◘ 200 MIL BOMBAS DE HIROSHIMA, O PODER DO SUPER VULCÃO DE SANTORINI.

A erupção vulcânica foi a principal razão para a queda da cultura Minoica

Um novo estudo realizado com base em análises de anéis de árvores, pode definir com mais precisão o momento em que o supervulcão de Santorini, na Grécia, entrou em erupção. A nova pesquisa ajudou a resolver contradições de investigações prévias.

A erupção do supervulcão de Santorini, há mais de 3400 anos, dizimou a civilizaçãoMinoica que vivia na ilha de Tera, no sudeste da Grécia. Toda a colónia ficou enterrada sob uma camada de cinzas e pedra-pomes com mais de 40 metros de espessura.

A força da erupção é comparada à explosão de 200 000 bombas atómicas iguais às lançadas sobre Hiroshima. O vulcão expeliu cerca de 40 a 80 quilómetros cúbicos de rocha.

A erupção foi tão forte que fraturou a ilha em muitos fragmentos, dando origem ao moderno e turístico arquipélago de Santorini. Com o impacto, formou-se um tsunami que atingiu Creta e cobriu as outras ilhas com cinzas vulcânicas e pedras.

A explosão foi a principal razão para a queda da cultura Minoica – a primeira civilização europeia -, originando a lenda de Atlântida e do dilúvio. Os arqueólogos acreditam que a erupção ocorreu entre 1570 e 1500 a.C. Os cientistas chegaram até esta data sustentados em artefactos encontrados, como cerâmicas, e crónicas egípcias.

No entanto, os vestígios de cinzas vulcânicas encontrados no gelo da Gronelândia, assim como a datação por radiocarbono dos artefactos encontrados na ilha, indicam que o vulcão explodiu muito antes, aproximadamente no ano de 1628 a.C.

Para resolver estas contradições, os autores do estudo, combinaram dois métodos utilizados na arqueologia: a análise por radiocarbono e a contagem do número de aneis o interior do tronco das árvores. Esta investigação sou foi possível graças aos novos espectrómetros de massas e à existência de árvores únicas – os pinheiros da Califórnia e os carvalhos da Irlanda.

Através do caborno 14, os cientistas dataram 285 anéis, formados entre os séculos XVIII e XV a.C. Ao comparar estes dados com a escala clássica geocronológica, a equipa de investigação de Charlotte Pearson, da Universidade do Arizona, nos EUA, conclui que a idade dos artefactos encontrados na ilha de Santorini foi sobrestimada.

As conclusões do cientistas, publicadas na semana passada na revista Science Advances, revelam que, de facto, a explosão não ocorreu em 1628 a.C, como normalmente aceite, mas 30 a 40 anos depois, entre 1600 e 1580 a.C.

Este detalhe não só concilia a visão de arqueólogos, geólogos e físicos, mas também abre a porta para repensar muitas outros momentos históricos importantes, como a data do início do Novo Reino do Egito.

Os autores do estudo esperam que pesquisas futuras ajudem a determinar a data da erupção com uma margem de erro de apenas um ano.

Fonte: ZAP// SputnikNews

◘ DERRUBARAM UM 'OVNI' NA TURQUIA E A POPULAÇÃO ENTRA EM PÂNICO.


Este vídeo foi publicado esta semana, no qual um Objecto Voador Não Identificado aparece explodindo sobre uma cidade bastante populosa na Turquia.


Pouco antes de vermos o OVNI explodir, ouvimos como os aviões militares disparam contra ele. O rugido dos motores a jacto é muito forte. A explosão foi tão grande que as pessoas começaram a gritar de medo e correr em todas as direcções.
Se isso tivesse sido um foguete, haveria um longo caminho de fumo atrás dele. Se tivesse sido um míssil, a explosão teria sido muito maior. O que poderia ter sido?

Este OVNI resplandecente é semelhante em aparência a muitos outros que são vistos em relatórios de OVNIs em todo o mundo, especialmente em áreas montanhosas. 

Se as forças armadas turcas derrubaram com sucesso uma nave alienígena real ... poderia fazer com que os alienígenas literalmente entrassem em guerra contra a humanidade em escala global?

Isto seria algo que a humanidade não tem tecnologia suficiente para vencer ...

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IMPLANTE DE "GPS" PARA HUMANOS►ALIMENTADO POR CALOR DO CORPO, SERÁ TESTADO EM 2019.

Quem tem um parente ou amigo próximo que sofre com demência sempre se preocupa que um dia essa pessoa saia de casa e acabe se perdendo. 

Por isso, vários produtos para rastrear pessoas já foram criados nos Estados Unidos, como uma pulseira e um calçado que emitem sinais de rádio e que podem ser acessados pela polícia. A bateria desses equipamentos dura seis meses.

Mas a empresa Three Square Market (32M), do estado americano de Wisconsin, criou um implante com GPS para adultos vulneráveis que podem se perder e nunca mais conseguir voltar para casa.

O projeto foi anunciado no programa Closing Bell, do canal de TV americano CNBC, nesta semana. O CEO da empresa, Todd Westby, afirmou que a empresa está trabalhando em um chip ativado por voz que se carrega com o calor corporal e que monitora os sinais vitais de quem o usa e pode fazer o rastreamento por GPS.
A empresa quer lançar seu primeiro teste em 2019, e só então vai pedir aprovação do Food and Drug Administration (FDA), órgão que regula medicamentos, alimentos e equipamentos relacionados à saúde.

Sem sombra de dúvida há uma demanda crescente por equipamentos de rastreamento para pacientes com demência, já que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, atualmente há 47 milhões de pessoas que sofrem com demência, mas até 2030 espera-se que este número aumente para 75 milhões. 

O preocupante é que seis de cada dez pessoas com demência acabam se perdendo em algum momento, mesmo que seja por poucos minutos ou horas.

O implante de GPS da empresa, porém, pode ser menos eficiente que as pulseiras que emitem sinais de rádio, já que o GPS não funciona em todos os lugares ou dentro de prédios grandes.

Os críticos da ideia questionam se é realmente necessário realizar um implante invasivo quando há outros produtos que desempenham a mesma função e que são usados fora do corpo.

A 32M realmente parece acreditar que a solução para tudo na vida moderna está em implantes. Em julho de 2017 todos os funcionários da empresa receberam a oferta de receber de graça um implante com chip na mão que substituiria o crachá necessário para abrir portas, destravar os computadores e impressoras, além de realizar pequenas transações na cafeteria da companhia. 

O implante do chip em questão não tinha GPS, mas mesmo assim muitos não se sentiram confortáveis com a perspectiva de receberem este implante. [Futurism.com]

► 29/08 NÃO HAVERÁ ELEIÇÕES!!! BRASIL ESTÁ EM GUERRA!!!

Resultado de imagem para IMAGENS INTERVENCIONISTAS

◘ O UNIVERSO ESTÁ DESAPARECENDO, E NÃO HÁ NADA QUE PODEMOS FAZER PARA PARÁ-LO.


Faz quase um século que os cientistas teorizaram que o universo estava se expandindo.

Agora, já se passaram 20 anos desde que percebemos que esta expansão estava se acelerando e que, com o passar do tempo, outras galáxias parecerão se afastar cada vez mais rápido de nós. Eventualmente, elas se tornarão inacessíveis, mesmo que viajemos na direção delas à velocidade da luz.

O universo está desaparecendo, e não há nada que possamos fazer sobre isso.

Expansão e distância

Quando você olha para uma estrela cuja luz chega para você depois de viajar por 100 anos, você está vendo uma estrela que está a 100 anos-luz de distância.

Mas quando você olha para uma galáxia cuja luz chega depois de viajar em sua direção por uma jornada de 100 milhões de anos, você não está olhando para uma galáxia a 100 milhões de anos-luz de distância. 

Em vez disso, você está vendo uma galáxia que está significativamente mais distante do que isso.

A razão para tal “distorção” é que nas maiores escalas – aquelas que não estão gravitacionalmente unidas a nós -, o universo está se expandindo.

Quanto mais tempo um fóton leva para chegar aos seus olhos de uma galáxia distante, maior o papel da expansão do universo, implicando que as galáxias mais distantes ficam ainda mais longe do que a quantidade de tempo que a luz delas percorreu.

Correr sem alcançar

Isso é chamado de “redshift” (desvio para o vermelho) cósmico. Como a luz é emitida com uma energia específica e, portanto, com um comprimento de onda específico, esperamos que ela também chegue a seu destino com um comprimento de onda específico. Se o tecido do universo não estivesse se expandindo nem se contraindo, mas fosse constante, esse comprimento de onda seria o mesmo.

Porém, como o universo está se expandindo, o tecido desse espaço está se alongando e, portanto, o comprimento de onda dessa luz se torna mais longo. Os grandes redshifts que observamos nas galáxias mais distantes verificaram absolutamente essa hipótese.

O fato de que o universo está se expandindo significa que todas as galáxias que não estão gravitacionalmente ligadas a nós vão acabar desaparecendo de vista. Com o passar do tempo, elas se tornarão cada vez mais distantes conforme o espaço continua a se expandir, e parecerão se afastar em velocidades cada vez maiores.

Isso quer dizer que, a uma distância-chave particular de nós, a expansão do próprio tecido do espaço faz com que um fóton que saia da nossa galáxia em direção a uma distante ou saia de uma galáxia distante em direção à nossa jamais chegue. 

A taxa de expansão do universo é tão grande que galáxias distantes se tornam inacessíveis, mesmo que nos movamos em direção a elas na velocidade da luz.

Cada segundo importa

Atualmente, essa distância está “apenas” a cerca de 15 bilhões de anos-luz de distância.

Se considerarmos que o nosso universo observável tem cerca de 46 bilhões de anos-luz de raio, e que todas as regiões do espaço contêm (na média e na maior escala) o mesmo número de galáxias, isso significa que apenas 3% do número total de galáxias em nosso universo é atualmente acessível para nós, se viajarmos na velocidade da luz. 97% das galáxias em nosso universo observável já estão fora do alcance da humanidade, devido à expansão acelerada do universo.

·         A aterradora morte do universo
Isso também significa que, em média, vinte mil estrelas passam de acessíveis a inacessíveis a cada segundo. A luz que elas emitiram um segundo atrás algum dia nos alcançará, mas a luz que emitiram neste exato segundo jamais chegará.

É um pensamento perturbador, mas há também uma maneira mais otimista de vê-lo: este é o universo nos lembrando quão precioso cada segundo é.

Se quisermos viajar para além do nosso próprio grupo local de galáxias um dia – o conjunto de objetos gravitacionalmente constituídos da Via Láctea, Andrômeda e cerca de 60 pequenas galáxias satélites -, cada momento que passa é uma oportunidade perdida. [Forbes]



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