Madrugada tem chuva de meteoros que são resquícios do cometa Halley

A partir da meia-noite já é possível observar o fenômeno, mas o melhor momento é a partir das 3 horas

Chuva de meteoros na cidade de Mitzpe Ramon, em Israel, a altitude do lugar o torna um ponto perfeito de observação
Chuva de meteoros na cidade de Mitzpe Ramon, em Israel, a altitude do lugar o torna um ponto perfeito de observação(Amir Cohen/Reuters/VEJA)
O cometa Halley ainda está a décadas de poder ser visto da Terra novamente, mas alguns resquícios dele podem ser observados na madrugada desta terça-feira, na forma da chuva de meteoros Orionídeas. A partir da meia-noite (do horário de Brasília) já é possível observar o fenômeno, mas no meio da madrugada, a partir das 3 horas, é o melhor momento para acompanhar esta chuva.
Ela é visível em todo o Brasil. O ponto de onde os meteoros parecem surgir fica na constelação de Órion, que pode ser encontrada na direção leste. Perto da meia-noite ela estará bem próxima do horizonte, subindo com o passar do tempo. Uma boa referência são as Três Marias, que também ficam em Órion. O ponto de onde os meteoros devem ser vistos fica um pouco ao Norte, na mesma constelação. 
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"A chuva Orionídeas pode atingir uma frequência de 20 meteoros por hora, mas um observador em uma grande cidade deve ver menos de um quarto disso, devido à poluição luminosa", explica Alexandre Amorim, coordenador de observações do Núcleo de Estudos e Observação Astronômica José Brazilício de Souza, vinculado ao Instituto Federal de Santa Catarina. A recomendação é não utilizar nenhum objeto como binóculo ou telescópio, que reduzem o campo de visão, e procurar um lugar mais escuro para observar o fenômeno. A previsão do tempo, porém, não é muito favorável. De acordo com a Climatempo, apenas o Rio Grande do Sul, o norte da Bahia e os estados do leste nordestino devem ter céu aberto nesta madrugada.
Halley —Os meteoros orionídeos são fragmentos de rocha e poeira que se desprendera do cometa Halley durante sua passagem, em continuam na sua órbita. Quando a Terra cruza com esses fragmentos, duas vezes por ano,  em março e outubro, ocorrem as chuvas de meteoros Eta Aquarídeas e Orionídeas, respectivamente.

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