
Cinco deputados do grupo PDO (Parlamentares em Defesa do Orçamento) foram impedidos de fiscalizar o Hospital de Campanha do Anhembi em São Paulo na tarde de quinta-feira, 04/06. Segundo o deputado coronel Telhada (PP), os seguranças que trabalham no local tentaram impedir os deputados que compareceram no Hospital de verificar irregularidades do governador João Doria (PSDB).
Os deputados
Adriana Borgo (Pros, de Campinas), Marcio Nakashima (PDT), Leticia Aguiar
(PSL), Coronel Telhada (PP) e Sargento Neri (Avante) forçaram a entrada nas
instalações hospitalares do Anhembi, e divulgaram vídeos em suas redes sociais.
Os deputados encontraram leitos vazios, sem respiradores e criticou as medidas
de isolamento social impostas no Estado. Por que os deputados foram impedidos
de fiscalizar os gastos milionários de João Doria? E Por que o hospital de
campanha está vazio enquanto pessoas morrem?
Outros governadores e prefeitos defensores do cárcere privado da
população para “salvar vidas”, também foram denunciados por desviar os recursos
sem licitação do “Combate ao Covid”. Como disse o escritor e filósofo Albert
Camus: “O
Bem-Estar do povo, sempre foi o álibi dos tiranos. Conheça a
“nova imagem” do marketeiro que finge governar São Paulo:
E a gestão “super eficiente” de Doria e outros governadores no
“combate ao Covid”.
O deputado estadual Filippe Poubel, foi
verificar um hospital de campanha construído pelo governador Wilson Witzel,
onde estão sendo gastos R$ 60 milhões de reais, e descobriu que o hospital não
passa de um amontoado de lona imprestável. Tudo indica que a fortuna utilizada
foi desviada. A tirania de Witzel começa a fazer sentido. Parece ser mera
encenação com fins inconfessáveis.
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, desprezou dois pareceres
jurídicos contrários à aceitação da empresa acusada de superfaturar contratos
de construção de hospitais de campanha. Gente com “mal feitos” no currículo,
velhos conhecidos do governo de Sérgio Cabral.
O jornalista brasileiro Cláudio Lessa desvenda
o que chama de “empulhação da pandemia do vírus chinês”.
Enumera todas as
contradições da Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo ele, dirigida por
um “comunista capachildo da China” e questiona: “Quantas
mortes, falências e custo astronômicos, que a hidroxicloroquina teria evitado
se não fosse a canalhice irresponsável e assassina desse Tedros Adhanon e da
China?”
Na questão da
pandemia no Brasil, o jornalista resume como “politicagem
safada dos governadores ladrões”, que, segundo ele, ficou evidente nos números.
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