republicanos, do princípio da moralidade das
eleições, previstos na Constituição? Eu não estou concluindo.
eleito, à luz dos valores republicanos, do princípio da moralidade das
eleições, previstos na Constituição? Eu não estou concluindo.
Mas são perguntas que vão se colocar" Antes
mesmo de assumir a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o que
acontecerá em fevereiro de 2018, o ministro do STF Luiz Fux já mostra
disposição de impedir a candidatura de Lula.
mesmo de assumir a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o que
acontecerá em fevereiro de 2018, o ministro do STF Luiz Fux já mostra
disposição de impedir a candidatura de Lula.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de Lula
ser candidato a presidente em 2018 mesmo se condenado em segunda instância, Fux
respondeu:
ser candidato a presidente em 2018 mesmo se condenado em segunda instância, Fux
respondeu:
"Pode um candidato denunciado concorrer, ser
eleito, à luz dos valores republicanos, do princípio da moralidade das
eleições, previstos na Constituição? Eu não estou concluindo.
eleito, à luz dos valores republicanos, do princípio da moralidade das
eleições, previstos na Constituição? Eu não estou concluindo.
Mas são perguntas que vão se colocar", disse
ele, que presidirá o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de fevereiro a agosto de
2018.
ele, que presidirá o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de fevereiro a agosto de
2018.
Fux disse também que a decisão do Supremo de dar a
última palavra ao Congresso em medidas cautelares contra parlamentares, como no
caso do afastamento do senador Aécio Neves do mandato, já está tendo efeito
"deletério" no país.
última palavra ao Congresso em medidas cautelares contra parlamentares, como no
caso do afastamento do senador Aécio Neves do mandato, já está tendo efeito
"deletério" no país.
Para ele, a questão ainda voltará a ser debatida na
corte, já que é "sensível" e a votação foi "muito
dividida".
corte, já que é "sensível" e a votação foi "muito
dividida".
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