🔴 URGENTE: DENÚNCIA GRAVE ENVOLVENDO TSE, PT E COMUNISMO ENRUSTIDO NO BRASIL.

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Urnas com voto impresso custarão R$ 57 milhões nas eleições deste ano. 

A utilização de 30 mil urnas eletrônicas com voto impresso nas eleições deste ano vai custar R$ 57,4 milhões à Justiça Eleitoral. 

O contrato com a empresa vencedora da licitação para fornecer os equipamentos foi assinado com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na última segunda-feira (30). 

A empresa vencedora foi a CIS Tecnologia, que terá até 10 de setembro para entregar as urnas com impressora. 

O TSE estima que a realização das eleições vai custar, no total, pouco mais de R$ 1 bilhão. 

Este ano serão eleitos presidente da República, governadores, deputados federais e estaduais e senadores. Dos 30 mil equipamentos do tipo, apenas 23 mil serão utilizados nos locais de votação. 

Os outros 7 mil serão usados como reserva técnica, caso algum equipamento apresente defeito no dia das eleições. 

O 1º turno das eleições será realizado no dia 7 de outubro, e o 2º turno, no dia 28 do mesmo mês. 

A adoção do voto impresso foi determinada pela reforma eleitoral aprovada no Congresso Nacional em 2015. 

O TSE decidiu fazer uma implementação gradual da impressão e, este ano, 5% das 600 mil urnas terão o voto impresso. 

Na quinta-feira (3), o TSE definiu as regras para a distribuição pelo país das urnas com voto impresso que serão utilizadas nas eleições de outubro. 

Essas urnas serão repartidas entre os estados e o Distrito Federal de forma proporcional ao eleitorado de cada unidade da federação. 

Caberá à Justiça Eleitoral de cada estado definir os locais que receberão o voto impresso. 

Ação no STF Uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) contesta a lei federal de 2015 que criou a obrigação da impressão do voto. 

A Procuradoria afirma que a medida representa um "retrocesso para o processo eleitoral", amplia a possibilidade de fraudes e ameaça o sigilo do voto. 

Ao se manifestar no processo, o TSE afirmou que o voto impresso representa "inegável retrocesso no processo de apuração das eleições" e põe em risco o segredo do voto "sem aparente utilidade concreta" para a transparência das eleições.



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