
Mais uma vez o jeitão de sonsa natureba de Marina Silva (Rede),
dissimulou uma ação lesiva aos interesses da maioria dos brasileiros.
A
Rede, partido de Marina, entrou no Supremo Tribunal Federal com uma Arguição de
Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), com objetivo de anular todos os
atos de Eduardo Cunha como presidente da Câmara.
Se a ADPF de Marina fosse acatada no STF (e quase foi, os
ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello estavam prontos para
recebê-la), seriam anulados todos os atos de Eduardo Cunha como presidente da
Câmara.
Inclusive o impeachment.
Dessa forma, mantendo aquele odor de santidade
que cultiva sempre, Marina estaria recolocando Dilma Rousseff de volta ao
governo com todos os poderes.
Isso sim, um verdadeiro golpe contra a
maioria absoluta do país que quer Dilma e o PT fora do governo.
A ação de Marina, além de tudo, é considerada pelos juristas como uma chicana tecnicamente falha.
Ao tentar questionar o não
afastamento de Cunha pela Câmara (ato omissivo), a Rede deveria ter entrado com
uma ação direta por omissão e não com a ADPF.
A ação é equivocada, portanto.
Além disso, a ação deveria ter individualizado os atos
(comissivos) de Cunha que se pretende anular, relacionados ao impeachment.
Não
pode ser um pedido genérico.
Em resumo, há motivos de sobra para o STF rejeitar
a citada ADPF – essa, sim, um golpe.
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