Tinha estado pela primeira vez em Molsheim, a terra da Bugatti, em 1987, durante um Rallye Bugatti, numa altura em que a marca estava extinta.
Como era tradição, tirámos a fotografia em família (automóvel incluído) em
frente da casa de Ettore Bugatti.
Quase 40 anos depois, agora com a direcção do Museu do Caramulo,
rumámos de novo à pitoresca cidade francesa, desta vez para um encontro com o
departamento histórico da marca francesa.
Começámos pela casa, que agora serve para receber clientes,
realizar eventos e tudo o que possa potenciar o Brand Love pela marca, além de
funcionar também como base deste departamento e arquivo histórico.
A visita contemplou ainda os restantes edifícios do compound,
todos eles distintivamente espectaculares e espetacularmente distintos entre
eles, em termos arquitectónicos, tanto de fora como de dentro.
Finalmente, visitámos a fábrica, mas que por razões de
segurança, não nos foi permitido tirar fotografias, restando assim poder
descrevê-lo em palavras: um espaço altamente organizado, de alta costura, onde
se mistura tecnologia de ponta com trabalhos manuais, típicos de uma marca de
culto, de nicho e de luxo.
Uma experiência memorável, e há muito
aguardada, que cumpriu com todas as altas expectativas.
A Bugatti era a marca preferida do
nosso avô – e o Type 35B,
de 1930, o seu automóvel de eleição – e ocupou, por isso, sempre um papel
central, e indissociável, na colecção do Museu do Caramulo, com cinco
exemplares em exposição permanente.





















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