Publicado em 9 de nov de 2017
O
deputado federal Ricardo Izar (PP-SP), presidente da Frente em Defesa dos
Animais na Câmara havia feito uma representação ao então procurador-geral da
República, Rodrigo Janot, pedindo para que a morte do cão de Dilma, Nego, fosse
investigada.
deputado federal Ricardo Izar (PP-SP), presidente da Frente em Defesa dos
Animais na Câmara havia feito uma representação ao então procurador-geral da
República, Rodrigo Janot, pedindo para que a morte do cão de Dilma, Nego, fosse
investigada.
Na época do impeachment, Dilma divulgou uma nota dizendo que, por
orientação de um veterinário, teve de sacrificar o cão, que morreu com
aplicação de injeções.
orientação de um veterinário, teve de sacrificar o cão, que morreu com
aplicação de injeções.
O deputado foi surpreendido esta semana, na
segunda-feira, quando recebeu uma correspondência solicitando seu
comparecimento a uma delegacia para depor sobre o assunto.
segunda-feira, quando recebeu uma correspondência solicitando seu
comparecimento a uma delegacia para depor sobre o assunto.
O delegado
responsável pelo caso, Vitor de Mello Duarte, segundo Izar, disse que Dilma
pode ser ouvida no caso.
responsável pelo caso, Vitor de Mello Duarte, segundo Izar, disse que Dilma
pode ser ouvida no caso.
Se, no final dessa história, Dilma vier a ser
condenada poderá pegar de três meses a um ano de detenção, além de multa.
condenada poderá pegar de três meses a um ano de detenção, além de multa.
É a
previsão do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais para quem pratica ato de
abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou
domesticados, nativos ou exóticos.
previsão do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais para quem pratica ato de
abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou
domesticados, nativos ou exóticos.
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