Corregedora vai ouvir juiz de caso Cachoeira que foi ameaçado

  Fernando Amorim e Pedro Ladeira/Agência Estado


 


A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, vai se reunir nesta quarta-feira (20) em Brasília com o juiz Paulo Augusto Moreira Lima, que pediu para se afastar do processo que investiga Carlinhos Cachoeira. 


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De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Moreira Lima, da Justiça Federal de Goiás, deve explicar à ministra as circunstâncias de seu afastamento do processo contra o contraventor.

A ministra Eliana Calmon manifestou, nesta terça-feira (19/6), preocupação com a situação e afirmou que vai apurar o caso. "A Justiça tem que dar apoio à sua magistratura, não podemos aceitar que exista intimidação física ou moral dos juízes", afirmou.

A ministra afirmou que pediu à Polícia Federal que garantisse a segurança do magistrado logo após ele ter relatado as ameaças. Por isso, a saída dele do caso surpreendeu a ministra. Mesmo sob a vigilância da PF, Lima relatou que ele e sua família eram alvo de ameaças veladas.

Também foram convidados a participar do encontro o juiz Leão Aparecido Alves, o corregedor geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1), Carlos Olavo e o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Nino Oliveira Toldo.

Troca de juízes
Após o pedido de afastamento de Moreira Lima, Leão Aparecido Alves foi indicado para comandar o processo, mas declinou por alegar ter relação próxima com um dos denunciados. Nesta quarta, o juiz federal Alderico Rocha Santos foi o terceiro magistrado designado para o caso Cachoeira.

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