
Caso
inédito: Espertalhão pagou imposto de renda sobre o valor recebido como propina
O ex-presidente do
Banco do Brasil e da Petrobrás, Aldemir Bendine, preso pela Operação Cobra, a
42ª Fase da Lava Jato, é possivelmente o autor intelectual de uma artimanha
inédita na trajetória da maior operação contra a corrupção da história da
humanidade.
Bendine tentou dar lastro ao dinheiro recebido ilicitamente.
Para tanto fez com
que o seu comparsa, o publicitário André Gustavo Vieira da Silva declarasse a
propina na Receita Federal e recolhesse o imposto de renda devido.
Na declaração, André Gustavo justificou o rendimento como um trabalho de
‘consultoria’ junto ao Banco do Brasil, prestado por ele.
O problema é que o cidadão não tem efetivamente como comprovar o ditos trabalho
de consultoria.
A esperteza acabou produzindo prova contra si e contra o próprio Bendine, que
segundo a delação da Odebrecht foi o verdadeiro destinatário do dinheiro
ilícito.
da Redação
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