Não há limites para a cara de pau do ex-presidente Lula.
Réu por
corrupção, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro ele finge que seus problemas, e os da
organização criminosa que chefia, o PT, decorrem da “falta de democracia” e do
suposto “golpe”.
Lula aproveitou a presença de lideranças dos mais diversos
setores da esquerda no ato em solidariedade ao Movimento dos Sem Terra, ontem,
em Guararema (SP), para propor um amplo movimento nacional para “restaurar a
democracia”.
“Estamos na hora de costurar uma coisa maior, mais sólida.
Não é
um partido, não é uma frente, é um movimento para restaurar a democracia.
A
gente precisa construir alguma coisa para unificar”, disse Lula.
A polícia entrou na Escola Florestan Fernandes para prender
bandidos do MST acusados de organização criminosa investigada por furto e dano
qualificado, roubo, invasão de propriedade, incêndio criminoso, cárcere
privado, entre outros crimes.
O ato reuniu centenas de pessoas na Escola Nacional Florestan
Fernandes, voltada para a formação de militantes, que foi alvo de operação da
Polícia Civil, na véspera.
Estavam presentes representantes do PT, PCdoB, PSOL
e PSTU, além de movimentos sociais e sindicais.
Quase todos os oradores vincularam a ação policial na escola do
MST e outros atos de violência policial ocorridos nos últimos meses pelo Brasil
ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e à agenda do governo Michel
Temer.
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