Além de publicar uma mensagem de apoio à candidatura de Lula, o esfaqueador de Jair Bolsonaro dirigiu-se também a Gleisi Hoffmann.
Num de seus comentários, ele disse:
Em seguida, de acordo com a Veja, ele avisou que o candidato escolhido pelo PT seria perseguido por Sergio Moro e por “toda a maçonaria”.
O inquérito de 567 páginas de depoimentos, laudos e informações reconstitui os passos do garçom Adélio Bispo de Oliveira do momento em que ele teria tomado a decisão de tirar a vida do deputado do PSL até o instante em que o atacou.
Nesse material, há uma ameaça enviada por mensagem a Bolsonaro poucos dias antes do episódio que marcou a história do Brasil, textos endereçados ao ex-presidente Lula e à presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e um depoimento inédito de Adélio, em que ele explica por que queria matar o presidenciável.
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