De acordo com os textos
sumérios há cerca de quatrocentos e cinqüenta mil anos atrás os Nefilim
possuidores da Árvore da Vida (vida eterna) e da Árvore da Sabedoria
(conhecimento cósmico) vieram com os seus foguetes (shen) faiscantes comandados
pelo extraterrestre Enki do seu planeta natal Eridu, também conhecido por
Marduk ou Nibiru, que é um planeta do Sistema Solar com a sua longa órbita em
volta do Sol oposta ao dos outros planetas, que de tempos em tempos aproxima da
Terra.
Eles vieram para explorar e
para colonizar a Terra.
Entretanto, conforme informa
o Projeto Portal, antes destes seres extraterrestres chegarem à Terra, ela já
vinha há muito tempo sendo explorada pelos seres de Orion, Plêiades, Antares,
Pégasus, Sirius e depois de forma gradual por seres de mais quarenta e quatro
raças.
Mas, foram principalmente os
seres de Órion – os greys – com a sua tecnologia avançada e autorizada pelo
“Conselho Interestelar” há milhões de anos atrás, que começaram a explorar o
planeta Terra, que possuía minérios com praticamente todos os elementos da
Tabela Periódica, uma exuberante flora e muitas espécies de animais e entre
elas uma que foi escolhida e modificada ao nível do seu DNA por estes
“cientistas do espaço”, para que a sua caixa craniana aumentasse e coubesse um
cérebro maior e, também, para que a sua coluna modificasse para uma posição
mais vertical e delineasse a forma hominídea.
A escrita suméria original
era pictográfica e gravada em pedra na forma de colunas verticais, depois foi
escrita horizontalmente e mais tarde foi estilizada para escrita na forma de
cunha em barras lisas de argila, para se tornar finalmente na escrita cuneiforme,
que foi adotada pelos acádios, babilônios e assírios, entre outros povos do
antigo Oriente Médio.
E, foi com esta escrita que
os documentos arqueológicos encontrados citam os nomes e descrevem a vida
destes extraterrestres tanto os mais importantes quanto os menos importantes,
que foram considerados pelos povos primitivos como deuses.
Anu como o “pai eterno” ou o
“grande pai” era o pai dos “deuses do céu e da terra” que aqui chegaram há
quatrocentos e cinqüenta mil anos atrás e ele morava no “céu” (planeta Eridu)
com a sua esposa Antu, onde apenas alguns mortais (humanos) como Elias e Enoc
puderam alcançá-la.
Ele vinha ao planeta Terra
em momentos de crise ou especiais.
A segunda deidade na
“hierarquia divina” era Enlil – o senhor do espaço ou do mundo superior – que
controlava tudo que estava na atmosfera através de suas naves (shen) e tinha
como esposa Ninlil.
O terceiro deus hierárquico
era Enki – o cientista chefe dos deuses e o senhor do mundo inferior – que
desenvolveu a agricultura, mudou os mares e os rios, criando canais e
transformando áreas alagadas em terra firme, que para ela trouxe a arte da
fabricação de tijolos e produtos cerâmico-metalúrgicos para construção de
cidades.
Sua esposa era Nin.ti.
Estes extraterrestres logo
que aqui chegaram primeiro construíram em Bad-Tibira na Mesopotâmia o centro
metalúrgico de fusão e de refinação e logo depois foi que eles começaram
construir as suas cidades e outras construções, como cita Zecharia Sitchin em
seu livro “O 12º. Planeta”.
Alguns tipos de metais na
forma de minério eram extraídos no sudeste da África e levados para a
Mesopotâmia por embarcações especialmente construídas para este fim e em
Bad-Tibira eram fundidos, refinados e moldados em lingotes que permaneceram em
estrutura e forma inalteráveis até hoje, quando alguns deles foram encontrados
em escavações arqueológicas no Oriente Médio marcados com termo “Zag”, que os
qualificava como purificado e precioso.
Trezentos mil anos atrás “os
seres cabeça preta” foram os primeiros seres humanos criados pelos Nefilim em
um local a oeste da Mesopotâmia e levados posteriormente para um ponto a leste
desta região para trabalhos físicos nas minas de extração de metal.
Entretanto, eles rebelaram
contra os seus criadores, as deidades extraterrestres representados nas figuras
dos seus criadores Enki e sua esposa Ninhursag também chamada de deusa-mãe
Nin.ti.
De acordo com os textos
sumérios Enki foi mais que o maior benfeitor do ser humano, ele foi o seu
criador, quando este “senhor deus” delineou através de um ato consciente e
deliberado, o método e o processo pelo qual o homem seria criado, que a sua
esposa – a deusa-mãe – dele utilizou, para parir o ser bíblico Adama – o
primeiro homem Adão.
O hominídeo do gene Homo é a
consequência de uma longa e paciente atuação dos seres de Órion na natureza há
milhões de anos, mas, o Adão – o Homo Sapiens – é o resultado de um súbito
processo de transferência genética acontecida mais ou menos há trezentos mil
anos atrás de acordo com textos sumérios, babilônios e do Antigo Testamento.
O Homo Sapiens – o primeiro
ser humano foi criado pelos Nefilim através da fusão do gene (óvulo) de um Homo
erectus feminino com o gene (espermatozóide) masculino do jovem deus
extraterrestre Ninurta e, posteriormente, o embrião foi colocado no ventre da
deusa-mãe Nin.Ti (mãe de todos os homens) para ser gerado.
Os códigos de Leis pelos
quais os homens viveram na Mesopotâmia, foram dados pelos
deuses/extraterrestres e, portanto, é de supor que as leis sociais e familiares
que eram aplicáveis aos homens, provavelmente eram àquelas aplicadas também aos
deuses.
Em torno de duzentos e
cinqüenta mil anos atrás, portanto, cinqüenta anos após a rebelião dos seres
humanos primitivos – os Homo Sapiens – eles puderam livremente espalhar por
todo o planeta, multiplicando-se de maneira acelerada, que motivou a preocupação
de seus criadores como está mencionado em Gênesis:
“E assim aconteceu; quando
os terráqueos começaram a aumentar em número sobre a face da Terra e lhes
nasceram filhas entre eles; os filhos das deidades viram a filhas dos
terráqueos e, elas eram compatíveis e eles levaram para eles próprios; esposas
de todas que escolheram”.
Continuando em Gênesis: “E a
divindade (Enki) disse: o meu espírito não protegerá o homem para sempre;
tendo-se extraviado, ele é apenas carne”.
A preocupação dos deuses há
milhares de atrás é também atual, porque tendo em vista que houve manipulação
genética para a criação do homem, a intensa reprodução que acontecia entre os
humanos podia aflorar com a troca apenas de seus genes o instinto primitivo
simiesco na medida em que a genética (espírito de deus) dos Nefilim fosse
diluindo.
Daí, um outro motivo também
para que o individuo/dimensional vibre mentalmente no nível dos seus chacras
superiores, especialmente ao nível do frontal e não dos seus chacras
inferiores.
De acordo com os vestígios
arqueológicos a cultura humana não se desenvolveu de uma maneira progressiva,
mas, pelo contrario ela foi regressiva, como mostram os registros arqueológicos
através de sinais/marcas dos acontecimentos de cem mil anos a vinte e sete mil
anos atrás e que acentuaram em torno de onze mil anos atrás, quando aconteceu o
dilúvio em escala planetária.
A humanidade de hoje
caminhou para civilização com a ajuda dos Nefilim durante três nítidos períodos
separados por três mil e seiscentos anos.
O primeiro período
Mesolítico aconteceu em torno de onze mil anos a.C., o segundo período ocorreu
a sete mil e quatrocentos anos a.C com a fase da cerâmica/reconstrução e por
último o terceiro período que vem acontecendo de maneira marcante há cerca de três
mil oitocentos anos a.C até os dias de hoje, quando começou com a reconstrução
súbita da civilização suméria – coincidindo com a “história” ou o início da
presença dos dimensionais neste planeta.
Mais recentemente há três
mil anos a.C. iniciou a civilização egípcia, em mil e quinhentos anos a.C
Abraão emigrou de Ur e aconteceu a ascensão da Babilônia e da Assíria e, em
torno de mil anos a.C. aconteceram o reinado de Davi e o êxodo de Moisés.
De acordo com a escrita
pictográfica a antiga civilização suméria por volta de seis anos a.C já
trabalhava através de temperaturas intensas/controláveis as “pedras moles”
originadas de pepitas de ouro e dos compostos de prata, entre outros metais.
E. como uma chave que abre
para um campo indefinível ou para um estado alternativo do Ser (Corpo Ka), a
“pedra filosofal” ou o pó branco, ou ainda o “pão” ou o Mfkzt da antiga
civilização egípcia também expressava com palavras diferentes a mesma coisa – o
ouro monoatômico – que era manipulado/transformado na ausência de forças ainda
não muito bem conhecidas pela ciência moderna como a gravidade e o magnetismo.
Pelos relatos dos povos
antigos desde o tempo da Suméria tanto o “pó branco” quanto o Mfkzt egípcio não
era claramente definível (só posteriormente soube-se ser a mesma coisa), porque
eles eram ora mencionados como algo físico – ouro puro, ou ora descrito como
“pão – luz” com uma conotação de dimensão sobrenatural.
Esta “pedra filosofal” como
uma dádiva dos deuses de acordo com os documentos que estão guardados
atualmente em museus, era sempre manipulada por sacerdotes, que também a
ingeria como “pão”, juntamente com os dirigentes máximos destas antigas
civilizações.
Portanto, ela nada mais era
que o ouro (monoatômico) em seu alto grau de pureza e sutil estabilidade e não
o tipo de ouro como individuo do século XXI o conhece, quando já com a sua
aparência de “pedra incombustível”, era depois transformada/transmutada para a
sua aparência de pó bem fino para ser consumido.
Este ouro/”pedra filosofal”
consumido/digerido já em sua forma transformada como um pó finíssimo no tempo
de Moisés, era “algo” que podia, portanto, ser convenientemente reduzido para a
sua assimilação físico-química pelo organismo humano e, inclusive, influenciar
o individuo mentalmente.
Portanto, o Mfkzt também
conhecido como “pó branco/pão da vida” com a sua capacidade de “dar a Vida”,
era tido ainda no tempo de Moisés como uma dádiva dos deuses aos faraós, que ao
ingeri-lo constantemente, adquiriam a sua natureza divina. Nesta época a “pedra
filosofal” – ouro monoatômico – era transmutada em locais sagrados por
artesãos/sacerdotes e tempos depois aqueles que ainda guardavam alguns destes
conhecimentos secretos especiais como no Ofício da Maçonaria eram chamados de
“hábeis” ou “habilidosos”.
A ingestão do Mfkzt/pó
branco ou “pão da vida” no Egito antigo melhorava a vida daquele que o ingeria,
provavelmente estendendo a sua expectativa de vida.
De acordo com os antigos
registros esta “pedra sagrada” tinha os atributos de ser anti-cancerígena por
combater deformações celulares, consertando cordões de DNA, de
estimular/potencializar certas funções hormonais do sistema endócrino humano e,
finalmente, de possuir certas propriedades que de certa forma podiam ativar o
campo energético do individuo.
Na vida como na morte a
iluminação final (auto-iluminação) era e é uma constante fonte de busca do ser
humano.
Em oposição ao corpo físico
tem o “corpo leve” que era chamado pelos antigos egípcios de “Ka” (veiculo da
Essência/”Espírito” do indivíduo), que permanecia ativo na Vida após a morte.
E, o alimento de “Ka” era
luz que gerava iluminação (luz magnética pelo efeito Meissner) através do “pó
da projeção” outro atributo do ouro mono-atômico , que os artesãos/sacerdotes
do Templo o preparavam a partir do ouro monoatômico.
E, junto com esta expansão
luminosa de origem magnética acontecia a expansão do campo energético do
individuo, facilitando paralelamente expansão de sua consciência (iluminação)
pela “transmutação” de sua ignorância tipicamente humana.
Os antigos povos
Sírio-Fenícios chamavam este “reino” de iluminação, onde irradiava a energia
magnética como o reino superior do Plano de Shar-On ou a Dimensão da Órbita da
Luz – que atualmente é campo de estudo da física quântica através dos elementos
monoatômicos orbitalmente rearranjando (ORME).
Um Supercondutor
(Segunda Parte)
Quando “Deus” no tempo de
Abraão lhe presenteou com o “pão sagrado da vida”, em um acontecimento pela
primeira vez registrado, deu origem ao ato bíblico ritualístico conhecido hoje
como comunhão, principalmente, depois que Jesus simbolicamente comemorando-o,
também o fez com o vinho. Entretanto, o “pão energético” de Abraão nada tem
haver com pão ritualístico de hoje e o vinho é o “líquido” que dá vida a todo o
ser humano, é o sangue que corre em suas veias.
O Mfkzt era obtido a partir
do ouro monoatômico e supõe-se, que transmutava através do fogo controlado
(energia calorífica) em pó branco, podia ser “moldado em pão” para ser ingerido
e antes que ele fosse transformado em pó era chamado de pedra.
O Mfkzt foi uma concessão de
seres extraterrestres através de Enki, que é citado no Velho testamento como o
“deus todo poderoso” Javé/Jeová, como o “senhor” da montanha – El Shaddai
semítico e, entre outros, como o “senhor da montanha” Ilu Kurgal (Mesopotâmia).
Pela benevolência do
“senhor”/El Shaddai – o “senhor” da montanha (Horebe/Sinai) – a Arca da Aliança
foi também uma das tecnologias dada pelos extraterrestres aos povos antigos,
para que eles pudessem através dela obterem, inclusive, o “sagrado pó branco/pão”.
Como menciona Laurence
Gardner em seu livro “Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada” a palavra arca vem
do latim “arca”, quer dizer caixa ou cofre.
O que está escondido ou
ocultado nela é chamado de arcano e daí é que veio, que tudo que é um profundo
mistério é um arcanum.
Da palavra arca veio também
o sentido que algo quando é muito antigo/velho é arcaico e quando ele é
pesquisado corretamente, é feito pela Arqueologia.
O “Santo dos Santos”
(Sanctum Sanctorum) ou Arca da Aliança tinha o seu cofre/caixa principal feito
em ouro maciço e em torno de 1,40m de comprimento por 83,5 cm de largura e de
altura.
A razão precisa entre a sua
largura/altura e comprimento era de 1:1,666. O seu peso era em torno de 1.231
quilos.
Acima de sua caixa existia
um propiciatório/tampa de ouro com dois querubs (querubins) também de ouro
sólido em suas extremidades com as suas asas dobradas para dentro e um de
frente para o outro.
O termo semítico “querub”
(Kerüb) significa mover-se, portanto, identificava a Arca que levitava e que
podia ser levada/carregada de um local para outro como o trono sagrado do
“senhor” – El Shaddai – que comunicava através dela com os indivíduos daquela
época. Posteriormente, as religiões deram ao querub o sentido de querubim,
seres com asas com forma semelhante à humana, que podiam voar.
No tempo de Moisés durante
Êxodo a Arca Sagrada tinha que ser levada por varas independentes, que eram
passadas por dentro de anéis nela fixados, quando era carregada apenas pelos
sacerdotes israelitas/levitas vestidos de uma maneira muito especial com trajes
desenhados para terem em volta de seus corpos determinados e necessários
apetrechos.
De cima da tampa de ouro
maciço da Arca que em seu aspecto físico funcionava tanto como um receptor como
um transmissor, Moisés e os sacerdotes levitas ouviam a voz do “senhor” – El
Shaddai – e com ele se comunicavam.
E, dos querubs (querubins)
que em seu aspecto energético funcionava como uma fonte de energia luminosa
através de “relâmpagos” na forma de faíscas que saiam entre os dois querubs,
formava o que é chamado no Antigo Testamento o Arco do Testemunho, como se nele
supostamente estivesse naquele momento incorporado a verdadeira essência da
manifestação do superior poder de Deus.
E, era nas presenças do
Tumim e do Urim (as palavras U’rim e Thum’mim significam Luz e Perfeição) é que
se dava esta manifestação energética mais intensa na forma de um arco luminoso
entre os dois querubs, quando paralelamente acontecia a inspiração do “oráculo
divino” proveniente do “Grande Arconte”, proferindo os seus profundos e sábios
julgamentos.
A Arca/”Santo dos Santos”
quando ainda estava no templo em Jerusalém, ela permaneceu fora do contato com
o solo através de um mecanismo de levitação ativado por um belo cristal
helicoidal de irídio, feito pelos mestres artesãos/sacerdotes.
Este artefato era o Tumim,
que era também conhecido como “pedra da fundação” (princípio feminino).
E o Urim que era também
conhecido como “pedra relâmpago” (principio masculino) era o dispositivo que
ativava a Arca, para que ela fosse manipulada para cortar imensos blocos de
pedra, ajustá-los e, inclusive, direcionar a sua energia para matar como no cerco
às muralhas de Jericó.
Tanto o Santo Graal, o Velo
de Ouro e, principalmente, a Arca da Aliança considerada a maior relíquia
sagrada, foram motivos de demandas de cunho religioso, gerando em certas
ocasiões verdadeira carnificina entre as partes disputantes.
A Arca da Aliança desde o
momento em que ela no Antigo Testamento foi citada associada ao Monte Horebe, o
“senhor” se manifestava aos seres humanos enviando setas de relâmpago.
E, no poder da eletricidade
– “electrikus” – estava todo o contexto desta luminosidade visível e “divina”
através da atividade ígnea arcana.
E, era do arco energético
que formava entre os dois querubs, o que se presume, os sacerdotes retiravam e
direcionavam também a energia necessária para a transmutação alquímica do ouro
em pó branco.
A Arca era feita de madeira acácia como um isolador dielétrico não condutivo, coberta por dentro e por fora/tampa por ouro puro que é excelente condutor de eletricidade e pelos dois querubs também de ouro.
Portanto, da maneira que ela foi construída com ouro
maciço e madeira, era um potente dispositivo elétrico (bateria), que
descarregava entre os querubs centelhas com eletricidade de corrente continua.
Os mestres
artesãos/sacerdotes manipuladores da Arca foram os pioneiros na ciência dos
átomos e dos núcleos, porque para obter o “sagrado e nobre” estado do pó branco
através do ouro monoatômico – ou, pedra de fogo, a partir de determinados
minerais especiais (ouro, platina), eles deveriam teruma noção mínima dos
processos metalúrgicos de “alto spin” que no campo da física quântica são hoje
desenvolvidos nos laboratórios de pesquisas através dos supercondutores.
Por causa de Hermes
Trimegisto – Três Vezes o Grande – a alquimia é chamada arte hermética e
durante séculos e mais séculos ela ficou hermeticamente circunscrita ao nível
do conhecimento apenas dos “iluminados”.
A palavra alquimia deriva do
árabe – “al khame” – que quer dizer escuro/escuridão, portanto, ela está como a
esfinge, convidando o indivíduo a desvendar através dela os “mistérios da
ciência”, que hoje estão sendo desvendados pela física quântica além da ciência
comum/experimental, que não vê com a luz que ilumina da percepção intuitiva.
Nos tempos antigos os
artesãos/sacerdotes para converter o ouro e outros metais nobres no Mfkzt/pó
branco precisavam de uma “condição superior”.
E, esta condição nos tempos
atuais é identificada pelos cientistas como a condição de “alto spin” ou do
elemento monoatômico orbitalmente rearranjado (ORME).
Cada átomo tem em torno de
si um potencial de blindagem (positiva) emanado do seu núcleo, fazendo com que
a maior parte dos elétrons que giram em torno dele, fique contida nos limites
deste potencial de blindagem, exceto os elétrons que estão extremamente mais
afastados.
O núcleo atinge a condição
de “alto spin” , quando o seu potencial positivo de blindagem se expande,
colocando sob o seu controle todos os seus elétrons.
Normalmente, os elétrons
deslocam em volta do núcleo de um átomo em pares como um elétron com “spin
horário” e o outro com “spin anti-horário”.
Mas, quando eles estão sob a influencia de um núcleo de “alto spin” (com a expansão positiva de sua blindagem), todos os seus elétrons começam girar em uma mesma posição e, quando se correlacionam perfeitamente, os elétrons deste átomo supercondutor se convertem de partículas em pura luz branca (ondas/plasma).
Neste momento a matéria que se
transformou/transmutou passa ser preferencialmente estudo da física quântica.
Hoje em laboratório de
pesquisa os átomos do metal ouro levados para a sua condição de “alto spin” ou
de condição superior não se mantêm juntos, perdendo a sua a condição de estado
metálico que se desfaz, transformando-se em um pó monoatômico branco. Em outras
palavras o pó branco é criado, quando “golpeia” continuamente a amostra deste
metal que foi transformado através de calor sob condições controladas por tempo
predeterminado e alternado, em seqüências de aquecimento e de resfriamento
através de dois eletrodos de um arco elétrico, que gere uma corrente elétrica
continua e em uma só direção, da mesma maneira que fazia a Arca da Aliança,
quando transformava o metal ouro no pó monoatômico branco – o “pão sagrado” que
os antigos ingeriam.
E, o peso deste pó depois de
transmutado é apenas cinqüenta e seis por cento do peso da substancia metálica
supercondutora de onde ele se originou (ouro e outros metais do grupo da
platina).
Os quarenta e quatro por
cento do seu peso que se tornaram invisíveis são transformados em plasma/luz e
como já foi mencionado anteriormente, ficam vibrando em uma dimensão além do
plano físico, em um plano paralelo alternativo para uma dimensão além do espaço-tempo.
Eles ficam vibrando na
dimensão da Órbita da Luz ou naquela que alimenta o corpo leve “Ka” e que os
antigos a chamavam Plano Shar-On ou Campo de Mfkzt.
O átomo simples de ouro –
ouro monoatômico ou de “alto spin” é um supercondutor, porque não permite
qualquer diferença de tensão elétrica ou que qualquer campo magnético exista em
si mesmo, já que é perfeito isolante com o seu poder total de conduzir.
Aparentemente dentro dele a
luz polarizada que flutua como se fosse uma luz “liquida” perto da velocidade
do som, tem o seu campo magnético nulo, repelindo igualmente tanto os pólos
magnéticos norte/sul, mas, conservando a capacidade de absorver elevada energia
magnética para produzir cada vez mais energia luminosa.
A luz ao flutuar dentro
deste supercondutor ativado produz em torno dele um campo que exclui todos os
campos magnéticos e quando isto acontece, é chamado de Efeito Meissner.
Portanto, um supercondutor é
uma substancia capaz de transportar a energia dos elétrons sem resistência e
sem dissipação desta energia.
Ele é a chave para o
tele-transporte à distancia.
A eletricidade “flutua”
através de contato físico (fio) dentro do processo eletromagnético, enquanto
dois supercondutores quando estão ligados por seus Campos Meissner, podem agir
de qualquer distancia sem auxilio físico pelo processo magnético, atualmente
conhecido como “coerência quântica”.
O ouro monoatômico e os
metais do grupo da platina são supercondutores do tipo um.
E, os supercondutores do
tipo dois são cobre, chumbo, nióbio e o nióbio-titânio, que ainda permitem
alguma penetração magnética externa.
O átomo monoatômico ou de
“alto spin” tem uma forma mais alongada ou mesmo super-deformada, enquanto o
átomo comum ou “baixo spin” tem a sua forma mais regular/arredondada.
Os antigos já sabiam que
tanto o corpo físico quanto o corpo leve “Ka” do individuo tinham que ser
“alimentados” para aumentar a sua produção hormonal e com ela a sua capacidade
de interação com o outro lado da matéria.
E, a glândula pineal que tem
a sua forma de pinha centralizada no cérebro com o tamanho de um grão de
ervilha, é de extrema importância para o dimensional, porque ela é reguladora
no plano físico dos seus pensamentos.
Só recentemente os
cientistas conseguiram identificar a secreção hormonal da glândula pineal, que
está relacionada ao chacra frontal.
E, como o
individuo/dimensional interage com o plano mental através deste chacra,
portanto, sabendo que “a energia do mental é a energia do frontal”, ele deve
dar a maior importância a este seu chacra.
Esta glândula secreta a
melatonina, palavra que vem do grego e quer dizer noturno e, esta definição
explica por si mesma, porque o individuo com alta produção desta substancia
reage fortemente à luz do Sol e porque a grande parte dos trabalhos vibratórios
no Chacra Vibracional da Fazenda Boa Sorte/MS-BR é feita à noite, com o
dimensional interagindo com “seres” dos vários planos de vibração.
A melatonina que é chamada
“hormônio da escuridão”, porque ela atua mais plenamente na pineal do individuo
no escuro, possibilita que ele tenha uma maior abertura no campo da sua visão
pela percepção do frontal – 3ª visão.
Portanto, a exposição do
indivíduo a um excesso de luz natural diminui o seu nível de percepção, porque
dificulta o trabalho do mensageiro químico ativado serotonina, que estimula na
pineal a produção da melatonina.
O individuo/dimensional com
alta taxa de melatonina tem menos possibilidade de desenvolver doenças
cancerígenas e como ela é também um anti-oxidante poderoso, o individuo pode
ter um rejuvenescimento visível do seu corpo e da sua mente.
Um Supercondutor
(Terceira Parte)
Na história da civilização
humana a Idade Média é conhecida como a Idade das Trevas, quando determinados
conhecimentos ou ensinamentos foram mantidos ainda mais em segredo por poucos
e, mesmo assim, muitos desta “elite” naquela época ainda foram presos e até
mesmo mortos. Portanto, desde há muito tempo e, principalmente naquele período,
não foi permitido despertar pelo conhecimento o potencial das pessoas ficando
apenas para alguns privilegiados durante séculos ou mesmo milhares de anos as
verdadeiras informações de civilizações, como aquela que floresceu no Vale do
Tigre e do Eufrates e em outras regiões.
Entretanto, neste momento da
Transição Planetária com um Novo Iniciar, estão sendo resgatadas as informações
que estavam retidas por aqueles com as suas mentes deterioradas pelo mofo da
verdadeira ignorância.
E, um destes atuais e mais
eficientes “mecanismos de iluminação” é a física quântica, que como a Fênix
moderna que levanta vôo, está levando/erguendo o conhecimento humano a níveis
superiores de percepção/intuição e, com eles, o da consciência.
O conhecimento humano está
passando por uma “revolução” com a física quântica que começa a
decodificar/desvendar em laboratórios de pesquisas o movimento descontinuo
fóton/plasma, além do movimento continuo elétron/partícula.
A nova ciência já percebe
que existe “algo mais além”.
Os cientistas não mais estão
circunscritos apenas às informações oriundas da matéria, ou como eles dizem,
não estão analisando apenas as transições continuas com o movimento continuo do
elétron dentro do átomo, com transferência local de informações.
A Criação está também no
movimento descontinuo com transferência não local de informações, está na
quarta dimensão como fóton/plasma (e infinitamente além dela) e não apenas na
terceira dimensão/matéria como elétron/partícula.
Para que se possa
compreender melhor o que está sendo exposto, o elétron/fóton será a título de
exemplo o modelo como se expressam as propriedades tanto de partícula quanto de
onda dos objetos quânticos.
A partir deste exemplo pode
se ter o entendimento do que é chamado de “imanente”/matéria/terceira dimensão
e a percepção do que é chamado de “transcendente”/plasma/quarta dimensão e a
relação existente entre estas duas manifestações.
Para isto, utilizemos o
conhecimento de pelo menos três verdades quânticas:
1 – Todo objeto quântico,
pelo seu aspecto ondular ou transcendente, pode estar ao mesmo tempo em mais de
um lugar, ou seja, o objeto não é localizado no espaço, ele não se manifesta a
cada instante com velocidade finita (no referencial máximo da luz);
2 – Todo objeto quântico só se manifesta na realidade espaço-tempo
(tridimensional) quando é observado como partícula, dentro do seu aspecto
corpuscular imanente, o que ocorre em função do desaparecimento da sua
expressão ondular transcendente;
3 – Todo objeto quântico deixa de existir aqui e passa a existir
ali. Ele não passa pelo espaço interveniente, não caminha entre estes dois
pontos.
Então, a sua posição
inicial, o seu movimento e a velocidade que se desloca não podem ser
estabelecidos.
Portanto, em uma observação
de laboratório, quando se está medindo um objeto quântico como o elétron, ele
se mostra como partícula, mas, quando ele não é observado/medido , ele está
espalhado, mostrando-se ao mesmo tempo em mais de um lugar, através do seu
aspecto de onda/fóton ou de nuvem/plasma.
Quando o indivíduo
observa/analisa através do átomo não só as transições contínuas com o movimento
contínuo do elétron com transferência local de informações, mas, também o fóton
com o seu movimento descontínuo com transferência não local de informações/plasma,
ele percebe/intui que dentro do conceito de Causalidade Descendente existe a
“Presença” de uma Consciência (Divina).
Na física quântica tanto a
Consciência como o observador (individuo/consciente) são necessários, porque é
o observador que converte as ondas de possibilidades/objetos quânticos em
eventos e objetos reais.
Deus através da Consciência (Divina) identificada na Causalidade Descendente como “Algo” que está alem da matéria, interage com o que Ele próprio criou, através da escolha de possibilidades quânticas do indivíduo observador que converte as ondas de possibilidades em eventos reais.
Portanto, a Consciência (Divina) que no Tempo “Vibra” no
Eterno Agora, é que realmente escolhe e causa o colapso da onda de
possibilidades e não a consciência individual do observador no espaço-tempo.
Compete ao observador
“causar o seu colapso” em um estado de consciência “anormal” (não dual), para
perceber (intuir-se) o sentido de Unidade – de Deus.
“Ver além do pensamento”
alcança-se a percepção de que a Consciência – Causalidade Descendente, é a base
para a Nova Ciência e que Ela está inserida dentro da descontinuidade quântica
através do mecanismo da inter-conectividade. Portanto,
Ela está dentro da Realidade
como Algo mais do que o espaço-tempo em um mundo em movimento.” – Amit Goswami.
A “velha ciência” através da
física é baseada estritamente em dados experimental-medidos.
A “nova ciência” na física
quântica expande-se em ressonância com a sua própria natureza e de acordo com
ela o tempo por não ser linear, o individuo (observador) pode ser afetado tanto
por coisas no futuro como no passado, já que é a Consciência (Divina) que
escolhe entre as possibilidades de trazer ao Agora o evento real que ocorre.
O individuo em sua vida
interna lida com o seu pensamento de uma forma diferente em relação à sua vida
externa que lida com a matéria. Entretanto, com o advento da Nova Consciência
haverá nele uma verdadeira transmutação mental em relação à sua vida externa,
quando ele passará a captar pensamentos mais amplos de acordo com novas
concepções de universos paralelos ou de outras dimensões alcançáveis através de
portais eletromagnéticos.
Até então na historia da
humanidade os indivíduos de um modo geral procuravam em sua vida externa, as
respostas de suas perguntas através do seu pensar/agir.
Mas, agora no limiar de uma
Nova Era aqueles que se despertam, eles já possuem níveis de percepção/intuição
para se transformarem sem mais necessidade de “pastores”, que os guiem como
rebanhos em templos físicos, para que possam “comungar” com Deus.
Deus não está inserido na estrutura tecnológica extraterrestre e apetrechos do Sanctum Sanctorum e muito menos é o “senhor” El Shaddai – o “senhor” todo poderoso e amedrontador do Monte Horebe.
Quando em igrejas/mesquitas/sinagogas e em outros tipos de templos
os “fiéis” elevam as suas preces e rogam ao “senhor das alturas” citado no
Antigo Testamento e em outros livros chamados de sagrados, eles estão realmente
é venerando os “senhores” Enki e Nin.ti – “seres/deuses” extraterrestres.
Na realidade física a
Presença Viva de Deus se mostra ao ser humano, quando ele alcança outro nível
de percepção/consciência e irradia a Vibração do Amor Universal.
Quando ele pensa e assim
procede sintonizado nesta Frequência, conduzido pelo seu Cristo Interior e
iluminado pela Luz/Energia Viva (Vermelho-Dourada) que irradia e que a ciência
humana mesmo através da mecânica quântica tenta compreendê-la, mas não consegue.
Lagoa Santa/MG-BR, 1º. de
junho de 2006.
https://pegasus.portal.nom.br/ouro-puro-monoatomico/


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