Collins estava convencido de que, para encontrar a cidade de Sodoma,
deveria procurar em uma região que comportaria uma cidade grande, e explicou
que o local de suas escavações foi escolhido por ser o maior de toda a área sul
do Vale do Rio
Jordão, com aproximadamente dez vezes o tamanho de antigas
cidades-estado típicas da região durante a Idade do Bronze do tempo de Abraão.
Mesmo com poucos mapas incompletos, eles localizaram uma região
que proporcionaria fácil acesso a grandes reservatórios de água (o Rio Jordão e
o Mar Morto), e a rotas de comércio muito importantes cerca de 3500 e 1450
antes de Cristo.
Segundo ele, essa cidade da Idade do Bronze foi
misteriosamente abandonada e passaram-se 700 anos até que ela começasse a ser
povoada novamente.

Se a razão do abandono dessa gigantesca
cidade foi mesmo a “ira de Deus”, ninguém sabe, mas o pesquisador está
convencido de que todos os indícios apontam que sua descoberta é genuína.
A
equipe da Universidade Trinity Southwest comparou os objetos encontrados
naquele sítio arqueológico com o de várias outras ruínas nos arredores, e
afirmam que tudo estava enterrado a cerca de quatro metros da superfície atual
de Tall el-Hammam, justamente a profundidade correspondente ao estrato da Idade
do Bronze.
Suas pesquisas revelaram que a antiga
cidade era dividida em dois distritos, com vielas conectadas a praças e casas
que impressionavam pela sua riqueza.
Cercada por gigantescas muralhas com cerca
de 10 metros de altura e 7 metros de espessura, era uma verdadeira fortaleza a
prova de invasões, com grandes portões e torres .

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