O
trágico 2015 começou e terminou com crises múltiplas.
A gerente incompetente perdeu as rédeas do governo,
O progresso social lulopetista chafurdou na corrupção,
Renan é a velha oligarquia do parasitismo nacional,
Eduardo Cunha: um tóxico corrupto e fanático.
A oposição (?) nunca apresenta alternativa confiável.
Todos juntos subjugados às elites neocolonialistas corruptas
Aniquilaram o futuro de muitas gerações de brasileiros.
Num país ensimesmado ou, no máximo, bipolarizado,
Nada é mais perturbador que os críticos que ousam pensar (Kant).
Questionar a incompetência, o fanatismo e a pouca-vergonha da corrupção, Assim como os fanáticos que pouco valor dão à Constituição,
Nada é mais insuportavelmente intolerável.
O pensamento único (Stalin, Castro, Chaves, Berlusconi, fascismos)
Não tolera o dissidente.
O universo, no entanto, continua obscuro,
Para todos que não conseguem
Transcender a casinha da visão unitária e ilusória do mundo.
Nada é mais perturbador que os críticos que ousam pensar (Kant).
Questionar a incompetência, o fanatismo e a pouca-vergonha da corrupção, Assim como os fanáticos que pouco valor dão à Constituição,
Nada é mais insuportavelmente intolerável.
O pensamento único (Stalin, Castro, Chaves, Berlusconi, fascismos)
Não tolera o dissidente.
O universo, no entanto, continua obscuro,
Para todos que não conseguem
Transcender a casinha da visão unitária e ilusória do mundo.
Jogar a culpa nos outros é o há de mais comum na covardia.
O humano teima em não perceber que também as sociedades
São responsáveis pela sua infortuna.
Escassez de racionalidade coletiva.
Tudo gira em torno do imediatismo do presente;
Consumismo individual, improvisação e carência de projetos duráveis.
O humano teima em não perceber que também as sociedades
São responsáveis pela sua infortuna.
Escassez de racionalidade coletiva.
Tudo gira em torno do imediatismo do presente;
Consumismo individual, improvisação e carência de projetos duráveis.
O crescimento é limitado,
A destruição da natureza é permanente.
A ideia de progresso, para quem nunca se modernizou a contento,
Termina sem ter começado.
A destruição da natureza é permanente.
A ideia de progresso, para quem nunca se modernizou a contento,
Termina sem ter começado.
Gerações futuras consumidas pelo imediatismo.
Os rios secam diante da ganância neocolonialista.
As sociedades de risco devoram a improvisação.
Do futuro promissor zweiguiano,
Só a sombra é o que resta.
Os rios secam diante da ganância neocolonialista.
As sociedades de risco devoram a improvisação.
Do futuro promissor zweiguiano,
Só a sombra é o que resta.
Quem se submete à tirania do curso prazo,
Joga fora grandes ambições.
Se a política é a gestão do futuro e a responsabilidade por ele (M. Weber),
Seguramente disso não estão cuidando nossos políticos,
Curvados à globalização dos interesses presentes.
Joga fora grandes ambições.
Se a política é a gestão do futuro e a responsabilidade por ele (M. Weber),
Seguramente disso não estão cuidando nossos políticos,
Curvados à globalização dos interesses presentes.
Ignoramos a herança do passado,
Não escolhemos as prioridades do presente,
Muito menos entrevemos os desafios do futuro.
A democracia se evanece,
Quando a política é absorvida pelo momento.
Não escolhemos as prioridades do presente,
Muito menos entrevemos os desafios do futuro.
A democracia se evanece,
Quando a política é absorvida pelo momento.
Triste a sociedade que gestiona o tempo
Com oportunismo cínico.
A agitação superficial só revela
O quanto de ineficácia impera.
Sociedade sem responsabilidade com seu futuro
Sobrevive aos solavancos,
Adiando eternamente o bem-estar,
Que vive em apuros.
Quem só cuida do emergente,
Nunca descobre o mais importante.
Com oportunismo cínico.
A agitação superficial só revela
O quanto de ineficácia impera.
Sociedade sem responsabilidade com seu futuro
Sobrevive aos solavancos,
Adiando eternamente o bem-estar,
Que vive em apuros.
Quem só cuida do emergente,
Nunca descobre o mais importante.
[1] O texto que segue foi inspirado no livro El futuro y sus enemigos,
de INNERARITY, Daniel. Barcelona: Ediciones Paidós Ibérica, 2009, p. 13 e ss.
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