O fato mais grave da semana — talvez
dos últimos tempos — foi a aprovação no Senado, por 67 votos a zero, da chamada
lei contra misoginia, o PL 896/2023.
Mais um passo na consolidação de uma
ditadura de esquerda travestida de defesa de direitos.
Ninguém pode
ser contra o combate ao ódio contra mulheres. Mas não se trata disso.
A definição
aprovada é tão vaga — “exteriorização de ódio ou aversão às mulheres” — que
qualquer opinião sobre diferenças entre homens e mulheres pode virar crime.
Pena de *2 a 5 anos*, inafiançável e imprescritível.
Ou seja, injuriar uma
mulher poderá render pena MAIOR do que agredi-la fisicamente — uma lesão
corporal leve dá 3 meses a 1 ano.
Palavras valem mais que socos na lógica dessa
lei.
E vai
piorar. Na Câmara tramita o PL 6194/2025, da petista Ana Pimentel, que quer
proibir conteúdos “desinformativos sobre questões de gênero” — mesmo que
contenham verdades.
Como alertou Deltan Dallagnol, pastores que lerem a Bíblia
sobre a relação entre homem e mulher poderão ser processados.
E a Band explicou
que interromper uma mulher numa reunião de trabalho já seria misoginia passível
de prisão. Interromper alguém.
Crime. Cinco anos. É esse o Brasil que estão
construindo.
A
covardia da direita
Flávio
Bolsonaro — pré-candidato à Presidência — votou a favor por medo de perder o
voto feminino.
Um erro enorme. As mulheres conservadoras não querem leis
identitárias — querem segurança, família e liberdade.
Damares Alves questionou
timidamente “se era o instrumento correto”, mas também não votou contra.
Feminista que posa de conservadora.
Se a direita não defende princípios quando
é impopular, para que serve?
O
identitarismo e a mentira do patriarcado
Essa lei é
filha da agenda identitária.
Quando o marxismo clássico fracassou, a esquerda
trocou a luta de classes pela luta de identidades — homens contra mulheres,
brancos contra negros.
A estrutura é a mesma: opressor contra oprimido.
E o
“patriarcado” virou o grande vilão.
Só que foi
nessa sociedade que a esquerda chama de opressora que as mulheres alcançaram o
maior nível de liberdade e prosperidade da história.
Jordan Peterson desmontou
isso com precisão: durante 99,99% da história humana, homens e mulheres se
dividiam em funções complementares — não por opressão, mas por sobrevivência.
E
onde estão as feministas exigindo igualdade nas profissões mais perigosas?
Mais
de 90% das mortes no trabalho são de homens.
Igualdade nos conselhos de
administração, sim.
Nas minas de carvão? Jamais.
As
consequências reais
Na prática,
essa lei transforma mulheres em RISCO JURÍDICO para empregadores.
Empresas vão
pensar duas, três vezes antes de contratar mulheres quando qualquer cobrança
profissional pode virar processo criminal inafiançável.
A lei que supostamente
protege vai prejudicar.
E ao tratar
homens como classe opressora, não se combate a misoginia — se ALIMENTA.
Peterson alerta: quando você demoniza a masculinidade de uma geração inteira de
jovens, produz homens ressentidos e radicalizados.
A própria relatora mencionou
os “red pills” como ameaça.
Mas será que se perguntou POR QUE
esse fenômeno cresce?
Enquanto
isso, no mundo, essa agenda é rejeitada.
Trump desmontou programas de DEI.
Na
Europa, partidos que rejeitam a ideologia de gênero vencem eleições.
O Brasil —
sempre atrasado — corre para abraçar o que o mundo abandona.
É sobre isso que
trato no meu novo livro, que em breve vocês terão em mãos.
Quer saber o
que REALMENTE protegeria as mulheres? Castração química para estupradores.
Manter homens violentos na cadeia cumprindo penas integralmente.
Penas duras
para quem agride, ameaça e mata.
Mas a mesma
esquerda que quer prender quem ofende uma mulher na internet por 5 anos luta
para afrouxar penas de estupradores e assassinos.
Chama castração química de
“desumana” e defende desencarceramento em massa.
Querem criminalizar a OPINIÃO,
mas proteger o CRIMINOSO.
Essa gente
não quer proteger mulheres.
Quer controlar o que você pensa, o que você diz e o
que você acredita.
O Brasil avança a passos largos em nome de uma ditadura de
esquerda travestida de defesa de direitos.
Leis como
essa não protegem mulheres.
Protegem a agenda de quem precisa de vítimas para
se manter no poder.
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