
Ele afirmou em janeiro que facada em presidente foi elaborada 'pelo Mossad, com apoio do hospital Albert Einstein', que o processou por danos morais.
Ator insinuou que a instituição teria apoiado o atentado
contra o então candidato e hoje presidente Jair Bolsonaro (PSL)
onhecido pelo posicionamento político nas redes
sociais, e por ter se autoproclamado presidente do Brasil, o ator José de Abreu terá de indenizar em R$ 20 mil
o hospital Albert Einstein por danos morais. A
condenação aconteceu após o artista escrever no Twitter que o grupo hospitalar
teria apoiado o atentado contra o então candidato e hoje presidente Jair
Bolsonaro (PSL).
A informação é da colunista Mônica
Bérgamo, da Folha de S.Paulo.
“Teremos um governo repressor, cuja eleição foi
decidida numa facada elaborada pelo Mossad, com apoio do hospital Albert
Einstein, comprovada pela vinda do PM israelense, o fascista matador e
corruptor Bibi [Netanyahu, primeiro-ministro de Israel]”, escreveu o ator. “A
união entre a igreja evangélica e o governo israelense vai dar m*”, finalizou.
O tuíte foi postado em 1º de janeiro de 2019, no mesmo dia em que Bolsonaro
tomava posse como presidente do Brasil. O texto, contudo, foi excluído momentos
depois de publicado.
Ao tomar conhecimento do conteúdo da mensagem, o
hospital afirmou, em nota, que acusação era “grave, insultuosa e infundada”
À colunista, o ator garantiu que deve recorrer “até o Supremo
Tribunal Federal”, em nome da liberdade de expressão. “A ideia da sentença é
provocar uma auto-censura? Onde fica e quem decide o limite da minha
liberdade?”, disse ao jornal. “Quero avisar aos advogados do hospital Albert
Einstein (que ainda não sabem) que eles ganharam a causa. O processo mais
rápido da história!”, ironizou Abreu no Twitter. O artista está no ar,
atualmente, na novela A Dona de Pedaço.
Nenhum comentário:
Postar um comentário