Os chakras são as portas ou portais de entrada e saída de energia do nosso corpo.
A palavra chakra vem do sânscrito e significa “roda”, pois os chakras têm esta aparência – rodas girantes trocando energia com o meio ambiente físico e espiritual.
Pode ser escrito como chacra, chakra, centro vital, centro de força, são diversos termos para definir a mesma coisa.
Do ponto de vista de entendimento seria melhor definir como campo magnético da região laríngea do que como chacra laríngeo. Explicamos a frente.
Eles são “centros de força”, isto é, centros energéticos do nosso corpo que funcionam como portais de energia fazendo a captação, contenção e distribuição desta energia para todos os corpos que compõem aura.
São verdadeiros vórtices por onde os dinâmicos campos magnéticos dos corpos espirituais se ligam ao físico.
De certa forma, eles parecem atuar como transformadores de energia, reduzindo sua forma e frequência para adequá-la ao nível de energia imediatamente inferior.
Vamos tentar fazer um paralelo entre o magnetismo que a Terra exerce sobre o sol e os chacras com nosso corpo físico.
É sabido que o Sol é a estrela do nosso sistema solar. Sabemos também que ele emite milhões de partículas por segundo para todas as direções do espaço.
Percebemos essas radiações eletromagnéticas, também chamadas de ventos solares, em forma de calor e luz.
A quantidade de radiação que chega até a Terra é menor por conta da proteção exercida pelo campo magnético terrestre.
O campo magnético da Terra interage com as radiações eletromagnéticas fazendo com que elas sejam freadas e também atua desviando-as de sua trajetória inicial.
Por esse motivo é que podemos dizer que a Terra se comporta como um ímã gigante.
Assim também funcionam os nossos chakras.
Formados por centenas de milhares de canais de energias que circulam em velocidade altíssima pelo nosso corpo, eles se concentram em determinados lugares, formando plexos, exatamente da mesma forma que no nosso corpo físico temos os plexos nervosos, constituídos de neurônios e os plexos vasculares formados por artérias e veias que afluem para determinados locais do nosso corpo.
Voltando aos chakras, nesses locais de maior afluência energética, formam-se campos de força com características próprias, diferenciando os chakras entre si.
Sabemos que toda energia é matéria em movimento, em vibração.
Essa vibração ocorre em determinado padrão de onda, de velocidade, com características que podem ser mensuráveis, conforme nos mostram as técnicas de bioenergia, de foto Kirlian, etc.
Dependendo do comprimento da onda desse campo magnético o chakra apresentará determinada cor.
É por isso que os médiuns e videntes podem observar e relatar durante as assistências que o chakra tal está de tal jeito.
É sempre importante observar que a importância dos chakras é sempre relativa dentro do contexto holístico.
Quem realmente é importante é o espírito, a centelha divina.
Todo o resto, que incluem os corpos, os chakras, entre outros, é secundário dentro do todo.
Os chakras tem funcionamento automático, ou seja, não guardam em si a qualidade da energia, uma vez que essa é gerada pelo espírito.
A função que executam, com primordial atenção para a concentração energética e distribuição dessa energia, é feita de forma autônoma, não havendo um raciocínio por trás dessa função.
É exatamente como funciona nosso Sistema Nervoso Autônomo, que controla nossas funções vitais, como respirar, batimento cardíaco, funcionamento cerebral, glandular, e outros.
Os chakras se constituem em importante mecanismo de proteção automática da nossa energia e podem ser ativados pela nossa vontade, através da meditação, da oração, das terapias energéticas complementares.
Da mesma forma pode ser agredido pelos nossos pensamentos, pelo excesso de comida, pela droga, cigarro e bebida alcoólica.
Entender o funcionamento dessas estruturas está na base do nosso processo de auto conhecimento, visando saber nos preservar para evoluir de forma mais tranquila.
O que sabemos a respeito dos chakras vem de informações obtidas por médiuns e iniciados estudiosos do assunto, sensitivos que durante momentos de meditação conseguem acessar informações do corpo sutil.
Se aprofundarmos no estudo veremos que nem sempre os dados que obtemos são uniformes.
Isso ocorre porque o chakra é um campo magnético, uma estrutura sutil que vai ser “visualizado” conforme a capacidade anímica de “enxergar” o sutil que cada um tem.
Alguns o possuem de forma mais cristalina, outros como uma percepção, algo intuído.
Na descrição dos médiuns temos que eles assemelham-se a corolas de flores afuniladas.
Possuem diferentes quantidades de pétalas. São responsáveis pela recepção e distribuição das energias mentais, astrais e etéreas conforme a necessidade do ser.
Apresentam movimento giratório permanente, o que atrai energia para o interior dos chakras.
Provavelmente a famosa forma cônica não exista e seja somente decorrente do fato de que o campo é percebido mais fortemente no seu fulcro.
Pode ser também que no futuro iremos perceber que essa divisão dos sete chacras é meramente didática e que na verdade o que existe é um único campo magnético que nos envolve e que se aglutina em determinadas partes específicas.
De qualquer forma uma coisa importante é entender que esse campo magnético obedece ao espírito e não tem função consciente.
André Luiz, através da excelente mediunidade de Chico Xavier nos traz a seguinte informação no livro “Evolução em dois mundos”:
– Estudado no plano em que nos encontramos, na posição de criaturas desencarnadas, o corpo espiritual ou psicossoma é, assim, o veículo físico, relativamente definido pela ciência humana, com os centros vitais que essa mesma ciência, por enquanto, não pode perquirir e reconhecer.
Nele possuímos todo o equipamento de recursos automáticos que governam os bilhões de entidades microscópicas a serviço da Inteligência,
nos círculos de ação em que nos demoramos, recursos esses adquiridos vagarosamente pelo ser, em milênios e milênios de esforço e recapitulação, nos múltiplos
setores da evolução anímica.
Essas informações de André Luiz nos falam de estruturas automáticas, semelhantes ao nosso sistema nervoso autônomo (SNA), que controla funções vitais de forma inconsciente.
Eu não preciso me preocupar com os meus batimentos cardíacos, isso é uma função do SNA.
No processo de reencarnação, o espírito passa por um processo de regressão, o perisírito perde a antiga forma para se adaptar ao novo corpo físico.
O perisírito ao mesmo tempo que desempenha o papel de modelo organizador biológico, sofre a ação genética no que diz respeito à futura forma física.
O campo magnético
do corpo astral (perispírito) determina também quais os genes se ativarão ou permanecerão adormecidos.
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