O
motorista da limusine (e agente secreto) de Kennedy também atirou no
presidente. O motorista, William Greer, foi um dos atiradores e realmente o atingiu
com o tiro fatal final - ele já havia sido atingido fatalmente por E. Howard
Hunt do "montículo gramado".
Às
12h30, em 22 de novembro de 1963, Abraham Zapruder estava na plataforma de
concreto na Dealey Plaza em Dallas, Texas, com sua câmera de filme Bell Howell
Super 8 na esperança de obter um bom clipe de filme da comitiva presidencial
enquanto ela passava. O que ele filmou deveria ter sido a fotografia mais
importante da História do Mundo. O que ele filmou não foi apenas o assassinato
do Presidente dos Estados Unidos, mas um dos assassinos também.
Zapruder
e sua secretária correram para a afiliada da CBS-TV com a câmera e o filme,
onde um preço foi acertado e o filme foi entregue à estação de TV. O filme foi
entregue ao técnico do laboratório de fotografia, que procedeu à revelação do
filme. O clipe do filme foi ao ar, provavelmente apenas uma vez, cerca de 10 a
15 horas depois de ter sido exibido.
Qualquer
um que tenha visto o clipe (e houve muitos que viram) pôde ver que o presidente
foi baleado de frente e não de trás, como a Comissão Warren declarou. A
conclusão era óbvia: o tiro veio do banco da frente da limusine - do agente
secreto.
O
FBI e o Serviço Secreto imediatamente desceram sobre a estação de TV. O técnico
do laboratório mostrou o filme para eles e ele foi confiscado e ordenado a não
ser exibido. O governo insistiu que o filme de Zapruder nunca foi exibido
publicamente até 1972, embora isso não tenha sido verdadeiro.
25
anos depois, na CNN-TV, Larry King estava fazendo um programa especial de 25º
aniversário sobre o assassinato do presidente Kennedy. O assunto era "Qual
é sua lembrança mais vívida de 22 de novembro de 1963?" O interlocutor se
identificou como o laboratório técnico que revelou o filme de Zapruder naquele
dia. Ele disse que o FBI e o Serviço Secreto foram à estação naquela noite e
pediram para ver o clipe do filme. Na CNN, ele disse: "Nunca esquecerei o
olhar de horror medonho em seus rostos quando viram a cabeça do presidente
explodir."
Esses
agentes estavam realmente lá e tinham visto pessoalmente! O olhar de
"horror medonho" era porque eles viram que seu próprio colega William
Greer foi pego em flagrante assassinando o presidente. No entanto, a ação de
Greer não é realmente óbvia e requer que o o espectador se concentra em Greer e
não em Kennedy. Até o técnico de laboratório não viu!
25
anos depois - novembro de 1988 - A revista Life fez um especial de aniversário
sobre o assassinato de Kennedy. Na revista havia muitas fotos grandes e nítidas
daquele dia, 25 anos antes. Elas obviamente vieram de um filme de Zapruder
perfeito e inalterado. A Time-Life é dona do direitos do filme Zapruder.
Uma
das fotos mostra a limusine presidencial descendo a Elm Street na Dealey Plaza.
A limusine acaba de sair de trás da placa da Stemmons Freeway. O presidente
Kennedy foi ferido na garganta por uma bala disparada do morro gramado. A bala
supostamente passou por a placa. A placa foi removida no dia seguinte!
Se você pudesse consultar a fita de Zapruder "Dallas Revisited" no "The Walter Cronkite Nova Special", você veria na porta do motorista, em sua mão esquerda, a pistola prateada 45 de William Greer!"
🕊️ @selvaeaco 🕊️
🇧🇷B🇷🇺R🇮🇳I🇨🇳C🇿🇦S's
Tiro
faz curva? A teoria da bala mágica na versão oficial do assassinato do
presidente John F. Kennedy.
Por
mais de meio século, muito se discutiu sobre as circunstâncias desse crime. Em
2017, uma pesquisa mostrou que 61% dos americanos acreditam
que houve uma conspiração para matar JFK. Milhares de
livros foram escritos sobre o caso.
Mas até hoje, a verdade não foi revelada.
Muitos documentos que poderiam esclarecer os fatos, ainda são mantidos sob
sigilo. Outros muitos foram destruídos.
Recentemente, o esforço de alguns pesquisadores trouxe à
tona alguns documentos. Estes são os Arquivos Secretos de
John F. Kennedy, apresentados na série
de investigação criminal da Brasil Paralelo: Investigação Paralela.
Relato do assassinato
No dia 22 de novembro de 1963,
JFK chegava em Dallas, Texas, para uma agenda de pré-campanha para sua
reeleição no ano seguinte.
O candidato chegou pela manhã ao
aeroporto, com a primeira-dama e sua comitiva. Uma longa fila de carros partiu
para o centro da cidade. Em um deles, estava o vice-presidente, Lyndon Baines
Johnson, além do governador do Texas, John Connally, sentado na frente de
Kennedy, na limousine presidencial.
Ao sair da rua Houston, a
limusine reduziu a velocidade para virar na rua Elm. Um estrondo foi ouvido e o
presidente parou de acenar.
Um tiro havia acertado Kennedy,
que imediatamente levou as mãos à garganta. Segundos depois, ele foi atingido
na cabeça.
Em 8 minutos, o presidente foi
levado ao hospital Parkland, ainda com vida, mas não resistiu aos ferimentos e
faleceu, às 13h.
A Bala mágica: 1 tiro, 7 ferimentos
Quatro dias após o enterro de
Kennedy, Lyndon Johnson decreta a criação da comissão que investigaria o
assassinato do presidente Kennedy, escolhendo seus sete membros responsáveis.
Dentre eles, o então chefe de
justiça Earl Warren para presidi-la; e por isso, ficou conhecida como a Warren
Commission.
Conforme a versão da Warren
Commission, Oswald
efetuou 3 disparos que resultaram em 7 ferimentos em 5,6 segundos.
O primeiro tiro errou, acertando
a calçada que, com o impacto, estilhaçou um fragmento que atingiu a bochecha de
James Tague, próximo do Triple Underpass.
O segundo tiro ficou conhecido
como a “bala mágica”, entrando nas costas do presidente num ângulo de 17º. A
bala então sobe para sair do corpo de Kennedy pelo pescoço, causando o
ferimento número dois.
Depois, ela sai do corpo de
Kennedy, virando para direita, depois para esquerda e acerta o corpo de
Connally, abaixo da sua axila, causando o ferimento número três.
A bala ainda desce num ângulo de
27º, despedaçando a quinta costela de Connally e saindo pelo lado direito do
seu tórax. São os ferimentos quatro e cinco.
A bala continua para baixo e
entra no pulso direito de Connally, ferimento número seis, fraturando o osso
rádio, e fazendo uma volta para atingir sua coxa esquerda, o sétimo ferimento.
Ela cai e é encontrada em estado quase
perfeito numa maca do hospital Parkland.
O terceiro e último tiro só
acontece depois de 4,8 segundos, acertando a parte de trás da cabeça e abrindo
um enorme buraco pela têmpora direita do presidente.
Para validar a teoria, a
comissão sustentou seu argumento nas evidências que provavam que os tiros
vinham de trás. A primeira foi o depoimento de James Altgens, um fotógrafo da
imprensa que estava no gramado entre a rua Elm e a Main.
Quando se preparava para tirar
outra foto, os disparos aconteceram. Altgens afirmou ter certeza de que os
tiros vieram de trás, pois viu o corpo de Kennedy ser jogado para frente e viu
também as partes da sua cabeça voarem para a mesma direção.
Futuramente, novas provas levariam à criação
de uma outra comissão que investigaria o assassinato. Assim,
surgiu a House Select Committee on Assassinations.
Muitas perguntas ficaram sem
resposta
Contrariando o senso comum,
novas suspeitas foram levantadas. O caso JFK deixou inúmeros
rastros, documentos fraudados, provas omitidas e até queima de arquivos na
formulação de novas teorias sobre o crime.
Trata-se de uma história repleta
de inimigos poderosos e muitas perguntas.
·
Por que mataram John F. Kennedy? Quem se beneficiou com isso?
·
Como conseguiram encobrir tantos detalhes durante tanto tempo?
A série Investigação Paralela dedicou-se a esse assunto em seu novo episódio da terceira temporada. Além deste caso, outros episódios famosos da série são:

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