O sujeito foi até a ONU discursar em favor do fuzilamento de opositores.
Era abertamente
racista e participou de várias execuções sumárias.
A Revolução Cubana produziu uma ditadura que perdura até hoje, transformando o país caribenho, outrora um dos mais avançados do continente, num verdadeiro inferno, ocupada por miseráveis, a não ser os dirigentes do partidos, que vivem como reis.
Em Cuba, não há liberdades
básicas, pessoas são censuradas, perseguidas e presas caso se oponham ao
regime.
Muitas são torturadas até a morte.
Pior do que isso: Cuba é um verdadeiro câncer para a América Latina, ao promover revoltas comunistas desde sempre.
Fidel Castro
fundou, junto com Lula, o Foro de São Paulo, justamente para "recuperar na
América Latina o que foi perdido no Leste Europeu", ou seja, transformar o
continente numa grande ditadura comunista.
Desde a década de 60, Cuba e seus aliados
promovem o lixo
socialista, atingindo o sucesso absoluto em países como a
Venezuela, em que mais de 6 milhões de pessoas tiveram que deixar o país, e 95%
dos que ficaram vivem abaixo da linha da pobreza, sem liberdade alguma.
O mesmo se repete na Nicarágua, com a Colômbia no mesmo caminho, assim como o próprio Brasil.
Mesmo assim, a Folha promove um história em quadrinhos, "sem pintá-lo como anjo ou demônio".
Somos obrigados a ler a seguinte declaração do autor do livro: "Che trouxe de volta o heroísmo e o sacrifício como ingredientes vitais para a mudança global, em uma época em que o mundo estava pronto para receber essa mensagem.
A América Latina estava madura para a revolução.
Era possível.
O que ele propôs pode ter parecido absurdo, mas era simplesmente possível.
Por isso ele tentou.
Ele deixa para trás o exemplo de
que uma pessoa pode tentar mudar o mundo."
Estão pisando sobre cadáveres de milhares de
vítimas, e festejando um criminoso cujas ideias continuam produzindo miséria e perseguição política
até hoje.


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