Os tentáculos da corrupção
envolvendo executivos e políticos brasileiros estão espalhados para além das
fronteiras do Brasil.
Até agora são sete países envolvidos na investigação que
buscaram manifestação voluntária via Departamento de Cooperação Internacional
da Procuradoria Geral da República (PGR) do Brasil.
Eles querem acesso aos
documentos e todas informações colhidas pela equipe de investigação da força
tarefa da Lava jato.
Por enquanto os envolvidos
internacionalmente são: Argentina, Chile, Costa Rica, Guatemala, Panamá, Peru e
Uruguai.
São contabilizados 28
pedidos de cooperação de 18 países.
No escopo de atuação da
política brasileira que montou o mega esquema de corrupção, o Brasil era
apresentado aos países citados como “primo rico” oferecendo investimentos em
troca de atrair lideranças políticas internacionais na América latina, no
Caribe e na África.
Tudo aconteceu entre 2005 e 2010 através de
empréstimos bilionários via BNDES que quadruplicaram.
Em apenas um ano o banco
brasileiro desembolsou o equivalente a US$ 12 bilhões, que significa três vezes
a soma total de investimentos oferecidos pelo BIRD, o Banco Mundial, aos países
emergentes.
O envolvimento de outros países no esquema
de corrupção liderado por políticos e executivos ganhou repercussão no jornal
ElPaís.
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