A LEI ANTI-MISOGINIA: A AGENDA IDENTITÁRIA CONTRA A LIBERDADE.

 

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destaques de Segunda-Feira | 30.03.26


O fato mais grave da semana — talvez dos últimos tempos — foi a aprovação no Senado, por 67 votos a zero, da chamada lei contra misoginia, o PL 896/2023. 


Mais um passo na consolidação de uma ditadura de esquerda travestida de defesa de direitos.


Ninguém pode ser contra o combate ao ódio contra mulheres. Mas não se trata disso.


A definição aprovada é tão vaga — “exteriorização de ódio ou aversão às mulheres” — que qualquer opinião sobre diferenças entre homens e mulheres pode virar crime. Pena de *2 a 5 anos*, inafiançável e imprescritível. 


Ou seja, injuriar uma mulher poderá render pena MAIOR do que agredi-la fisicamente — uma lesão corporal leve dá 3 meses a 1 ano. 


Palavras valem mais que socos na lógica dessa lei.


E vai piorar. Na Câmara tramita o PL 6194/2025, da petista Ana Pimentel, que quer proibir conteúdos “desinformativos sobre questões de gênero” — mesmo que contenham verdades. 


Como alertou Deltan Dallagnol, pastores que lerem a Bíblia sobre a relação entre homem e mulher poderão ser processados. 


E a Band explicou que interromper uma mulher numa reunião de trabalho já seria misoginia passível de prisão. Interromper alguém. 


Crime. Cinco anos. É esse o Brasil que estão construindo.


A covardia da direita


Flávio Bolsonaro — pré-candidato à Presidência — votou a favor por medo de perder o voto feminino. 


Um erro enorme. As mulheres conservadoras não querem leis identitárias — querem segurança, família e liberdade. 


Damares Alves questionou timidamente “se era o instrumento correto”, mas também não votou contra. 


Feminista que posa de conservadora. 


Se a direita não defende princípios quando é impopular, para que serve?


O identitarismo e a mentira do patriarcado


Essa lei é filha da agenda identitária. 


Quando o marxismo clássico fracassou, a esquerda trocou a luta de classes pela luta de identidades — homens contra mulheres, brancos contra negros. 


A estrutura é a mesma: opressor contra oprimido. 


E o “patriarcado” virou o grande vilão.


Só que foi nessa sociedade que a esquerda chama de opressora que as mulheres alcançaram o maior nível de liberdade e prosperidade da história. 


Jordan Peterson desmontou isso com precisão: durante 99,99% da história humana, homens e mulheres se dividiam em funções complementares — não por opressão, mas por sobrevivência. 


E onde estão as feministas exigindo igualdade nas profissões mais perigosas? 


Mais de 90% das mortes no trabalho são de homens. 


Igualdade nos conselhos de administração, sim. 


Nas minas de carvão? Jamais.


As consequências reais


Na prática, essa lei transforma mulheres em RISCO JURÍDICO para empregadores. 


Empresas vão pensar duas, três vezes antes de contratar mulheres quando qualquer cobrança profissional pode virar processo criminal inafiançável. 


A lei que supostamente protege vai prejudicar.


E ao tratar homens como classe opressora, não se combate a misoginia — se ALIMENTA. 


Peterson alerta: quando você demoniza a masculinidade de uma geração inteira de jovens, produz homens ressentidos e radicalizados. 


A própria relatora mencionou os “red pills” como ameaça. 


Mas será que se perguntou POR QUE esse fenômeno cresce?


Enquanto isso, no mundo, essa agenda é rejeitada. 


Trump desmontou programas de DEI. 


Na Europa, partidos que rejeitam a ideologia de gênero vencem eleições. 


O Brasil — sempre atrasado — corre para abraçar o que o mundo abandona. 


É sobre isso que trato no meu novo livro, que em breve vocês terão em mãos.


Quer saber o que REALMENTE protegeria as mulheres? Castração química para estupradores. 


Manter homens violentos na cadeia cumprindo penas integralmente. 


Penas duras para quem agride, ameaça e mata.


Mas a mesma esquerda que quer prender quem ofende uma mulher na internet por 5 anos luta para afrouxar penas de estupradores e assassinos. 


Chama castração química de “desumana” e defende desencarceramento em massa. 


Querem criminalizar a OPINIÃO, mas proteger o CRIMINOSO.


Essa gente não quer proteger mulheres. 


Quer controlar o que você pensa, o que você diz e o que você acredita. 


O Brasil avança a passos largos em nome de uma ditadura de esquerda travestida de defesa de direitos.


Leis como essa não protegem mulheres. 


Protegem a agenda de quem precisa de vítimas para se manter no poder.




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