Minha amiga
Renata Barreto postou trecho de um programa da militante de redação Daniela
Lima, que expõe claramente o viés de extrema-esquerda dos nossos
"jornalistas", e o seu papel para implementação de uma ditadura
socialista no Brasil.
Na concepção gramsciana, Daniela é uma
"intelectual orgânica", ou seja, é uma pessoa que faz avançar a
"consciência de classe", mesmo que não tenha um perfil intelectual.
No exemplo, observamos Daniela construindo
uma inversão revolucionária.
O fato do MST, uma organização marxista, invadir propriedade privada, cometendo crime, não pode ser usado como prova daquilo que a direita alerta desde sempre.
Não... é apenas um erro estratégico
de uma organização que "amadureceu", e é "produtiva",
servindo de pretexto para os verdadeiros "extremistas", que continuam
"estigmatizando" o movimento "social".
Foram "apenas" três propriedades, e
"não houve violência", gerando uma ideia "estigmatizada" do
movimento, e ainda por cima, legitimaria a tese armamentista para defesa de
propriedade.
Ou seja, a militante de redação considera o
MST um movimento legítimo, enquanto os seus opositores é que seriam os
"extremistas".
Temos que lembrar que o MST já assassinou pessoas, invadiu centenas de propriedades privadas nas últimas décadas, e deixou um rastro de violência por onde passou.
Além disso, o movimento e seus satélites já produziram ataques a prédios públicos, como o Congresso e o próprio Supremo.
Mas nesses casos, nunca é um "ataque à democracia",
"terrorismo", ou mesmo crime.
O MST defende o fim do Estado Democrático de
Direito, e a imposição da ditadura do proletariado, chegando ao ponto de operar
como milícia armada de representantes do regime totalitário venezuelano, do
qual é aliado de primeira hora.
Mas para
intelectuais orgânicos, como Daniela, o sem-terra são os verdadeiros
representantes da "democracia"; os seus opositores é que são os
"extremistas".
Leandro Ruschel está livre hoje. Mas se você gostou deste post, pode dizer a Leandro Ruschel que a escrita dele é valiosa,

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