Segunda-Feira | 18.05.26
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Enquanto o Descondenado pisava nas sepulturas de centenas de
milhares de brasileiros mortos pela COVID, transformando as vítimas em
instrumento político para criminalizar adversários e “dar nome aos bois” da
gestão Bolsonaro, em Washington, no mesmo dia 13 de maio, um empregado da CIA
sentava-se diante do Comitê de Segurança Interna do Senado americano e jurava
dizer a verdade.
James Erdman III, oficial de operações
com cerca de duas décadas de casa, contou ao mundo aquilo que a militância de
redação tentou enterrar por cinco anos: a origem da COVID num laboratório de
Wuhan foi a conclusão MAJORITÁRIA dos próprios analistas da CIA — oito de dez
especialistas, em revisão interna de 2022, inclinavam-se ao vazamento.
Mas relatórios foram alterados,
analistas que insistiram na tese foram retaliados, e Erdman alegou que Anthony
Fauci — o burocrata sob cuja direção o NIAID, o Instituto Nacional de Alergia e
Doenças Infecciosas dos EUA, financiou via EcoHealth Alliance experimentos em
Wuhan que reacenderam a disputa sobre se o trabalho se enquadrava como ganho de
função — “influenciou significativamente” as avaliações da inteligência
americana, indicando uma lista curada de cientistas para impor a narrativa do
“morcego no mercado úmido”.
Em agosto de 2021, a agência cogitou
tornar pública a tese do vazamento. Cinco dias depois, mudou de posição. Jamais
explicou por quê. Sintomático: nenhum dos sete senadores democratas do comitê
apareceu na audiência. Não podemos esquecer que Biden, nas horas finais do
mandato, concedeu a Fauci um perdão preventivo amplíssimo — “completo e
incondicional” para qualquer ofensa cometida entre 1º de janeiro de 2014 e
janeiro de 2025 relacionada às suas funções no governo.
O escopo retroativo cobre, não por
acaso, justamente o período em que os grants para a EcoHealth e Wuhan foram
concedidos. Um perdão desse tipo a um funcionário público de saúde jamais havia
sido concedido na história americana.
É preciso lembrar a motivação por trás
do desespero de altas autoridades em esconder a hipótese do vazamento de Wuhan:
elas têm envolvimento direto no caso. As pesquisas no laboratório chinês foram
parcialmente financiadas pelo governo americano por intermédio da EcoHealth
Alliance, uma ONG comandada por Peter Daszak, figura próxima ao círculo de
Fauci, que mantinha comunicação por canais privados com o assessor sênior do
então diretor do NIAID justamente para escapar das leis americanas de acesso à
informação — a FOIA, equivalente à Lei de Acesso à Informação no Brasil.
Em janeiro de 2025, o HHS, o
Departamento de Saúde americano, formalmente declarou a EcoHealth e Daszak
inidôneos para receber dinheiro federal após confirmação de violações no uso do
dinheiro público. E há mais: cientistas próximos a Fauci — incluindo o diretor
do Centro de Pesquisa em Vacinas, órgão do NIAID sob seu comando, responsável
por liderar o comitê que escolheu a Moderna para a Operação Warp Speed, o
programa do governo Trump para desenvolvimento acelerado de vacinas — recebiam
royalties da Moderna desde 2018.
O próprio NIAID, como instituição,
recebeu US$ 400 milhões da Moderna em 2023 por tecnologia licenciada. O
conflito de interesse estrutural está documentado.
Se a hipótese de vazamento laboratorial
ligada a pesquisas financiadas via EcoHealth se confirmar, o caso terá
implicações gravíssimas: milhões de pessoas morreram numa pandemia
possivelmente originada em pesquisa financiada por autoridades americanas num
laboratório chinês que, ao que tudo indica, não tinha condições mínimas de
segurança.
E mesmo antes dessa confirmação
definitiva, está documentado que os responsáveis pelo financiamento usaram seus
cargos para esconder do público o que sabiam.
Enquanto isso, no Brasil, em 11 de
maio, Lula sancionava a Lei nº 15.406/2026 e transformava o Dia Nacional em
Memória das Vítimas da Covid em palanque eleitoral. “Só faz sentido a gente
criar alguma coisa para lembrar o passado se a gente conseguir cravar o nome de
quem foi responsável”, disparou o petista, apontando o dedo para seus
opositores.
Ao seu lado, Janja foi ainda mais
explícita. Sem qualquer cargo eletivo, sem qualquer função institucional, ela
usou a cerimônia oficial do Palácio do Planalto para PEDIR PUNIÇÃO a
adversários políticos.
O cinismo do gesto de Lula só se
sustenta enquanto a narrativa oficial da pandemia não é questionada. A tese do
vazamento de laboratório, revelada agora como a conclusão majoritária dos
próprios analistas da CIA, é exatamente o tipo de hipótese tratada por anos
como ‘teoria da conspiração’ digna de banimento das redes sociais. E os danos
colaterais das medidas adotadas em nome do combate à pandemia seguem sendo
documentados pelos próprios organismos que as defenderam.
Lockdowns prolongados produziram
devastação reconhecida pela OMS, pelo Banco Mundial, pela UNESCO e pelo UNICEF.
A OMS registrou aumento de 25% na prevalência global de ansiedade e depressão
apenas no primeiro ano da pandemia, com estudo na revista médica britânica The
Lancet estimando mais de 129 milhões de novos casos de transtornos mentais em
2020 — solidão, isolamento e restrições apontados pela própria OMS como
gatilhos principais.
O Banco Mundial confirmou que entre 97
e 150 milhões de pessoas foram empurradas à pobreza extrema, revertendo duas
décadas de progresso. O Programa Mundial de Alimentos, vinculado à ONU,
contabilizou 200 milhões a mais em insegurança alimentar aguda. UNESCO e UNICEF
estimaram US$ 17 trilhões em renda futura perdida pela geração de alunos
atingida pelos fechamentos de escolas.
E há o estrago fiscal: para sustentar
economias congeladas por decreto, governos do mundo inteiro despejaram trilhões
em estímulos emergenciais e fizeram suas dívidas públicas explodir —
contribuindo, junto a gargalos de oferta, choques energéticos e política
monetária frouxa, para a inflação persistente que assolou o planeta a partir de
2021 e ainda hoje produz risco fiscal crescente em diversos países, com o
Brasil entre os mais expostos.
E há os mortos colaterais — porque o
estrago da pandemia, agravado pelas restrições adotadas, não produziu apenas
desemprego e tristeza. Só no Canadá, projetam-se mais de 21 mil mortes
adicionais por câncer nos próximos dez anos devido a diagnósticos atrasados
durante a pandemia. Nos EUA, estimam-se cerca de 10 mil mortes adicionais
apenas por câncer de mama e colorretal.
No Reino Unido, encaminhamentos
urgentes para suspeita de câncer caíram até 80% no auge das restrições, segundo
a revista The Lancet Oncology. Nos Países Baixos e na Austrália, milhares de
mortes adicionais por câncer colorretal já foram projetadas.
Há estudos — como a meta-análise de
Hanke, Herby e Jonung, da universidade americana Johns Hopkins — que estimam
efeito muito pequeno dos lockdowns sobre
mortalidade por COVID, entre 0,2% e 3,2%, traduzindo cerca de 6 mil vidas
salvas na Europa e 4 mil nos EUA. O trabalho recebeu críticas metodológicas,
mas levanta uma questão que segue em aberto e desconfortável: o balanço líquido
de vidas das restrições prolongadas pode ter sido muito pior do que o admitido
pelas autoridades sanitárias que as impuseram.
As vacinas parecem ter cumprido papel
importante para idosos e grupos de risco. Estudos convergentes estimam entre
1,4 e 4 milhões de vidas salvas globalmente, com cerca de 90% do benefício
concentrado em pessoas com 60 anos ou mais, segundo estudo recente publicado
pela revista da Associação Médica Americana, o JAMA Health Forum.
O problema não foram as vacinas em si,
mas o que se construiu em cima delas. Em primeiro lugar, a fraude institucional
sobre a transmissão. Em depoimento ao Parlamento Europeu em outubro de 2022, a
própria Pfizer admitiu que sua vacina jamais foi testada para impedir
transmissão antes de entrar no mercado — fato que já constava nos documentos
originais do FDA, a agência americana reguladora de medicamentos, desde
dezembro de 2020.
Apesar disso, o CDC americano
(equivalente à Anvisa), Fauci, Biden, governos europeus e o aparato sanitário
do mundo inteiro venderam ao público que vacinação impedia transmissão —
sustentando sobre essa premissa toda a engenharia de coerção: passaportes
vacinais, mandatos compulsórios, demissões, exclusão de não-vacinados de
escolas, restaurantes e empregos, e, na Áustria, lockdown exclusivo para
não-vacinados. Em julho de 2022, Deborah Birx, coordenadora da resposta à COVID
na Casa Branca, admitiu sem rodeios: “eu sabia que essas vacinas não iriam
proteger contra infecção. Acho que exageramos.”
Em segundo lugar, algumas vacinas se
revelaram diretamente letais para parte dos vacinados. Em fevereiro de 2024, a
AstraZeneca admitiu, em documentos judiciais na Alta Corte britânica, que sua
vacina pode causar Trombose com Trombocitopenia, síndrome ligada a pelo menos
81 mortes só no Reino Unido e centenas de lesões graves.
A vacina foi retirada do mercado
mundial em maio de 2024, depois de aplicada em mais de 150 países, incluindo o
Brasil via Fiocruz. A Janssen, da Johnson & Johnson, teve causalidade com a
mesma síndrome reconhecida pelo FDA, foi associada a 9 mortes confirmadas só
nos EUA, e acabou retirada do mercado americano em 2023. Em terceiro lugar, o
cálculo risco-benefício jamais justificou a IMPOSIÇÃO UNIVERSAL.
Crianças e adolescentes responderam por
0,01% das vidas salvas, enquanto miocardite em homens jovens após vacinas mRNA
— hoje reconhecida pelo CDC, pela universidade de Stanford e pela universidade
de Yale — levou países como Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Reino Unido
e Alemanha a reverter ou restringir a vacinação rotineira de crianças
saudáveis.
No Brasil, qualquer questionamento à
imposição universal foi tratado como crime, e médicos que ousaram discutir
risco-benefício foram processados em conselhos de classe.
No Brasil, o silenciamento foi
institucional. O caso de Bruno Oscar Graf é exemplar: advogado, morto em agosto
de 2021, doze dias depois de receber a AstraZeneca, teve a causalidade entre a
vacina e sua morte oficialmente reconhecida pela Secretaria de Saúde de Santa
Catarina no Boletim Epidemiológico Nº 01/2022.
Sua mãe, Arlene Graf, ao denunciar
publicamente o caso para alertar outras famílias, teve sua conta no Twitter
suspensa por “divulgar fake
news” — fake
news que eram, na verdade, o laudo médico do filho e o boletim
oficial do estado. Foi rotulada como “antivacina” e “negacionista” pela
militância de redação e por agências de checagem.
Em dezembro de 2022, o Ministério da
Saúde publicou discretamente uma portaria reconhecendo que 34 dos 40 casos
confirmados ou prováveis de Trombose com Trombocitopenia no Brasil — excluído
São Paulo — foram atribuídos à AstraZeneca. A vacina foi abandonada em
silêncio, sem o pedido de desculpas a quem foi linchado por dizer aquilo que o
próprio governo passou a admitir.
Vale lembrar: Nísia Trindade, que como presidente da Fiocruz decretou sigilo
de 15 anos sobre trechos do contrato AstraZeneca-Fiocruz, foi nomeada ministra
da Saúde por Lula em 2023. Em 2022, Arlene Graf moveu ação na Justiça Federal
de Santa Catarina contra AstraZeneca e Fiocruz pedindo R$ 3,03 milhões —
incluindo, explicitamente, danos morais pela censura e perseguição sofridas.
Depois desse mar de mentiras e
manipulações, como manter a confiança em autoridades de saúde pública quando
elas garantem a inexistência de desdobramentos ainda mais graves dessas
políticas e intervenções?
São as mesmas autoridades que negaram a
hipótese de vazamento de Wuhan até a própria CIA admitir o contrário.
As mesmas que afirmaram por dois anos
que vacinados não transmitiam o vírus, sabendo desde o primeiro dia que isso
jamais havia sido testado. As mesmas que retiraram AstraZeneca e Janssen do
mercado só depois de mortes confirmadas e admissão em tribunal.
Enquanto isso, há perguntas em aberto —
mortalidade não-COVID elevada em adultos jovens em diversos países desde 2021,
ainda sem explicação consensual; estudos observacionais sugerindo possível
associação entre vacinação mRNA e certas doenças; controvérsia sobre detecção
de DNA plasmidial residual em frascos.
Nenhum desses sinais prova causalidade
hoje, e há contestações metodológicas relevantes em cada um deles. Mas exigir
confiança cega sobre efeitos de longo prazo, vinda de quem mentiu
sistematicamente sobre origem, transmissão, eficácia e segurança no curto
prazo, não é ciência. É arrogância autoritária.
Boa parte das hipóteses tratadas como “fake news” entre 2020
e 2022 — origem laboratorial do vírus, financiamento americano de pesquisa de
ganho de função em Wuhan, ineficácia de lockdowns prolongados,
efeitos adversos cardiovasculares de vacinas mRNA, miocardite em homens jovens,
danos massivos colaterais — hoje circulam em audiências do Senado americano, em
documentos judiciais, em decisões de retirada de vacinas do mercado e em
revisões científicas mainstream.
No Brasil, ao contrário, o debate sobre
esses mesmos temas segue interditado e até criminalizado.
As perguntas seguem abertas:
1.
O vazamento na China foi
acidente, ato deliberado ou nada disso?
2.
As políticas públicas,
como lockdowns prolongados,
salvaram mais vidas do que custaram — ou produziram um balanço líquido pior do
que o admitido, sem contar o brutal desrespeito aos direitos individuais?
3.
As vacinas, fora dos grupos
de risco, justificavam a imposição universal — ou produziram, em populações de
baixo risco, danos que ainda estão sendo mensurados?
Em vez de utilizar a pandemia como mais
um instrumento de censura e perseguição política, as autoridades deveriam
promover um debate honesto para aprender com os erros, pois haverá outras
emergências sanitárias no futuro.
Infelizmente, tudo indica que qualquer
nova emergência será tratada pela esquerda como mais uma oportunidade para
fazer avançar sua agenda totalitária.
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