O MAIOR FRAUDADOR DE URNA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

 

Gilberto Kassab voltou ao centro das críticas após afirmar que os partidos do Centrão não estão neutros na disputa presidencial e que, na prática, estão ao lado de Lula. 


O presidente do PSD também declarou que Flávio Bolsonaro tem “chance zero” de vencer a eleição e afirmou que sua candidatura deve perder força ao longo da campanha.

A declaração rapidamente trouxe de volta às redes um capítulo incômodo do passado político de Kassab. 


Em 2017, delatores da JBS apontaram o então ministro como destinatário de R$ 36 milhões em propina, em um esquema que também envolvia repasses relacionados ao PT.

As revelações daquele período foram ainda além. 


Documentos da própria JBS entregues à Procuradoria-Geral da República e posteriormente obtidos pela revista Época apontaram Kassab como destinatário de R$ 43,4 milhões. 


Segundo esses documentos, R$ 30,3 milhões referentes a 2014 teriam sido debitados da chamada “conta de propina” atribuída ao PT dentro da JBS.

Agora, ao afirmar que o Centrão está com Lula e praticamente decretar a derrota de Flávio antes mesmo das urnas, Kassab acabou colocando novamente seu próprio passado sob os holofotes.

A reação expõe uma contradição que não passou despercebida: enquanto Kassab trabalha para desacreditar a principal candidatura da direita, antigas delações envolvendo JBS, PT e seu próprio nome voltam a circular nas redes.

À época das acusações, Kassab negou irregularidades e sustentou que os repasses eleitorais haviam sido registrados na Justiça Eleitoral.


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