LAVA JATO ► EXPÕE ELO DE BUMLAI EM NEGÓCIOS BILIONÁRIOS DE IRMÃO DO MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI.



Num relatório de 58 páginas, a PF anexou cartões apreendidos do empresário e pecuarista José Carlos Bumlai, em seu apartamento em São Paulo durante a Operação Passe Livre. 

O documento não levanta suspeita contra os nomes com os quais Bumlai teria proximidade, mas ao formalizar a apreensão nos autos do inquérito os investigadores apontam para a extensa rede de contatos do amigo de Lula, inclusive junto a empreiteiras que teriam montado cartel para fraudar licitações bilionárias da estatal petrolífera entre 2004 e 2014. 

Um dos nomes que chamou a atenção dos investigadores da Lava Jato seria de Luciano Lewandowski, irmão do Ministro Ricardo Lewandowski que assumiu nesta quinta-feira (11) o comando do rito do impeachment da Presidente afastada Dilma do PT.
Tudo em Famíglia...
Luciano Lewadoviski, irmão do Presidente do STF tem três empresas de investimentos, a AgriBusiness Investimentos, GP Investimentos Imobiliarios e a Prosperitas Investimentos S.A.
Fundada em 2006, a Prosperitas Investimentos é um dos maiores fundos de investimento imobiliário do país, responsável atualmente pela gestão de aproximadamente R$ 3 bilhões em ativos, com mais de 315 mil m² de área construída.
A divisão de shopping centers da Prosperitas conta com quatro unidades em operação e mais duas em desenvolvimento, localizadas em Maceió (AL), Campinas (SP), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Pouso Alegre (MG) e Betim (MG). A Müller Partners é uma empresa de atuação nacional, com parceria internacional, voltada para promover negócios empresariais e imobiliários.
Um detalhe: quem vendeu o edifício ao fundo de pensão do Banco do Brasil foi a Prosperitas, fundada por Luciano Lewandoviski.

Quinteto de São Bernardo

É sabido de todos que o Presidente do STF Lewandovisk foi indicado ao cargo de Ministro do STF pelo amigo de Bumlai, o ex-presidente Lula. 

Em 2012, a Revista Época fez uma reportagem sobre as pessoas mais próximas de Lula: Luiz Marinho, Ricardo Lewandoviski e Laerte Demarchi, dono dos terrenos repassados a José Carlos Bumlai e vendidos posteriormente ao dono da Focal Carlos Cortegoso, tirando Bumlai, todos os 5 são de São Bernardo.”

Lava Jato "Focada" na Focal...

A Focal foi a segunda maior fornecedora oficial da campanha de Dilma em 2014. 

O Jornal O Globo desta semana estampa em manchete que Xepa, a mulher de João Santana, afirmou a procuradores da Lava Jato que "a JBS pagou caixa 2 à campanha pela reeleição de Dilma Rousseff. 

Segundo o relato, a empresa pagou diretamente a dívida do PT com a gráfica Focal Confecção e Comunicação Visual, de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. 

Este pagamento não está declarado à Justiça Eleitoral".

Sim, a velha e boa Focal, do velho e bom Carlos Cortegoso, tantas vezes mencionada pelo Site O Antagonista.

"Segundo Mônica, o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, determinava que serviços gráficos de campanha deviam ser concentrados nas empresas de Cortegoso, porque ele aceitava receber os pagamentos depois das campanhas."


O jornal apurou que a Focal emitiu notas fiscais de serviços para a JBS, sem jamais imprimir nada para a empresa. 

E que "as notas emitidas para os pagamentos foram entregues pessoalmente na sede da JBS, em SP, por funcionários de Cortegoso."

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