Celia autorizou o plano de voo assassino feito pelo piloto
Celia Castedo, funcionária da Administração de
Aeroporto e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea da Bolívia (Aasana), está no
Brasil desde segunda-feira (5/12), em busca de asilo, se dizendo ameaçada.
Ela
atuava no aeroporto de Santa Cruz de la Sierra, e autorizou o plano de voo
CP2933, do avião da LaMia, que transportava comissão técnica e jogadores da
Chapecoense, além de jornalistas brasileiros.
A aeronave caiu na Colômbia, matando 71 pessoas.
O acidente teria ocorrido por falta de combustível. A funcionária foi
afastada das funções desde a última quinta-feira (1º).
O Ministério Público
Boliviano recebeu da Aasana notícia-crime por “não cumprimento de deveres” e
“atentado contra a segurança dos transportes” contra Castedo.
A investigação
começou no final da semana passada.
Ela corre o risco de pegar até quatro anos
de prisão, conforme divulgou o jornal El Deber, da Bolívia.
Celia
desembarcou na cidade de Corumbá (MS) e procurou a Polícia Federal e o
Ministério Público Federal.
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