GILMAR MENDES ESCANCARA PERSEQUIÇÃO POLITICA NO BRASIL.

 



 destaques de Quinta-Feira | 23.04.26

Esse trecho é mais uma prova CABAL, entre centenas, de que o Brasil vive em pleno ESTADO DE EXCEÇÃO, além da confissão pública de um ministro sobre o uso de poderes extraordinários para perseguir críticos do tribunal.


Quando perguntado sobre o uso do Inquérito das “Fake News” para “investigar” um pré-candidato a presidente por uma sátira postada por ele, Gilmar Mendes afirma com todas as letras que não há prazo para o “inquérito” acabar, afirmando que ele deve permanecer aberto até pelo menos as próximas eleições.


Mais grave, ele dá como exemplo o “vilipêndio” do tribunal o fato de um senador da República ter ousado indiciar ministros pelo seu envolvimento no caso Master, ou por ter buscado impedir as investigações de uma CPMI.


Ou seja, fica escancarada a situação do tribunal se colocar acima de qualquer suspeita e de qualquer outro poder, exatamente como denuncia o governador Zema.


A verdade é que o Inquérito das “Fake News” jamais será fechado por iniciativa dos ministros porque ele não é um inquérito, mas sim um Ato Institucional, que basicamente jogou a Constituição no lixo e abriu um novo modelo político, que pode ser definido como o regime dos imperadores supremos, que decidem, ao seu bel-prazer, sobre qualquer assunto, em especial, atuando para sua autoproteção.


Diante desse quadro, como podemos esperar por um processo eleitoral minimamente justo?

 

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