No Palácio do Planalto, as respirações estão presas. A turma de Dilma Rousseff ainda estuda o melhor discurso para se defender do que Paulo Roberto Costa disse na delação premiada e aguarda o surgimento de novos fatos e a aparição de outros personagens.
Por ora, tem-se uma certeza: os petistas não aliviarão Eduardo Campos e, por tabela, Marina Silva. Como cuidado para não soar de mau gosto, os companheiros de Dilma baterão na tecla de que é necessária uma investigação “indiscriminada”.
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