A médica Gabriela Munhoz, demitida do
Hospital Sírio Libanês de São Paulo, por supostamente ter vazado informações
‘sigilosas’ sobre o estado de saúde da ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da
Silva, após o massacre provocado pelos fatos, com a aquiescência do próprio
hospital e do médico Roberto Kalil, trouxe uma nova versão do caso e anunciou
que vai entrar na Justiça para tentar reverter a destituição do cargo.
Gabriela admite que estava de plantão no
dia da internação de dona Marisa, mas alega que não teve nenhum acesso ao
prontuário da paciente.
A médica alega que num grupo de WhatsApp
apenas se pronunciou sobre dados que haviam sido divulgados pela imprensa.
Nada
foi vazado. O ‘equívoco’ que cometeu foi confirmar no grupo o noticiário sobre
o caso, mas que isso não pode, em hipótese alguma, ser interpretado como quebra
de sigilo.
Mario Munhoz, também médico e pai de
Gabriela, em entrevista concedida à Revista Veja, afirma que ‘nenhum dado que
ela confirmou no WhatsApp foi oriundo do hospital.
A única besteira foi dizer
que ela estava lá.
Ela não teve acesso a nada.
O Sírio é muito criterioso com o
acesso aos prontuários — tem senha e tudo. Ela sequer teve contato visual com
Marisa’, disse.
A tomografia de Marisa, cuja imagem foi
vazada, não foi realizada no Sírio Libanês.
O exame na realidade foi feito no
hospital Assunção, de São Bernardo do Campo, onde Marisa recebeu os primeiros
socorros, sendo posteriormente encaminhada ao hospital de São Paulo.
A médica pretende comprovar que não quebrou
nenhum sigilo e ingressar na Justiça com ação indenizatória por danos morais
contra o Sírio Libanês, que por alguma conveniência admitiu uma inverdade e
participou do ‘complô’.
A jornalista Joice Hasselmann, num vídeo
postado nesta terça-feira (7) no Youtube, esclarece com precisão todos os
fatos.
da Redação
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