Militantes foram às ruas do Rio de Janeiro pedindo intervenção militar para estancar o avanço da corrupção que tomou conta do país em níveis nunca vistos antes.
Para conter a queda da classe política que atualmente toma conta da verba pública, o Governo metido em corrupção tem mantido um relacionamento amigável com os militares mantendo-os distantes da reforma previdência e avaliando a possibilidade de reajuste no soldo.
Soldos e reforma da previdência são os dois instrumentos utilizados pelo Governo para conter a explosão dos militares contra o Planalto Central.
Nas ruas o povo pede não a volta da ditadura mas a retirada de todos os políticos de seus cargos com a extinção de seus mandatos e uma reorganização na estrutura administrativa do Brasil de forma que haja novas eleições gerais.
Os militares por enquanto assistem passivamente o caos econômico e político do país. De acordo com informações o clima de tranquilidade não é total porque não se sabe completamente o que se passa no contingente da reserva.
Pelo artigo 142, da CF, “as Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”
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